123- Vicky Cristina Barcelona

123- Vicky Cristina Barcelona

Para quem ama a Espanha, como eu, é um prato cheio. As cenas de Barcelona são belíssimas. E o filme ainda conta com Javier Bardem, marido de Penélope Cruz e que é um tremendo gato: maduro e sensível.

Amo Woody Allen e esse filme é simplesmente sublime: fala de casamento, amor, traição e amizade. Mas também da procura do eu e de sua identidade no mundo para captar o real sentido da vida.

Eu me identifico com a Vicky. Apesar de romântica, tenho pé no chão quando o assunto é amor.

O filme é uma delícia. Para ser degustado saborosamente. Mais um gol de placa do velho-novo Allen, que sempre se reinventa.

Vicky (Rebecca Hall) e Scarlett Johansson (Cristina) são amigas e passam férias em Barcelona. Vicky está noiva e é sensata nas questões do amor. Cristina é pura emoção e movida a paixão. Durante uma exposição de arte, as duas se encantam pelo pintor Juan Antonio (Javier Bardem), que as convida mais tarde, durante um jantar, para uma viagem. O que elas não sabiam é que o galante sedutor mantém um relacionamento problemático com sua ex esposa Maria Elena (Penélope Cruz). E as coisas ainda ficam  piores porque as duas, cada uma de sua forma, se interessam por ele, dando início a um complicado “quadrado” amoroso.

122- Um amor para recordar

122- Um amor para recordar

O filme é lacrimogêneo baseado no livro de Nicholas Sparks (autor que adoro) mas é super lindo, comovente.

Fala de um amor que pode durar para sempre, apesar de todos os obstáculos, no caso uma doença fatal.

O amor é capaz de transformar as pessoas. Eu acredito que o verdadeiro amor seja capaz de produzir tal fato. Acredito também na bondade, que ela existe e que produza milagres.

Preparem os lenços de papel!

Ganhei o livro do meu querido sobrinho Junior e estou doida para começar a ler.

Recomendo!

Sinopse: Landon Carter (Tom Sawyer de As Aventuras da Liga Extraordinária) é um jovem arrogante e popular que provoca um grave acidente, deixando um de seus amigosem má situação. Ele é forçado a participar da motangem de uma peça teatral, e acaba conhecendo a bela e sensível Jamie Sullivan (Mandy Moore de O Diário da Princesa), a filha de um pastor ultra-conservador que a mantém sob fortes regras de comportamento. Os dois jovens se apaicxonam, e Landon aproveita a oportunidade para tentar mudar sua imagem perante a comunidade, enquanto Jamie tenta esconder seu segredo de seus amigos. O filme é baseado no best-seller de Nicholas Sparks, autor de 4 outros livros de sucesso, que incluí o romance “A Carta de Amor”, com o astro Kavin Costner. Seu livro mais recente adaptado é “Um homem de sorte”.

Poltrona de Opinião/Por Eduardo Guimarães

Poltrona de Opinião/Por Eduardo Guimarães

EU QUERO O JAMES BOND DE VOLTA

Eu não gosto do James Bond atual.

Não tenho nada contra o ator Daniel Craig. Pelo contrário, acho que ele é um excelente ator.

Destaco sua atuação em Munique (Munich, de 2005, direção de Steven Spielberg, com Eric Bana e Geoffrey Rush), onde ele interpreta Steve, um dos agentes do Mossad responsável por caçar e matar os membros do Setembro Negro, grupo terrorista palestino responsável pelo assassinato dos atletas israelenses durante os Jogos Olímpicos de Munique, em 1972.

Naquele papel, como um assassino frio e calculista, ele está excelente. Mas ele não pode ser James Bond.

Digo isso pelo seguinte: para um ator ser o 007 ele precisa ter uma elegância e um charme natural. E ao mesmo tempo passar o ar de profissionalismo que você espera de um homem que tem licença para matar.

Daniel Craig não tem isso. Ele mais parece um leão de chácara do que um agente secreto.

Sem contar que comparar os atores que interpretaram James Bond antes dele é sacanagem. Sean Connery, Roger Moore e Pierce Brosnan nasceram para usar o terno de 007. Elegantes, finos, sensuais e ao mesmo tempo, com a frieza necessária para fazer o que for necessário.

Infelizmente Craig não passa isso. Como falei, ele não consegue ter o carisma que os outros atores tem.

Sem contar que a ideia dos produtores de tornar o personagem mais “real” eu achei um tiro no pé.

Quando alguém pensa em 007, logo imagina um relógio com laser, um carro que anda embaixo da água, um cinto com corda de alpinismo ou alguma outra bugiganga tecnológica que somente o maior espião do cinema pode ter.

Mas desde 007 – Cassino Royale (Casino Royale, de 2006, direção de Martin Campbell, com Eva Green e Judi Dench), Bond não tem mais seus brinquedos. Conta apenas com sua Walter PP9.

Como falei, não consegui aceitar este Craig como 007, apesar de a bilheteria de seus filmes serem excelente.

Eu ainda sonho com o dia em que Pierce Brosnan irá voltar ao papel. Parece que ele nasceu para dizer a frase “meu nome é Bond, James Bond”.

Ele tem o carisma e a elegância que o personagem exige. Mesmo matando um homem a sangue frio, como em 007 – O Amanhã Nunca Morre (Tomorrow Never Dies, de 1997, direção de Roger Spottiswoode, com Jonathan Pryce, Judi Dench, Michelle Yeoh e Teri Hatcher) Brosnan nunca perde o estilo. Ao contrário de Craig, como na cena da escada do hotel no Cassino Royale, quando ele parece mais um figurante de filme de artes marciais do que James Bond.

Vamos ver se o terceiro filme estrelado por Daniel Craig consegue me fazer mudar de ideia. Porque os dois primeiros não conseguiram.

121- O jardineiro fiel

121- O jardineiro fiel

Essa obra-prima de Fernando Meirelles éum thriller de suspense médico-farmacêutico. A trama é bem bolada, te segura até o final e Rachel Weiz ganhou o Oscar de Melhor AtrizCoadjuvante por estefilme.

E as paisagens do Quênia são qualquer nota.

Se todos amassem uma mulher como Quayle, o mundo seria totalmente diferente!Super recomendo!

Fernando Meirelles éumdos meus cineastas prediletos.Considero estefilme melhor que Cidade de Deus.

Confiram!

Esse filme é especial para mim e sempre será. Assisti em 2005.

Sinopse: Uma ativista (Rachel Weisz) é encontrada assassinada em uma área remota do Quênia. O principal suspeito do crime é seu sócio, um médico que encontra-se atualmente foragido. Perturbado pelas infidelidades da esposa, Justin Quayle (Ralph Fiennes) decide partir para descobrir o que realmente aconteceu com sua esposa, iniciando uma viagem que o levará por três continentes.

120- O amor custa caro

120- O amor custa caro

Odiei esse filme. É o pior de George Clooney. Fui com um ex em novembro de  2003 e a experiência não foi boa.

O filme é um desastre total.

Cheio de nonsene e se estende demais.

Não recomendo!

Clooney deveria banir essa película de seu extenso e bom currículo.

Pior filme dos irmãos Cohen(Joel e Ethan) que possuem no currículo Fargo e Onde os fracos não têm vez.

Miles Massey (George Clooney) é um advogado especialista em divórcios, que tem feito bastante sucesso ultimamente e busca novos desafios para sua carreira. Miles encontra o que procura em Marylin Rexroth (Catherine Zeta-Jones), uma mulher que deseja se tornar rica através do dinheiro conseguido em diversas separações. Miles passa a ser o advogado de seu ex-marido, Rex Rexroth (Edward Herrmann), para tentar encerrar com seus planos, mas acaba se tornando o próximo alvo de Marylin em sua lista de pretendentes.

 

119- Minority Report

119- Minority Report

Assisti essefilme com meu amigo Diego Uzeda que me deu o poster dele. Maisuma vez Tom Cruise em bela atuação. O filme é visionário e mostra como no futuro poderá se descobrir os criminosos através do DNA, de experiências genéticas.

Para quem gosta de Biologia, como eu, é um prato cheio.

A propósito, Tom Cruise é tudo de bom!

Recomendo!

Sinopse: Washington, 2054. O assassinato foi banido, pois há a divisão pré-crime, um setor da polícia onde futuro é visualizado através de paranormais, os precogs, e o culpado é punido antes do crime ter sido cometido. Quando os três precogs, que só trabalham juntos e flutuam conectados em um tanque de fluido nutriente, têm uma visão, o nome da vítima aparece escrito em uma pequena esfera e em outra esfera está o nome do culpado. Também surgem imagens do crime e a hora exata em que acontecerá. Estas informações são fornecidas para um elite de policiais, que tentam descobrir onde será o assassinato, mas há um dilema: se alguém é preso antes de cometer o crime pode esta pessoa ser acusada de assassinato, pois o que motivou sua prisão nunca aconteceu? O líder da equipe de policiais é John Anderton (Tom Cruise), que perdeu o filho há seis anos atrás em virtude de um criminoso que o seqüestrou. O desaparecimento da criança o fez se viciar em drogas e ainda continua dependente, mas isto não o impede de ser o policial mais atuante na divisão pré-crime. Porém algo muda totalmente sua vida quando vê, através dos precogs, que matará um desconhecido em menos de trinta e seis horas. A confiança que Anderton tinha no sistema rapidamente se perde e John segue uma pequena pista, que pode ser a chave da sua inocência: um estranho caso que não foi solucionado e há um “relatório menor”, uma documentação de um dos raros eventos no qual o que um precog viu é diferente dos outros. Mas apurar isto não é uma tarefa fácil, pois a divisão pré-crime já descobriu que John Anderton cometerá um asassinato e todos os policiais que trabalhavam com ele tentam agora capturá-lo.

ENCONTRO DE CRONÓPIOS NA CAIXA CULTURAL RIO

ENCONTRO DE CRONÓPIOS NA CAIXA CULTURAL RIO

Mostra de cinema e literatura tem leitura de contos e exibição de filmes inspirados em Jorge Luis Borges

A CAIXA Cultural Rio de Janeiro apresenta, de 24 a 29 de abril, a mostra de Cinema e Literatura “Encontro de Cronópios”, em que a literatura latino-americana é a fonte inspiradora. Nesta edição, será apresentado um panorama da vida e obra do escritor argentino Jorge Luis Borges (1899-1986).

A característica do “Encontro de Cronópios” é a participação de atores e convidados, para a leitura dos contos que inspiraram os filmes e, em seguida, uma conversa com a plateia sobre os caminhos da criação, do cinema e da literatura, em um clima descontraído bem ao gosto dos cronópios. O título da mostra é inspirado em personagens criados pelo escritor Julio Cortázar, o homenageado na primeira edição, realizada em 2011, também na CAIXA Cultural Rio de Janeiro.

A programação inclui seis filmes, no total, sendo uma sessão por dia. Serão exibidos dois filmes brasileiros: uma ficção inspirada em conto homônimo “A Intrusa“, de Carlos Hugo Chistensen, e uma entrevista produzida pelo programa “Conexão Internacional”, em que o jornalista Roberto D’ávila conversa com o escritor em seu apartamento, em Buenos Aires. A mostra traz ainda o filme italiano “A estratégia da aranha”, de Bernardo Bertolucci; o francês “Alphaville”, de Jean-Luc Godard; e os argentinos ”Invasion”, de Hugo Santiago, baseado numa ideia original da dupla Borges e Adolfo Bioy Casares, e o documentário “Los libros y la noche”, de Tristan Bauer.

Os palestrantes são: o professor e tradutor Davi Arrigucci Jr (SP); a professora de Comunicação da PUC-RJ, Vera Follain; a professora de cinema latino-americano, Cláudia Dottori; e o crítico de cinema José Carlos Avellar. No panorama das leituras, o ator Julio Adrião abre a mostra, na terça-feira (24), e Cláudio Gabriel encerra, no domingo (29). As atrizes Nicole Gomes e Andrea Claudia também estão confirmadas para leitura dos contos.

Serviço:
Encontro de Cronópios
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Cinema 2
Endereço: Av. Almirante Barroso, 25, Centro (Metrô: Estação Carioca)
Datas: de 24 a 29 de abril de 2012 (terça-feira a domingo)
Horário: 18h30
Ingressos: R$ 2,00 (inteira) e R$ 1,00 (meia, além dos casos previstos em lei, clientes CAIXA pagam meia)
Bilheteria: de terça-feira a domingo, das 10h às 20h
Lotação: 85 lugares
Classificação: 18 anos
Acesso para pessoas com deficiência

Realização: Coletivo João do Rio

Patrocínio: Caixa Econômica Federal e Governo Federal
Programação completa: http://www.caixa.gov.br/caixacultural