Fox Filme divulga teaser e cartaz de ‘Não se Aceitam Devoluções’

Fox Filme divulga teaser e cartaz de ‘Não se Aceitam Devoluções’

A Fox Film do Brasil acaba de divulgar o primeiro teaser e o cartaz de “Não se Aceitam Devoluções”, novo filme estrelado por Leandro Hassum e produzido pela Total Entertainment. Ele interpreta Juca, um solteirão convicto que repentinamente vê sua vida virar de cabeça para baixo com a chegada de uma menina. A trama, repleta de surpresas, é versão nacional da produção homônima de língua espanhola, “No se Aceptan Devoluciones” – recordista de público no México. A estreia está prevista para 31 de maio de 2018.

No teaser Juca aparece rodeado por mulheres até que sua ex-namorada americana Brenda aparece e deixa com ele Emma, um encantador bebê de apenas um ano. Juca, assustado, sem saber falar inglês, vai para os Estados Unidos com a esperança de encontrar a moça e devolver-lhe a criança. Mas o que ele não sabe é que situações para lá de inusitadas estão a sua espera. Confira:

Dirigido por André Moraes, o longa tem no elenco a atriz cubana Laura Ramos no papel de Brenda e a jovem revelação Manuela Kfouri como Emma, além de Jarbas Homem de Mello e Zéu Britto. O roteiro adaptado leva a assinatura de Ana Maria Moretzsohn e Patrícia Moretzsohn. A produção é da Total Entertainment em coprodução com a Fox International Productions, com a mexicana Alebrije e com a Mistika.

Sinopse:

Juca Valente é um sedutor descompromissado. Um dia, Brenda, sua ex-namorada americana, abandona a pequena Emma, ainda bebê, com ele. Desesperado, Juca viaja para os Estados Unidos atrás de Brenda com a esperança de lhe devolver a criança. Seu plano não dá certo e ele fica por lá, trabalhando como dublê. Quando a menina faz seis anos, a mãe reaparece para pedir a guarda da criança.

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Documentário sobre Clara Nunes estreia com exclusividade no Curta!

Documentário sobre Clara Nunes estreia com exclusividade no Curta!

ATRIZ DIRA PAES NARRA ENTREVISTAS DA ARTISTA EM LONGA DIRIGIDO POR SUSANNA LIRA E RODRIGO ALZUGUIR

Aclamado em festivais de cinema nacionais e internacionais, o documentário “Clara Estrela” estreia com exclusividade no Curta!, na Segunda da Música, 5, às 22h20. No longa-metragem, a cantora Clara Nunes narra a própria trajetória, em primeira pessoa, através de entrevistas que concedeu a diversos programas de TV e rádio. Além do minucioso trabalho de pesquisa audiovisual, o filme oferecerá ao público a oportunidade de ouvir, ainda, os depoimentos da artista publicados em veículos impressos, através da narração da atriz Dira Paes.  Entre os sucessos da cantora, falecida em 1983, estão “O mar serenou”, “Feira de Mangaio”, “Conto de Areia” e “Morena de Angola”.  Com direção de Susanna Lira e Rodrigo Alzuguir, o filme foi produzido pela Modo Operante Produções, com financiamento do Fundo Setorial do Audiovisual (PRODAV 01/2013).

 

SEGUNDA DA MÚSICA

Clara Estrela (Documentário)
Clara Estrela é um documentário sobre Clara Nunes, cantora que sintetiza com elegância o caldeirão cultural brasileiro, mestiço, agregador e sincrético. O filme narra, apenas em primeira pessoa, através de entrevistas em diversos programas de TV e rádio, a trajetória da cantora que conquistou o Brasil e vários países do mundo. Além do minucioso trabalho de pesquisa audiovisual, o documentário traz ao público a oportunidade de ouvir as entrevistas de mídia impressa através da narração da atriz Dira Paes. Os depoimentos são entrecortados por imagens oníricas que traduzem o universo místico de Clara, suas raízes e alegria de viver tão marcantes em suas canções. O filme traz para o espectador a chance de relembrar os sucessos e a trajetória da artista e a possibilidade de conhecer um pouco mais de uma personagem que, mesmo passados mais de trinta anos de sua morte, permanece em lugar de destaque na história da música popular brasileira.

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Dissecando os candidatos ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro

Dissecando os candidatos ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro

O Poltrona de Cinema já entrou na Maratona Oscar. Hoje vamos falar dos candidatos a Melhor Filme Estrangeiro. Nessa categoria o nosso Bingo, o Rei das Manhãs ficou de fora. Mas há produções com muitas chances de levar a estatueta dourada.

Os indicados são:

1)Uma mulher fantástica – Chile

O responsável pelo filme é Sebástian Lelio, que nunca foi indicado ao Oscar.

​Essa é a segunda indicação do Chile ao Oscar.

2)The insult — Líbano

O responsável pelo filme é Ziad Doueiri, que nunca foi indicado ao Oscar.

​Essa é a primeira indicação do Líbano ao Oscar.

 

3)Loveless — Rússia

O responsável pelo filme é Andrey Zvyagintsev, que recebe sua segunda indicação ao Oscar.

​Essa é a sétima indicação da Rússia ao Oscar. E venceu em 1995 com “O Sol Enganador”.

 

4)On Body and Soul — Hungria

O responsável pelo filme é Ildikó Enyedi, que nunca foi indicada ao Oscar.

​Essa é a décima indicação da Hungria ao Oscar. E venceu em 1982 com “Mephisto” e em 2016 com “O Filho de Saul”.

Veja a resenha aqui.

5) The Square — Suécia

O responsável pelo filme é Ruben Ostlund, que nunca foi indicado ao Oscar.

​Essa é a décima sexta indicação da Suécia ao Oscar. E venceu em 1961 com “A Fonte da Donzela”, em 1962 com “Através de um Espelho” e em 1984 com “Fanny e Alexander”.

 

Eu amo o cinema russo, mas a minha torcida vai  para O Insulto, do Líbano. É a primeira vez que um filme libanês é indicado. Uma Mulher Fantástica tem uma sinopse interessante ao falar de uma mulher transexual, suas lutas e agruras, e representa a América do Sul pois é do Chile.

 

Por Anna Barros

 

Poltrona Resenha: As Aventuras de Paddington 2/ Cesar Augusto Mota

Poltrona Resenha: As Aventuras de Paddington 2/ Cesar Augusto Mota

Sabe quando vamos ver um filme e não damos nada por ele? E também quando consideramos que ele foi feito só para crianças, mas é direcionado para toda a família? Justamente por meio dessas premissas que podemos definir ‘As Aventuras de Paddington 2’, continuação do primeiro longa de sucesso dirigido por Paul King e que é tão bom, ou senão, melhor que o antecessor.

Paddington, um ursinho carismático, oriundo das florestas do Peru e erradicado em Londres, no Windsor Gardens, quer presentear sua tia Lucy, prestes a completar 100 anos. Para celebrar a data e agradecer por todo o carinho e assistência que recebeu dela durante toda a vida, Paddington resolve presenteá-la com um livro com todos os pontos turísticos de Londres, mas ele não contava com a falta de escrúpulos e as artimanhas de Phoenix Buchanan (Hugh Grant), um ator em decadência e mestre dos disfarces, que incrimina o protagonista e o faz ir para a prisão injustamente, por acusação de roubo do livro. Enquanto está encarcerado, Paddington aos poucos vai ganhando a confiança e cativando seus colegas de cela, com a preparação de doc es e pratos deliciosos, sem contar na elaboração de um plano de fuga que eles traçam. Do lado de fora, sua família corre contra o tempo para provar sua inocência e agarrar o verdadeiro culpado, que, obviamente, todos já desconfiam de quem se trata.

O roteiro pode ser simples e de fácil compreensão do público, mas traz uma história envolvente, com humor típico de Londres e ótimos valores transmitidos, como a educação, a civilidade e a disciplina, além do espectador ser brindado com belos cenários, como as paisagens da capital inglesa, que tornam a ventura mais incrível de se acompanhar e um verdadeiro deleite ao olhar. Sem contar nos ótimos efeitos especiais e os recursos em CGI utilizados para inserir Paddington em cena e interagir com os humanos, de qualidade excepcional.

O elenco é composto por grandes nomes, como Sally Hawkins (A Forma da Água), Hugh Bonneville (Um Lugar chamado Notting Hill) e Julie Walters (Brooklyn), todos eles ganham espaço na história e são capazes de protagonizar situações inusitadas e impensáveis, tudo para resgatar Paddington e prender o verdadeiro ladrão do livro da Tia Lucy. Os destaques maiores vão para Hugh Bonneville e Sally Hawkins, que quebram o protocolo e brindam o público com boas risadas. E Grant soube convencer com seu personagem, um autêntico canastrão e disposto a tudo para passar a perna em todos, um vilão que passa veracidade em suas interações e que desperta sensações variadas nos espectadores, seja de irritaç&atil de;o pelos atos praticados, como de diversão após a representação de diversos tipos com seus disfarces. Há um belo equilíbrio, que contribui para a história e o entretenimento de quem acompanha.

Um filme bonito, cativante e com bons valores, assim defino ‘As Aventuras de Paddington 2’, recomendado para toda a família. Uma live-action de diversão garantida e capaz de mostrar que a prática da bondade nos leva a outros patamares e nos torna seres humanos ainda melhores. Vale o ingresso!

Avaliação: 5/5 poltronas.

 

 

Por: Cesar Augusto Mota

“Sob Pressão” vence o prêmio de melhor série no Festival Internacional de Programas Audiovisuais da França

“Sob Pressão” vence o prêmio de melhor série no Festival Internacional de Programas Audiovisuais da França

A série da TV Globo também conquistou o Fipa de Ouro de melhor roteiro, ator e atriz.

O roteiro foi produzido por Jorge Furtado, Lucas Paraizo, Antonio Prata e Márcio Alemão.

A melhor atriz foi a Marjorie Estiano e o melhor ator foi o Julio Andrade. Eles interpretaram os personagens Carolina e Evandro.

A série foi feita por Jorge Furtado, Mini Kerti, Luiz Noronha, Cláudio Torres e Renato Fagundes.

Por: Vitor Aroucamauricio-fidalgo.jpg

TOP 5 FILMES RUINS BASEADOS EM SÉRIES

TOP 5 FILMES RUINS BASEADOS EM SÉRIES

Salve galera.

No meu último post, falei sobre os filmes bons baseados em séries.

E tinha prometido fazer um top 5 sobre os filmes ruins. Então vamos lá.

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Lembrando que segue a mesma regra do post anterior: não irão entrar filmes de séries que ainda estavam no ar durante o lançamento do filme. E também não entram na lista filmes de série que já se encerram no seu lançamento, mas utilizam os mesmos atores da série, como se fosse uma sequência da série.

 

5 – A Feiticeira (Bewitched / 2005 /Dir: Nora Ephron)

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Baseado na clássica e popular série da década de 60, o filme contou com nomes de peso em seu elenco: Nicole Kidman, Will Ferrell, Shirley MacLaine e Michael Caine.

Mas além de um roteiro fraco, não existia química entra Kidman e Ferrell, o que deixou o filme muito longo.

 

4 – Besouro Verde (The Green Hornet / 2011 / Dir: Michel Gondry)

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Para os fãs da série da década de 60, o filme é fraco. E para as novas gerações, que poderiam conhecer o personagem, o filme é horrível.

O elenco tem bons nomes, como Seth Rogen, Jay Chou, Christoph Waltz, Cameron Diaz e James Franco. Mas ele não consegue nem ser uma forma de homenagem para Bruce Lee, que interpretou Kato na série.

 

3 – Miami Vice (2006 / Dir: Michael Mann)

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O filme tenta atualizar a série da década de 80, mas não consegue. Como filme policial, Miami Vice é bem fraco. E não traz o visual e linguagem que fizeram sucesso na série.

O roteiro é bem fraco e os personagens também não se sustentam. E as atuações de Colin Farrell como o Detetive James “Sonny” Crockett e de Jamie Foxx como o Detetive Ricardo “Rico” Tubbs deixam a desejar. E o elenco ainda conta com a atriz chinesa Gong Li.

 

2 – Os Gatões (The Dukes of Hazzard / 2005 / Dir: Jay Chandrasekhar)

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A única coisa boa que posso falar deste filme é a trilha sonora, que é excelente. E o Dodge Charger RT 1969.

No mais, o roteiro é ruim e as piadas são péssimas. Nem o elenco se salva: Johnny Knoxville, Seann William Scott, Jessica Simpson, Burt Reynolds e Willie Nelson não tem liga nenhuma.

 

1 – As Panteras (Charlie’s Angels / 2000 / Dir: McG)

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Aqui nada se salva: roteiro, elenco, efeitos.

O filme parece um clip da MTV, com um ritmo frenético e sem contexto nenhum.

O elenco conta com grandes nomes, mas sem nenhum carisma: Cameron Diaz, Drew Barrymore, Lucy Liu, Bill Murray, Sam Rockwell, Luke Wilson, Matt LeBlanc e Kelly Lynch.

Assistir a este filme ou sua continuação são perdas totais de tempo.

 

@guimaraesedu

Maratona Oscar: Todo o Dinheiro do Mundo/ Cesar Augusto Mota

Maratona Oscar: Todo o Dinheiro do Mundo/ Cesar Augusto Mota

Na maior parte das vezes em que um filme é baseado em histórias reais, o público se sente instigado e ainda mais motivado para acompanhar a obra, seja para se inteirar sobre o ocorrido ou então para constatar se houve congruência e fidelidade ao fato que inspirou a produção. O renomado diretor Ridley Scott (Prometheus) traz para o público um longa com essa premissa e dotado de drama, brutalidade e carregado de polêmicas.

Christopher Plummer (Toda Forma de Amor) é J.P. Getty, um magnata do petróleo e um dos homens mais ricos da década de 1970 que acaba por ter seu neto J.P. Getty III, interpretado por Charlie Plummer (O Jantar), sequestrado. Como valor de resgate, os sequestradores estipulam a quantia de US$ 17 milhões, mas o avô rejeita pagar, e isso gera gravíssimas consequências para a família e um drama que irá se prolongar por meses. E não para por aí, J.P Getty, em meio à sua avareza e desconexão com o mundo externo, fará de tudo para mostrar que é imbatível em todas as mesas de negociação e que sua vontade deve sempre prevalecer, mas para isso terá de enfrentar as fortes investidas da nora Gail e do negociador Fletcher Chase, vividos por Michelle Willians (Manchester à Beira-Mar) e Mark Wahlberg (O Dia do Atentado), dispostos a resgatar o jovem Paul a todo custo.

A narrativa é inicialmente construída com uma cena no tempo presente (1973), com a chegada de Gail em um aeroporto, que rapidamente nos conduz a uma viagem no tempo, primeiramente nove anos antes, em Roma, com a formação da família Getty e do império de John Paul. Em seguida, constatamos os entreveros vividos pelo chefe da família, John Paul Getty II, que se esbalda em drogas, sexo e todo tipo de luxúria e a situação difícil vivenciada por Gail, que tenta de todo o jeito tirar sua família desse ambiente conturbado e tocar a vida adiante, mas encontra dificuldades por conta da herança, que não é dela, e de ter que se submeter à tudo o que o sogro deseja, até voltarmos para a situação dramática vivida pela Família Getty, em meio à telefonemas, cartas de Paul e a cobertura incessante e sufocante da mídia em torno do caso. Tudo é articulado de forma cuidadosa e com coerência, além das cenas serem retratadas em ambientes impecáveis e em belíssimas locações na capital italiana, sem esquecer do figurino e da fotografia escura e azulada para os momentos mais dramáticos.

O espectador consegue ficar curioso e ao mesmo tempo aflito com o enredo, que guarda momentos tensos e brutais na medida em que se desenrola até seu desfecho. O roteiro possui méritos em conseguir transmitir uma história interessante e prender a atenção do público, seja por usar os recursos certos, por não se utilizar da previsibilidade e por contar com um elenco que passa confiança, sinceridade e a capacidade de delinear personagens fortes, com presenças importantes para a trama.

Em termos de atuação, Plummer entrega um personagem capaz de despertar amor e ódio nos espectadores, muito por sua personalidade controversa já explicada, como também pela reviravolta que possui durante a história, numa importante transformação. Wahlberg, mesmo com um agente que apresente falhas, ganha bastante profundidade na história e é um importante elo entre Gail e J.P Getty na resolução do conflito, recebendo posteriormente um desfecho digno, e Michelle Willians conquista o público não pelo estilo melodramático de sua personagem, mas pela força e personalidade forte que demonstra e pelos valores que acredita, que nem tudo pode ser comprado, mesmo que alguém possua todo o dinheiro do mundo. Por fim , Charlie Plummer se destaca mais pelas expressões faciais e corporais do que por suas falas e Andrew Buchan (Prisioneiro da Morte) tem uma participação apática na trama, poderia ter sido mais bem explorado, tendo em vista se tratar do chefe da família. Christopher Plummer refez todas as cenas do filme de Kevin Spacey, acusado de assédio sexual, e se saiu muitíssimo bem.

Apesar dos problemas, seja na produção ou pós-produção, “Todo o Dinheiro do Mundo’ traz ao público uma história interessante, com alta carga dramática e importante debate acerca do valor dado à vida e aos bens materiais. Até que ponto o dinheiro pode corromper o ser humano, e será que tudo se pode comprar e com todo o dinheiro do mundo? Um filme obrigatório e necessário para todo cinéfilo.

Avaliação: 4/5 poltronas.

 

 

Por: Cesar Augusto Mota