81- Chocolate

81- Chocolate

A pedido da minha amiga jornalista Thaty Moura, a resenha de hoje é Chocolate. Esse filme é romântico e Johnny Depp está muito atraente, sedutor, eu diria. Sua partner é Juliette Binoche.

O clima de conquista através da receita de chocolate é uma constante.

Vianne chega ao vilarejo e o sabor de seu chocolate muda a vida de várias pessoas pois ele causa nelas reações supreendentes.  Até que o prefeito começa a suspeitar dela e quer expulsá-la e também a sua filha local porque ele é recalcado e puritano. E Vianne consegue proporcionar às pessoas uma felicidade que elas jamais haviam experimentado.

Como boa chocólatra, eu adorei o filme e o clima de romance porque Roux se faz de difícil e passa a ser um desafio para Vianne. Ela que conseguia descobrir os segredos das pessoas para fazer o chocolate, se vê intrigada por demorar a descobrir o chocolate  dobraria Roux. A conquista é diária e quanto mais difícil, melhor.

Sinopse:

Quando Vianne (Juliette Binoche) e sua filha chegam a uma tranqüila vila, ninguém poderia imaginar o impacto que isso teria na antiquada comunidade. Ao passar dos dias, a atraente Viane abre uma loja de chocolates, repleta de confeitos de dar água na boca. Sua misteriosa e quase mágica habilidade em perceber os desejos pessoais de cada freguês e satisfazê-los perfeitamente com o confeito certo, faz com que os moradores se entreguem às tentações e à  felicidade. Mas, isto até a hora em que outro forasteiro, o atraente Roux (Johnny Deep) chega à  vila. Finalmente agora, ela também reconhece e se rende a seus próprios desejos. Problemas surgem quando suas ações são confrontadas por aqueles que preferem os caminhos do passado e aqueles que recentemente descobriram o doce sabor do prazer. Filme adaptado do romance de Joanne Harris, dirigido por Lasse Hallstrom.

Ficha técnica:

Título original: (Chocolat)

Lançamento: 2000 (EUA)

Direção: Lasse Hallstrom

Atores: Juliette Binoche, Lena Olin, Johnny Depp, Judi Dench.

Duração: 105 min

Gênero: Comédia

80- Encontros e desencontros

80- Encontros e desencontros

A pedido do leitor assíduo William Ifanger, vamos resenhar essa obra-prima. Esse filme é estupendo e fala dos relacionamentos de uma forma sem igual. Mérito para Sophia Coppola que dirige super bem.

Bob é um ator decadente que vai pra Tóquio fazer uma publicidade e fica longe da família. No hotel, ele encontra Charlotte que também é casada, mas se mostra solitária, visto que seu marido fotógrafo sempre a exclui dos programas.

Bob e Charlotte se aproximam e sem querer acabam se gostando, mas não assumem seu sentimento. O filme é belíssimo. Para ver e rever.

A parte que ele fala que ter filhos é assustador e que a pessoa acaba tendo a sua vida em segundo plano é muito boa.

Scarlett Johansson se destaca no filme. E Bill Murray está soberbo.

Sinopse

Bob Harris (Bill Murray) é uma estrela de cinema, que está em Tóquio para fazer um comercial de uísque. Charlotte (Scarlett Johansson), por sua vez, está na cidade acompanhando seu marido, um fotógrafo workaholic (Giovanni Ribisi) que a deixa sozinha o tempo todo. Sofrendo com o horário, Bob e Charlotte não conseguem dormir. Eles se encontram, por acaso, no bar de um hotel de luxo, e em pouco tempo tornam-se grandes amigos. Resolvem então partir pela cidade juntos. A eles junta-se uma jovem atriz chamada Kelly (Anna Faris), com quem vão viver algumas aventuras pela cidade de Tóquio.

Título original: (Lost in Translation)

Lançamento: 2003 (EUA)

Direção: Sofia Coppola

Atores: Scarlett Johansson, Bill Murray, Giovanni Ribisi, Fumihiro Hayashi.

Duração: 105 min

Gênero: Drama

79- Um Encontro com Seu Ídolo

79- Um Encontro com Seu Ídolo

Esse filme é muito significativo para mim por uma série de razões.

E ele tem Josh Duhamel que é simplesmente maravilhoso e que há pouco tempo descobri que é marido da Fergie, do Black Eyed Peas. Quase não acreditei.

A história gira em torno de Rosalyn que ganha um encontro com seu ídolo. Por seu jeito simples, ele acaba se apaixonando por ela e como sua vida estava estagnada, ele decide ir até ela e sua vida muda. A dela e a de todos à sua volta também.

Seu melhor amigo que é apaixonado por ela sofre e o final é surpreendente.

Às vezes a felicidade está mais perto do que pensamos. Basta olharmos com carinho.

SINOPSE: Garota do interior participa de um concurso e ganha como prêmio um encontro com rapaz que é uma celebridade. Os dois se dão melhor do que o esperado e assim se forma um triângulo amoroso entre a jovem, o famoso e o namorado da moça.

Elenco: Kate Bosworth, Josh Duhamel, Topher Grace

78- Um príncipe em minha vida

78- Um príncipe em minha vida

Adoro esse filme. vi várias vezes. Page quer se médica. Dá um duro danado nos estudos até conhecer Edward na escola. Um rapaz dinamarquês que parece inconsequente a princípio, mas que acaba mudando ao conhecê-la.

Os dois acabam se aproximando pro amizade e um ajuda o outro em suas dificuldades. Ela com Literautra Inglesa, ele com Química. Ela não quer se envolver por causa dos estudos e ele quer pagar para ver.

Só que ela não contava que ele fosse o príncipe da Dinamarca e um dia viraria rei por problemas de saúde de seu pai.

A mãe dele é contra mas quando ele s posiciona em prol dos desfavorecidos por causa de uma experiência vivida na chácara da família de Page, ela reconsidera.

O príncipe Edward é lindo! Qualquer nota!

E sua farda lembra a do príncipe William em seu casamento com Catherine Middleton.

Vale a pena conferir!

Sinopse

Edward (Luke Mably) é um jovem príncipe dinamarquês, que deseja levar uma vida comum. Para tanto decide se mudar para os Estados Unidos, onde poderá levar a vida do jeito que quiser. Lá ele conhece e se apaixona por Paige (Julia Stiles), que a princípio não sabe de suas raízes na realeza dinamarquesa. Quando Edward precisa assumir o reinado, cabe a Paige ter uma decisão que poderá mudar sua vida: ir com ele e se tornar rainha ou permanecer nos Estados Unidos e realizar o sonho de ser médica?

Título original: (The Prince and Me)

Lançamento: 2004 (EUA)

Direção: Martha Coolidge

Atores: Julia Stiles, Luke Mably, Ben Miller, Miranda Richardson.

Duração: 111 min

Gênero: Comédia Romântica

Somos tão jovens

Somos tão jovens

O filme que vai homenagear Renato Russo, um de meus ídolos musicais, vocalista e letrista da Legião Urbana deve estrear em 2012. Aém desse filme que é autobiográfico e conta a fase jovem do Trovador Solitário, haverá o lançamento de Faroeste Caboclo, filme musicado a partir da célebre canção do grupo que marcou gerações, principalmente a minha e que eu vejo ser resgatado pela geração Y.

By the way, recomendo o livro de Arthur Dapieve, O Trovador Solitário. Excelente livro para todos os fãs do eterno mito Renato Russo.

O filme tem Thiago Mendonça como protagonista e é simplesmente imperdível. O filho de Dado, Nicolau Villa-Lobos faz o pai na película.

Os filmes para serem lembrados (e esquecidos) de Joel Schumacher/Por Edu Guimarães

Os filmes para serem lembrados (e esquecidos) de Joel Schumacher/Por Edu Guimarães

Joel Schumacher é um diretor de renome em Hollywood. Em sua filmografia, composta de 23 filmes, conta com excelentes filmes, como Tempo de Matar e Por um Fio. Infelizmente, Schumacher ficou mais marcado pelos seus fracassos do que pelos sucessos.

Joel Schumacher nasceu em 1939 em Nova York. E sabe como poucos diretores dirigir diversos tipos de filmes sem perder o foco nos seus projetos: passando de suspense à filmes de guerra, thrillers e musicais.

Entre os vários filmes que já dirigiu, vale à pena destacar alguns.

Seu primeiro filme de sucesso foi Garotos Perdidos, de 1987, que tinha no elenco os jovens Kiefer Sutherland e Jason Patric e contava a história de um grupo adolescentes caçadores de vampiros que enfrentam uma gangue de vampiros adolescentes; em 1990, dirigiu o suspense Linha Mortal, com um elenco recheado de promessas hollywoodianas: Julia
Roberts, Kiefer Sutherland, Oliver Platt e Kevin Bacon e tinha uma trama excelente, focada em um grupo de estudantes de medicina que tenta descobrir o que acontece após a morte; O Cliente, de 1994, com Susan Sarandon e Tommy Lee Jones, era em minha opinião o melhor filme sobre advogados até o lançamento de Tempo de Matar, em 1996, com Samuel L. Jackson, Matthew McConaughey, Sandra Bullock, Kevin Spacey e Oliver Platt; em 8 mm, de 1999, Schumacher trabalha com Nicolas Cage, contando a história de um investigador que entra no submundo do sexo da Califórnia; em 2002 dirigiu o claustrofóbico Por Um Fio, com Colin Farrell, Katie Holmes, Forest Whitaker e a voz de Kiefer Sutherland; e em 2007 trabalhou com Jim Carrey no suspense Número 23.

Mesmo com esta grande lista de filmes memoráveis, os filmes pelos quais Schumacher irá ser sempre lembrado serão Batman Eternamente e Batman & Robin.

Pode até ser por imposição da Warner Bros, produtora dos filmes, que Schumacher tornou Gotham City um circo colorido e a história acabou se tornando um remendo de vilões fracos e personagens sem graça nenhuma. Mas nada disso supera o uniforme do Batman e do Robin com mamilos.

Infelizmente, Schumacher foi colocado no cargo de diretor dos filmes após a Warner achar que Batman e Batman o Retorno, filmes dirigidos por Tim Burton, estarem muito escuros e sombrios e resolveram mudar o rumo do personagem, tornando ele mais “colorido” e humano.

Batman Eternamente, que tinha no elenco Val Kilmer, Chris O’Donnell, Tommy Lee Jones, Jim Carrey e Nicole Kidman ainda tentou manter um pouco o clima dos filmes de Burton, mas com mais cores e humor. Infelizmente a tentativa não deu resultado. Já o filme seguinte, Batman & Robin, mesmo com um elenco de peso, formado por George
Clooney, Arnold Schwarzenegger, Uma Thurman, Chris O’Donnell e Alicia Silverstone, não agradou o público e teve a pior crítica possível, chegando a ser comparado com a série da década de 60 do Homem Morcego, estrelada por Adam West.

Cenas como o Batman puxando um bat cartão de crédito, o Batmovél com mais luzes que uma boate e close na bunda de Clooney, O’Donell e Silverstone são apenas alguns dos exemplos que levaram aos fã a fazer esse tipo de comparação.

Inclusive, George Clooney chegou a declarar após o filme que não faria nenhum papel interpretando um gay, porque já tinha feito Batman, uma vez que seu personagem usava roupa de borracha com o desenho de mamilos.

Por sinal, apesar de esconder muitos detalhes de sua vida pessoal, Schumacher é homossexual assumido, mas nunca deixou vazar para a imprensa quem é seu namorado.

Meu medo agora é que após dois filmes pesados de Batman dirigidos por Christopher Nolan e mais um a caminho, a Warner resolva amenizar novamente o personagem.

Se fizerem, espero que não chamem Joel Schumacher novamente. Porque ele tem uma grande filmografia, com filmes excelentes e não precisa de mais filmes ruins na vida.

76- E se fosse verdade

76- E se fosse verdade

O filme é água com açúcar, mas tem Mark Ruffalo, então é uma boa pedida. Uma médica sofre um acidente de carro e fica em coma. Ela retorna ao seu apartamento em espírito e conhece um arquiteto por quem se apaixona.

A batalha se trava quando um médico que a assiste quer praticar eutanásia e acaba convencendo sua família. David precisa socorrê-la a tempo.

Além de me identificar com a parte médica, me identificcom a parte em que ela se dedica exclusivamente ao trabalho, com medo de se envolver emocionalmente.

O final é lindo e prova que a afinidade vai além das fronteiras físicas.

Não é recomendável apenas para quem gosta de romance, mas para quem gosta de valorizar as coisas simples da vida como o amor e o companheirismo.

Sinopse

David Abbott (Mark Ruffalo) alugou recentemente um belo apartamento em San Francisco. A última coisa que ele gostaria era dividi-lo com alguém, mas logo surge uma jovem bonita e controladora, chamada Elizabeth (Reese Whiterspoon), que insiste que o apartamento é seu. David imagina que houve um grande mal entendido, até Elizabeth simplesmente desaparece. Ele muda a fechadura de casa mas isto não impede que Elizabeth ressurja, sempre aparecendo e sumindo como se fosse em um passe de mágica. David fica então convencido de que Elizabeth é um fantasma e passa a tentar ajudá-la a passar para o “outro lado” do pós-vida. Só que ela está convencida de que também está viva e se recusa a fazer qualquer travessia.

Título original: (Just Like Heaven)

Lançamento: 2005 (EUA)

Direção: Mark Waters

Atores: Reese Whiterspoon, Mark Ruffalo, Donal Logue, Dina Spybey.

Duração: 95 min

Gênero: Comédia Romântica