247- SOS Mulheres ao Mar

247- SOS Mulheres ao Mar

Crédito da foto: Reprodução da Internet.
Crédito da foto: Reprodução da Internet.

É uma comédia despretensiosa que tem Reynaldo Gianecchini e Giovanna Antonelli como protagonistas. É bem leve e faz refletir sobre o que é a felicidade e como buscá-la. Na vida pessoal na profissional, nos dois? Também fala sobre nunca desistirmos de nossos sonhos, por mais impossíveis que eles sejam. Eu, particularmente, estou nessa “vibe”. Tenho um sonho profissional e está um pouco difícil chegar até ele.

Além de se passar num cruzeiro, o mais legal é ver Veneza, uma das cidades mais lindas do mundo. E, claro, Giane. Um dos homens mais lindos e sensíveis do mundo! Um parênteses: se ainda não leu o livro Giane, de Guilherme Fiúza, vá correndo comprar. Muito boa a biografia desse homem que virou literalmente sinônimo de beleza e que sempre esteve envolvido em boatos e especulações, por vezes maliciosos e maldosos.

Para passar o tempo, vale a pena. Gina e Giovanna já estão gravando a sequência.

Gosto de filmes brasileiros e penso que devamos prestigiá-los. As comédias têm crescido bastante e alcançam toda a família. Cinema também é um programa mega familiar.

Sinopse: Adriana (Giovanna Antonelli) não está em um bom momento. Ela não consegue que alguma editora publique seus livros e, para ganhar a vida, legenda filmes pornôs. Para piorar a situação, seu marido Eduardo (Marcello Airoldi) decide pedir o divórcio. Em meio à fossa da separação, ela descobre que Eduardo fará um cruzeiro ao lado da nova namorada, Beatriz (Emanuelle Araújo), uma estrela da TV. Incentivada pela irmã Luíza (Fabíula Nascimento), as duas decidem embarcar no mesmo cruzeiro para que Adriana tenha a chance de reconquistá-lo. A empregada Dialinda (Thalita Carauta), que tenta ajudar a patroa a todo custo, acaba também embarcando nesta aventura.

 

 

 

 

Literacine: Cinquenta Tons de Cinza/Arita Souza

Literacine: Cinquenta Tons de Cinza/Arita Souza

 

Crédito da foto: Reprodução da Internet
Crédito da foto: Reprodução da Internet

Por que não falarmos desta obra que gerou suspiros acalorados entre muitas mulheres deste pequeno planeta chamado Terra? Foi anunciado na pré-estreia americana que a trilogia irá completa para as telonas.. Já estou ansiosa !!

Acredito que o perfil de leitores e leitoras deste gênero, desejava algo como 50 tons de cinza, alguém como Christian Grey para suprir a falta da cereja do bolo dos relacionamentos atuais.

O livro conta a história de Anastasia Steele, uma jovem estudante de literatura, e que aos 21 anos, nunca teve um namorado. Uma mulher bonita, inteligente, mas extremamente desastrada. Ela mora com sua amiga autoritária Katherine Kavanagh.

Kate consegue marcar um horário para entrevistar Christian Grey, um bilionário de 28 anos, que comanda um negócio multinacional. Não obstante, ela acaba adoecendo no dia da entrevista e solicita que Ana a realize em seu lugar. Ana corresponde ao pedido de Kate e nem imagina os rumos que sua vida iria tomar após aquele dia.

Tenho minhas teorias particulares sobre esta trilogia e estou sendo sincera quando digo que participei de rodas de discussão possíveis, virtuais ou não, sobre a postura feminina na temática abordada nesta obra.

Quando Ana e Christian se conhecem, logo sentem uma forte atração um pelo outro apesar de sua inexperiência. Não demora muito para que eles embarquem num intenso e sensual caso de amor. Ana ignora completamente os conselhos de sua amiga Kate, tem consciência do grau de complexidade da personalidade dele mas mesmo assim se deixa seduzir pelo homem que, para ela, é sinônimo de perfeição.

Muitos outros títulos surgiram após o lançamento da trilogia de E.L.James como Sylvia Day entre outros, mas nada impactou tanto quanto os 50 tons.

Considero todo o enredo dos três livros bem água com açúcar. Sim! Tirando as páginas com os detalhes sexuais, a história é bem simples, sem grandes complexidades e me atrevo a dizer que tudo poderia ser resumido à metade do primeiro volume, reduzindo assim um número excessivo de páginas e páginas.

Ela descobre mais sobre seus próprios desejos e se choca ao descobrir também que por trás daquele homem de sucesso existe um passado misterioso e segredos obscuros.

Grande abraço,

Arita.

 

Poltrona News Plantão

Poltrona News Plantão

Crédito da foto: Reprodução da Internet.
Crédito da foto: Reprodução da Internet.

A melhor notícia para os aficcionados em séries de TV foi dada ontem pela Fox: a volta da série Arquivo X com David Duchovny e Gillian Anderson. Serão seis episódios limitados, mas todos os fãs da série estão muito contentes.

É a minha série favorita de todos os tempos. ER ou Plantão Médico vem em segundo lugar.

David Duchovny perguntou no Facebook se caberia nos seus ternos após treze anos! Claro que sim!!

Vi David Duchovny em Nova York em maio de 2001. Quase morri!! Mas não tirei foto com ele. Foi na Quinta Avenida em frente à loja da Swatch. Depois descobri que ele gravava um filme lá.

Contagem regressiva para a volta!!

Grande abraço,

Anna Barros

CEO e Editora do Poltrona de Cinema

Japacine: A Culpa é das Estrelas/Beatriz Yamada

Japacine: A Culpa é das Estrelas/Beatriz Yamada

Crédito da foto: Reprodução da Internet.
Crédito da foto: Reprodução da Internet.

Konnichiwa!

Hoje falaremos sobre um livro que todo mundo conhece (quase), um dos favoritos do público jovem, provocando choros…

O livro e filme que falaremos é : A Culpa é das Estrelas.

História-> O livro conta a história de Hazel Grace , uma menina que tem câncer terminal.  Hazel tentou várias formas de tratamento para combater o tumor mas acaba não melhorando…

Hazel acaba ficando deprimida, com isso a mãe decide apresentá-la ao grupo de apoio da Igreja.

Ela conhece Augustus Waters, um garoto que também sofre de câncer, e que, apesar dos dois terem uma opinião diferente, eles acabam se apaixonando.

Filme-> O filme se manteve fiel ao livro, possui uma ótima interpretação.  Ele aborda  questões da adolescência, mas não deixando de abordar questões mais importantes como: medo da morte, futuro, o infinito .

 Análise-> O livro é bem escrito mas não explica a grande procura por este escritor. O livro não me despertou a curiosidade, os personagens não são bem escritos , fizeram com que eu não gostasse do livro.

O filme eu acabei gostando muito mais do que o livro. Os atores fizeram um ótimo trabalho, deram um pouco de vida a eles. Seus olhares fizeram com que o público percebesse que eles têm química boa. A trilha sonora também estava boa. O filme acaba batendo na mesma tecla do que os de Hollywood: tenta ser tão diferente, debater temas não abordados em outros filmes para o público jovem que acaba sendo igual aos outros.

OBS:Fui a única pessoa do cinema que não chorou no filme.

Golpe Duplo

Golpe Duplo

Por: Gabriel Araújo (@gabriel_araujo1)

Captura de Tela 2015-03-15 às 18.24.47Sessão de Matinê: “Golpe Duplo”

Bons filmes são facilmente reconhecidos desde o trailer, na hora de decidir qual ver. Provocam certa curiosidade, aguçam o cinéfilo. Golpe Duplo é, pois, um bom filme. Após uma safra de lançamentos medianos, desinteressantes, o longa protagonizado por Will Smith pode dar início a um ciclo de produções bacanas.

Ellen DeGeneres, numa recente visita de Smith a seu programa, o definiu como ‘versátil’. Em cheio, pois qualquer outro ‘maluco no pedaço’ não poderia dar vida a Hitch, a um bad boy, a uma lenda, a Hancock… e a um golpista com tamanha facilidade. Tudo bem que alguns de seus filmes recentes não são tão aclamados, mas a desenvoltura do astro para tantos e diferentes papéis chega a impressionar.

Em ‘Focus’, Will Smith é justamente o golpista profissional Nicky, que passa a treinar uma bela garota para a função. Ela é Jess, interpretada por Margot Robbie, aparentemente escolhida a dedo para o papel após a belíssima atuação em ‘O Lobo de Wall Street’, que não golpeia apenas na grana: ela acerta em cheio o coração de Nicky.

A primeira metade do filme é eletrizante, até que os “três anos depois…”, velho artifício das novelas de Manoel Carlos entra em cena e o longa passa a se concentrar em um único caso: Nicky é contratado para um golpe pelo novo namorado de Jess, o ricaço Garriga (Rodrigo Santoro), dono de uma equipe automobilística.

As cenas ‘latinas’ do filme se passam em Buenos Aires, um belo cenário, como também são Nova York e Nova Orleans, outras cidades mostradas. Santoro não ganha destaque como em ‘300’, claro, mas faz o arroz-feijão de um bom ator, valorizado nos Estados Unidos. Aparece sempre ao lado de outra figurinha carimbada, Gerald McRaney, ou simplesmente Raymond Tusk – fãs de ‘House of Cards’ hão de entender.

Golpe Duplo explora bem seus cenários e tem uma trilha sonora interessante, envolvendo Rolling Stones e Iggy Pop, por exemplo – no quesito, dos filmes da leva mais recente, perde para ‘Kingsman’. Com toques de ação, comédia (Adrián Martínez, o Farhad, pode levar esses créditos, aliás) e romance, é um bom longa – afinal, isso é possível de se reconhecer desde o trailer.

Nota: 4/5

Sinopse:
Um trapaceiro profissional (Will Smith) começa a treinar uma novata na profissão (Margot Robbie), até os dois se apaixonarem. Ao mesmo tempo, o sujeito tem que lidar com um importante adversário, dono de uma empresa de carros (Rodrigo Santoro).

Poltrona Geek #19: O Destino de Júpiter e Bob Esponja – Um Herói Fora D’Água

Poltrona Geek #19: O Destino de Júpiter e Bob Esponja – Um Herói Fora D’Água

Olá Poltroneiros,

Recentemente, fui ao cinema realizar uma rodada dupla e assisti aos mega esperados O Destino de Júpiter, dos irmãos Wachowski e aquele que tem o trailer engraçado de Bob Esponja – Um Herói Fora D’Água.

Fui muito empolgado para os filmes e adentrei ao cinema para assistir ao primeiro.

Bob Esponja – Um Herói Fora D’Água

Aguardava risadas e não esperava muito do roteiro, devido ao tipo de animação que estava sendo proposto.

Encontrei uma animação chata e lenta, e as partes mais engraçadas foram estragadas devido a eu já as ter assistido no trailer.

Vale ressaltar que a participação de Antonio Banderas foi deprimente e o protocola para ser um grande candidato ao super prêmio do Framboesa de Ouro.

Bob

Não me dei por vencido e fui animado para o Destino de Miguel…

O Destino de Júpiter

Juro que sai de lá com a ideia de que a premissa do filme é bem legal. Mas não foi ainda  que os irmãos Wachowski conseguiram retornar com outro grande filme.

Os efeitos são bonitos, mas o roteiro é previsível e desinteressante.

Os atores principais, Channing Tatum e Mila Kunis, são fracos e fica impossível comprar o romance deles.

Jupiter

É isso, amiguinhos, nos veremos em outro momento!

Literacine: 1408/Arita Souza

Literacine: 1408/Arita Souza

 

Crédito da foto: Reproducao da Internet.
Crédito da foto: Reproducao da Internet.

“Se Samuel L. Jackson disser a você para não entrar no quarto amaldiçoado 1408 simplesmente escute a voz da razão”.
Baseado em um conto do livro Tudo é Eventual de Stephen King, os produtores do filme 1408 seguiram à risca o bom e velho manual de terror e suspense. Stephen King voltou as raízes ao escrever um livro seguindo os parâmetros do gênero que o lançou, o Conto.

” Se alguém quer escrever contos, não basta pensar em escrevê-los. Não é como andar de bicicleta. É mais como exercitar-se numa academia: a opção é usar o corpo ou perdê-lo. (…) Pois continuei a escrever contos ao longo dos anos em parte porque as ideias ainda me ocorrem de tempos em tempos e, em parte porque é o modo de confirmar, ao menos para mim mesmo, que não me “vendi”, pouco importo o que pensam os críticos menos amáveis”.

Fiquei estimulada a procurar mais informações sobre este material após ter contato com um podcast na internet e não consegui sossegar enquanto não cumprisse minha maratona leitura/filme.
O livro tem quatorze histórias, onde todas possuem algum elemento de horror, seja psicológico ou explícito. Um promissor romancista chamado Mike Enslin resolveu escrever livros que investiguem fenômenos paranormais. Enslin nunca presenciou realmente algum destes fatos, então fica difícil obter credibilidade. Além do mais, Mike é totalmente cético, pois até hoje não encontrou evidências de que exista vida após a morte. No entanto, decide ir até Nova York e se hospedar no Dolphin Hotel, mais exatamente no quarto 1408, que tem fama de ser habitado por espíritos malignos. O gerente do hotel, Gerald Olin, o avisa que 56 mortes já ocorreram neste quarto, mas Mike está decidido a conferir se sua fama está condizente com a verdade. O quarto está fechado há décadas devido a tal fama assombrada, mas mesmo assim o quarto será reaberto para tão ilustre celebridade.

Stephen King retoma nesta obra a graça de retratar histórias sob a óptica do escritor, o bom e velho bloco de anotações ou o gravador portátil estão presentes nas características do personagem principal. Assisti primeiro ao filme e tentei traçar um perfil psicológico do quarto. Sim!! Não riam de mim, leitores, pois tentei entender a dinâmica deste “ser vivo” que animava aquele ambiente e não consegui encontrar o primeiro fio, o princípio de tudo ( talvez seja este o encanto do gênero de suspense e terror ).

Não vejo muitos pontos negativos na produção cinematográfica. Existem momentos que os efeitos especiais e a pressão psicológica da cena ficam um pouco “forçadas”, mas penso que cada tem seu limite do medo, seu nível de terror, e se tratando de Stephen King não podemos duvidar da capacidade do escritos em abraçar o grande público inspirando roteiristas a dar vida aos medos.