O Real e o Sobrenatural/Por Sabrina Salton

O Real e o Sobrenatural/Por Sabrina Salton

A coluna dessa semana irá analisar filmes de cunho sobrenatural, pois ao que parece o tema está na moda. Podemos confirmar isso pela grande quantidade de filmes desse gênero que são lançados a cada ano e pelas séries de TV que ultimamente vem abordando o assunto com mais veemência.

O Primeiro filme que me vem à cabeça quando falo de sobrenatural é o conhecido Poltergeist, em que uma família normal começa a presenciar fenômenos psíquicos cada vez mais aterrorizantes. Esse clássico do terror sobrenatural escrito e produzido por Steven Spielberg é contado de maneira simples, mas os atos são aterrorizantes por eles mesmos até o ponto alto em que a caçula da família é levada para outra dimensão através do tudo de imagem da televisão. Além disso, Poltergeist lançado em 1982 causou um grande impacto no público pelo clima denso e ainda pouco explorado.

Outro longa metragem em que casos sobrenaturais são explorados é Possuídos (Fallen) que muitos esquecem de citar no momento em que enumeram suas listas de filmes de casos inexplicáveis. Nele, o detetive John Hobbes (Denzel Washington) investiga um serial killer, porém mesmo após a morte do assassino, coisas estranhas continuam acontecendo. O detetive então se vê em um jogo sem saída até descobrir que uma entidade era a responsável por todo o mistério.

Possuidos

Possuídos prende a atenção do espectador tanto quanto ao suspense da tela quanto à maneira de passar pelos nossos olhos. Não o considero como um gênero policial, pois desde o início sabemos que a luta a ser enfrentada não é com uma pessoa de carne e osso e isso torna toda a busca e investigação mais interessante.

Dica da Semana: Possuídos

Cinema e Esporte / Gabriel Araújo

Cinema e Esporte / Gabriel Araújo

FAIXA DE FILMES

Tempos de vacas magras esporte-cinematográficas. Sem tema estou, pois, para a coluna. Quais seriam as opções? Escrever sobre as premiações da temporada não me levaria ao propósito deste escrito. Escrever sobre filmes velhos e ultrapassados? É, seria legal. Gosto de coisas velhas. Quem sabe…

Mas te enrolei, querido leitor, apenas para dizer que irei comentar algo já anunciado no artigo anterior, que mais dia, menos dia, estaria nas linhas do Poltrona de Cinema. E o escolhido dia foi hoje, quando chove, estou sem tema, começo de ano, sabem como é, e com muita preguiça, também. Mas falarei de quê, afinal? Sim, da faixa de filmes da ESPN.

É um programaço na televisão, meus caros. E atentem aos canais, pois estão reprisando muitos dos documentários fantásticos já exibidos e que, obviamente, serão mostrados novamente.

“ESPNmaníaco” que sou, é muito bom ver tais produções nas programações dos canais ESPN. Muitas delas são estrangeiras, americanas, e tratam com excelência dos assuntos. Escobar (o jogador colombiano), Magic Johnson, o famoso “Steve Bartman incident” do Chicago Cubs, se não me engano, o dia 17 de junho de 1994 (quando vários eventos esportivos aconteceram: perseguição a OJ Simpson [ex-jogador de futebol americano e ator], início da Copa do Mundo, jogo 5 dos playoffs NBA com Knicks e Rockets, despedida do golfista Arnold Palmer), o espetacular Once Brothers, entre outros, são temas da FANTÁSTICA série “30 for 30”, da ESPN Films, exibido também aqui no Brasil, e novamente dou o recado: atenção para as exibições!

Também há as produções nacionais: “Hei de Torcer”, curtas sobre os times menores do Rio, como Madureira, São Cristóvão, Bonsucesso, Portuguesa, etc. (todos encontrados no YouTube, clicando aqui); “Ao som do mar, à luz do céu”, sobre o futebol de areia clássico; e entre outros (de novo), os meus favoritos: “Memórias do Chumbo”, do excelente jornalista Lúcio de Castro, sobre o futebol nos tempos ditatoriais em Brasil, Chile, Argentina e Uruguai, com revelações bombásticas.

Enfim, séries de filmes realmente fantásticas, que outros não conseguiriam produzir, recheiam as grades dos canais ESPN com conteúdo de primeira, como deve ser, de primeira, seu acompanhamento. Uma sensacional faixa de filmes, pois.

E sem tema novo, só digo uma coisa mais sobre isso: Assistam!

PS.: Citei que meus favoritos são “Memórias do Chumbo”, de Lúcio de Castro. Assista aqui o episódio do Brasil completo, postado no YouTube pelo usuário “b trivella”:

Cinema e Esporte / Gabriel Araújo

Cinema e Esporte / Gabriel Araújo

O PAÍS QUE RESPIRA FUTEBOL

Desde os princípios da fama futebolística mundial, é discutido qual nação realmente merece a alcunha de “país do futebol”. Os dois mais relacionados ao tema com toda a certeza são Brasil, berço dos maiores craques e por muito tempo o melhor futebol do mundo, com cinco Copas conquistadas, e Inglaterra, por outro lado a terra do esporte.

Fato é que os dois fazem por merecer a citação, e na coluna de hoje, irei pinçar um deles para levar ao leitor a relação do cinema com o futebol: a Inglaterra.

Na Terra da Rainha estão os torcedores mais fanáticos do mundo. Alguns filmes retratam tal fanatismo de uma maneira muito conhecida pelos maiores admiradores do esporte bretão: a loucura. O hooliganismo. Boa parte dos mais inflamados torcedores do Reino Unido estão ligados às “firmas”, ou seja, torcidas organizadas, que constituem pela Grã-Bretanha as mais famosas já vistas. Inúmeros episódios tristes aconteceram por conta disso, algo que por sorte vem sendo controlado cada vez mais na região.

Dentro do tema, talvez a mais conhecida película que relata tal loucura nas arquibancadas inglesas seja Hooligans, também conhecida como Green Street Hooligans. São dois filmes relacionados (muitos dizem que há o terceiro, mas não encontrei em lugar algum, nem na internet, portanto não acredito), mas me basearei no primeiro: Matt (interpretado por Elijah Wood, o Frodo Baggins de “Senhor dos Anéis” e “O Hobbit”) é expulso injustamente de Harvard e vai morar com a irmã em Londres, onde conhece o irmão de seu cunhado, um torcedor fanático do West Ham que o leva para dentro de uma “firma”, onde vive situações muito perigosas contra torcedores de times como Manchester United e o maior rival dos Hammers, o Millwall.

O filme é realmente ótimo, pude assisti-lo recentemente no canal Cinemax, e provavelmente dentro de algum tempo será reprisado. Recomendo muito aos leitores que gostem do futebol e queiram entender a realidade de uma torcida organizada, seus bastidores. Se houver oportunidade, veja a produção.

Outro que também me agradou muito foi The Real Football Factories. Este, porém, não se trata de uma ficção, e sim de um documentário, que mostra melhor ainda o universo dentro das “firmas”. É justamente inglês, produzido por Danny Dyer, e dividido em duas partes: a primeira, com apenas torcidas britânicas; a segunda, com um giro por todo o mundo e suas mais violentas organizadas, que está sendo exibida na excelente (e tema de futura coluna) faixa de filmes da ESPN Brasil. Merece ser assistido.

O futebol está relacionado a muitas coisas bonitas, mas também tem seus lados podres, como a violência caracterizada por alguns (não todos, diga-se) torcedores. Muito do acontecido na Inglaterra, muito do visto em tais filmes.

PS.: Para completar a coluna, assisti Hooligans (Green Street) 2. Não gostei muito. Se passa em uma cadeia em seu todo, fala de tráfico de drogas, máfia policial, etc, mas quanto a futebol e torcida, é pouco o que aparece em relação à primeira película. Apenas os protagonistas foram para a prisão, no que dá a entender, por brigas futebolísticas. Relaciona-se de novo com West Ham e Millwall, mas o conteúdo esportivo, a meu ver, é pouco. É mais social. Vale dizer que não são os mesmos personagens do excelente primeiro filme.

Trailer de Hooligans – o primeiro

Vencedores do Globo de Ouro 2013

Vencedores do Globo de Ouro 2013

Melhor Filme- Drama: Argo

Melhor Diretor: Ben Affleck

Melhor filme- Comédia ou Musical: Os miseráveis

Melhor Ator- Drama: Daniel Day Lewis por Lincoln

Melhor Ator-Comédia ou Musical: Hugh Jackman por Os miseráveis

Melhor Atriz – Drama: Jessica Chastain por A hora maisescura

Melhor Atriz – Comédia ou Musical: Jennifer Lawrence por O lado bom da vida

Melhor ator coadjuvante: Christopher Walz por Django Livre

Melhor atriz coadjuvante: Anne Hathway por Os miseráveis

Melhor trilha original: As aventuras de Pi

Melhor canção original: Skyfall, Adele( 007 -Operação Skyfall)

Melhor roteiro: Quentin Tarantino – Django Livre

Melhor filme estrangeiro-Amor (Áustria)

Melhor animação: Valente

Por Anna Barros

 

 

 

Lista de indicados ao Oscar 2013

Lista de indicados ao Oscar 2013

Melhor Filme
“Indomável sonhadora”
“O lado bom da vida”
“A hora mais escura”
“Lincoln”
“Os Miseráveis”
“As aventuras de Pi”
“Amor”
“Django livre”
“Argo”

Melhor Diretor
Michael Haneke (“Amor”)
Benh Zeitlin (“Indomável sonhadora”)
Ang Lee (“As aventuras de Pi”)
Steven Spielberg (“Lincoln”)
David O. Russell (“O lado bom da vida)

Melhor Ator
Daniel Day-Lewis (“Lincoln”)
Denzel Washington (“Voo”)
Hugh Jackman (“Os miseráveis”)
Bradley Cooper (“O lado bom da vida”)
Joaquin Phoenix (“O mestre”)

Melhor Atriz
Naomi Watts (“O impossível”)
Jessica Chastain (“A hora mais escura”)
Jennifer Lawrence (“O lado bom da vida”)
Emmanuelle Riva (“Amor”)
Quvenzhané Wallis (“Indomável sonhadora”)

Melhor Ator coadjuvante
Christoph Waltz (“Django livre”)
Philip Seymour-Hoffman (“O mestre”)
Robert De Niro (“O lado bom da vida”)
Tommy Lee Jones (“Lincoln”)
Alan Arkin (“Argo”)

Melhor Atriz coadjuvante
Sally Field (“Lincoln”)
Anne Hathaway (“Os miseráveis”)
Jacki Weaver (“O lado bom da vida”)
Helen Hunt (“The sessions”)
Amy Adams (“O mestre”)

Melhor Filme estrangeiro
“Amor” (Áustria)
“No” (Chile)
“War witch” (Canadá)
“A royal affair” (Dinamarca)
“Kon-tiki” (Noruega)

Melhor Roteiro original
Michael Haneke (“Amor”)
Quentin Tarantino (“Django livre”)
John Gatins (“Voo”)
Wes Anderson e Roman Coppola (“Moonrise kingdom”)
Mark Boal (“A hora mais escura”)

Melhor Roteiro adaptado
Chris Terrio (“Argo”)
Lucy Alibar e Benh Zeitlin (“Indomável sonhadora”)
David Magee (“As aventuras de Pi”)
Tony Kushner (“Lincoln”)
David O. Russell (“O lado bom da vida”)

Melhor Animação
“Valente”
“Frankenweenie”
“ParaNorman”
“Piratas pirados!”
“Detona Ralph”

Melhor Documentário em longa-metragem
“5 broken cameras”
“The gatekeepers”
“How to survive a plague”
“The invisible war”
“Searching for a sugar man”

Melhor Documentário em curta-metragem
“Inocente”
“Kings point”
“Mondays at Racine”
“Open heart”
“Redemption”

Melhor Fotografia
“Anna Karenina”
“Django livre”
“As aventuras de Pi”
“Lincoln”
“007 – Operação Skyfall”

Melhor Edição
“Argo”
“A vida de Pi”
“Lincoln”
“A hora mais escura”
“O lado bom da vida”

Melhor Trilha sonora original
Dario Marianelli (“Anna Karenina”)
Alexandre Desplat (“Argo”)
Mychael Danna (“As aventuras de Pi”)
John Williams (“Lincoln”)
Thomas Newman (“007 – Operação Skyfall”)

Melhor Canção original
“Before my time”, de “Chasing ice” – J. Ralph (música e letra)
“Everybody needs a best friend”, de “Ted” – Walter Murphy (música) e Seth MacFarlane (letra)
“Pi’s lullaby”, de “As aventuras de Pi” – Mychael Danna (música) e Bombay Jayashri (letra)
“Skyfall”, de “007 – Operação Skyfall” – Adele (música e letra)
“Suddenly”, de “Os miseráveis” – Claude-Michel Schönberg (música), Herbert Kretzmer (letra) e Alain Boublil (letra)

Melhores Efeitos visuais
“O Hobbit – Uma jornada inesperada”
“As aventuras de Pi”
“Os vingadores”
“Prometheus”
“Branca de Neve e o caçador”

Melhor Edição de som
“Argo”
“Django livre”
“As aventuras de Pi”
“Skyfall”
“007 – Operação Skyfall”

Melhor Mixagem de som
“Argo”
“Os miseráveis”
“As aventuras de Pi”
“Lincoln”
“007 – Operação Skyfall”

Melhor curta-metragem
“Asad”
“Buzkashi boys”
“Curfew”
“Death of a shadow (doos van een schaduw)”
“Henry”

Melhor Curta-metragem de animação
“Adam and dog”
“Fresh guacamole”
“Head over heels”
“Maggie Simpson in ‘The Longest Daycare'”
“Paperman”

Melhor Figurino
“Anna Karenina”
“Os miseráveis”
“Lincoln”
“Espelho, espelho meu”
“Branca de Neve e o caçador”

Melhor Design de produção
“Anna Karenina”
“Hobbit – Uma jornada inesperada”
“Os miseráveis”
“A vida de Pi”
“Lincoln”

Melhor Maquiagem e cabelo
“Hitchcock”
“Os miseráveis”
“Hobbit – Uma jornada inesperada”

Por Gabriel Araújo

Cinema e Esporte/Gabriel Araújo

Cinema e Esporte/Gabriel Araújo

MULETA SOCIAL

O esporte é fantástico para o cinema. Filmes que envolvem as atividades em si muitas vezes também as utilizam como muleta para apresentar questões extremamente sociais. Exemplos não faltam de filmes que relacionaram a vida cotidiana ao esporte. Muitos deles não buscaram ser diretos quanto ao tema, e sim o utilizaram como uma muleta.

Três produções que envolvem uma rotina social com o esporte, mais especificamente com o futebol, são Will, filme inglês da diretora (americana) Ellen Perry, Gol! – O Sonho Impossível,
estadunidense de Danny Cannon, e O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias, brasileiro, dirigido por Cao Hamburger.

Will retrata nada mais, nada menos que a final da UEFA Champions League 2004/05, a mais emocionante de todos os tempos, onde o Milan abriu 3 a 0 no primeiro tempo, o Liverpool
empatou em 3 a 3 no segundo e nos pênaltis conquistou a taça que parecia impossível. História batida para qualquer fã mínimo do futebol.

Na produção inglesa, Will é um garoto fanático pelo Liverpool, que perde o pai e foge do orfanato para realizar seu sonho, que havia programado junto de seu babbo: ver a partida
entre sua equipe e o Milan na Turquia. Ele é procurado e passa por momentos fantásticos, duros, difíceis, mas encontra Alex, um ex-jogador iugoslavo que parou de atuar por conta da
guerra civil, e que o ajuda. Os dois escrevem o contexto de amizade, uma história fraternal, que mostra que na vida podemos virar o jogo e vencer como o Liverpool na realidade, defendendo-nos como fez o arqueiro Dudek, o nome do jogo.

Já Gol! – O Sonho Impossível é um dos mais conhecidos filmes futebolísticos da história, tanto que ganhou duas continuações, formando uma trilogia. A história que se passa é a de Santiago
Muñez, um rapaz mexicano que vivia clandestinamente com a família em Los Angeles. Com talento incrível para o futebol, ele é observado pelo ex-jogador Glen Foy, que o leva para um teste na Inglaterra, com o Newcastle.

No início, o pai de Santiago, um homem duro, não aceitou, e ainda roubou as economias do filho para pagar a passagem à Inglaterra, para comprar uma caminhonete. Mas a vó de
Santiago o ajudou. Ele vai para a Europa e enfrenta inúmeras dificuldades: joga mal em condições adversas, sofre com sua asma, noitadas ao lado de um astro, seu pai morre. Mas
Santiago bloqueia tudo isso, e dá mais uma lição de virada de jogo, para mostrar ao espectador que a vida de jogador de futebol não é fácil, faz ainda a estrela Gavin Harris se tornar um homem bom, e marca o gol da classificação do Newcastle para a Champions.

Outra história conhecida facilmente por qualquer fã de futebol. Uma pessoa minimamente interessada pelo esporte já assistiu a esse filme, dos maiores sucessos futebolísticos, repetindo, nas telonas, por isso dei-me o direito de contar de forma mais profunda o enredo
da trama.

O último dos três filmes que abordarei nesta coluna é talvez o menos relacionado ao futebol: a fantástica produção O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias. Confesso que também o escolhi para entrar no texto por conta da política que o envolve, outro tema do qual gosto muito de falar.

O enredo tem como foco central Mauro, um garoto que do dia para a noite vê sua vida mudar
com seus pais “saindo de férias”. Na verdade, em tempos de ditadura militar, seus pais estavam fugindo por serem militantes da esquerda. Ele vai morar com o avô, mas o perde logo
em seguida, passando a viver com um vizinho. É mais um que passa por poucas e boas, e como fanático por futebol, se vê na condição de torcedor: pela seleção de 1970 na Copa do Mundo do México.

O filme é uma mistura de sentimentos, e o futebol proporciona a Mauro, entre tantas tristezas da vida conturbada, uma alegria, a de ver o time campeão. Mas devemos sempre lembrar que
isso foi o ápice ditatorial em nosso Brasil, no pior momento de sua história, que passou nos anos de repressão. As vitórias esportivas aumentaram ainda mais os pensamentos ufanistas,
como o famoso “Brasil: ame-o ou deixe-o”. Além da seleção, o pugilismo era muito bom à época e Emerson Fittipaldi mudou a cara do esporte a motor tupiniquim com títulos na
Fórmula 1.

Nesse último caso, vimos além do esporte como muleta social no cinema, o colunista utilizando o filme como muleta para falar de política. Realmente não sei por que o fiz. Talvez para me libertar disso.

Mas conclusão: os três filmes mostram o esporte. Os dois primeiros de forma totalmente direta; o terceiro, indireta para se ligar à política, ao Brasil da ditadura. Três filmes recomendados, excelentes.

Não é fácil fazer esporte na vida real, e no cinema não é diferente. Se essas produções estão aqui, é porque merecem. Superaram as dificuldades e os preconceitos do trato esportivo cinematográfico. Foram bem!

É isso.

Obrigado pela visita à minha coluna aqui no Poltrona de Cinema!

Voltamos com mais…