Poltrona de Opinião/Por Eduardo Guimarães

Poltrona de Opinião/Por Eduardo Guimarães

FILMES QUE PASSAM DESPERCEBIDOS II

Aproveitando o gancho da coluna passada, resolvi dar mais uma fuçada em filmes que ficaram esquecidos do grande público.

Por isso, aqui vão mais 3 dicas boas:

O primeiro é Medo da Verdade (Gone Baby Gone, de 2007).  Este thriller foi dirigido por Ben Affleck e tem no elenco Casey Affleck, irmão de Bem, Morgan Freeman, Ed Harris, Michelle Monaghan e Amy Ryan. O filme acabou sendo muito criticado pela mídia, mas se torna um filme bom pela pergunta que deixa no ar ao final dos seus 115 minutos: será que sempre a decisão correta é a melhor decisão?

O filme tem uma história pesada, sobre seqüestro de crianças, mas muito envolvente e sem pontas soltas. E a atuação de Freeman, como chefe de polícia, é excelente.

Os fãs dos filmes de ação podem procurar Wasabi (Wasabi, 2001), com Jean Reno e Ryoko Hirosue no elenco. Dirigido pelo francês Gérard Krawczyk, o filme foi escrito e produzido por Luc Besson.

A história é simples e direta: policial francês vai para o Japão, receber a herança deixada por uma mulher, que foi assassinada pela Yakuza. E além do dinheiro, ela também deixa uma filha, que o policial não tinha conhecimento.

Este filme foi uma tentativa de criar um herói de ação no cinema francês, nos mesmos moldes de John McClane (Bruce Willis) da série Duro de Matar ou Martin Riggis (Mel Gibson) de Máquina Mortífera. E não podemos deixar de também citar o nosso Capitão Nascimento (Wagner Moura), de Tropa de Elite. Infelizmente o filme acabou não tendo o sucesso esperado na França o personagem foi esquecido. Outro detalhe interessante é que este filme foi uma produção França/Japão e não teve dinheiro de Hollywood investido.

Já no cinema nacional, vale a pena assistir o filme Doces Poderes, de 1997. Com um elenco formado por Marisa Orth, Antônio Fagundes, José de Abreu e Otávio Augusto, conta a história de uma jornalista que se muda para Brasília e acaba se envolvendo com histórias do submundo das eleições brasileiras.

A comparação da eleição de Collor em 1989 é inevitável e a atuação de Antônio Fagundes, como deputado Chico Silva é perfeita.

Enfim, como disse na coluna anterior, existem vários filmes bons perdidos por aí. E às vezes, vale à pena dar uma chance para alguns deles. E quem sabe você não acha um  bom filme para recomendar para o Poltrona.

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