Poltrona Geek #12 – Gojira!!!

Poltrona Geek #12 – Gojira!!!

2014-Godzilla-Movie-Teaser-Poster-Wallpaper-HDr

Poltroneiros,

Até que enfim, retornamos juntamente com o monstro que se levanta e vem até a terra para fazer o seu dever!!!

Depois de muita espera, enfim um filme a altura deste colossal ser!!!

Sinopse

Joe Brody (Bryan Cranston) criou o filho sozinho após a morte da esposa (Juliette Binoche) em um acidente na usina nuclear em que ambos trabalhavam, no Japão. Ele nunca aceitou a catástrofe e quinze anos depois continua remoendo o acontecido, tentando encontrar alguma explicação.

Análise

Dia 15 de maio de 2014 é a data do retorno triunfal deste gigante do cinema nipônico.

Essa maravilha veio pelas mãos do diretor novato  Gareth Edwards (Monstros) e teve a participação de algumas celebridades como: Bryan Cranston (Breaking Bad), Aaron Taylor-Johnson(Kick Ass ) e a nossa Feiticeira Escarlate Elizabeth Olsen (Capitão América 2 – O Soldado Invernal).

Senhores, focando agora no ator principal, temos neste filme um grande mistério sobre o Godzila: desde sua aparição a sua função. Sua apresentação chega a arrepiar, mas são quase 60 minutos aguardando. Pontos para a equipe que trouxe a forma do Gojira original, gigantesca e nostálgica (100%).

A ideia natural do porquê existe o Godzila é muito boa, contudo a necessidade de criar personagens e dar uma trama pessoal a cada um, não fede, nem cheira e nem tira a beleza do filme. Com isso, temos um roteiro que é ruim, galhofa e zoado.

A trilha e os efeitos são excelentes e temos uma visão disso nas lutas.  Vale citar a boa coreografia das lutas que mostra a dificuldade devido ao tamanho dos monstros e uma luta animal e instintiva. Vale ressaltar que há uma cena que arrasa!

Novamente o 3D é desnecessário!

Fui…

Links

 Podcast Sem Spoiler MRG

Podcast Com Spoiler RapaduraCast

Parceria 

Facebook do SpheraGeek

Pagina no Face do SpheraGeek

Email: spherageek@gmail.com

Nota Geral

Bonequinho nota 8

“Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh…!!!”

 

Anúncios
241- A culpa é das estrelas

241- A culpa é das estrelas

 

Crédito: Reprodução da Internet.
Crédito: Reprodução da Internet.

Não tinha lido o livro. Fui mais para ver qual é e acompanhar a minha família. Fiquei temerosa de ver uma história triste de uma menina com câncer terminal e me surpreendi com uma história de amir linda e eterna e um encantamento, mesmo que temporário, por Amsterdã.

A história gira em torno de Hazel que tem um câncer de tireóide em estágio terminal e acaba conhecendo Augsutus que tem osteosarcoma no grupo de apoio da igreja. Ela indica um livro para ele que acaba lendo e decide realizar seu sonho de conhecer o escritor que vive em Amsterdã, Holanda.

Antes, a vida dela era monótona, com a vontade de se libertar da superproteção dos pais e acaba se transformando depois ao conhecer Augustus, que mesmo tendo uma vontade de nunca ser esquecido, vê a vida com mais leveza e brilho. eles acabam se apaixonando, mesmo com a resistência e tentativa de fuga dela e o que se vê é uma história de amor páreo duro com Um amor para recordar, de Nicholas Sparks.

O filme toca porque percebemos que mesmo com os mais variados problemas que enfrentamos, nada é pior que uma doença terminal e os dramas que a envolve. O final é totalmente inesperado e apesar dos rios de lágrimas, o filme se torna inesquecível. Dá vontade de correr e comprar logo o livro, que me disseram, é mais denso e mais triste que o filme. O livro homônimo é escrito por John Green.

Também adorei ter visto uma cena de Buffy, a caça-vampiros, um dos meus seriados favoritos de outrora.

Amei a parte em que eles visitam o Museu de Anne Frank. O Diário de Anne Frank é um dos meus livros favoritos e merece ser lido e relido.

Gostei do código que eles se impõem e como a tecnologia invadiu as telonas do cinema.

Super recomendo!

Sinopse: Diagnosticada com câncer, a adolescente Hazel Grace Lancaster (Shailene Woodley) se mantém viva graças a uma droga experimental. Após passar anos lutando com a doença, ela é forçada pelos pais a participar de um grupo de apoio cristão. Lá, conhece Augustus Waters (Ansel Elgort), um rapaz que também sofre com câncer. Os dois possuem visões muito diferentes de suas doenças: Hazel preocupa-se apenas com a dor que poderá causar aos outros, já Augustus sonha em deixar a sua própria marca no mundo. Apesar das diferenças, eles se apaixonam. Juntos, atravessam os principais conflitos da adolescência e do primeiro amor, enquanto lutam para se manter otimistas e fortes um para o outro.