Poltrona Cabine: A Bruxa de Blair/Lívia Lima

Poltrona Cabine: A Bruxa de Blair/Lívia Lima

Nada de novo sob o sol.
Como grande fã de filmes de terror e uma grande fã do filme original, passei por uma grande decepção. O filme faz uso do que parece ser uma estratégia hollywoodiana de utilizar histórias antigas e famosas e as repaginar com a integração de tecnologias da atualidade à histórias originalmente simples.
Aconteceu em A Bruxa de Blair. Câmeras sem fio e drones dão uma cara nova a história mas a essência fica muito atrás. A história se arrasta e se segura em sustos momentâneos e que tornam o longa muito simplório.

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Devo confessar que já era de se esperar. A tática de fazer remakes de grandes sucessos do terror, como foi feito com Poltergeist e Carrie, tem sido vista nos últimos anos e claramente não tem funcionado. O abuso de efeitos especiais (medianos) não substitui uma boa história.

No filme, James (James Allen McCune) procura sua irmã Heather na infame floresta de Black Hills, lar de diversas lendas em torno de uma bruxa que viveu por lá, há séculos. Os atores não acrescentam nada ao filme. Diálogos rasos, clássicos de filmes de terror ruins não agregam e nada e cansam. Muito. O desenrolar da história não segura o espectador e deixa triste quem admira o original.
Parece que o gênero está sendo tratado de forma desleixada e alguém precisa fazer alguma coisa.

Cotação Poltrona: 2 Poltronas.

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