Poltrona Cabine: Os Jovens Titãs em Ação! Nos Cinemas/ Cesar Augusto Mota

Poltrona Cabine: Os Jovens Titãs em Ação! Nos Cinemas/ Cesar Augusto Mota

Levar para o cinema uma série animada voltada para o público infantil e adaptá-la para a tela grande parece ser uma proposta interessante, não é mesmo? “Os Jovens Titãs em Ação!” é um grande sucesso do Cartoon Network entre a garotada e que agora chega aos cinemas não só para diverti-los ainda mais, como também para chamar a atenção dos adultos, com referências e piadas com os ícones do Universo DC. Mas será que essa fórmula foi eficaz?

“Os Jovens Titãs em Ação! Nos Cinemas”, dirigido por Aaron Horvath e Peter Rida Michail, nos traz Robin, Ciborgue, Ravena, Estelar e Mutano, uma turma divertida e carismática, mas que não é conhecida do grande público e tampouco levada a sério, principalmente pelos outros super-heróis da DC, dentre eles o Batman, Super-Homem e Mulher-Maravilha. E para piorar, eles não são considerados super-heróis, não só pela falta de popularidade, como também por não possuírem um arqui-inimigo que pudessem confrontar. O sonho dos Titãs é ter seu próprio filme e ganharem ainda mais notoriedade, e eles não medirão esforços para tal, principalmente Robin, disposto a sair da sombra de Batman, seu mentor.

O roteiro prima por mostrar uma história cheia de ação, piadas bobas e fazer claras referências aos grandes personagens DC, além de tirar um pouco de sarro deles e também dar algumas alfinetadas no concorrente, o Universo Cinematográfico Marvel, com a aparição de um importante ícone. A apresentação dos Titãs já mostra o que estaria por vir, com anedotas sobre flatulências, números musicais com melodias que iam do rap ao techno, além de grandes trapalhadas da trupe. O desejo de Robin também falava alto, de estrelar seu próprio filme, uma verdadeira obsessão, e seu espírito de liderança e carisma foram determinantes para que seus companheiros e amigos comprassem a ideia, além do forte laço de amizade construído entre eles. O clímax chama a atenção de todos, além do forte salto que a história dá rumo ao desfecho, o de salvar o mundo do terrível Slade, o manipulador de mentes.

Temos uma premissa interessante, personagens simpáticos e a animação é perfeita visualmente, porém o ritmo um pouco acelerado, tamanhos os elementos que se apresentam, mas nada que prejudique a obra, que segue o mesmo padrão do Cartoon Network.  Destaque também para o trabalho de dublagem e de tradução, que mantiveram o filme acessível para todas as idades, além de piadas e jargões bem brasileiros, proporcionando ainda mais diversão para o público.

Não perca “Os Jovens Titãs em Ação! Nos Cinemas”, uma animação exageradamente engraçada e que lembra um pouco os filmes de Zack Snyder, séria em momentos específicos, mas capaz de proporcionar diversão. Vale a pena.

Cotação: 3,5/5 poltronas.

‘Animal Behaviour’ fatura Grande Prêmio Anima Mundi e vai disputar o Oscar na edição 2019

‘Animal Behaviour’ fatura Grande Prêmio Anima Mundi e vai disputar o Oscar na edição 2019

Com um número recorde de filmes inscritos, chegou ao fim na noite de ontem a 26ª edição do Anima Mundi, festival de animação mais importante da América Latina. Foram 1805 registrados, sendo 576 exibidos entre 21 e 29 de julho, tendo a cerimônia de encerramento ocorrido no Cine Odeon, com grande público.

O vencedor do Grande Prêmio Anima Mundi 2018 foi  o curta “Animal Behaviour” (Comportamento Animal), dirigido por Alison Snowden e David Fine (Canadá). Desde 2012, o curta vencedor do Anima Mundi é inscrito de forma automática pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood para concorrer ao Oscar® de Melhor Curta-Metragem de Animação no ano seguinte.

‘Animal Behaviour’ (Comportamento Animal) retrata uma sessão de terapia em grupo com um gato, um louva-a-deus, um passarinho, um porco, uma lesma e um gorila, orientada por Dr. Clemente, um psicoterapeuta canino. O curta-metragem mostra, de maneira bem-humorada, que lidar com os sentimentos não é nada fácil.

Veja abaixo a lista completa com os premiados no Anima Mundi 2018.

PREMIAÇÃO ANIMA MUNDI 2018

CURTAS-METRAGENS – JÚRI PROFISSIONAL

Grande Prêmio Anima Mundi (R$ 15 mil) – Animal Behaviour, de Alison Snowden e David Fine (Canadá)

Melhor Roteiro (R$ 4 mil) – Weekends, de Trevor Jimenez (Estados Unidos)

Melhor Concepção Sonora (R$ 4 mil) – Island, de Max Mortl e Robert Lobel (Alemanha)

Melhor Direção de Arte (R$ 4 mil) – Agouro, de David Doutel e Vasco Sá (Portugal-França)

Melhor Técnica de Animação (R$ 4 mil) – Augenblicke, de Kiana Naghshineh (Alemanha)

Melhor Filme da Sessão Galeria (R$ 4 mil) – Grandes Canons, de Alain Biet (França)

Melhor Filme da Sessão Portfólio (R$ 4 mil) – Everything in Black & White, de Mateus de Paula Santos e Fábio Acorsi (Brasil)

CURTAS-METRAGENS – JÚRI POPULAR

Eleitos pelo público do festival por voto direto, com prêmios separados para Rio de Janeiro e São Paulo.

Melhor Curta (R$ 10 mil) – “Happiness”, de Steve Cutts (Reino Unido)

Melhor Curta Brasileiro (R$ 8 mil) – “O Homem na Caixa”, de Ale Borges, Alvaro Furloni e Guilherme Gehr (Brasil)

Melhor Curta Infantil (R$ 5 mil) – “Formigas”, de Julia Ocker (Alemanha)

Melhor Curta de Estudante  (R$ 4 mil) “Comme un éléphant dans un magasin de porcelaine”, de Louise Chevrier, Luka Fischer, Rodolphe Groshens, Marie Guillon, Estelle Martinez, Benoit Paillard, Lisa Rasasombat (França)

CURTAS-METRAGENS – PRÊMIOS ESPECIAIS

Prêmio Canal Brasil de Curtas (R$ 15 mil) – “Guaxuma”, de Nara Normande

Prêmio Carlos Saldanha de Melhor Curta Brasileiro (R$ 5 mil): “O Homem na Caixa”, de Ale Borges, Alvaro Furloni e Guilherme Gehr.

Prêmio Carlos Saldanha de Melhor Curta de Estudante Brasileiro (R$ 3 mil): “Lé com Cré”, de Cassandra Reis

Prêmio ACCRJ de Melhor Curta-Metragem Brasileiro – “Barone”, de Douglas Hoose

Prêmio ACCRJ de Melhor Longa-Metragem – “As Aventuras de Fujiwara Manchester – O Filme”, de Alê Camargo

Prêmio Maratona Animada SENAI (R$ 5 mil) – “Inteligência Emocional” – Equipe Bugbite – SP

Poltrona Estreia/ Estreias da Semana

Poltrona Estreia/ Estreias da Semana

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Uma Quase Dupla:  Comédia de Marcus Baldini.

Sinopse: Quando uma série de assassinatos abala a rotina da cidade de Joinlândia, o calmo e pacato subdelegado Claudio receberá a ajuda da destemida e experiente investigadora Keyla nas investigações. No entanto, a diferença de ritmo e a falta de química dos dois só atrapalhará a solução do caso.

 

tio-drew.jpgTio Drew: Comédia de Charles Stone.

Sinopse: Dax é um grande fã de basquete de rua, além disso, coordena seu próprio time amador. Ele decide gastar todas as suas economias para garantir a classificação da equipe em um campeonato no Harlem, Nova York. No entanto, após uma série de eventos desastrosos, ele perde o controle do grupo e precisa urgentemente formar uma nova equipe. Para resolver o problema, ele recruta uma grande lenda do esporte, o incrível Uncle Drew, que está aposentado há anos. Com um novo time repleto de setentões, Dax acredita que finalmente conseguirá alcançar uma vitória em sua carreira esportiva.

 

ilha-dos-cachorros.jpgIlha dos Cachorros: Animação e Aventura de Wes Anderson.

Sinopse: Atari Kobayashi é um garoto japonês de 12 anos de idade. Ele mora na cidade de Megasaki, sob tutela do corrupto prefeito Kobayashi. O político aprova uma nova lei que proíbe os cachorros de morarem no local, fazendo com que todos os animais sejam enviados a uma ilha vizinha repleta de lixo. Como não aceita se separar do cachorro Spots, Atari convoca os amigos, rouba um jato em miniatura em parte em busca de seu fiel amigo. A aventura vai transformar completamente a vida da cidade.

 

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O Orgulho: Drama de Yvan Attal.

Sinopse: Neïla Salah sonha em ser advogada e desde o seu primeiro dia na Universidade Parisiense de Assas ela entra em confronto com Pierre Mazard, um professor conhecido por seus ataques de explosão com os alunos. Quando Neïla se inscreve em um concurso de eloquência, Pierre concorda em ser seu mentor, porém, eles precisam deixar seus preconceitos de lado para vencer.

 

Por: Vitor Arouca

Poltrona Cabine: Ilha dos Cachorros/ Cesar Augusto Mota

Poltrona Cabine: Ilha dos Cachorros/ Cesar Augusto Mota

Uma fábula, seja contada por meio de uma animação ou de um stop-motion, sempre chama a atenção dos espectadores e provoca diversas reações, não é mesmo? Conhecido por já ter apresentado uma obra com essa segunda opção e outras com debates sobre temas polêmicos, como ocorreu em O Fantástico Senhor Raposo (2009) e O Grande Hotel Budapeste (2014), o diretor Wes Anderson chega com uma nova produção e rica em assuntos leves, como o amor, a compreensão e a amizade, e outros mais controversos, como corrupção, lavagem cerebral e o uso da ciência para o bem ou para o mal. ‘Ilha dos Cachorros’ (Isle of Dogs) vem com uma premissa interessante e uma história que vai instigar o público.

A narrativa é ambientada em Megasaki, no Japão, 20 anos no futuro, uma cidade cuja população canina cresceu de forma desenfreada e com enormes proporções endêmicas, com surto de febre do focinho e gripe canina. O prefeito Kobayashi, em uma decisão precipitada e autoritária, assina um decreto que ordena a expulsão de todos os cachorros e a contenção de todas as raças, sejam cães de rua ou domesticados. A partir daí, todos os cachorros são capturados e enviados para a Ilha do Lixo, local que acaba se tornando uma colônia de bichinhos exilados. Passados seis meses, o garoto Atari Kobayashi, sobrinho e tutelado do prefeito, resolve sequestrar um pequeno avião para resgatar seu cão de guarda Spot s, e ao chegar à Ilha do Lixo, contará com a ajuda de uma matilha de Cães Alfa, composta por Chief (Bryan Cranston), Rex (Edward Norton), Boss (Bill Murray), King (Bob Balaban) e Duke (Jeff Goldblum). Uma aventura épica em busca do resgate de Spots e que vai mexer com os brios do prefeito Kobayashi e de toda a Megasaki, dominada por seu autoritarismo.

Temos um excelente prólogo e uma precisa divisão da história em quatro partes, com o uso de enquadramentos bem decupados, com grande apelo visual, além da exploração de grandes cenários e um jogo de luzes que trazem bons contrastes e belas texturas nas imagens em 2D. A inserção de elementos da cultura japonesa, como o teatro kabuki, os haicais e o sumô não são meramente para ilustrar, como também para instigar o público, e o uso do flashback serve como elemento explicativo para algumas situações, como a atitude do prefeito de mandar exilar todos os cães da cidade, e o exílio já fazia parte de uma tradição milenar, devidamente colocada na trama e para situar o espectador.

Se a parte gráfica e a fotografia são atraentes, os protagonistas da história, em sua maioria representados por cães, funcionam como autênticas metáforas ao comportamento humano, sendo vítimas de uma verdadeira barbárie, e, para piorar, divididos em castas. Todos eles ganham desenvolvimentos bem aprofundados, principalmente Chief, líder da matilha, inicialmente fechado ao diálogo e discordante de seus companheiros, que passa por uma importante transformação e com um lado inimaginável revelado durante a narrativa.  Os personagens humanos também ganham  grande importância, como Tracy Walker, uma jovem estudante anticorrupção e a favor do uso da ciência para o desenvolvimento de anticorpos e soros que combatem a gripe que infestou centenas de cães de Megasaki, com participação em momentos cruciais da história. O prefeito Kobayashi, como dito anteriormente, comanda a cidade com mãos de ferro e em dados momentos há uma tentativa de humanizá-lo quando coisas mais sérias acontecem com seu sobrinho Atari, sem contar a campanha de marketing que ele mesmo comanda que todos os cães da cidade são perigosos e precisam ser isolados ou até mesmo eliminados, a depender da enfermidade que possuam e dos danos causados aos humanos. O professor Watanabe, do Partido Ciência e rival na nova eleição para a prefeitura, funciona como um perfeito oponente, mas quem ganha mais holofotes é Tracy, por sua postura firme e destemida, sem se importar com as consequências ao bater de frente com a autoridade máxima de Megasaki.

Uma animação que faz um balanço equilibrado do humor com o drama, traz um leque de temas bem explorados por uma abordagem visual onírica e composta por um conjunto de grandes atores que fazem um trabalho de dublagem eficiente e que realizam uma boa promoção da obra, assim é ‘Ilha dos Cachorros’. Uma opção não só para o público infantil, adequado para todas as idades, vale a pena!

Cotação: 5/5 poltronas.

Por: Cesar Augusto Mota

Poltrona Estreia/ Estreias da Semana

Poltrona Estreia/ Estreias da Semana

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Transilvânia 3: Férias Monstruosas  – Animação de Genndy Tartakovsky.

Sinopse: Agora que Dennis, o neto de Drácula, é um completo vampiro, as coisas não poderiam estar melhores no Hotel Transilvânia. Quando um milionário ganancioso ameaça destruir a propriedade para construir um resort, a família de Dráculo e os monstros precisam se unir para certificar que ele nunca complete os seus planos.

 

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Arranha – Céu: Coragem Sem Limite – Ação de Rawson Marshall Thurber.

Sinopse: Responsável pela segurança de arranha-céus, o veterano de guerra americano e ex-líder da operação de resgate do FBI, Will Ford , é acusado de ter colocado o edifício mais alto e mais seguro da China em chamas. Cabe ao agente achar os culpados pelo incêndio, salvar sua família que está presa dentro do prédio e limpar seu nome.

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Hannah: Drama de Andrea Pallaoro.
Sinopse: Hannah é mãe e avó, e seu marido está na prisão. Ela presta serviços domésticos para uma família rica e, nas horas vagas, frequenta aulas em um grupo de teatro. Um certo ar aristocrático, no entanto, nos diz que o trabalho de Hannah não condiz com sua realidade, sobretudo quando conhecemos a condição social de seu filho. Através de um sentimento de identidade fraturado, o filme investiga a alienação moderna, a luta pela conexão e as linhas divisórias entre a identidade individual, as relações pessoais e as pressões sociais.
Por: Vitor Arouca
Poltrona Estreia/ Estreias da Semana

Poltrona Estreia/ Estreias da Semana

nao-se-aceitam-devolucoesNão Se Aceitam Devoluções: Comédia de André Moraes.

Sinopse: Juca Valente é dono de um quiosque no litoral de São Paulo e só quer saber de diversão. Eterno namorador, ele detesta grandes responsabilidades e não pensa em ter nada sério com ninguém. Mas sua vida toma um rumo totalmente diferente quando uma ex-namorada americana larga um bebê com ele e desaparece. Juca então parte para os Estados Unidos na intenção de devolver a criança, sem nem imaginar que começaria a gostar da ideia de ser pai.

 

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Eu Só Posso Imaginar: Drama de Alex Cramer.

Sinopse: Bart Millard é o vocalista da banda cristã MercyMe, e tem o relacionamento conturbado com seu pai, que sempre o tratou de maneira dura e nunca entendeu seu amor pela música. Conseguindo forças através de Deus, Bart resolve então eternizar sua relação em uma canção, “I Can Only Imagine”.

https://poltronadecinema.wordpress.com/2018/05/25/poltrona-cabine-eu-so-posso-imaginar-cesar-augusto-mota/

 

joao-de-deus-o-silencio-e-uma-preceJoão de Deus – O Silêncio É UmaPrece: Documentário com direção de Cande Salles.

Sinopse: A história do famoso médium João de Deus desde sua infância paupérrima no interior de Goiás até o presente momento, onde ele incorpora médicos e parece ter adquirido poderes curativos. Ademais, o documentário também relata a descoberta do dom paranormal e narra o bullying que o médium sofreu daqueles que duvidavam de sua sensibilidade.

 

gnomeu-e-julieta-o-misterio-do-jardim.jpgGnomeu e Julieta: O Mistério do Jardim –  Animação de John Stevenson.

Sinopse: Gnomeu e Julieta chegam à Inglaterra, preocupados em preparar o jardim para a primavera e rever os amigos britânicos. No entanto, a dupla começa a perceber que os gnomos estão sendo sequestrados em toda a cidade. Eles recorrem ao gênio da investigação Sherlock Gnomes que, junto de seu fiel companheiro Watson, embarca numa aventura para solucionar o mistério.

 

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Paraíso Perdido: Ficção de Monique Gardenberg.

Sinopse: José tem três filhos, sendo um deles adotivo, e é avô de um casal de jovens. Sua família, marcada por perdas e desencontros, tenta ser feliz numa antiga boate chamada Paraíso Perdido, onde cantam músicas populares e românticas.

Por: Vitor Arouca

 

Produzido por Elton John, ‘Gnomeu e Julieta: O Mistério do Jardim’ ganha vozes de Emily Blunt e Johnny Deep

Produzido por Elton John, ‘Gnomeu e Julieta: O Mistério do Jardim’ ganha vozes de Emily Blunt e Johnny Deep

Sherlock Gnomes, Watson, Gnomeo and Juliet in Sherlock Gnomes from Paramount Pictures and MGM.

Distribuído pela Paramount Pictures, animação estreia nos cinemas dia 31 de maio

“É uma carta de amor a Londres”. É assim que o produtor e o astro da música Elton John define a animação Gnomeu e Julieta: O Mistério do Jardim (Sherlock Gnomes, 2018), da Paramount Pictures, que estreia nos cinemas brasileiros em 31 de maio. Com direção de John Stevenson – indicado ao Oscar® de Melhor Animação por Kung Fu Panda, o longa dá sequência ao sucesso Gnomeu e Julieta (Gnomeo & Juliet, 2011).

No elenco de vozes, Johnny Depp (Piratas do Caribe) se apresenta como o icônico Sherlock Gnomes, Chiwetel Ejiofor (Doutor Estranho), como Watson, a cantora Mary J. Blige dá vida a Irene, James McAvoy (Fragmentado) é Gnomeu, e Emily Blunt (A Garota no Trem) empresta a voz a Julieta. Também participam Michael Caine (Batman: O Cavaleiro das Trevas), Maggie Smith (da franquia Harry Potter), Stephen Merchant (Logan) e Ozzy Osbourne.

Depois da destruição dos jardins Montecchio e Capuleto em “Gnomeu e Julieta”, os gnomos deixam suas diferenças de lado e deslocam suas recém-integradas famílias da vida bucólica em Stratford-upon-Avon para Londres. Uma vez instalados, Lord Tijolinho (Michael Caine) e Lady Azulejo (Maggie Smith) se aposentam, deixando Gnomeu e Julieta às voltas com suas novas atribuições como líderes do jardim.

– Nosso primeiro filme era uma comédia romântica musical sobre uma disputa entre dois jardins, com poucas locações e pouquíssimos riscos, mas Gnomeu e Julieta: O Mistério do Jardim é uma aventura com comédia e ação. O roteirista Ben Zazove mudou o cenário para Londres, que era mais adequada para a história. Londres também propiciava uma amplitude maior, permitindo que nossos heróis saíssem do cenário familiar do jardim e entrassem em uma cidade cheia de superfícies rígidas, veículos rápidos e milhões de humanos, tudo o que é capaz de estraçalhar facilmente um gnomo de louça – explica o diretor.

No meio desta nova fase e com muitos desentendimentos, um vilão despercebido invade o jardim e sequestra a família e os amigos deles. “Julieta mergulha com tudo na nova função, Gnomeu sente falta do quanto eles costumavam se divertir, e surge uma distância entre eles”, diz McAvoy. “Julieta lida melhor com as mudanças que Gnomeu”, afirma Emily. “Eles agora estão responsáveis por toda a comunidade dos gnomos e pela limpeza do jardim. Não é bem o que eles tinham em mente no começo da relação”.

Para os fãs de Elton John, o filme está cheio de pérolas escondidas, tanto musicais quanto visuais. “Nossa trilha assinada por Chris Bacon contém muitas referências a melodias clássicas de Elton John costuradas ao longo do filme”, entrega Stevenson. “A música de Elton é um personagem a mais no filme”, opina McAvoy. “Traz uma energia tão positiva, não só uma nostalgia para os adultos que cresceram ouvindo aquilo mas também para as crianças cujos pais tocaram as músicas em casa. Tem apelo para várias gerações”.

SINOPSE

Os adorados gnomos de jardim Gnomeu e Julieta estão de volta para uma aventura totalmente nova em Londres. Quando os dois chegam à capital inglesa com seus amigos e família, a maior preocupação da dupla é preparar seu novo jardim para a primavera. Porém, eles logo descobrem que alguém está raptando gnomos por toda a cidade. Quando Gnomeu e Julieta retornam para casa e descobrem que todos do seu jardim estão desaparecidos – existe somente um nome a recorrer…Sherlock Gnomes. O famoso detetive e protetor dos gnomos de jardim de Londres chega para investigar o caso, junto com seu inseparável companheiro Watson. O mistério levará todos a uma grande aventura, onde encontrarão muitos ornamentos novos e explorarão um lado desconhecido da cidade.

TRAILER