ALIEN

ALIEN

Por Eduardo Guimarães

Salve galera.

Na última coluna falamos sobre o maior caçador da história do cinema: o Predador. E contamos também um pouco sobre seu maior adversário: o Alien. Então nada mais justo que falarmos um pouco de uma dos maiores ícones do terror da ficção cientifica.

alien

alien posterEsta terrível criatura surgiu nos cinema em 1979 no filme Alien – O Oitavo Passageiro, do diretor Ridley Scott. Estrelado por Tom Skerritt, Sigourney Weaver e John Hurt, o filme mostra a tripulação da nave Nostromo recebendo um sinal de emergência vindo do planeta LV-426. No planeta eles encontram uma nave alienígena e uma criatura enorme, apelidada de Space Jockey, que está com suas costelas explodidas de dentro para fora do seu corpo. E vários ovos estranhos estão espalhados em volta do corpo do Space Jockey. De repente, um ser pula de um dos ovos e se prende ao rosto de um dos tripulantes da Nostromo. Quando eles voltam para a nave, o ser se solta e morre. E momentos depois, um Xenomorfo (nome da raça do alien) nasce do peito do tripulante. A criatura cresce de forma acelerada e começa a matar todos os tripulantes, sendo que a única sobrevivente é a Ten. Ripley (Weaver). Alien marcou principalmente por criar uma nova categoria no cinema: o terror espacial. Outro detalhe que chama a atenção neste filme é a empresa Weyland-Yutani, que é dona do Nostromo e é apenas chamada de Companhia pela tripulação da nave.

space jockey
Cena de ALIEN: o Space Jockey aparece com um rombo no peito.

aliensA sequencia Aliens – O Resgate saiu somente em 1986 e tem o diretor James Cameron a sua frente. Neste filme, o terror é deixado de lado para criar um filme de ação, com Ripley e uma equipe de Space Marines (tropa de elite do exercito da Terra para missões em outros planetas e financiada pela Weyland-Yutani) lutando para tentar salvar a população de LV-426, que foi colonizado sem saber da existência dos ovos dos Xenomorfos. Como filme de ação é excelente e ajudou ainda mais a criar o mito sobre o Alien. Neste filme, a Companhia envia os Space Marines não para salvar a população, mas sim para tentar conseguir um exemplar vivo do Xenomorfo, que ela pretende usar como arma.

Este filme também ganhou dois Oscar em 1987: Melhores Efeitos Especiais e Melhores Efeitos Sonoros. E também concorreu nas categorias Melhor Atriz (Sigourney Weaver), Melhor Direção de Arte, Melhor Montagem, Melhor Trilha Sonora e Melhor Som.

alien3Em 1992 saiu o terceiro filme: Alien 3. Tentando voltar ao terror, neste filme de David Fincher, Ripley cai com sua nave em uma prisão espacial e descobre que um ovo veio junto com sua nave e uma nova criatura nasce e começa a matar todos os internos. Porém Ripley descobre que ela está infectada e a Companhia a quer viva, para tentar salvar a criatura. Após a morte do Alien, Ripley se mata, levando consigo uma Rainha Alien recém-nascida.

Alien ResurrectionJá em Alien: Ressurreição, filme de 1997 dirigido por Jean-Pierre Jeunet, vemos uma tentativa de clonagem de Ripley para se criar uma nova linha de xenomorfos. Infelizmente, este filme de ação acabou sendo o mais fraco de todos os filmes da série. E este filme foi o primeiro que não teve o design do Xenomorfo feito pelo artista plástico H.R. Giger, o que desapontou muito os fãs da série.

Depois de alguns anos, os Aliens voltam ao cinema com Alien vs. Predador, de 2004, e Aliens vs. Predadores 2: Réquiem, de 2007.

E somente agora em 2012 que Ridley Scott voltou à franquia para dirigir Prometheus. Filme que tinha a premissa de contar a origem dos Xenomorfos e sua ligação com o Space Jockey que aparece no primeiro filme da série.

PrometheusApesar de um elenco recheado de grandes nomes, como Noomi Rapace, Michael Fassbender, Charlize Theron e Guy Pearce, o filme peca muito no roteiro. Vários personagens parecem são fracos e o elo que une a história – a raça alienígena do Space Jockey, sua ligação com a Terra e a origem dos Xenomorfos e como a Weyland Corporation se tornou uma das maiores empresas da Terra é muito fraca. Segundo Ridley Scott a continuação de Prometheus irá explicar tudo. Mas para muitos fãs, este prequel de Alien não cumpriu o que foi prometido.

@guimaraesedu

Dica do Poltrona: A aventura de Kon-Tiki

Dica do Poltrona: A aventura de Kon-Tiki

‘A aventura de Kon-Tiki’ retrata uma das maiores jornadas da história contemporânea Homem assume todos os riscos para comprovar sua teoria. Realizar o sonho de viver 2 anos com a mulher nas ilhas Marquesas, na Polinésia, mudou para sempre a vida do norueguês Thor Heyerdahl e o fez entrar para a história como um dos principais aventureiros do século XX. A partir da análise deventos e correntes marítimas na região, das plantas e de estatuas, ele formulou uma tese revolucionária sobre a descoberta da Polinésia e sua busca de comprovação não foi removida nem pela descrença geral. Para provar que a região fora descoberta na era pré-colombiana pelos povos da América do Sul – e não pelos da Ásia, consenso entre os historiadores – Thor organizou, em 1947, a mais improvável das expedições.

A partir de imagens captadas por Heyerdalh, a jornada foi mostrada ao mundo pela primeira vez em um documentário, vencedor do Oscar da categoria, em mundo. Em Oslo, capital da Noruega, o Museu do Kon-Tiki abriga a embarcação usada pelo explorador na expedição rumo à Polinésia, além de artefatos que trouxe de suas expedições arqueológicas na Ilha de Páscoa, incluindo uma cópia das conhecidas estátuas gigantes de pedra, os moais, e outros registros das jornadas de Heyerdahl. O livro que ele escreveu sobre a expedição foi traduzido para 70 línguas e já vendeu mais de 50 milhões de cópias no mundo inteiro.

Enfrentar os mais de oito mil quilômetros entre a América do Sul e a Polinésia a bordo de uma embarcação rudimentar, feita de madeira e cordas, aos moldes das que foram usadas pelos ancestrais navegadores, foi apenas um dos desafios que Heyerdahl enfrentou. Tão grande quanto deixar mulher e filhos sem a certeza de que voltaria para casa ou lançar-se ao mar tendo medo de água e sem saber nadar. Ou, ainda, reunir uma tripulação sem qualquer conhecimento náutico e viajar por milhares de milhas sem o apoio de qualquer instrumento, orientandos se apenas pela posição das estrelas e por uma inabalável confiança em sua tese.

A expedição rumou para a Polinésia. Kon Tiki era o nome do Deus Sol no Peru e Tiki era un deus da Polinésia. A viagem foi foi cercada de aventuras e descobertas: a balsa que transportava os seis amigos colidiu com os recifes perigosos em Raroia, nas Ilhas Tuamotu, e enfrentou furiosas tempestades em mar aberto. Além de mostrar que era possível que a Polinésia tivesse sido descoberta pelos antigos americanos, o grupo fez importantes descobertas para a ciência: foi a primeira a avistar e registrar a existência de tubarão-baleia e varios tipos desconhecidos de peixe.

Dirigido por Joachim Rønning e Espen Sandberg, responsáveis pelo filme norueguês de maior bilheteria da história, “Max Manus (2008) – 1,2 milhão de espectadores – e escrito por Petter Skavlan, “A aventura de Kon-tiki” teve locações em diversos pontos do mundo e contou com efeitos especiais de última geração.
Os diferentes ambientes em que o filme foi rodado conferem riqueza de imagens e texturas à produção: da pequena Lillehammer, cidade-natal dos Heyerdahl, à vastidão do Pacífico, passando por Nova York – onde o aventureiro buscou, sem sucesso, apoio e recursos para sua empreitada – e pelo porto peruano de Callao, partida da expedição.
O lançamento do filme coincide com a da 15ª edição do livro no Brasil.

1951 – único prêmio do cinema norueguês até hoje – e volta às telas na versão dos diretores Joachim Rønning e Espen Sandberg, não com menos sucesso. Desta vez, “A aventura de Kon-Tiki”, que estreia em cinemas brasileiros dia 2 de agosto, foi indicado como Melhor Filme Estrangeiro na mais recente edição dos Academy Awards. No Brasil, o longa é distribuído pela parceria H2O Films/Serendip/Art Films. Vivido na tela por seu compatriota Pål Sverre Valheim Hagen, Thor Heyerdahl se tornou sinônimo de aventura em seu país e ao redor do mundo.

Estreia do filme no dia 9 de agosto em grande circuito de cinemas brasileiros.

205- Revelação

205- Revelação

Esse filme é misto de suspense e leve terror com Harrison Ford e Michelle Pfeiffer. Harrison como um mega vilão. Adrenalina pura atéo último minuto!!!

Quando você pensa que o filme acaba, ele continua até o seu desfecho.

Steven Spielberg é um dos pordutores-executivos do filme.

Super recomendo!!

Sinopse: Já fazia um ano que o Dr. Norman Spencer (Harrison Ford) havia traído sua bela esposa, Claire (Michelle Pfeiffer). Mas, com ela sem saber de nada e o affair já enc, a vida e o casamento de Norman seguia perfeita. Até que Claire começa a ouvir misteriosas vozes e ver a imagem de uma jovem mulher perambulando em sua própria casa. Ao saber das visões de sua esposa, Norman não lhe dá atenção e diz que tudo não passam de ilusões. Entretanto, com o tempo fica claro que o ser não irá desaparecer e tem alguma ligação com o casal, fazendo com que Claire se aproxime cada vez mais da verdade sobre o passado de Norman.

204- A bela e a fera

204- A bela e a fera

Esse desenho da Disney foi o primeiro a concorrer ao Oscar de Melhor Filme.

Me identifico com a Bela por causa do seu amor por livros. E, para mim, o amor acontece quando se vê a beleza interior  e não a exterior. O amor da Bela pela Fera é lindo, ainda mais que ela vê a sensibilidade dele e a sua proteção. Gaston, que a assedia , apesar de bonito, tem o coração ruim.

No final, a Fera se transforma num lindo príncipe porque havia uma maldição que o envolvia e só o amor verdadeiro o libertaria.

A música Beauty and the Beast é cantada por Celine Dion e Percy Bearson. Simplesmente fantástica.

Sinopse: Em uma pequena aldeia da França vive Belle, uma jovem inteligente que é considerada estranha pelo moradores da localidade, e seu pai, Maurice, um inventor que é visto como um louco. Ela é cortejada por Gaston, que quer casar com ela. Mas apesar de todas as jovens do lugarejo o acharem um homem bonito, Belle não o suporta, pois vê nele uma pessoa primitiva e convencida. Quando o pai de Belle vai para uma feira demonstrar sua nova invenção, ele acaba se perdendo na floresta e é atacado por lobos. Desesperado, Maurice procura abrigo em um castelo, mas acaba se tornando prisioneiro da Fera, o senhor do castelo, que na verdade é um príncipe que foi amaldiçoado por uma feiticeira quando negou abrigo a ela. Quando Belle sente que algo aconteceu ao seu pai vai à sua procura. Ela chega ao castelo e lá faz um acordo com a Fera: se seu pai fosse libertado ela ficaria no castelo para sempre. A Fera concorda e todos os “moradores” do castelo, que lá vivem e também foram transformados em objetos falantes, sentem que esta pode ser a chance do feitiço ser quebrado. Mas isto só acontecerá se a Fera amar alguém e esta pessoa retribuir o seu amor, sendo que isto tem de ser rápido, pois quando a última pétala de uma rosa encantada cair o feitiço não poderá ser mais desfeito.

203- Houve uma vez um verão

203- Houve uma vez um verão

O filme é  triste. Fala de um amor de um garoto muito mais jovem por uma mulher mais velha e de como o verão daquele ano o marcou.

Acho Verão de 42 mais bonito que Houve uma um verão, mas é a mania dai ndústria brasileira de colocar um título em português mais apelativo comercialmente.

A trilha sonora foi tema do primeiro casamento do meu irmão.

Ele retrata a nostalgia de um amor inesquecível, do primeiro amor e das experiências vividas pela dor. Além de uma espécie de rito de passagem da adolescência para a fase adulta, que nos homens é mais cobrada que nas mulheres.

Sinopse: Durante a Segunda Guerra Mundial, os três amigos Hermie (Gary Grimes), Oscy (Jerry Houser) e Benjie (Oliver Conant) passarão as férias na Ilha de Nantucket. Hermie viverá um intenso relacionamento com a bela Dorothy (Jennifer O’Neill), uma mulher mais velha cujo marido está ausente, servindo na guerra.

Vale a pena!

202- Aladdin

202- Aladdin

Esse é meu desenho Disney favorito. Porque gosto da cultura árabe e porque Tom Cruise foi modelo para o desenho.Não é novidade que amo Tom Cruise.

E Jasmine é minha princesa Disney favorita porque é a mais independente de todas e preza a liberdade. Também gosto de A Bela Adormecida e seu mito da juventude eterna,mas isso é tema para outro post.

E A whole new world é qualquer nota. A música é ganhadora do Oscar e embala a viagem de Aladdin e Jasmine pelos quatro cantos do mundo. Uma cena pra lá de romântica.

Vi esse desenho três vezes no cinema e perdi a conta de quantas vezes vi em vídeo ou pela televisão.

Sinopse: Após o sultão ordenar que sua filha, a princesa Jasmine, ache um marido rapidamente, ela foge do palácio. Jasmine encontra um tipo meio malandro, Aladdin, que conquista seu coração. Porém ambos são achados pelos guardas de Jafar, o vizir do sultão. Jafar criou um feitiço para dominar o sultão, se casar com Jasmine e se tornar ele mesmo o sultão. Além disto finge que cometeu um engano e mandou decapitar Aladdin, que na verdade está vivo, pois Jafar precisa dele para conseguir uma lâmpada mágica, que é a morada de um poderoso gênio. Mas o plano de Jafar falha, pois Aladdin fica com a lâmpada graças a intervenção de um pequeno macaco, Abu, seu fiel mascote. Quando descobre que há na lâmpada um gênio poderoso, que pode se transformar em qualquer pessoa ou coisa e que lhe concederá três desejos, Aladdin planeja usá-los para conquistar Jasmine, sem imaginar que Jafar é um diabólico inimigo, que precisa ser detido.

201- Mensagem para você

201- Mensagem para você

Eu havia feito a resenha em 3 de janeiro de 2011 e resolvi repaginá-la.

Dedico esse post ao jornalista Gustavo Chacra, que lembrou desse filme no Globo News em Pauta no dia 11 de julho ao comentar sobre o fechamento da Barnes and Noble. Admiro muito seu trabalho.

Esse filme com Meg Ryan e Tom Hanks é uma delícia. Os dois têm os livros como paixão em comum. Ela é dona de uma livraria cult e ele, de uma mega livraria que chega pra abalar a vizinhança e a concorrência.

Acabam se conhecendo pela internet, pelo falecido Aol e travam amizade. Sem saber que Shopgirl e NYC125 são, na verdade, os nicknames de grandes inimigos.

Eles têm relacionamentos fracassados que acabam terminado ao descobrir que estavam sendo acomodados com as situações.

Marcam um encontro virtual, mas Joe desiste ao descobrir quem é Katthleen, na verdade.

A livraria de Kathleen acaba por fechar, o que a deixa deprimida. Joe fica com remorsos e tenta se aproximar dela como amigo para se revelar, finalmente.

O final é uma gracinha.

Esse filme tem várias coisas que gosto: Starbucks, livros, Jane Austen, Meg Ryan e Tom Hanks, computador, Barnes and Noble e Nova York no outono.

Vale conferir!

Sinopse

Proprietária de uma pequena livraria, Kathleen (Meg Ryan) praticamente mora com seu noivo (Greg Kinnear), mas conversa através da internet com um desconhecido, pois todo dia ela manda pelo menos um e-mail para ele. Seu misterioso amigo (Tom Hanks) também faz o mesmo e passa pela mesma situação em relação à sua noiva (Parker Posey). De repente, a vida dela fica abalada com a chegada de uma enorme livraria, que pode acabar com um negócio que é da sua família há 42 anos. Ela passa a não suportar o executivo que comanda esta mega-livraria, sem imaginar que é o mesmo homem com quem ela conversa pela internet. Após algum tempo, ele toma consciência da situação, mas teme se revelar e muito menos dizer que se sente atraído por ela.

Ficha técnica:

título original: (You’ve Got Mail)

lançamento: 1998 (EUA)

direção:Nora Ephron

atores:Tom HanksMeg RyanParker Posey, Jean Stapleton.

duração: 120 min

gênero: Comédia Romântica