69- O diabo veste prada

69- O diabo veste prada

Adoro esse filme porque fala de jornalismo e moda. E foi meio inspirado na editora da Vogue, Anna wintour. O filme é delicioso. E ainda nso brinda com ótimas interpretações de Meryl Strep e Anne Hathway.

E tem Paris, cenário perfeito e romântico.

A editora de moda inferniza a vida da pupila que é jornalista e consegue esse emprego a princípio dos sonhos mas que se torna um pesadelo porque acaba virando uma verdadeira escravidão, afastando-na do namorado e dos amigos e questionando a ética e a correção.

No final, ela se liberta e consegue um emprego num jornal nova-iorquino com o aval de Miranda, sua chefe carrasca, mas que vê em Andy competência e boas qualidades.

Imperdível!

Sinopse

Andrea Sachs (Anne Hathaway) é uma jovem que conseguiu um emprego na Runaway Magazine, a mais importante revista de moda de Nova York. Ela passa a trabalhar como assistente de Miranda Priestly (Meryl Streep), principal executiva da revista. Apesar da chance que muitos sonhariam em conseguir, logo Andrea nota que trabalhar com Miranda não é tão simples assim.

Título original: (The Devil Wears Prada)

Lançamento: 2006 (EUA)

Direção: David Frankel

Atores: Meryl Streep, Anne Hathaway, Emily Blunt, Stanley Tucci.

Duração: 109 min

Gênero: Comédia

Baz Luhrman/Por Eduardo Guimarães

Baz Luhrman/Por Eduardo Guimarães

Baz Luhrmann não é um dos diretores mais comentados de Hollywood. Em seu currículo estão apenas quatro filmes.

O último filme que dirigiu foi o romance Austrália, com Nicole Kidman e Hugh Jackman, em 2008.

Mas o ponto alto de sua carreira foram os três anteriores: Vem Dançar Comigo, Romeu+Julieta e Moulin Rouge – Amor em Vermelho.

Este três filmes formam a Trilogia da Cortina Vermelha, que fala sobre amor de três formas diferentes: na dança, na poesia e na música.

Vem Dançar Comigo, de 1992, foi o primeiro filme de Baz e conta a história de um dançarino que resolve inovar nos concursos de dança de salão e acaba se apaixonando por uma dançarina iniciante. A música Love In the Air, de Paul Young voltou a tocar nas rádios e muitas pessoas se interessaram pela dança de salão.

O elenco é desconhecido fora da Austrália, lugar onde o filme foi rodado e terra natal do diretor. E apesar do orçamento baixo, foi muito bem recebido pela crítica e pelo público Foi o pontapé inicial que Baz Luhrmann precisava em sua carreira.

http://www.youtube.com/watch?v=7dtfxf3FFx4

Aqui vale uma nota: em 1995 saiu nos cinemas brasileiros o filme Vem Dançar Comigo 2. Porém este filme não é uma continuação do filme de Baz Luhrmann, apesar de tratar do mesmo tema: dança de salão. Em inglês este filme se chama Let It Be Me e a idéia para colocar o nome Vem Dançar Comigo 2 deve ter partido da distribuidora nacional, tentando pegar carona no sucesso do primeiro filme.

O próximo filme da trilogia foi Romeu+Julieta, de 1996. O elenco contava com um Leonardo di Caprio e Claire Danes em começo de carreira. O filme é uma versão moderna de Romeu e Julieta, de William Shakespeare, o que foi uma idéia excelente do diretor.

O detalhe deste filme é que todas as falas estão como na peça original: em versos rítmicos. O que torna um o filme cansativo. Esse cansaço acabou sendo transferido para o público e o filme acabou sendo um fracasso nas bilheterias americanas.

http://www.youtube.com/watch?v=6S6IJWilpx4

Já o último filme da trilogia é Moulin Rouge – Amor em Vermelho, de 2001. É o filme de maior sucesso entre os três, contando no elenco com Nicole Kidman, Evan McGregor e John Leguizamo, conta a história de um poeta que se muda para Paris em 1889 e acaba se apaixonando por uma cortesã do famoso bordel Moulin Rouge.

Este musical fez muito sucesso no mundo e levou para casa dois Oscar – Melhor Direção de Arte e Melhor Figurino, além de ter sido indicado em mais seis categorias, incluindo Melhor Atriz e Melhor Filme.

O melhor do filme são as músicas. Todo o elenco mostra muita versatilidade, tanto para dançar quanto para cantar e o filme foi um sucesso mundial.

Tanto que Moulin Rouge foi o filme que trouxe de volta ao mercado do cinema os musicais, que andavam esquecidos. Após este filme, apareceram nas telas Chicago, DreamGirls, Nine entre outros.

http://www.youtube.com/watch?v=dtEgAx80NC4

Baz Luhrmann não dirige nenhum filme. Desde Austrália. Mas deixou um legado para todos os românticos apaixonados por cinema.

*********************************************************

O cinema e o futebol/Por Eduardo Guimarães

O cinema e o futebol/Por Eduardo Guimarães

CINEMA E FUTEBOL

O cinema brasileiro mudou muito nos últimos 20 anos. Saiu de cena as pornôchanchadas para dar lugar a um cinema mais sério e moderno.

E para melhorar o cinema nacional, aprendemos bastante com a principal fonte do cinema mundial: Hollywood.

Aprendemos a fazer comédias românticas, como o filme E Se Eu Fosse Você; filmes sérios, como Bicho de 7 Cabeças e Cidade de Deus; críticas sociais em O Caminho das Nuvens; comédias de primeira qualidade, como O Auto da Compadecida; histórias verídicas como Vips e Carandiru e até filmes de ação, como Tropa de Elite.

Mas um tema ainda tem sido pouco abordado pelo nosso cinema, para não dizer esquecido: a paixão que o brasileiro tem pelo futebol.

Enquanto Hollywood produz vários filmes sobre futebol americano, baseball, basquete e hockey, aqui no Brasil, tirando uma grande coleção de documentários, os filmes com o futebol de pano de fundo são raros.

Podemos destacar três filmes: Boleiros – Era uma vez no Futebol; Boleiros 2 – Vencedores e Vencidos; e O Casamento de Romeu e Julieta.

Boleiros – Era uma Vez no Futebol talvez seja o melhor destes. Com um roteiro que retrata uma cena bem cotidiana do brasileiro (uma mesa de bar, alguns amigos e histórias sobre futebol), o filme se destaca pelo excelente elenco e a simplicidade com que conta alguns “causos” do planeta bola.

Boleiros 2 – Vencedores e Vencidos infelizmente é muito inferior ao primeiro filme. Parece que Ugo Giorgetti gastou tudo o que podia no outro filme e este acabou sendo fraco. Uma pena.

Já O Casamento de Romeu e Julieta segue a linha de comédia romântica com esporte no fundo. Um romance entre um corinthiano interpretado por Marco Ricca que se apaixona pela palmeirense Luana Piovani. Por sinal, a cena em que Marco Ricca foge do avião, perseguido por uma revoltada torcida palmeirense é divertidíssima.

O filme é baseado na história de Romeu e Julieta, de William Shakespeare, mas os roteiristas souberam trazer para a realidade brasileira (no caso, mais especificamente paulista) e tornaram a rixa entre corinthianos e palmeirenses maior do que a entre os Capuletos e os Montecchios.

Para falar a verdade, não me recordo de mais nenhum filme sobre futebol. Se estiver errado, por favor, me avisem.

Lógico que não estou contando aqui os documentários sobre futebol. Por sinal, este campo tem sido muito bem explorado. Filmes como Soberano, Primeiro Tempo, Tele Santana: meio século de futebol arte, A Batalha dos Aflitos e a trilogia corinthiana Fiel, 23 Anos em 7 Segundos e Todo Poderoso mostram que contar as histórias reais do nosso futebol o
cinema brasileiro saber fazer muito bem. O que falta é aprender a fazer ficção.

O que acontece a falta de filmes sobre o futebol cria um vazio grande no nosso cinema. Afinal, a grande maioria do povo brasileiro entende ou conhece futebol. O que facilita o entendimento da história e cria um elo entre o espectador e o filme. De maneira mais rápida e simples.

Só como curiosidade: Hollywood já produziu vários filmes com o esporte como pano de fundo.  Os mais diversos gêneros já contaram com a colaboração da paixão dos americanos pelo esporte para ajudar a desenvolver suas histórias. Comédias, como o filme Um Maluco no Golfe (golfe) ou Golpe Baixo (futebol americano); dramas como Campo dos Sonhos (baseball), Um Domingo Qualquer (futebol americano) e os vencedores do Oscar Menina de Ouro (boxe) e Rocky, um Lutador (boxe); thrillers como Estranha Obsessão (baseball), comédias românticas como Wimbledon (tênis); ação com Triplo X (esportes radicais), Caçadores de Aventura (esportes radicais) e Karate Kid (karate) e filmes com
histórias verídicas, como Os Reis de Dogtown (skate) e O Vencedor (boxe).

Enfim, é possível fazer qualquer tipo de filme aproveitando os ganchos que o esporte oferece. E no Brasil, um filme com futebol tem tudo para dar certo.

Trilha de Candelabro Italiano

Trilha de Candelabro Italiano

A música Al di la é simplesmente sensacional porque nos faz lembrar que possa existir um amor além do além, além desse mundo, é assim que o cantor se refere à pessoa na canção.

A música toca no filme todo, inclusive na hora que o casal pega o bondinho no Lago Maggiore. Depois das Ilhas Maldivas, o local que gostaria de passar a lua-de-mel.

http://youtu.be/NMFnHhvm7IQ

68- O candelabro italiano

68- O candelabro italiano

O filme é antigo e lindo. Fala do amor de dois americanos que se conhecem na Itália. Ela, Prudence, era professora de uma tradicional escola de moças, e ele é um arquiteto que sai de uma aventura amorosa. A princípio, ele implica com ela, depois se apaixonam e começama conhecer a Itália.

O título em portuguÊs é infeliz, mas fala da integridade de Prudence simbolizada pelo candelabro que ganha de presente. Em inglÊs é Roman Adventure.

As cenas do historiador etrusco são hilárias e as paisagens da Itália são belíssimas.

Para quem é romântico, é imperdível.

A música Al di la é qualquer nota.

Curiosidade: Suzanne Pleshette e Troy donahue se conheceram nas filmagens, se casaram, mas só ficaram juntos por oito meses. Ela fez também Os pássaros, de Hitchcock.

SINOPSE:

Cansada da monótona New England, a bibliotecária Prudence Bell (Suzanne Pleshette, em seu primeiro grande papel no cinema) parte para Roma, em busca de aventura e romance. Uma vez lá, conhece um jovem e atraente estudante americano (Troy Donahue). Os dois se apaixonam e iniciam uma viagem pelas mais belas paisagens do norte da Itália… até que Prudence descobre existir uma outra mulher na vida de seu novo amor. Desiludida, ela volta para casa e descobre que o destino sempre reserva uma última surpresa para um coração apaixonado. Uma história romântica que consegue retratar as alegrias e tristezas de se viver um grande amor.

http://youtu.be/Hot6gZSlZcc

67- Fale com ela

67- Fale com ela

O Poltrona anda meio almodovariano e nada tem a ver com ter visto ocineasta no Masters 1000 de Madri. Ele é genial, mesmo. E este filme é muito lindo, meu predileto de todas as obras desse gênio espanhol.

Fala sobre uma paciente em estado de coma e a paixão que desperta no enfermeiro que cuida dela. Além de situações surreais que só Almodóvar suscita. E um brinde que é ver Caetano Veloso cantando divinamente em espanhol.

Almodóvar sempre fala do amor de um prisma que só ele consegue enxergar e que em certos momentos conseguimos nos identificar.

Também mostra o ballet que é uma de minhas paixões. E as touradas, eventos que sou terminantemente contra.

Recomendo a quem não viu que veja: filme sublime e especial.

Sinopse

Em Madri vive Benigno Martin (Javier Cámara), um enfermeiro cujo apartamento fica diante de uma academia de balé, comandada por Katerina Bilova (Geraldine Chaplin). Ele fica freqüentemente na janela da sua casa, vendo com especial atenção uma das estudantes de Katerina, Alicia Roncero (Leonor Watling), por quem está apaixonado. Benigno chega ao ponto de marcar uma consulta com o pai dela, uma psiquiatra que tem um consultório na própria casa, só para ter uma chance de falar com Alicia, mas agora só consegue lhe dar um susto. Antes, porém, Benigno entrou no quarto dela e olhou o recinto com admiração, tendo roubado um prendedor de cabelos dela. Quando Alicia é ferida em um acidente de carro, que a deixa em um coma, é internada no hospital onde Benigno trabalha. Ele passa a cuidar dela, mas a atenção que dispensa com Alicia é totalmente acima do normal. Além disto Benigno fala com ela o tempo todo, movido por um misto de fé e amor, pois crê que de alguma forma ela possa ouvir. Após quatro anos, o quadro dela está inalterado e a dedicação que Benigno sente por ela também. Marco Zuluaga (Darío Grandinetti), um jornalista, é designado para entrevistar Lydia Gonzalez (Rosario Flores), uma conhecida toureira que teve o nome nos tablóides ao ter um tempestuoso romance com “El Nino de Valência” , um toureiro. Inicialmente ela foi ríspida, mas após ele ter matado uma cobra que estava na casa dela se tornou mais amável. Logo os dois iniciam uma relação, que estava destinada a ser curta, pois Lydia é atingida por um touro e considerada clinicamente morta. Por coincidência ela é internada no mesmo hospital onde está Alicia e logo Benigno e Marco ficam amigos, pois no início Marco nem conseguia tocar em Lydia, mas recebeu de Benigno um simples conselho: fale com ela.

Título original: (Hable con Ella)

Lançamento: 2002 (Espanha)

Direção: Pedro Almodóvar

Atores: Javier Cámara, Darío Grandinetti, Rosario Flores, Leonor Watling.

Duração: 116 min

http://youtu.be/ufu3JdMVsSI

Novo recorde do blog

Novo recorde do blog

Recebemos hoje 77 visitas no blog, nosso novo recorde. O último tinha sido 41 em 15 de dezembro de 2010. Muito obrigada a todos que visitaram e aos que comentaram também!

Aceitamos sugestões de filmes para novas resenhas!

Que podem ser postadas aqui!