Poltrona Resenha: O bebê de Bridget Jones/Anna Barros

Poltrona Resenha: O bebê de Bridget Jones/Anna Barros

bebe-de-bridgetConfesso que perdi algum tempo tentando reconhecer a Renee Zelwegger em O Bebê de Bridget Jones. Ela deu uma exagerada no botox e necessita-se de esforço para tal. Tirando isso, dá uma tristeza saber que ela rompeu com Mark Darcy e ele se casou com Camilla, advogada também. Parece o fim do amor romântico.

Aí começa a saga de Bridget, quarentona, menos gordinha, deprimida ao passar o niver sozinha vendo o facetime de sua mãe lunática. Ela é produtora de TV de um hard news e acaba amiga da apresentadora. Vai bem na profissão e mal no amor. Até aceitar o convite da amiga de ir a um festival de música. Lá, elas não reconhecem Ed Sheehan e ela acaba se envolvendo com Jack, vivido por Patrick Dempsey, lindo as usual.

Eles acabam tendo uma noite de loucuras em que Bridget está muito bêbada.

Uma semana depois reencontra Mark no batizado do filho da amiga e ao saber que ele se separou, acaba se envolvendo com ele também.

Aí começa o dilema de Bridget quando ela se descobre grávida. Quem é o pai? E ela não tem coragem de dizer de bate pronto sua dúvida, até que numa saia justa de uma apresentação do trabalho se vê cara a cara com os dois pretendentes a pai. Acaba contando. Então, os dois querem participar da gravidez e todo o esquema de pré-natal com aulas de pilates e tudo mais.

Jack trapaceia com Mark darcy dando a entender que não havia usado preservativo e o advogado se afasta. Bridget acaba descobrindo que não se apaixonou por Jack, que foi apenas sexo casual e conta para ele, que fica triste e também se afasta. Conclusão: ela tinha dois pais acompanhando a gravidez e na reta final, acaba ficando sem nenhum. Quando decide procurar Mark e dizer que o ama, o vê com a ex, entrando em casa.

Até que após uma trapalhada em que ela deixa o caixa eletrônico engolir seu cartão e deixa bolsa e celular na cabine,Mark a resgata de um temporal em que ela está com barrigão, totalmente desolada. Então, a bolsa se rompe, ele pede que avisem Jack e rumam ao hospital. Nesse meio tempo, muitas gargalhadas, inclusive na cena de entrada na maternidade, onde os três ficam presos na roleta.

Após um parto que demora muito, com muito sofrimento, o bebê nasce. Muito fofinho. E os dois fazem o DNA. No final, Bridget casa-se com o pai de seu filho, numa cerimônia emocionante.

A Bridget consegue resumir todas as agruras das mulheres de 40: a parte amorosa, a profissional, a vontade de ter um filho e o medo da solidão.

A ginecologista é simplesmente Emma Thompson, que está muito divertida!

O que eu mais gostei foi o flashback de Bridget e Mark porque eles são muito diferentes, incompatíveis e acabam descobrindo que não vivem sem o outro. Muito legal ver os outros filmes da franquia Bridget. Dá uma nostalgia danada!

É uma comédia leve e boa para gastar o tempo!! Nem me dei conta do tempo passado ali em frente às telonas, um dos meus lugares preferidos no mundo todo!

Super recomendo! Quatro em cinco poltronas!

 

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