Baseado em obras de Stephen King, ‘A Torre Negra’ tem estreia adiada

Baseado em obras de Stephen King, ‘A Torre Negra’ tem estreia adiada

Quem estava ansioso pela estreia de ‘A Torre Negra’, adaptação de Stephen King, terá que aguardar um pouco mais. Previsto inicialmente para julho, a estreia será em 4 de agosto nos cinemas norte-americanos, de acordo com a Entertainment Weekly.

‘A Torre Negra’ é baseado em sete livros. O primeiro volume, ‘O Pistoleiro’, foi lançado em homenagem ao filme ‘Três Homens em Conflito’, em 1982. A obra também faz referências à Lenda do Rei Arthur e às histórias de J.R.R Tolkien, autor de ‘O Hobbit’ e ‘O Senhor dos Anéis’.

A trama consiste na jornada do pistoleiro Roland Deschain por meio do Mundo Médio para arruinar o objetivo do Rei Carmim, o de destruir a Torre Negra, o eixo que mantém todos os universos intactos.

O elenco é composto de Jackie Earle Haley que será o vampiro Richard P. Sayre, o presidente da Corporação Sombra. Fran Kranz irá interpretar Pimli, o braço direito do Homem de Preto, com atuação de Matthew McConaughey. Katheryn Winnick, da série de TV ‘Vikings‘, também participa. A direção será de Nikolaj Arcel (‘O Amante da Rainha’).

Por: Cesar Augusto Mota

Poltrona Estreia/Estreias da Semana/ Parte 02

Poltrona Estreia/Estreias da Semana/ Parte 02

2494_capaOs Belos Dias de Aranjuez: Drama de Wim Wenders.

Sinopse: Em um belo dia de verão em uma cidade do interior da França. Dentro de uma casa bucólica, um escritor imagina uma conversa entre o casal de protagonistas de seu novo romance. Nos jardins da casa, ela e ele falam sobre suas experiências sexuais, suas infâncias, memórias e as diferenças entre homens e mulheres. Mas é o escritor quem decide o falam, ou ele apenas põe no papel o que os dois o ditam? Nos intervalos de sua escrita, o escritor respira ao som de um jukebox, que toca canções do músico Nick Cave.

 

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Mulheres do Século 20: Drama de Mike Mills.

Sinopse: Na Califórnia dos anos 70, uma mãe tenta cuidar de sua família da melhor forma possível enquanto também procura respostas para as vidas de suas duas jovens amigas – uma fotógrafa apaixonada pela cultura punk e uma amiga de seu filho.

 

2484_capaO Mundo Fora do Lugar: Drama de Margarethe Von Trotta.

Sinopse: Em uma tarde qualquer, Paul Kromberger se depara na internet com uma fotografia da diva da ópera americana Caterina Fabiana, uma mulher aflitivamente parecida com sua já falecida esposa Evelyn. Em pouco tempo, sua inquietação a respeito da semelhança das duas é transferida a sua filha, Sophie, que, curiosa, resolve cruzar o Atlântico para encontrar esta desconhecida. Em um primeiro encontro, Caterina parece desinformada sobre suas origens e relações familiares. Mas pouco a pouco vêm à tona segredos que vinham sendo guardados por décadas.

 

Poltrona Estreia/Estreias da Semana/Parte 01

Poltrona Estreia/Estreias da Semana/Parte 01

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O Espaço Entre Nós: Romance, Ficção Científica e Drama de Peter Chelsom.

Sinopse: O adolescente Gardner Elliot é o primeiro humano nascido em solo marciano. Mas ele deseja fazer uma viagem à Terra para conhecer a verdade sobre seu pai biológico, e sobre seu nascimento. Nesta jornada, ele tem o apoio de Tulsa.

 

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A Vigilante do Amanhã – Ghost In The Shell: Ação de Rupert Sanders.

Sinopse: Num mundo pós 2029, cérebros se fundem facilmente a computadores e a tecnologia está em todos os lugares. Motoko Kusanagi, conhecida como Major, é uma ciborgue com experiência militar que comanda um esquadrão de elite especializado em combater crimes cibernéticos.

 

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O Poderoso Chefinho: Infantil do diretor Tom McGrath.

Sinopse: Um bebê falante que usa terno e carrega uma maleta misteriosa une forças com seu irmão mais velho invejoso para impedir que um inescrupuloso CEO acabe com o amor no mundo. A missão é salvar os pais, impedir a catástrofe e provar que o mais intenso dos sentimentos é uma poderosa força.

 
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A Glória e a Graça: Drama brasileiro do diretor Flávio R. Tambellini.
Sinopse: O filme conta a história de Glória, travesti bem sucedida e feliz com suas conquistas mas que vive distante de Graça, sua irmã. Quando Graça descobre uma doença terminal, as duas vão tentar aproximar as famílias para restabelecer as relações entre os primos.
Por: Vitor Arouca
Octavia Spencer divulga filme ‘A Cabana’ no Rio: “Amei poder interpretar o Todo-Poderoso”

Octavia Spencer divulga filme ‘A Cabana’ no Rio: “Amei poder interpretar o Todo-Poderoso”

Octavia Spencer durante coletiva de lançamento de ‘A Cabana’. (Crédito: Anderson Borde / AgNews)
Após brilhar em ‘Estrelas Além do Tempo’, filme pelo qual recebeu indicação ao Oscar de melhor atriz coadjuvante, Octavia Spencer esteve no Brasil para divulgar seu mais novo trabalho. Baseado no best-seller de William P. Young, ‘A Cabana’ estreia em 6 de abril no circuito nacional, que contará com Sam Worthington (Avatar) e a brasileira Alice Braga no elenco.

No filme, Octavia interpreta Deus, ou ‘Papa’, como foi carinhosamente conhecida, e ajuda o personagem de Sam Worthington numa importante jornada espiritual a superar a perda de Missy (Amélie Eve), sua filha mais nova. A atriz recebeu a imprensa na última segunda-feira (27) em um hotel na Zona Sul do Rio de Janeiro, comentou sobre seu trabalho no filme e respondeu a perguntas sobre assuntos ligados à fé e religião.

Octavia revelou como foi a preparação para o personagem e que não seguiu nenhuma referência para interpretar Deus: “Trabalhei com um pastor local e li alguns livros sobre o cristianismo. Mas quando se interpreta Deus, não há exatamente um parâmetro ou um padrão a se seguir. Busquei encarar essa relação de Deus no filme como uma mãe que reencontra seu filho. Converso com Deus todos os dias, essa é a única forma de começar o dia bem. Então começo o dia com oração e meditação. Eu me considero uma serva e uma filha de Deus, mas isso é meio esquizofrênico quando se está interpretando Deus, então tentei separar completamente isso e abordar o papel do ponto de vista de uma mãe acolhendo seu filho”, disse.

Para a atriz, apesar dos males que infestam o mundo, ainda é possível existir harmonia entre as pessoas e acredita em cura espiritual: “Violência e ódio existem desde o início dos tempos, mas se deixarmos de lado nossas diferenças vamos perceber que todos nós queremos as mesmas coisas, que são a felicidade, o bem para os nossos filhos, um mundo melhor. Claro que sempre vão existir aquelas pessoas que querem mais e é por isso que surgem as guerras e toda a maldade que existe no mundo. Mas também acredito que muitas dessas pessoas só fazem o mal por estarem feridas, então se elas conseguirem algum tipo de cura interior através do filme, isso já seria ótimo.”

Orgulho

Octavia Spencer revela que se sentiu orgulhosa em interpretar o Todo-Poderoso e defendeu a forma como foi retratada a Santa Trindade no filme: “Amei poder interpretar o Todo-Poderoso e acredito que Deus fez todos nós à sua semelhança e o fato de o escritor incluir latinos, asiáticos e afro-americanos só reforça essa crença e não enfraquece em nada o cristianismo. Não acho que o filme esteja fazendo uma apologia ou dizendo que Deus é uma mulher negra, mas que Deus está em cada um de nós”, afirmou Octavia.

Questionada se a participação em ‘A Cabana’ mudou sua vida, Octavia frisou: “Gosto de acreditar que sempre fui o mesmo tipo de pessoa, que sempre vivi minha vida seguindo a regra de ouro: trate as pessoas como você gostaria de ser tratada. O que mudou para mim é que, assim como o personagem principal, percebi que também tinha questões dentro de mim com as quais precisava trabalhar e me libertar, e pude crescer espiritualmente e como pessoa”, concluiu.

Por: Cesar Augusto Mota

Poltrona Cabine: A Cabana

Poltrona Cabine: A Cabana

Baseado no best-seller do escritor canadense William P. Young, ‘A Cabana’ estreia nos cinemas brasileiros em 6 de abril e vem para transmitir importantes mensagens sobre amor e perdão, principalmente numa época de intolerância e de intensos conflitos no mundo em que vivemos. No elenco, destaque para Octavia Spencer, vencedora do Oscar de melhor atriz coadjuvante de 2012, no papel de Deus, ou Papa, como é carinhosamente conhecida.

A história nos traz o drama vivido por Mack Phillips (Sam Worthington), ocorrido após uma terrível tragédia que envolveu Missy (Amélie Eve), sua filha mais nova, mudando a vida de todos para sempre. A partir daí, Mack entrou em depressão e passou a enfrentar uma crise que abalou sua fé, chegando até mesmo a questionar se Deus era mesmo bom por permitir que coisas ruins acontecessem. Mas tudo começa a mudar quando Mack recebe uma misteriosa carta que o convida a ir para uma cabana no deserto de Oregon e lá encontra um grupo composto por três pessoas que irão ajudá-lo a superar o trauma e mostrar a vida por outro ângulo.

O filme começa num ritmo tenso, mas na medida em que vai evoluindo, o espectador passa a ser apresentado a um ambiente carregado de leveza aliado a uma bela paisagem, com flores, insetos e intensa luz solar, além das importantes intervenções dos atores. Mesmo diante de um bonito cenário e de conhecer Papa (Spencer), Jesus (Avive Alush) e Sarayu (Sumire), Mack se mostra bastante cético, além de bastante traumatizado e consumido pela raiva. Apesar de ter o livre arbítrio de sair da cabana e voltar para sua família, Mack é convencido a ficar e buscar a cura interior.

O que parece ser um enorme desafio se transforma em uma importante jornada espiritual de Mack, com direito a cenas que fazem alusão a alguns acontecimentos bíblicos, além de uma importante participação de Alice Braga como Sabedoria, que mostrará a Mack a maneira como ele trata as pessoas ao seu redor, bem como a forma que ele enxerga os ensinamentos divinos. Esse momento da trama será fundamental para o processo vivido por Mack, que busca se libertar de um passado trágico e se tornar uma pessoa mais evoluída espiritualmente. Ele terá a chance de mais uma vez se redimir com Papa, com quem foi ríspido antes, bem como de ajudar sua família, afetada por seu isolamento e comportamento frio.

Além da bela fotografia e da excelente montagem, nos deparamos com um importante trabalho feito pelo diretor Stuart Hazeldine, que consegue fazer uma perfeita adaptação do livro para as telonas, um trabalho que nem sempre é feito com precisão e eficiência. O desempenho dos atores é excepcional, com um perfeito entrosamento e importantes mensagens transmitidas por todos, o que vai certamente mobilizar e conquistar o público.

‘A Cabana’ vem para nos mostrar que é possível alterar o mundo em que vivemos e que não estamos imunes aos males que nos cercam, mas antes de se pensar em modificar o mundo devemos mudar a nós mesmos. Certamente um filme que vai emocionar e cativar toda a família e lotar as salas de exibição.

 

 

Por: Cesar Augusto Mota

Poltrona Cabine: O Poderoso Chefinho

Poltrona Cabine: O Poderoso Chefinho

Timothy, um garoto adorável de 7 anos, é o centro das atenções e vive feliz com sua família, com direito a canção composta e cantada por seus pais antes de dormir. Tudo parece bem, até uma chegada inesperada e que vai impactar a vida de todos: um bebê de terninho preto, que carrega uma maleta e veio em uma missão secreta. ‘O Poderoso Chefinho’ é a nova aposta da Fox Film no gênero animação e que tem tudo para fazer o público se apaixonar pelos personagens e se encantar com a história.

De início, Timothy fica com ciúmes, uma reação normal para quem antes era filho único e vê o novo integrante dominar a casa e todos, mas quando descobre que o bebê sabe falar e está por trás de uma missão um tanto arriscada, faz de tudo para conseguir provas e mostrar aos seus pais que seu novo irmãozinho não é quem aparenta ser. Logicamente, não será nada fácil. Ambos ficam em pé de guerra, nos garantindo muitas risadas.

O roteiro é muito bem construído, com cenas que fazem referências a grandes sucessos, além de interações dinâmicas e cômicas do bebê e de Timothy, que brigam em boa parte da trama, mas posteriormente se juntam na busca por seus objetivos individuais. Não poderei contar mais porque perde a graça e estraga a surpresa, ok? Sem dúvidas você se envolverá mais com a história na medida em que ela for se desdobrando e vai ter grandes surpresas.

Além de uma excelente fotografia e uma história divertida para toda a família, contada sob o ponto de vista de Timothy, “O Poderoso Chefinho’ nos transmite mensagens e valores importantes, como a importância da família e o amor, capaz de transformar as relações humanas e proporcionar momentos inesquecíveis.
Outro ponto alto do filme foi a junção de realidade com a imaginação de Timothy, que muitas vezes se confundem durante a trama e cativam o público. Com muita criatividade e coragem, momentos que parecem difíceis se tornam mágicos e tornam as constantes intervenções do bebê e de Timothy ainda mais divertida, transformando um importante conflito numa hilária aventura.

Com direção de Tom McGrath, o mesmo dos sucessos ‘Madagascar’ e Megamente’, ‘O Poderoso Chefinho’ contará com as vozes em inglês de Steve Buscemi (Francis E. Francis), Alec Baldwin (Chefinho), Lisa Kudrow (mãe), Patton Oswalt (Narrador, Tim mais velho), Jimmy Kimmel (Pai) e ViviAnn Yee (Stacy). Na versão dublada, a voz de Janice, a mãe, será de Giovanna Antonelli. A estreia no circuito nacional será no dia 30 de março de 2017.

 

 

Por: Cesar Augusto Mota

 

Sobral-O Homem que não tinha Preço: Cineasta destaca trajetória de advogado que enfrentou a ditadura militar

Sobral-O Homem que não tinha Preço: Cineasta destaca trajetória de advogado que enfrentou a ditadura militar

Em 1984, a ditadura militar dava seus últimos suspiros. O Brasil vivia a onda dos comícios pelas Diretas. No evento realizado na Cinelândia, no Centro do Rio de Janeiro, uma garota de 16 anos chamada Paula Fiúza foi com seus amigos participar daquele momento importante. O local estava tomado pela multidão que desejava ter de volta o direito de eleger o presidente da Repú­blica. No palco daquele comício estavam Tancredo Neves, Ulysses Guimarães e um senhor de quase 90 anos, com voz firme, falando ao microfone o artigo primeiro da Constituição Federal: “Todo o poder emana do povo”. A menina Paula viu naquele instante, diante da multidão que tomava conta da Cinelândia, a força e a importância que seu avô Heráclito Sobral Pinto tinha para a história do Brasil. Assim começa o filme “Sobral — O Homem que não Tinha Preço”, dirigido pela neta do protagonista.

Com depoimentos de pessoas que conviveram com Sobral Pinto e com imagens de entrevistas, Paula apresenta no filme a trajetória do advogado que foi fiel às suas convicções e tinha uma fé inquebrantável no Direito. Sobral, um católico conservador, não viu empecilhos em defender Luís Carlos Prestes quando fora preso durante o Estado Novo. As péssimas condições vividas pelos presos políticos nas cadeias fez com que Sobral usasse a lei de proteção aos animais para garantir as mínimas condições aos perseguidos pela ditadura getulista. No filme aparece os velhinhos Sobral e Prestes conversando como bons amigos, mesmo que as visões de mundo de cada um fizessem com que os dois seguissem caminhos opostos. Sobral ajudaria Prestes a salvar sua filha Anita quando sua mulher Olga Benario fora deportada para a Alemanha nazista. Anita aparece no filme e afirma que Sobral foi seu segundo pai.

Sobral defendeu em meados dos anos 1950, a posse de Juscelino Kubitschek na Presidência da República. Mesmo sendo udenista, o advogado ficou ao lado da lei que garantia a posse ao vencedor do pleito de 1955. Quando tomou posse no ano seguinte, Kubitschek pretendia indicar Sobral para o Supremo Tribunal Federal, mas ele declinou do convite, pois poderia parecer uma troca de favor do presidente já que o advogado apoiara sua posse.

Durante a ditadura militar, Sobral Pinto foi defensor dos presos políticos. Era a segunda vez que o advogado se colocava contra uma ditadura autoritária. Sobral reconheceu que apoiou o golpe contra João Goulart por conta do perigo comunista, mas retirou o apoio assim que percebeu que os militares permaneceriam no poder por um longo tempo.

No início dos anos 1970, Sobral estava em Goiânia. Ele seria o paraninfo de uma turma de Direito. Um major bateu na porta do seu quarto. Tinha em mãos uma ordem de prisão expedida pelo presidente da República. Sobral disse: “O senhor é major, portanto, tem o dever de cumprir as ordens de um general. Mas eu sou um paisana e não devo cumprir ordens de um major”. Mesmo assim, Sobral foi preso e levado para Brasília.

O filme também mostra o “outro lado” de Sobral. Em 1955, Lutero Vargas acusou o advogado de ter um caso extraconjugal. Católico fervoroso, Sobral sentiu-se envergonhado pela traição. Reuniu a família em sua casa e explicou o que havia acontecido. Como afirma uma de suas filhas no filme, era como se Sobral saísse do pedestal que todos o colocaram por conta de sua atuação como advogado e se transformasse em um ser humano, uma pessoa próxima.

O que chama a atenção no filme é a força com que Sobral Pinto defende o Direito. Com 90 anos, sua voz estava límpida, os punhos fechados como se, ao relembrar os tempos de luta, estivessem a postos para enfrentar mais um inimigo. O advogado dizia que aquela força advinha da sua fé. Quando perguntado sobre qual mensagem deixaria aos jovens, Sobral pediu que retornassem ao Direito antes da Primeira Guerra Mundial, quando não era necessária a força da violência. Pediu aos “moços” que usassem a força das palavras e o poder da argumentação. Um pedido mais do que necessário nos dias de hoje.

O filme “Sobral — O Homem que não Tinha Preço” está em cartaz nos cinemas justamente no momento em que os mensaleiros estão presos. Um momento mais do que adequado para se ver o filme sobre um homem que enfrentou duas ditaduras e defendeu pessoas das mais variadas visões de mundo porque tinha fé no Direito e no poder de argumentação.

Carlos César Higa é mestrando em História pela Universidade Federal de Goiás.