Dica de Natal: Um Conto de Natal de Charles Dickens

Dica de Natal: Um Conto de Natal de Charles Dickens

conto-de-natal-filmeA dica cinematográfica neste Dia de Natal é bem propícia: Um Conto de Natal, de Charles Dickens.

O filme simplesmente é com Jim Carrey e baseado num livro sensacional e clássico de Dickens.

Neste domingão pós-excessos natalinos com muita comilança em família, nada do que assistir à esse filme até a hora do almoço chegar com mais comilança ainda.

Essa dica é simplesmente imperdível Aproveite e faça uma maratona Jim Carey. Outros filmes que valem a pena ver: Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças, O Show de Truman e um mais leve que é O Mentiroso. Carey é sempre uma ótima pedida, em qualquer ocasião, em qualquer circunstância.

Por Anna Barros

44° Festival de Gramado premia vencedores

44° Festival de Gramado premia vencedores

O famoso Festival de Gramado acontece pela quadragésima quarta vez e premia vencedores escolhidos ao longo destes 8 dias de filmes exibidos e debates sobre o assunto.
A premiação aconteceu neste sábado (3), no Palácio dos Festivais. A premiação possui três diferentes categorias: longas-metragens nacionais, longas-metragens estrangeiras e curtas-metragens nacionais.

Leonardo Machado, Marla Martins e Renata Boldrini foram os apresentadores da noite. Entre os longas brasileiros, os grandes vencedores foram “Barata Ribeiro, 716” de Domingos de Oliveira, levando o prêmio de melhor filme, melhor direção e melhor trilha musical, além do prêmio de melhor atriz coadjuvante, destinado à Glauce Guima.
A atriz Andreia Horta, de Elis, levou o prêmio de melhor atriz e Paulo Tiefenthaler levou o de melhor ator, por sua atuação em “O Roubo da Taça”. O “Silêncio do Céu” de Marcos Dutra foi muito bem recebido e levou três prêmios.

img-8718
Vencedores do 44º Festival de Cinema de Gramado (Foto: Cleiton Thiele/Pressphoto)

Quanto aos filmes estrangeiros, “Guarani”, de Luis Zorraquín, foi premiado com os troféus de melhor ator, roteiro e filme, e o chileno “Sin Norte”, de Fernando Lavanderos, com os kikitos de melhor filme, eleito pelo júri da crítica, e direção.

Em relação aos curtas, Bruno Polidoro recebeu o primeiro kikito da noite, por “Horas”, mas “Rosinha”, de Gui Campos, foi o preferido da noite.
Tanto Gui Campos, quanto Paulo Tiefenthaler, por “O Roubo da Taça”, expressaram seu descontentamento com o atual presidente Temer.
A plateia ainda contemplou Gui Campos com um coro exalando a frase “Fora Temer”, como sinal de apoio ao discurso.

Por: Lívia Lima
Confira abaixo a lista completa dos premiados no festival:
Longas-metragens brasileiro: 
Melhor fotografia: Ralph Strelow, por “O Roubo da Taça”
Melhor trilha musical: Domingos de Oliveira, por “Barata Ribeiro, 716”
Melhor direção de arte: Fábio Goldfarb, por “O Roubo da Taça”
Melhor desenho de som: Daniel Turini, Fernando Henna, Armando Torres Jr e Fabian Oliver, por “O Silêncio do Céu”
Melhor montagem: Tiago Feliciano, por “Elis”
Melhor ator coadjuvante: Bruno Kott, por “El Mate”
Melhor atriz coadjuvante: Glauce Guima, por “Barata Ribeiro, 716”
Melhor roteiro: Lucas Silvestre e Caíto Ortiz, por “O Roubo da Taça”
Melhor atriz: Andreia Horta, por “Elis”
Melhor ator: Paulo Tiefenthaler, por “O Roubo da Taça”
Melhor direção: Domingos de Oliveira, por “Barata Ribeiro, 716”
Prêmio especial do júri: “O Silêncio do Céu”, de Marco Dutra
Melhor filme, eleito pelo júri da crítica: “O Silêncio do Céu”, de Marco Dutra
Melhor filme, eleito pelo júri popular: “Elis”, de Hugo Prata
Melhor filme: “Barata Ribeiro, 716”, de Domingos de Oliveira

Curtas-metragens brasileiros:
Melhor fotografia: Bruno Polidoro, por “Horas”
Prêmio especial do júri: Elke Maravilha, por “Super Oldboy, e Maria Alice Vergueiro por “Rosinha”
Melhor trilha musical: Kito Siqueira, por “Super Oldboy” Melhor desenho de som: Jeferson Mandu, por “O Ex-Mágico”
Melhor montagem: André Francioli, por “Memória da Pedra”
Melhor roteiro: Gui Campos, por “Rosinha”
Prêmio Canal Brasil: Gui Campos, por “Rosinha”
Melhor atriz: Luciana Paes, por “Aqueles Cinco Segundos”
Melhor ator: Allan Souza de Lima, por “O Que Teria Acontecido ou Não Naquela Calma e Misteriosa Tarde de Domingo no Jardim Zoológico”
Melhor direção: Felipe Saleme, por “Aqueles Cinco Segundos”
Melhor filme, eleito pelo júri da crítica: “Lúcida”, de Fabio Rodrigo
Melhor filme, eleito pelo júri popular: “Super Oldboy”, de Eliane Coster
Melhor filme: “Rosinha”, de Gui Campos

Longas-metragens estrangeiros:
Melhor fotografia: Andrés Garcés, por “Sin Norte”
Prêmio especial do júri: “Esteros”, de Papu Curotto
Melhor roteiro: Luiz Zorraquín e Simon Franco, por “Guarani”
Melhor atriz: Veronica Perotta, por “Las Toninhas Van al Leste”
Melhor ator: Emilio Barreto, por “Guarani”
Melhor direção: Fernando Lavanderos, por “Sin Norte”
Melhor filme, eleito pelo júri da crítica: “Sin Norte”, de Fernando Lavanderos
Melhor filme, eleito pelo júri popular: “Esteros”, de Papu Curotto
Melhor filme: “Guarani”, de Luis Zorraquín

Filme protagonizado e dirigido por Natalie Portman ganha cartaz nacional

Filme protagonizado e dirigido por Natalie Portman ganha cartaz nacional

amor e trevasA ganhadora do Oscar pelo sucesso Cisne Negro, filme de 2010, e atriz israelense Natalie Portman, fez uma homenagem à história de sua raiz, dirigindo o seu primeiro longa, que se chama De Amor e Trevas (A Tale of Love and Darkness).
Hoje foi divulgado o primeiro cartaz nacional do filme, que tem estreia prevista para o dia 5 de maio, deste ano. O filme é sobre uma prosa memorialista de Amos Oz.
A obra é sobre experiências do autor. Mais precisamente sobre a Guerra de Jerusalém e os seus efeitos sob um jovem, que cresce em um kibbutz, logo após a morte de sua mãe, e começa a trabalhar como escritor e a participar ativamente das questões políticas de seu país.
A produção fez sua estreia em Cannes, em 2015, e, fora da competição, foi tido como o inventario de cicatrizes sobre a formação de um Estado, revelando, a partir de uma exumação moral, toda a inquietação de uma grande artista.
Por Livia Lima
Com o Dia do Jornalista apresentamos melhores filmes no Cinema

Com o Dia do Jornalista apresentamos melhores filmes no Cinema

o jornalLHoje é o Dia do Jornalista. A profissão tem mil datas, mas a oficial é hoje. E há vários filmes que relatam o dia-a-dia dessa profissão que é nobre, mas anda desvalorizada. Até o diploma, tiraram. Mérito do juiz do STF, Gilmar Mendes, o mesmo que cassou o ministério de Lula.

Há filmes muito legais que falam dessa carreira que nos dá muito orgulho.

 

5) O Jornal

 

O filme é com Michael Keaton e fala da apuração mal feita que pode prejudicar pessoas. Parece até o caso da Escola Base aqui no Brasil. No final, descobreme-se os verdadeiros culpados e evita-se uma injustiça, colocando na capa a verdade.

 

 

4) Frost/Nixon

 

Uma entrevista reveladora e para lá de interessante mostra os bastidores do Watergate que levaram à renúncia do presidente norte-americano Nixon.

 

 

3) Todos os Homens do Presidente

 

Em 1972, sem ter a menor noção da gravidade dos fatos, um repórter (Robert Redford) do Washington Post inicia uma investigação sobre a invasão de cinco homens na sede do Partido Democrata, que dá origem ao escândalo Watergate e que teve como conseqüência a queda do presidente Richard Nixon.

 

 

2) Capote

 

O filme conta como Capote reuniu informações do massacre de uma família em uma fazenda no interior dos Estados Unidos, para escrever um dos marcos da literatura jornalística. Vale como grande fonte de inspiração, mostrando as apuradas técnicas de entrevista e descrição aplicadas por Capote, que foi pioneiro do jornalismo literário ou New Journalism que tem Gay Talese seu principal baluarte.

 

 

 

1-Spotlight – Segredos Revelados

 

O filme ganhou o Oscar de Melhor Filme de 2016 e fala do grupo de jornalistas investigativos do Boston Globe chamados de Spotlight que descobrem o maior escândalo de pedofilia da Igreja Católica em Boston.

 

 

 

Por Anna Barros

 

Oscar Isaac em negociações para atuar em ‘Annihilation’

Oscar Isaac em negociações para atuar em ‘Annihilation’

oscar_isaac_and_natalie_portman_split

Oscar Isaac, que atuou recentemente no último sucesso da saga Star Wars, está em negociações para trabalhar novamente com o diretor Alex Garland (que já trabalhou com Isaac em ‘Ex-Machina’) no novo filme de horror apocalíptico ‘Annihilation’.

Natalie Portman vai estrelar o longa, que é adaptação de um livro de Jeff VanderMeer e conta a história de uma bióloga (Portman) e sua jornada na área X, um local afastado da civilização e desconhecido. Enquanto ela tem que lidar com uma estranha contaminação, colegas desaparecidos e um animal faminto, está em busca de pistas sobre o desaparecimento de seu marido.

Oscar Isaac pode interpretar o marido, que no fim das contas pode não estar tão desaparecido assim. O filme está sendo produzido por Scott Rudin e feito pela Paramount.

Por Lívia Lima

Criador de Luther escreverá série para TV

Criador de Luther escreverá série para TV

ripley-nota_yemoL6dO criador de Luther, Neil Cross, está encarregado de roteirizar a série que será uma adaptação das novelas de Patricia Highsmith, que retratará a vida do golpista Tom Ripley. O programa ainda não foi entitulado mas está sendo feito em parceria com a Endemol Shine Studios.

Ainda não há muitas informações sobre o programa, mas é sabido que são cinco livros: Os cinco livros são: O Talentoso Ripley (1955), Ripley Subterrâneo (1970), O Jogo de Ripley (1974), O Garoto que Seguiu Ripley (1980) e Ripley Debaixo D’Água (1991). Todos já foram adaptados para o cinema e nunca repetiram o mesmo protagonista.

Cross também estará na responsabilidade da produção, junto a Guymon Casady (Steve Jobs), Ben Forkner (A Forca) e de Philipp Keel, agente literário de Highsmith. A obra ainda não possui uma data de estreia.

Por Lívia Lima

Poltrona Cabine: Casamento Grego 2/Lívia Lima

Poltrona Cabine: Casamento Grego 2/Lívia Lima

images (1)

Casamento Grego é um clássico das comédias românticas comerciais e é realmente acolhedor ver nas telas, depois de tantos anos, uma sequência sobre a história dos Portokalos.

No primeiro filme, Toula (Nia Vardalos) se sente um peixe fora d’água: vive nos Estados Unidos com sua família grega e extremamente ortodoxa, e acaba de se apaixonar por um rapaz não grego, o que é um grande problema dentro de seus costumes familiares.
Já na sequência, a história retorna anos depois: Toula está casada com Ian (John Corbett) e os dois ainda estão tentando descobrir como lidar com sua filha, agora adolescente. Além disso, a família toda tem que lidar com a descoberta de que os pais de Toula não tiveram o casamento oficializado, dentro de sua religião.

É uma delícia ver os Portokalos em tela: extremamente amorosos, orgulhos de sua nação e unidos como família. Definitivamente, um filme para assistir com a família inteira. A historia resgata a importância do amor, do companheirismo e da confiança.
Não é mesmo uma produção cult ou inovadora, mas parece que a intenção é exatamente essa e é muito bem cumprida: uma comédia leve, familiar e feliz.

O diretor do filme, Kirk Jones, afirmou, para o Cinema Blend, que o mundo está precisando de Casamento Grego 2. De acordo com Jones, os filmes mais obscuros e sérios estão por aí mas não há motivo para não se investir em filmes que façam todo mundo se sentir bem e que toquem no lado humano. É impossível não concordar.

Em resumo, é um bom filme para relaxar, para rir e até para se emocionar em alguns momentos. A proposta do longa é cumprida e bem feita.

Cotação de Poltronas: Três Poltronas