Poltrona Estreia/ Estreias da Semana

Poltrona Estreia/ Estreias da Semana

maxresdefaultComo Nossos Pais: Drama de Laís Bodanzky. Elenco – Maria Ribeiro, Clarisse Abujamra, Paulo Vilhena, Felipe Rocha, Jorge Mautner, Herson Capri, Sophia Valverde, Annalara Prates.

Sinopse: Rosa é uma mulher que se encontra em uma fase peculiar de sua vida, marcada por conflitos pessoais e geracionais: ao mesmo tempo em que precisa desenvolver sua habilidade como mãe de suas filhas, manter seus sonhos, seus objetivos profissionais e enfrentar as dificuldades do casamento, Rosa também continua sendo filha de sua mãe, Clarice, com quem possui uma relação cheia de conflitos.

Resenha do Filme: https://poltronadecinema.wordpress.com/2017/08/29/poltrona-cabine-como-nossos-pais-por-vitor-arouca/

 

913534603ab6b4ea8327b4e2c1821517_XLOs Guardiões: Ação de Sarik Andreasyan.

Sinopse: Em plena Guerra Fria, uma organização secreta chamada “Patriota” recrutou um grupo de super-heróis russos, modificando o DNA de quatro indivíduos, com o objetivo de defender o país de ameaças sobrenaturais. Arsus, Khan, Ler e Xenia representam os diferentes povos que compõem a União Soviética, e mantêm suas identidades bem guardadas para, também, não expor aqueles que têm a missão de proteger.

 

Resenha do Filme: https://poltronadecinema.wordpress.com/2017/08/30/poltrona-cabine-os-guardioes-cesar-augusto-mota/

 

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Atômica: Suspense, Espionagem e Ação de David Leitch.

Sinopse: Lorraine Broughton, uma agente disfarçada do MI6, é enviada para Berlim durante a Guerra Fria para investigar o assassinato de um oficial e recuperar uma lista perdida de agentes duplos. Ao lado de David Percival, chefe da localidade, a assassina brutal usará todas as suas habilidades nesse confronto de espiões.

 

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Dupla Explosiva: Ação de Patrick Hughes.

Sinopse: O principal guarda-costas do mundo possui um novo cliente: um assassino de aluguel que precisa testemunhar na Corte Internacional de Justiça. Por anos eles estavam em lados opostos de um tiro, mas agora eles estão presos juntos. Eles precisam colocar as diferenças de lado para chegarem ao julgamento a tempo.

 

2650_capa.jpgEmoji – O Filme: Animação de Tony Leondis.

Sinopse: Textopolis é a cidade onde os Emojis favoritos dos usuários de smartphones vivem e trabalham. Lá, todos eles vivem em função de um sonho: serem usados nos textos dos humanos. Todos estão acostumados a ter somente uma expressão facial – com exceção de Gene, que nasceu com um bug em seu sistema, que o permite trocar de rosto através de um filtro especial. Determinado à se tornar um emoji normal como todos os outros, ele vai encarar uma jornada fantástica através dos aplicativos de celulares mais populares desta geração  e no meio do caminho, claro, fazer novos amigos.

Por: Vitor Arouca

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Primeira Mostra Raridades do Cinema Francês

Primeira Mostra Raridades do Cinema Francês

A Primeira Mostra Raridades do Cinema Francês vai acontecer a partir do dia 31 de agosto no Cine Joia de Copacabana. A mostra vai até o dia 13 de setembro. Os ingressos são baratos, custam R$8. Vejam a seguir a programação do evento.

 

Coração de Espinhos (2014, 83’, drama)

Classificação: 16 anos – Direção: Julia Kowalski

Sinopse:  Jozef, um trabalhador polonês, desembarca na França para procurar seu filho Roman, que ele abandonou quinze anos atrás. Ele tenta encontrá-lo com a ajuda de Rose, filha de seu patrão, sem saber que irá mudar a vida dos dois adolescentes.

Sessões: 01.09 – 16:15; 04.09 – 14:30; 05.09 – 20:00; 09.09 – 14:00; 11.09 – 17:30

Corniche Kennedy (2016, 94’, drama)

Classificação: 16 anos – Direção: Dominique Cabrera

Sinopse: Corniche Kennedy. No azul do Mediterrâneo, no sopé das moradias de luxo, os jovens de Marselha desafiam as leis da gravidade. Meninas e meninos mergulham, voam, correm riscos de viver mais fortes.

Sessões: 01.09 – 18:15; 04.09 – 20:15; 07.09 – 13:30; 12.09 – 18:30

 

A Lei da Selva (2016, 99’, comédia)

Classificação: 16 anos – Direção: Antonin Peratjatko

Sinopse: Marc Châtaigne é um estagiário do Ministério da Norma, enviado a Guiana para o lançamento da primeira estação de esqui da Amazônia. Durante sua estadia no local, Marc fica perdido na selva com Tarzan, aprendiz no Instituto Nacional de Florestas.

Sessões: 01.09 – 14:15; 05.09 – 18:00; 07.09 – 15:30; 10.09 – 16:00; 13.09 – 14:30

 

Mercenário (2015, 104’, drama)

Classificação: 16 anos – Direção: Sasha Wolff

Sinopse: Soane, um jovem caledônio de origem galesa, tem um sonho: tornar-se um jogador de rúgbi. Para isso, no entanto, ele precisa deixar o seu lar para trás e se mudar para a metrópole, algo que deixa o seu pai, uma figura autoritária, pouco feliz. Contrariando as expectativas da família e enfrentando as dificuldades e as barreiras de identidade e nacionalidade, Soane vai em busca do seu sonho.

Sessões: 04.09 – 16:25; 06.09 – 16:15; 12.09 – 16:30; 13.09 – 18:30

 

Outsider (2017, 117’, Drama)

Direção: Christophe Barratier  – Classificação: 16 anos

Sinopse: Principal nome em uma das maiores fraudes bancárias da história mundial, Jérôme Kerviel, um jovem ainda comerciante, acabou por se tornar extremamente famoso após participar do escândalo na instituição financeira parisiense Société Générale. As atividades fraudulentas foram responsáveis por um enorme rombo na bolsa, em 2008, quando a crise mundial ainda engatinhava.

Sessões: 31.08 – 16:15; 03.09 – 14:00; 06.09 – 18:15; 08.09 – 14:30; 11.09 – 15:30

 

Berthe Morisot (2012, 100, drama)

Classificação: 16 anos – Direção: Caroline Champetier

Sinopse: 1865. Com 25 anos, Berthe Morisot sonha em viver de sua pintura, em poder não se casar e em sempre ficar com sua irmã Edma. Seus pais não vêem sua existência da mesma maneira e planejam um destino mais conformado à sua época. Berthe se rebela e seu encontro com Manet vai mudar seu pensamento e sua relação com sua irmã, vai fazê-la questionar sua relação com a pintura e o mundo. O destino de uma mulher que se tornará a primeira pintora profissional e a primeira impressionista.

Sessões: 02.09 – 13:30; 04.09 – 18:20; 06.09 – 14:15; 08.09 – 16:30; 12.09 – 14:30

 

O Filho de Jean (2016, 98’, drama/comédia)

Classificação: 16 anos – Direção: Philippe Lioret

Sinopse: Mathieu nunca conheceu seu pai. Sua mãe sempre disse que ele foi fruto de um relacionamento de uma noite só. Numa manhã, no seu apartamento em Paris, ele recebe uma ligação do Quebec dizendo que seu pai morreu. Mathieu decide ir ao funeral, mas até então ninguém sabia de sua existência.

Sessões: 31.08 – 14:15; 02.09 – 15:10; 05.09 – 16:00; 07.09 – 17:30; 10.09 – 14:00; 13.09 – 16:30

 

 

Tempestade (2016, 89’, drama)

Classificação: 16 anos – Direção: Samuel Collardey

Sinopse: Aos 36 anos, Dom é um marinheiro a bordo do Petit Gael II, um barco de pesca do porto de Sables d’Olonne, numa temporada de três semanas no mar. Desde seu divórcio, um ano atrás, sua filha Mailys, e seu filho Matteo, escolheram viver com ele, apesar de sua ausência. Quando Mailys fica grávida, Dom percebe que ele deve fazer escolhas.

Sessões: 31.08 – 18:15; 03.09 – 16:00; 05.09 – 14:00; 07.09 – 19:30; 11.09 – 13:30

 

Evento: 1a Mostra Raridades do Cinema Francês – Período: 31 de Agosto a 13 de Setembro. Preço: R$ 8.00 

Local: Cine Joia Copacabana – Avenida Nossa Senhora de Copacabana 680 – Subsolo. RJ

 

Por Anna Barros

Festival de Veneza começa nesta quarta, dia 30 e homenageará lendas de Hollywood

Festival de Veneza começa nesta quarta, dia 30 e homenageará lendas de Hollywood

Nesta quarta, dia 30, começa o Festival de Veneza,  um dos mais charmosos do cinema principalmente pela quantidade de artistas renomados que o frequentam e pela vista maravilhosa da cidade mais romântica da Itália. O local é o Lido.

 

O tapete vermelho do festival de cinema mais antigo do mundo receberá este ano lendas de Hollywood como Jane Fonda e Robert Redford, que receberão o Leão de Ouro por suas carreiras, além de Matt Damon, Ethan Hawke, George Clooney, Javier Bardem, Penélope Cruz, Michelle Pfeiffer, Helen Mirren, Julianne Moore e Frances McDormand.

O filme de ficção científica “Downsizing”, do americano Alexandre Payne, com Matt Damon, Christoph Waltz e Kristen Wiig, abrirá a competição oficial, confirmando mais uma vez a excelente relação entre o cinema dos Estados Unidos e o festival.

Há alguns anos, Veneza se tornou a plataforma para o início da trajetória de alguns filmes que seriam premiados com várias estatuetas do Oscar, casos de “Gravidade”, “Birdman”, “Spotlight” e “La la Land”.

Vinte e um filmes, todos estreias mundiais, disputarão o Leão de Ouro: cinco produções americanas, quatro italianas, duas britânicas, três francesas, uma mexicana, uma australiana, uma israelense, um libanesa, uma japonesa e duas chinesas.

O mexicano Guillermo del Toro, com “The Shape of Water”, está na disputa, assim como os novos filmes de George Clooney, Darren Aronofsky, Paul Schrader e Payne, entre outros.

A expectativa é muito grande a respeito de “Suburbicon”, o novo trabalho de Clooney como diretor, com roteiro dos irmãos Coen.

Ambientado no início dos anos 1960, o drama familiar vai competir com o potencial sucesso de bilheteria “Mãe!”, do também americano Darren Aronofsky (“Cisne Negro”), uma história de terror com Jennifer Lawrence e Javier Bardem.

O grupo americano é completado por Paul Schrader e seu “First Reformed”, protagonizado por Ethan Hawke, e pelo documentarista Frederick Wiseman com uma imersão de três horas na biblioteca de Nova York (“Ex-Libris”).

Figuras conhecidas retornam ao Lido, como o franco-tunisiano Abdellatif Kechiche, premiado em Veneza em 2007 por “O Segredo do Grão” e que exibirá “Mektoub, My Love”. O israelense Samuel Maoz, vencedor em 2009 do Leão de Ouro com seu original filme de guerra “Lebanon”, espera repetir a façanha com “Foxtrot”.

Veneza também vai assistir ao documentário “Human Flow”, do artista e ativista chinês Ai Weiwei, um trabalho sobre a crise dos refugiados na Europa e no mundo.

Fora de competição, o festival receberá o consagrado cineasta britânico Stephen Frears, que exibirá “Victoria & Abdul”.

O Brasil será representado apenas pelo curta-metragem “Meninas formicida”, de João Paulo Miranda, que disputará a mostra competitiva da categoria com outras 11 produções.

Por Anna Barros

Poltrona Cabine: Os Guardiões/ Cesar Augusto Mota

Poltrona Cabine: Os Guardiões/ Cesar Augusto Mota

Você, sem dúvida, já se empolgou com um trailer que continha cenas de ação, muita adrenalina e perseguições, mas na hora de conferir o filme se decepcionou, não é? Está chegando ao circuito nacional uma produção russa que tenta bater de frente com os super-heróis da aclamada DC Comics e Marvel. Tarefa ingrata para ‘Os Guardiões’, do diretor Sarik Andreasyan.

A narrativa acompanha um grupo de quatro pessoas dotadas de superpoderes que foram submetidas à experimentos e alteradas geneticamente durante a Guerra Fria, na extinta União Soviética. São eles: Ler (Sebastien Sisak); dotado por uma força colossal e capacidade de lançar blocos de pedra contra seus inimigos, Khan; (Sanzhar Madiyev), um habilidoso em artes marciais e no manuseio de lâminas circulares  bem afiadas, Kseniya (Alina Lanina); uma poderosa acrobata e com dotável invisibilidade num simples contato com a água, além de Arsus (Anton Pampushnyy); um lutador que pode se transformar em urso e sempre com uma metralhadora giratória em mãos.

Todos eles se juntam e formam o quarteto Patriotas, numa importante e difícil tarefa: derrotar August Kuratov (Stanislav Shirin), um general que possui uma poderosa máquina de clones e está disposto a dominar Moscou e a controlar o mundo. Ao se deparar com esse primeiro ato, você  tem a impressão de já ter visto antes histórias parecidas e personagens com características semelhantes, remetendo a filmes norte-americanos que não fizeram muito sucesso, como ‘Quarteto Fantástico’ e ‘Esquadrão Suicida’, certo?

O roteiro contém uma premissa bastante clichê, não inova, além de ter um problema grave, quase não possui diálogos. O filme é movido mais pelos cenários, pancadarias e efeitos especiais, as falas são muito rasas e bastante genéricas, nada que empolgue. Tudo é muito rápido, você não tem tempo para respirar e ter um envolvimento emocional com os personagens, a produção não permitiu isso, foi mais um teste de resistência do que propriamente um entretenimento.

A duração do filme é muito curta, de apenas 90 minutos, e isso prejudica a produção em vários quesitos, além da montagem e edição. Falhas são nitidamente perceptíveis e a história ficou muito pobre, sem aprofundamento, impressão de que tudo foi feito às pressas a tempo de ser entregue. Uma produção como essa requer um certo jogo de cintura, mas que seja capaz de apresentar algo mais rico e sólido ao espectador.  Além de maiores desdobramentos na história, não há muitas alternativas aos protagonistas na luta contra Kuratov, todas as ações são previsíveis e sem muito alarde.

As atuações do elenco são competentes, não são esplendorosas, mas chamam a atenção, principalmente de Stanislav Shirin no papel do vilão, ele traz um jeito caricato com sua aparência bizarra, além de conseguir arrancar muitas risadas, algo difícil para quem é o antagonista da trama. Os quatro atores na pele dos integrantes do grupo Patriotas também se mostraram firmes, seus personagens possuem características interessantes, além de carregarem alguns segredos, e tudo isso faz os espectadores quererem acompanhar a história até seu desfecho, mesmo com tantos defeitos.

Apesar de não termos tantos filmes russos no circuito nacional, ficamos curiosos e na expectativa para ver o que a Rússia é capaz de apresentar. A intenção do diretor em querer trazer personagens que refletissem as tradições e a força dos antigos povos da União Soviética é bastante louvável, desde que houvesse um roteiro capaz de trazer uma história mais bem trabalhada, além de mais diálogos e possíveis reviravoltas. Vale a pena ver ‘Os Guardiões’ pela curiosidade, nada além disso.

Não saia da sala, há uma cena pós-crédito, com gancho para uma continuação. Que venha na próxima vez um filme longo e um roteiro que ofereça uma história mais complexa, rica em desdobramentos e efeitos especiais mais bem trabalhados. Fiquemos na torcida.

Avaliação: 3,5/5 Poltronas.

 

 

Por: Cesar Augusto Mota

Poltrona Cabine/ Como Nossos Pais/ Por: Vitor Arouca

Poltrona Cabine/ Como Nossos Pais/ Por: Vitor Arouca

maxresdefaultClarice e Rosa tem uma relação problemática de mãe e filha. Uma revelação de Clarice deixa sua filha chateada e com raiva. Rosa e Dado são casados e pais de Juliana e Nara. Rosa trabalha com projetos de cerâmica de banheiro e o marido é ambientalista.

Por trabalhar com o meio ambiente e defendendo as causas da Mata Atlântica, Dado vive viajando e a responsabilidade de pai fica em segundo plano. Rosa trabalha em casa e tem que se virar com as suas responsabilidades profissionais e as pessoais que praticamente realiza sozinha e isso deixa o relacionamento com o marido conturbado.

O filme é um verdadeiro conflito familiar passado de geração em geração que envolve a todos, mas o amor de filha e mãe, mesmo com o erro de Clarice faz essa relação ficar bem melhor. Além de retratar a semelhança do jeito e atitudes entre pais e filhos.

Um excelente filme brasileiro da diretora Laís Bodanzky. Grande atuação de Maria Ribeiro. Elenco: Clarice Abujamra, Paulo Vilhena, Herson Capri.

Estreia: Dia 31 de agosto.

Poltronas: 5/5

Poltrona Vintage: Woody Allen/Anna Barros

Poltrona Vintage: Woody Allen/Anna Barros

Woody Allen é meu cineasta favorito. Não consigo esconder isso de ninguém.  Vamos fazer um Top 5 de seus filmes vintage.

5- Noivo Neurótico, noiva nervosa

Esse filme é um clássico. O filme ganhou o Oscar de 1977 de Melhor Filme e desbancou a saga cult Guerra nas Estrelas, de George Lucas. A comédia mostra o relacionamento de Alvy e Annie. Aliás o título em inglês é Annie Hall. A escolha do título em português não foi lá muito feliz. Um humorista judeu e divorciado que faz análise há quinze anos, se apaixona por Annie Hall, uma cantora em início de carreira com uma cabeça um pouco complicada. Em pouco tempo eles decidem morar juntos, mas as crises conjugais começam a aparecer e afetar os sentimentos de ambos. O gênio McLuhan faz uma participação pra lá de especial. Esse filme é imperdível, um clássico woodyaleniano.

 

4- Manhattan

Um filme em preto e branco, mais cult impossível. E mostra uma cidade que a mim encanta muito: Nova  York. Com belas recordações e uma fotografia fascinante. E uma trilha de Robert Gershiwn!  Também nos faz refletir sobre o que realmente vale a pena na vida.

 

3- Hannah e suas irmãs

Adoro dramas familiares e amo histórias de irmãos. De irmãs então, melhor ainda! Filme delicioso em que Dianne West se sobressai e leva o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante. Allen se inspirou em As Três Irmãs, de Tchekkov, um de meus atores russos favoritos. Um de meus filmes favoritos!

 

2- A Era do rádio

Sou apaixonada por rádio e Allen contou também a sua paixão através dessa belezura de filme. Saudade do tempo em que trabalhei nesse maravilhoso veículo. A produção é marcada por várias histórias que são vivenciadas no decorrer do período áureo do rádio nos Estados Unidos — entre 1930 e 1940.

 

1- A Rosa Púrpura do Cairo

Como sou extremamente romântica, não poderia deixar de mencionar esse filme em que uma dona de casa acaba se apaixonando por um galã, personagem de seu filme favorito que ela sempre vê no cinema. Uma homenagem delicada e sensível da sétima arte que sempre nos faz amá-la mais e mais. Uma verdadeira aula de metalinguagem. Um dos melhores momentos é quando o personagem Tom Baxter (Jeff Daniels) sai do filme e entra na vida real e começa a perceber as diferenças e semelhanças que separam o mundo fictício e a realidade.

 

 

 

 

 

Musical protagonizado por Hugh Jackman ganha primeiro cartaz

Musical protagonizado por Hugh Jackman ganha primeiro cartaz

A Fox Films acaba de lançar o primeiro cartaz de ‘O Rei do Show’ (The Greatest Showman), protagonizado por Hugh Jackman. O ator australiano interpreta o artista P.T Barnum. Zendaya, Zac Efron e Michelle Willians também fazem parte do elenco. Veja abaixo.

‘O Rei do Show’ é um musical que celebra o show business e o sentimento de realização quando os sonhos acontecem. O filme conta a história de do visionário P.T Barnum, que criou o alucinante e hipnotizante espetáculo que virou sensação em todo o mundo.

O filme é dirigido por Michael Gracey, com músicas de Benj Pasek e Justin Paul (vencedores do Oscar por “La La Land”). Este será o segundo musical de Jackman, que já estrelou ‘Os Miseráveis’, em 2012, produção que lhe rendeu uma indicação ao Oscar.

A estreia está prevista para 24 de dezembro de 2017.

Por: Cesar Augusto Mota