HBO divulga filmes novos na programação

HBO divulga filmes novos na programação

O mês de novembro chega com quatro estreias fantásticas, repletas de surpresas para os assinantes da HBO. Todo sábado à noite, o público poderá assistir ao lançamento de um sucesso do cinema na tela da TV de casa e, para tornar a experiência ainda mais divertida, confira abaixo algumas curiosidades dos filmes que entrarão na programação do canal.

Dois Caras Legais (The Nice Guys)

Dia 04/11, às 22h, no canal HBO

Escrito e dirigido por Shane Black, de Máquina Mortífera, o projeto inicial era que o roteiro de Dois Caras Legais virasse uma série. Mas os planos foram por água abaixo quando o piloto pareceu não sair do lugar. Sorte do filme, que recebeu críticas positivas em todo o mundo.

Por suas atuações, Ryan Gosling e Russell Crowe  foram considerados “um duo perfeito da comédia. Imperdível!” para Jim Ferguson, da ABC-TV. Já a US Weekly, publicou que o filme é “sublime e bem-produzido”. “Um filme incrível”, disse Paul Salfen, da CBS-TV.

No longa, o detetive particular Holland March (Ryan Gosling) e o bandido Jackson Healy (Russell Crowe) são obrigados a trabalhar juntos para resolver dois casos: um desaparecimento e o suicídio de uma estrela de filmes pornô. Essas investigações levam os detetives a um mundo cheio de excentricidades e erotismo, além de uma aparente conspiração governamental.

Embalada por sucessos de Earth, Wind & Fire, Kool & The Gang e America, a trama desta comédia cheia de ação acontece em Los Angeles, na década de 70. A trilha sonora também conta com a música brasileira que marcou uma geração, “Garota de Ipanema”.

 

Anjos da Noite: Guerras de Sangue (Underworld : Blood Wars)

Dia 11/11, às 22h, no canal HBO

Este é o quinto filme da franquia, que começou em 2003 com Anjos da Noite, seguido por Anjos da Noite: A Evolução (2006), Anjos da Noite: A Rebelião (2009) e Anjos da Noite: O Despertar (2012). Desta vez, a destemida vampira Selene (Kate Beckinsale) precisa enfrentar os ataques selvagens dos clãs dos lobisomens e dos vampiros que a traíram. Com a ajuda do pai (Charles Dance) e do amigo David (Theo James), sua missão é deter a guerra entre lobisomens e vampiros a todo custo.

Anjos da Noite: Guerras de Sangue, de 2016, foi filmado na República Tcheca graças à abundância do estilo gótico na arquitetura do país e conta com três atores que já participaram de Game of Thrones, da HBO. São eles Charles Dance, que interpretou Tywin Lannister, Tobias Menzies, que retratou Edmure Tully e James Faulkner, que viveu Randyll Tarly.

Pelo papel de Selena, a atriz Kate Beckinsale já concorreu a prêmios no Saturn Awards, da Academy of Science Fiction, Fantasy & Horror Films, no Teen Choice Awards e no MTV Movie Awards. E tudo indica que ela viverá a personagem novamente, já que o sexto filme da saga está em desenvolvimento.

 

Raça (Race)

Dia 18/11, às 22h, no canal HBO

 

Dirigido por Stephen Hopkins, Raça é um drama biográfico sobre o lendário atleta Jesse Owens (Stephan James), que quebrou recordes e ganhou quatro medalhas de ouro nas Olimpíadas de Berlim em 1936. Após esse feito, foi criado o Prêmio Jesse Owens, o maior reconhecimento dos EUA para o melhor esportista de atletismo do ano.

Lançado em 2016, a data do filme coincide com o 80º aniversário das Olimpíadas de Verão de 1936. Naquela época, período em que Hitler pregava a supremacia ariana, viajar para a Alemanha se transformou em algo muito mais desafiador já que Owens era negro.

No entanto, graças ao apoio do seu treinador, Larry Snyder (Jason Sudeikis), Owens encarou as adversidades e fez história. Há poucas informações históricas sobre o treinador Larry Snyder. Para construir sua personalidade, o ator Jason Sudeikis se inspirou em Gene Hackman no longa Momentos Decisivos (1986) e em Kevin Costner no filme Sorte no Amor (1988).

As filhas de Jesse Owens deram todo o apoio à produção. O filme foi escrito por Joe Shrapnel e Anna Waterhouse, que entraram em contato com a família. As filhas de Owens viajaram para a França para conhecer os roteiristas pessoalmente e disseram que o roteiro era “reconfortante”. Elas estavam frequentemente no set e deram ao ator Stephan James uma visão detalhada sobre o tipo de homem que seu pai era.

O longa conta ainda com a atuação de Jeremy Irons, William Hurt e Carice van Houten, estrela de Game of Thrones da HBO.

 

Os Smurfs e a Vila Perdida (Smurfs: The Lost Village)

Dia 25/11, às 22h, no canal HBO

Demi Lovato dá voz à Smurfette nesta nova aventura. Nos outros dois filmes da franquia, lançados em 2011 e 2013, a personagem foi interpretada por Katy Perry. Outra novidade é a apresentação de um novo personagem: o extremamente curioso Nosey Smurf.

Além disso, em Os Smurfs e a Vila Perdida, o famoso chef Gordon Ramsay, do Kitchen Nightmares, dá vida a Baker Smurf. Pela primeira vez, ele participa de um filme sem representar a si mesmo.

A aventura começa com um misterioso mapa que leva Smurfette, Gênio, Robusto e Desastrado para uma trilha através do Bosque Proibido, habitado por criaturas mágicas, para encontrar uma misteriosa vila perdida. E mesmo com as adversidades do caminho, eles precisam correr para encontrar o local antes do malvado Gargamel. No Brasil, o vilão do longa conta com a dublagem do ator Rodrigo Lombardi.

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Netflix suspende gravações de House of Cards depois de escândalo envolvendo protagonista

Netflix suspende gravações de House of Cards depois de escândalo envolvendo protagonista

House of Cards

A Netflix decidiu suspender as gravações da temporada final de “House of Cards” após o surgimento de uma denúncia de abuso sexual contra o veterano Kevin Spacey. Nesta terça-feira (31), o serviço de streaming confirmou através de sua conta oficial no Twitter que as filmagens da produção estão paralisadas e que essa será sim a última temporada.

A produção na temporada final de ‘House of Cards’ está suspensa até segunda ordem. Isso nos dará tempo para analisar a situação atual com os nossos parceiros de produção da MRC. Os executivos estão no set esta semana para discutir com nosso elenco e equipe. Mais detalhes estão por vir“, informou a Netflix.

 

Essa é a primeira vez que o serviço de streaming se pronuncia sobre o caso desde que a alegação de abuso sexual envolvendo Kevin Spacey veio à tona. Numa entrevista ao Buzzfeed, o também ator Anthony Rapp revelou que em 1986, quando tinha 14 anos, foi assediado sexualmente por Kevin. No relato, Rapp disse que ele e Spacey eram amigos e trabalhavam na Broadway. Kevin, na época com 26 anos, convidou o rapaz para uma festa em seu apartamento, no entanto ao chegar lá, o jovem percebeu era o único adolescente no local e então passou a maior parte da noite em um quarto assistindo à televisão.

Ele disse que não sabia que a festa terminara e que estava sozinho no apartamento com Spacey até o ator mais velho aparecer na entrada do quarto. “Ele me pegou como um noivo pega a noiva na noite de núpcias. Mas eu não cheguei a me afastar inicialmente porque fiquei em choque, pensando “O que está acontecendo?”. E então ele tentou subir em cima de mim. Ele estava tentando me seduzir, tentando ficar comigo sexualmente“, recordou Anthony, acrescentando ter conseguido se desvencilhar e fugir do local em seguida.

Por AnnaBarros

Thor = Ragnarok bate recorde de bilheteira na primeira semana no Brasil

Thor = Ragnarok bate recorde de bilheteira na primeira semana no Brasil

São Paulo, outubro de 2017 – “Thor – Ragnarok”, da Marvel Studios, chegou de maneira impressionante aos cinemas brasileiros. Considerado por diversos críticos especializados da imprensa como o melhor filme do herói Thor, o lançamento registrou R$ 26 milhões em bilheteria e mais de 1,5 milhão de espectadores no primeiro final de semana. O resultado coloca o lançamento no terceiro lugar de maior abertura da Marvel Studios no Brasil, atrás de “Vingadores – Era de Ultron” e “Capitão América – Guerra Civil”. O filme estreou na última quinta-feira, 26 de outubro.

Em “Thor – Ragnarok”, da Marvel Studios, Thor está aprisionado do outro lado do universo sem seu poderoso martelo e precisa correr contra o tempo e para evitar o Ragnarok — a destruição de sua terra natal e o fim da civilização de Asgard pelas mãos de uma nova e poderosa ameaça, a impiedosa Hela. Mas antes ele deve sobreviver a um duelo mortal numa arena de gladiadores onde seu adversário é um antigo aliado e colega Vingador – o Incrível Hulk! “Thor – Ragnarok” tem direção de Taika Waititi e o retorno de Chris Hemsworth estrelando como Thor e Tom Hiddleston reprisando seu papel como Loki. Junto com eles estão Cate Blanchett, Idris Elba, Jeff Goldblum, Tessa Thompson e Karl Urban, com Mark Ruffalo e Anthony Hopkins.

 

Veja a crítica do filme.

THOR – RAGNAROK

MARVEL STUDIOS BRASIL
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Gênero: Ação-Aventura
Classificação: Livre
Data de Lançamento no Brasil: 26 de Outubro de 2017
Tempo de Duração: 130 minutos
Elenco: Chris Hemsworth, Tom Hiddleston, Cate Blanchett, Idris Elba, Jeff Goldblum, Tessa Thompson, Karl Urban with Mark Ruffalo e Anthony Hopkins
Direção: Taika Waititi
Produção: Kevin Feige
Produção Executiva: Louis D’Esposito, Victoria Alonso, Brad Winderbaum, Thomas M. Hammel, Stan Lee
História: Craig Kyle & Christopher Yost e Eric Pearson
Roteiro: Eric Pearson

Poltrona Cabine: Visages, Villages/ Cesar Augusto Mota

Poltrona Cabine: Visages, Villages/ Cesar Augusto Mota

Que tal um documentário que traga uma linguagem diferente, imagética, capaz de cativar todos os públicos e com muitas histórias boas a serem contadas? Está chegando ao circuito o documentário francês “Visages, Villages”, protagonizada por dois grandes ícones da França, a cineasta Agnès Varda e o artista plástico JR. Juntos, eles vão trazer uma série de depoimentos, além de belos painéis em diversos vilarejos rurais do país.

A produção tem o estilo de um diário de viagem, no qual a dupla parte em um caminhão personalizado, estilo estúdio fotográfico, e na medida em que o veículo vai chegando a locais campestres dotados de antigas construções, depoimentos de pessoas acerca do local e de suas vidas são colhidos e todos são convidados a tirarem fotos no estúdio, com as imagens sendo ampliadas e feitas as devidas colagens nas fachadas das casas. Belíssimas obras de arte e ilustrações são apresentadas ao público e as paisagens ganham um novo significado.

Além de nos depararmos com uma grande parceria entre Agnès e JR, vemos muitas brincadeiras entre os dois e também muitas emoções transmitidas e belas histórias transmitidas pelos moradores dos diversos vilarejos visitados. A narrativa também nos brinda com excelentes narrações em off dos protagonistas, com suas impressões acerca das paisagens, da arte e da vida, além de belíssimas declamações poéticas feitas por ambos. Esse estilo de enredo não só impressiona pela novidade, como também pela beleza, tanto na paisagem, como nas palavras, autênticas obras-primas são compartilhadas com os espectadores.

Mas nem sempre predomina a harmonia durante a projeção, em dados momentos as paisagens são priorizadas e alguns depoimentos ficaram de lado, faltou um pouco de equilíbrio e uniformidade ao documentário, mas o saldo é positivo, não só o plano estético alegórico e belo pauta o documentário, como o conjunto de palavras e as atitudes dos moradores e agricultores fazem uma perfeita conexão, de que a felicidade é perfeitamente alcançável, e isso dependerá da forma como se enxerga a vida. E as colagens apresentadas durante a produção deram uma nova vida às fachadas e um novo significado para os vilarejos visitados, reforçando o espírito de persistência, de revitalização, importante na arte de contar histórias e nas lutas diárias.

Poético, alegórico, chamativo, tudo isso representa o documentário ‘Visages, Villages’. Um prato cheio aos amantes do campo, das paisagens, da poesia e fãs de histórias pessoais recheadas de aprendizado e lições de vida. Um tributo à vida e ao cinema, vale muito a pena.

Avaliação: 5/5 poltronas.

 

 

Por: Cesar Augusto Mota

Poltrona Cabine: Invisível/ Cesar Augusto Mota

Poltrona Cabine: Invisível/ Cesar Augusto Mota

Que o cinema argentino explora bem as relações humanas e com uma boa carga de dramaticidade em suas narrativas, isso é indiscutível, ainda mais com temas polêmicos. A bola da vez é o aborto, considerado ilegal na Argentina e admissível em casos bastante restritos, o que não é o caso da protagonista de ‘Invisível’, novo filme de Pablo Giorgelli (“Las Acacias”). A falta de opções faz a personagem central cair em desespero e se vê obrigada a amadurecer precocemente.

A história apresenta a jovem Ely (Mora Arenillas), 17 anos, estudante do último ano do Ensino Médio e moradora de um apartamento modesto em um conjunto habitacional no bairro La Boca, em Buenos Aires. Ela trabalha em um pet shop para completar sua renda familiar e vive com Susana (Mara Bastelli), sua mãe depressiva. Ao descobrir que está grávida de Raúl (Diego Cremonesi), dono do pet shop, o mundo de Ely desmorona e a garota terá que tomar uma decisão difícil em sua vida: ter ou não a criança? A partir daí começa uma autêntica odisseia para Ely, composta de muita aflição, desamparo, tristeza e solidão.

O roteiro introduz uma sequência lenta de ações, mas que possibilitam ao espectador criar empatia pela protagonista e sem julgamentos, afinal, Ely é um exemplo do que acontece com milhares de pessoas pelo mundo, o drama da gravidez não planejada e a falta de apoio dos pais e do Estado. Você não só se sensibiliza com a história, como também é convidado a refletir acerca da gestação na adolescência e a prática do aborto, ações infelizmente comuns na sociedade contemporânea. Debates sobre esses assuntos se fazem cada vez mais necessários, e os recursos utilizados pelo diretor Pablo Giorgelli são precisos e eficientes.

A câmera na mão acompanhando os passos de Ely, juntamente de enquadramentos fechados nos cômodos da casa e uma fotografia cinza nos momentos mais tensos demonstrados pela personagem ajudam a reforçar a atmosfera dramática e a demonstrar uma Ely cada vez mais isolada e invisível, essa última impressão reforçada pelo tratamento que recebe dos personagens secundários, como a indiferença dos colegas de escola, o apoio inicial e sumiço repentino da melhor amiga, a incapacidade da mãe em dar apoio devido à depressão e a indiferença e egoísmo do amante. Ely tenta levar sua vida a trancos e barrancos e fingir que nada aconteceu, mas se vê ignorada por todos ao seu redor e sem perspectivas de melhora, o que reforça o título do filme.

A atuação da jovem Mora Arenillas é segura e capaz de transparecer todo o sentimento de uma adolescente vulnerável, em apuros e quase sem apoio em um momento difícil. Arenillas teve o mérito de conseguir prender a atenção do espectador até o fim da história com o momento mais complicado e decisivo para a trama e vida de sua personagem.

A aposta do diretor Pablo Giorgelli em focar no conflito interno e reforçá-lo com elementos que ilustrem a melancolia, a tristeza, o desespero e a solidão fizeram o filme funcionar e cativar o público, além de proporcionar reflexões e transmitir mensagens importantes e que valorizem a ética, a moral, a família e a liberdade. Uma produção impactante, instigante e convidativa ao debate, para ver sem pensar duas vezes.

Avaliação: 4/5 poltronas.

 

 

Por: Cesar Augusto Mota

Top 5 Atores que Fazem Sempre o Mesmo Papel

Top 5 Atores que Fazem Sempre o Mesmo Papel

Salve galera.

 

Existem alguns atores que ficam marcados por sempre fazerem o mesmo papel em diversos filmes. Não digo o mesmo personagem, mas sim o mesmo estereótipo.

E por isso resolvi fazer este Top 5 Atores que Fazem Sempre o Mesmo Papel.

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Então logicamente estão fora desta lista atores como Daniel Radcliffe, que interpretou Harry Potter em 8 filmes, Harrison Ford que fez Indiana Jones em 4 ou Roger Moore que fez James Bond em 7.

 

5 – Danny Trejo

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Danny Trejo é sem escalada para fazer o papel de vilão mexicano no cinema, principalmente devido sua aparência: Trejo e alto, forte, tatuado e tem uma cara de sempre estar bravo.

Podemos ver este personagem nos filmes Con Air: A Rota da Fuga (1997), Triplo X (2002) e Um Drink no Inferno (1996).

 

4 – Jason Statham

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Nascido na Inglaterra, Statham além de ator é lutador profissional de artes marciais. E por seu estilo mais refinado, acaba sempre fazendo o papel de assassino profissional durão, que sabe de tudo: como dirigir em alta velocidade e atirar ao mesmo tempo enquanto beija a mocinha.

Destaque para suas atuações em Carga Explosiva (2002), Parker (2013) e Assassino a Preço Fixo (2011).

 

3 – Tommy Lee Jones

 

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O ganhador do Oscar de Melhor Ator Coadjuvante em 1994 acabou reprisando diversas vezes o papel que lhe rendeu o prêmio: de policial durão mas justo.

O papel em O Fugitivo (1993) pode ser visto também em Onde os Fracos Não tem Vez (2007) e Risco Duplo (1999).

 

2 – Adam Sandler

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Por mais que tente, Sandler nunca faz outro papel que não seja do homem irresponsável, tonto e amável. Muitas vezes parece que seus filmes são uma eterna continuação.

É só assistir A Herança de Mr. Deeds (2002), Happy Gilmore: Um Maluco no Golfe (1996), e O Rei da Água (1998).

 

1 – Johnny Deep

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Deep sempre fez sucesso por seus personagens mais excêntricos. E digo isso não apenas na maneira de se vestir, mas com trejeitos e ideias malucas. Porém parece que ele não consegue mais se livrar deles.

Basta assistir os filmes da série Piratas do Caribe, Cavaleiro Solitário (2013) e Alice no País das Maravilhas (2010).

 

Menção Honrosa: Tom Cruise

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Não importa o filme, seja ação, ficção, drama ou romance: Tom Cruise sempre faz uma cena correndo.

É só assistir a série Missão Impossível, Jerry Maguire: A Grande Virada (1996), Vanilla Sky (2001) e Colateral (2004).

 

@guimaraesedu

Curta-metragem sobre o estupro numa relação de casal

Curta-metragem sobre o estupro numa relação de casal

Existem várias formas de estupro e uma delas é dentro da relação entre um casal. Mesmo formando um par, o parceiro ou parceira não pode forçar uma relação sexual sem que o outro queira.

Este curta é francês e retrata o estupro do homem com a sua namorada. A idealizadora do filme, Chaloé Fontaine, teve a ideia depois de relatos de algumas amigas.

“Ela me contou que uma noite, ao chegar em casa com o namorado, tudo estava bem até irem se deitar. Ele queria transar e ela não. Ele passou a insistir, mais e mais. Ela continuou dizendo que não estava com vontade. E ele insistia. Ela me disse: ‘Eu não queria nada, mas era a única maneira de ele me deixar em paz, não?”. Poucos dias depois, outra amiga lhe contou um caso semelhante. Quando Fontaine sugeriu que se tratava de um estupro, a amiga respondeu: “Não pode ser estupro. Ele é meu namorado”. A partir daí, a atriz começou a buscar mais relatos e “infelizmente” não teve dificuldade para encontrá-los.

Je Suis Ordinaire pode ser traduzido como “Sou Comum”.

Por: Vitor Arouca