95-O Homem do Futuro

95-O Homem do Futuro

Fui assistir ao filme não esperando muita coisa e fiquei maravilhada. Ok, tem muita coisa de De volta para o Futuro e de Efeito Borboleta, mas é um filme delicioso para ver e ser revisto. Wagner Moura e Alinne Moraes trabalham bem e têm química.

A trama fala da recuperação de um amor perdido e de sua relação com o tempo, com a Física. Claro, que tem uma máquina do tempo na jogada. Bem construído. O tempo passa rápido e a vontade que se tem é que não se acabe.

E a música é do Legião Urbana: Tempo Perdido. Mais clássico, impossível. Vários hits dos anos 80, com REM e INXS e tudo.

Fernando Ceylão e Maria Luisa Mendonça são corretos, mandam bem.

Recomendo!

Sinopse

João/Zero (Wagner Moura) é um cientista genial, mas infeliz porque há 20 anos atrás foi humilhado publicamente durante uma festa e perdeu Helena (Alinne Moraes), uma antiga e eterna paixão. Certo dia, uma experiência com um de seus inventos permite que ele faça uma viagem no tempo, retornando para aquela época e podendo interferir no seu destino. Mas quando ele retorna, descobre que sua vida mudou totalmente e agora precisa encontrar um jeito de mudar essa história, nem que para isso tenha que voltar novamente ao passado. Será que ele conseguirá acertar as coisas? (

Título original: (O Homem do Futuro)

Lançamento: 2011 (Brasil)

Direção: Cláudio Torres

Atores: Wagner MouraAlinne MoraesFernando CeylãoMaria Luísa Mendonça.

Duração: 106 min

Gênero: Comédia Romântica

Poltrona de Opinião/Por Eduardo Guimarães

Poltrona de Opinião/Por Eduardo Guimarães

FILMES QUE PASSAM DESPERCEBIDOS II

Aproveitando o gancho da coluna passada, resolvi dar mais uma fuçada em filmes que ficaram esquecidos do grande público.

Por isso, aqui vão mais 3 dicas boas:

O primeiro é Medo da Verdade (Gone Baby Gone, de 2007).  Este thriller foi dirigido por Ben Affleck e tem no elenco Casey Affleck, irmão de Bem, Morgan Freeman, Ed Harris, Michelle Monaghan e Amy Ryan. O filme acabou sendo muito criticado pela mídia, mas se torna um filme bom pela pergunta que deixa no ar ao final dos seus 115 minutos: será que sempre a decisão correta é a melhor decisão?

O filme tem uma história pesada, sobre seqüestro de crianças, mas muito envolvente e sem pontas soltas. E a atuação de Freeman, como chefe de polícia, é excelente.

Os fãs dos filmes de ação podem procurar Wasabi (Wasabi, 2001), com Jean Reno e Ryoko Hirosue no elenco. Dirigido pelo francês Gérard Krawczyk, o filme foi escrito e produzido por Luc Besson.

A história é simples e direta: policial francês vai para o Japão, receber a herança deixada por uma mulher, que foi assassinada pela Yakuza. E além do dinheiro, ela também deixa uma filha, que o policial não tinha conhecimento.

Este filme foi uma tentativa de criar um herói de ação no cinema francês, nos mesmos moldes de John McClane (Bruce Willis) da série Duro de Matar ou Martin Riggis (Mel Gibson) de Máquina Mortífera. E não podemos deixar de também citar o nosso Capitão Nascimento (Wagner Moura), de Tropa de Elite. Infelizmente o filme acabou não tendo o sucesso esperado na França o personagem foi esquecido. Outro detalhe interessante é que este filme foi uma produção França/Japão e não teve dinheiro de Hollywood investido.

Já no cinema nacional, vale a pena assistir o filme Doces Poderes, de 1997. Com um elenco formado por Marisa Orth, Antônio Fagundes, José de Abreu e Otávio Augusto, conta a história de uma jornalista que se muda para Brasília e acaba se envolvendo com histórias do submundo das eleições brasileiras.

A comparação da eleição de Collor em 1989 é inevitável e a atuação de Antônio Fagundes, como deputado Chico Silva é perfeita.

Enfim, como disse na coluna anterior, existem vários filmes bons perdidos por aí. E às vezes, vale à pena dar uma chance para alguns deles. E quem sabe você não acha um  bom filme para recomendar para o Poltrona.

Tropa de Elite 2 é o candidato brasileiro ao Oscar

Tropa de Elite 2 é o candidato brasileiro ao Oscar

Tropa de Elite 2 é o candidato brasileiro ao Oscar 2012. Dentre os 15 filmes concorrentes, é a melhor indicação, sem dúvida. O filme é inteligente e muito bem realizado por José Padilha. Se passar e concorrer a Melhor Filme Estrangeiro tem grandes chances de ganhar.

O filme tem tecnologia e uma excelente trama com um desempenho extraordinário de Wagner Moura.

Torcerei muito por Tropa de Elite 2. Indicação merecidíssima.

Filme libanês vence Festival de Toronto

Filme libanês vence Festival de Toronto

O filme “Where do we go now”, comédia dramática da libanesa Nadine Labaki, conquistou o pr~emio do júri popular do Festival de Cinema de Toronto, encerrado no último domingo. A mostra, que não tem júri oficial, é encarada como uma vitrine para o Oscar. O filme de Nadine estará no Festival do Rio que acontece de 6 a 18 de outubro.

Sinopse: O filme conta a história de várias mulheres de uma vila libanesa que se unem para fazer tudo o que podem para impedir a violência de uma luta inter-religiosa que irrompe, a partir do momento em que uma televisão é instalada na casa do vizinho.

Festival do Rio 2011

Festival do Rio 2011

O Festival do Rio começa dia 6 de outubro com 350 filmes. Há uma forte especulação de qual filme abrirá o festival, mas a suspeita maior é que seja “A pele que habito”( La piel que habito), o mais novo longa de Pedro Almodóvar que eu estou ansiosa para ver.

O festival se encerra no dia 18 de outubro e terá as películas de Gus Van Sant(“Inquietos”) e Martin Scorsese (“Public speaking”).

Interessante será  filme “A separação”, do Irã, que levou o Urso de Ouro em Berlim. Gosto de filmes iranianos particularmente.

E vale a pena conferir o filme israelense “Testimony”, de Shlomi Elkabetz.

Outro foco será: “George Harrison: living in a material world” sobre o ex-beatle amante de automobilismo e o mais espiritual deles.

Há documentários que devem ser vistos: sobre Sarah Palin, a polêmica dama do Tea Party Republicano que teve uma biografia publicada cheia de revelações e outro sobre o capo italiano e dublê de primeiro-ministro Silvio Berlusconi.

O cinema do Rio estará em festa!

94- Karatê Kid 2 – A hora da verdade continua

94- Karatê Kid 2 – A hora da verdade continua

Vi toda a saga de Daniel San e este é meu preferido e resolvi homenagear o filme hoje principalmente por causa do aniversário de 67 anos de Peter Cetera, ex-Chicago, que assinou a trilha. Eu ganhei o LP no amio oculto da Cultura Inglesa. O filme é demais. E o Sr Miyagi foi épico. Por causa do filme, uma amiga médica Daniela Nesti, queridíssi, decidiu lutar caratê.

Daniel viaja com seu mentor Miyagi até o Japão por causa doença e morte do pai dele. Lá ele reencontra seu antigo amor que abandonara no passado por uam questão de honra. Daniel acaba de apaixonando por uma japonesa que é disputada pelo sobrinho do desafeto de Miyagi.

As cenas de luta são sensacionais com um final mais do que esperado.

E a música é qualquer nota.

Um clássico dos anos 80. Cult. Nem vi o remake. Não tive coragem para não apagar todos os com Ralph Macchio.

Sinopse

Daniel (Ralph Macchio) viaja rumo ao Japão juntamente com seu mestre, Miyagi (Pat Morita), cujo pai está entre a vida e a morte. Lá ele se envolve com um antigo inimigo do mestre, que tentará dele se vingar mais uma vez.

Título original: (Karate Kid 2)

Lançamento: 1986 (EUA)

Direção: John G. Avildsen

Atores: Pat Morita, Ralph Macchio, Pat E. Johnson, Martin Kove.

Duração: 109 min

Gênero: Aventura

Poltrona de Opinião/Por Eduardo Guimarães

Poltrona de Opinião/Por Eduardo Guimarães

FILME QUE PASSAM DESPERCEBIDOS

Existem alguns filmes, que infelizmente passam despercebidos do grande público. O que é uma pena, porque vários filmes bons acabam esquecidos.

Vamos citar alguns exemplos de bons filmes que pouca gente conhece.

Vamos começar falando de um excelente filme: O Suspeito da Rua Arlington (Arlington Road), de 1999. O filme é estrelado por Jeff Bridges, Tim Robbins e Joan Cusack. Por sinal, eu acho que neste filme, ao lado de Um Sonho de Liberdade, é uma das melhores atuações de Tim Robbins.

O filme conta a história do professor universitário Michael Farady (Bridges), que suspeita que seus vizinhos, o casal Oliver e Cheryl Lang (Robbins e Cusack) estejam envolvidos com terrorismo e com a morte de sua esposa, uma agente do FBI que morre após um tiroteio.

Todo o elenco está muito bem em seus papeis e a trama é perfeita: bem montada e sem pontas perdidas. Vale à pena.

Outro filme que passou um pouco despercebido foi K-Pax – O Caminho da Luz (K-Pax), de 2001. Estrelado por Kevin Spacey e Jeff Bridges, conta a história de um psiquiatra (Bridges) que trabalha em um hospital psiquiátrico e recebe o caso de um homem (Spacey), que diz ter vindo de um planeta chamado K-Pax.  Então Bridges começa a tentar provar que o homem tem uma doença grave, mas as palavras de Spacey fazem todos os pacientes do hospital queiram ir com ele.

O filme passou despercebido porque muitas pessoas acham que ele é chato, principalmente porque ele passa uma mensagem de paz muito bonita. Mas acabou ficando marcado pelo preconceito. Uma pena.

Os fãs dos filmes de ação também deixaram passar um excelente filme: Busca Implacável (Taken), de 2008. O filme é estrelado por Liam Neeson e Famke Janssen e foi produzido por Luc Besson. Após o seqüestro de sua filha, o ex-agente da CIA Bryan Mills (Neeson) vai para Paris e enfrenta um grupo especializado no tráfico de mulheres.

Este filme é altamente recomendado para quem assistiu e gostou da Trilogia Bourne. Excelentes cenas de ação, história simples e um personagem que convence.

E para encerrar, mais um filme que fugiu do grande público é O Preço de uma Verdade (Shattered Glass), de 2003. No elenco estão Hayden Christensen, Hank Azaria, Rosario Dawson, Steve Zahn e Peter Sarsgaard. O filme conta a história verídica do jornalista Stephen Glass (Christensen) que inventa histórias publicadas na revista New Republic durante a década de 90.

A atuação de Christensen é perfeita e o roteiro conta todos os detalhes da história.

Existem muitos filmes que você não conhece ou que nunca ouviu falar.

E é lógico que existe muito lixo no meio. Mas quando você acha um filme como os citados, compensa a procura.