Japacine: Conto do Amor/Beatriz Yamada

Japacine: Conto do Amor/Beatriz Yamada

Konnichiwa !

Iremos continuar com os livros que deram origem à série Psi da HBO .  O livro de hoje se chama: “Conto do Amor”, de Contardo Calligaris.
História->  Imaginamos logo de cara o   livro que falará sobre uma história de amor entre um homem e uma mulher. Por causa de seu título, mas contrário ao que imaginamos, o livro falará sobre o amor de um pai e um filho.
O livro se passa na Itália  e novamente o personagem principal é o psicoterapeuta Carlo Antonini, que busca saber sobre o passado de seu pai que revelou antes de morrer que era um dos ajudantes do pintor renascentista Sodoma . Apenas 12 anos depois que seu pai faleceu, Carlo decide investigar percorrendo os diferentes locais em busca de respostas como: Florença , Monte Oliveto Maggiore , Siena ,Milão…
Análise-> O livro é um pouco autobiográfico pois relacionamos a semelhança entre Contardo Calligaris , Italiano , relação pouco próxima com o pai. Seu pai deixou cartas entre ele e sua mãe antes de morrer igual ao seu personagem Carlo Antonini . O livro apresenta uma linguagem formal , em algumas horas a linguagem de uma época renascentista .
Gosto muito desse livro pois mostra que a personagem não tinha um relação muito íntima com o pai.  Carlo sempre continuará amando a lembrança de seu pai.
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Literacine: Misery – Louca Obsessão

Literacine: Misery – Louca Obsessão

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A enfermeira Anne Wilkes é uma personagem que causaria medo em qualquer um. Ela nos é apresentada como uma mulher completamente obcecada e desequilibrada. Amante dos romances escritos por Paul Sheldon, um famoso autor de Best Sellers, Anne é louca por Misery (personagem de um de seus livros),

Anne vai até a cidade para comprar o novo romance de Misery, e retornando para casa depara-se com um acidente. entre as vitimas descobre,  nada mais  que seu autor favorito, Paul Sheldon.
Ela o leva para sua isolada casa e cuida de sua saúde, mas um dia acaba tendo acesso aos originais do próximo livro do escritor e descobre que sua personagem predileta será morta. Esse evento faz com que sua personalidade doentia se revele e Sheldon se veja à mercê das loucuras de sua admiradora. Acompanhando o drama de Paul Sheldon, tive a impressão de ver Stephen King em alguns pontos, retratando a si mesmo.
A maneira como o processo de criação artística é interpretado e mostrado, como um ciclo de vida e morte (fato manifestado na ação de Paul Sheldon em matar a personagem Misery)  é fruto, sem dúvida alguma, de uma mente magnífica dotada com autoridade suficiente para falar acerca disto.
“Então uma boca fechou-se sobre a dele, uma boca inconfundível de mulher, apesar dos lábios duros e secos, e o sopro dessa boca invadiu a sua, descendo pela garganta e inflando seus pulmões, e quando os lábios se afastaram, ele sentiu o cheiro de sua carcereira pela primeira vez.. um fedor nauseante de biscoitos de baunilha, sorvete de chocolate, molho de galinha e doce de pasta de amendoim” . (p. 12 e 13)
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A produção cinematográfica entrou em cartaz em 1992, dirigido por Rob Reiner estrelando com Kathy Bates como a personagem Anne e James Cann interpretanto o autor Paul Sheldon. O longa-metragem nos mostra, mesmo que muito brevemente, a necessidade que escritores sentem de romper com suas criações para amadurecerem.

O filme consegue nos surpreender mudando a visão do banal para uma verdadeira experiência de horror! Vemos que nem sempre se faz necessário recorrer à cenas de violência ou utilizar-se de monstros para inserir na mente de todos o sentimento de medo, angústia e apreensão.

“Louca Obsessão” é uma das adaptações de Stephen King que conseguiram cair em mãos talentosas, proporcionando assim,  uma direção de primeira linha.

“Eu não sei se Deus vai ajudar ou atrapalhar, mas sei de uma coisa: se você não der um jeito de ressuscitar Misery de um modo que Annie possa acreditar, ela vai matar você” .(p. 116)

255- Malevola

255- Malevola

malevolaO filme é lindo. Malevola lança um feitiço sobre Auroa mas acaba se afeiçoando a ela. Aurora conquista Malevola com sua pureza.

angelina Jolie se destaca no papel de Malevola.

O filme é colorido e tem um grande apelo visual.

Eu simplesmente adorei! E A Bela Adormecida e o meu conto de fadas favorito. O mito da eterna juventude.

Recomendo a todos os adultos.

 

Sinopse:
Baseado no conto da Bela Adormecida, o filme conta a história de Malévola (Angelina Jolie), a protetora do reino dos Moors. Desde pequena, esta garota com chifres e asas mantém a paz entre dois reinos diferentes, até se apaixonar pelo garoto Stefan (Sharlto Copley). Os dois iniciam um romance, mas Stefan tem a ambição de se tornar líder do reino vizinho, e abandona Malévola para conquistar seus planos. A garota torna-se uma mulher vingativa e amarga, que decide amaldiçoar a filha recém-nascida de Stefan, Aurora (Elle Fanning). Aos poucos, no entanto, Malévola começa a desenvolver sentimentos de amizade em relação à jovem e pura Aurora.

 

 

Poltrona Geek: Homens de Preto 3/Thiago Simão

Poltrona Geek: Homens de Preto 3/Thiago Simão

Sinopse:

Em ‘Homens de Preto 3‘, os agentes J (Will Smith) e K (Tommy Lee Jones) estão de volta… no tempo. J já viu algumas coisas inexplicáveis nos seus 15 anos com os Homens de Preto, mas nada, nem mesmo aliens, o deixa tão perplexo quanto o seu parceiro reticente, K. Mas quando a vida de K e o destino do planeta são colocados em jogo, o Agente J vai viajar no tempo para colocar as coisas no lugar. J descobre que há segredos no universo que J nunca contou – segredos que vão ser revelados quando ele se une ao jovem Agente K (Josh Brolin) para salvar seu parceiro, a agência e o futuro da humanidade.

Poltroneiros Nostálgicos,

No dia 25 de maio de 2012 foi lançado “O FILME” que faz parte de uma das melhores franquias do mundo cinematográfico.

Sim , caros amigos Cinélilos Geeks, “HOMENS DE PRETO III” ou simplesmente “MIB³” um dos filmes mais esperados desse milênio.

Sua produção era conturbada, e isso gerou vários atrasos e rumores de que não iriam mais filmar. Tudo soprava contra, inclusive alguns espíritos sem luz diziam que este filme poderia ser o pior da franquia, batendo o numero II. Contudo, se deram mal.

O retorno de nossos amigos de terno preto ocorre depois de 15 anos do lançamento do Men In Black 01 , e mostrou a força da franquia que arrecadou em torno de 620 milhões de dólares, sendo gastos em seu orçamento 225 milhões. Não ficando muito atrás dos medalhões lançados no mesmo ano como Os Vingadores, O Incrível Homem Aranha e Batman O Cavaleiro das Trevas Ressurge (*.*). Outro dado importante é que o número III da Franquia conseguiu uma maior arrecadação até que o MIB (587 milhões de doláres) e o MIIB (440 milhões).

Sua história ousou em ir para o passado e não errou no tom. A Organização MIB ficou muito bem estilizada para o final da década de 60 e chamou atenção pelos souvenirs usados na época. Chama atenção o celular usado na época o tijolão, que começou realmente a ser usado na década de 70 no nosso cotidiano.

Temos que elevar o Josh Brolin como o Jovem Agente K, que merece o Oscar pela imitação plena de nosso querido Tommy Lee Jones, o Agente K. No filme, se não soubéssemos que são atores diferentes poderíamos até nos enganar, até  nos trejeitos o Josh copiou muito bem o Tommy Lee. Fica imperceptivel no filme que são pessoas diferentes.

Sobre a idade atual dos nossos agentes o diretor Barry Sonnenfeld (A Família Adams 1991) soube adaptar muito bem e mostrou que não estão mais jovens. O agente K é o que mais sofre com o tempo e o Tommy Lee realmente parece que esta em fim de carreira neste filme. O Will Smith não pode mais sair correndo que nem um louco atrás de alguém. Pontos para o diretor.

Não vale a pena dar muita atenção para o vilão, pois ele só esta ali porque precisamos de um, mas não é nada especial.

Vale a pena ressaltar algumas piadinhas bem colocadas e sabermos mais sobre a vida do pacato Agente K foi uma sacada importante, ou seja, ter o K como foco foi muito bom.

Sobre o final, podemos dizer que revela-se em muitas situações deixadas em aberto nos outros filmes da franquia, dando um desfecho dramático pegando a maioria do público desprevenido. Reza a lenda que viram  lágrimas saindo do meu globo ocular, mas deve ter sido um cisco.

Observações:

    1. Descobrimos que a Babá Nanny McPhee (Emma Thompson) é  Agente  O – Sabia que os poderes dela tinham a ver com tecnologia alienígena.
  • Tenha o lencinho para chorar no final.
  • Vale a pena assistir em família.

Trailer

https://www.youtube.com/watch?v=bo5RhE3yzNs

 
Área de anexos
Missão Impossível – Nação Secreta

Missão Impossível – Nação Secreta

Por: Gabriel Araújo (@gabriel_araujo1)

Sessão de Matinê: “Missão Impossível – Nação Secreta”Mission_Impossible_–_Rogue_Nation_poster

O tempo parece ter feito bem a Ethan Hunt. Como parece não passar para Tom Cruise. Não à toa, 19 anos e quatro filmes após o primeiro “Missão Impossível”, o melhor longa da sequência saiu. “Nação Secreta” é uma ótima dose de ação com pitadas de humor. Segue a receita que levou ao sucesso da série, mas acrescenta ingredientes importantes para deixar o prato principal ainda melhor.

Na produção, dirigida por Christopher McQuarrie, o agente Hunt vai atrás do Sindicato, uma rede secreta de assassinos fortemente treinados e anti-IMF, que o localiza e o instiga a destruí-la. Tudo sem a chancela de seu próprio governo, que acredita que a organização é feita para encobrir as ações de Hunt. Ou seja: Ethan precisa lutar contra o Sindicato, descobrir seus planos e brigar para que a IMF se mantenha viva.

O filme é recheado de cenas de ação. Já não é novidade que Tom Cruise, na grande maioria das vezes, recusa os dublês para cenas de perigo. Em “Nação Secreta” não é diferente, e a tão comentada “cena do avião” é uma coisa espetacular. Ele fica fora de um gigantesco Airbus A400M durante a decolagem. É a sequência perfeita para iniciar um filme e preparar o espectador para grandes emoções.

Aos 53 anos, Cruise tem o fôlego do Ethan Hunt de 1996, acrescida a experiência. Os dois últimos MI marcam uma ‘reguinada’ ao topo do ator, após dois longas bem fracos na série (especialmente o terceiro, ruim). Mas não é apenas o galã que brilha em “Nação Secreta”. Toda a equipe está de parabéns.

Simon Pegg é genial. Benji, além de ótimo em suas atribuições de agente, garante o humor do filme. E que humor. Divertidíssimo, na dose ideal, divide o papel de estrela com Cruise e Rebecca Ferguson, muito bem como Ilsa Faust, uma agente tripla (em sua agência, no Sindicato e com Hunt), o que já evidencia sua participação como personagem importante e por vezes não confiável. Jeremy Renner e Ving Rhames já são cartas marcadas e fazem bem seus papéis novamente.

O filme é muito bom, e os locais de filmagem foram escolhidos a dedo: Áustria e Inglaterra dão um ar europeu ao longa, e quem já esteve no Velho Continente consegue senti-lo novamente. Passagens no Marrocos também são boas, e diferenciam as sequências do filme, como uma espécie de compasso, uma divisão de trabalhos entre Europa e África.

Missão Impossível – Nação Secreta é um grande acerto. Em IMAX deve ser espetacular. Não deixa de lembrar os anteriores, mas fica um patamar acima, especialmente pela ótima utilização do humor e takes de ação de tirar o fôlego. São 19 anos e quatro filmes de diferença. Mas a missão impossível nunca foi tão boa.

Nota: 4,5/5

Sinopse:
Ethan Hunt descobre que o famoso Sindicato é real, e está tentando destruir o IMF. Mas como combater uma nação secreta, tão treinada e equipada quanto eles mesmos? O agente especial tem que contar com toda a ajuda disponível, incluindo de pessoas não muito confiáveis…

Literacine: Desventuras em Série Vol.01 – Mau começo

Literacine: Desventuras em Série Vol.01 – Mau começo

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Lançado em 2005, o filme Desventuras em Série teve como orçamento $125,000.000 e um elenco de tirar o chapéu! Entre eles estavam Jim Carrey, Meryl Streep, Jude Law retratando os eventos ocorridos nos três primeiros livros: Mau Começo, A Sala dos Répteis e O Lago das Sanguessugas.

Eu gostei muito do filme o acredito que a resposta do público foi positiva para  a época.Um filme de enredo simples retratando a busca simples por uma família. Os irmão sempre unidos, inteligentes, enfim neste ponto acredito ser um filme bem fiel as características dos personagens no livro. Vi talentos promissores que  amadureceram em suas atuações (é muito legal quando podemos acompanhar este desenvolvimento não é?).

A única coisa que não gostei na produção é a atuação de Jim Carrey e seus excessos de expressão facial! Peço desculpas aos fãs mas não gosto dele.

Resultado?? Jim Carrey acabou com toda a minha vontade e interesse pelas obras ou alguma possível chance de assistir alguma futura produção cinematográfica sobre a série ( odeio aquele excesso de caretas e trejeitos dele).

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Mau Começo é o primeiro volume de uma série em que Lemony Snicket conta as desventuras dos irmãos Baudelaire. Violet, Klaus e Sunny são encantadores e inteligentes, mas ocupam o primeiro lugar na classificação das pessoas mais infelizes do mundo.

Fui encorajada a iniciar a leitura graças a uma aluna “mega leitura”, que insistiu muito para que eu deixasse de lado meu trauma causado por Jim Carrey e tudo seria diferente.. Me rendi e concordo plenamente! Estou apaixonada ! Tudo conspira a favor para que eu leia com afinco.

De fato, a infelicidade segue os passos destes irmãos desde a primeira página, quando  estão na praia e recebem uma trágica notícia. Eles, que atraem desgraças terão de enfrentar, por exemplo, roupas que pinicam o corpo, um gosmento vilão dominado pela cobiça, um incêndio calamitoso e mingau frio no café da manhã.

É por isso que, logo na quarta capa, o autor  avisa ao leitor:

“Não há nada que o impeça de fechar o livro imediatamente e sair para uma outra leitura sobre coisas felizes, se é isso que você prefere”.

Este é o primeiro de uma série de 13 livros, todas tentativas de encontrarem uma nova família para os irmãos. Neste volume conheceremos uma figura peculiar: Conde Olaf que é o grande antagonista! Ele não apresenta nada de diferente dos outros vilões conhecidos. É misterioso, inescrupuloso, e bem determinado na tarefa de tomar para si a fortuna dos Baudelaire.

Você gosta de cobras? Não tenha medo e se arrisque no segundo volume!

Poltrona News

Poltrona News

O Ministério da Cultura anunciou nesta quinta, dia 10, que o filme Que horas ela volta?, de Anna Muylaert e  com Regina Casé, será o filme brasileiro indicado a concorrer às indicações de Melhor Filme Estrangeiro.

O filme foi criticado de forma positiva pelos jornais The New York Times, The Guardian e Le Figaro.