Poltrona Estreia/ Estreias da Semana

Poltrona Estreia/ Estreias da Semana

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Canastra Suja: Drama de Caio Sóh.

Sinopse: Batista (Marco Ricca) e Maria (Adriana Esteves) formam um casal que, aparentemente, é muito feliz em seu casamento. No entanto, a verdade é que as aparências enganam e muito; no fundo, Batista, um alcóolatra inveterado e Maria, que tem um caso com o namorado de sua filha mais velha, Emília (Bianca Bin), representam uma família que está à beira das ruínas.

 

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Desobediência: Drama de Sebastián Lelio.

Sinopse: Ronit (Rachel Weisz) precisa voltar para sua cidade natal após a morte de seu pai distante – um rabino. Mas ela causa um rebuliço no pacato local ao recordar uma paixão proibida pela melhor amiga de infância, que atualmente é casada com seu primo.

 

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Hereditário: Terror de Eleanor Coppola.

Sinopse: O filme narra a história de uma tragédia familiar comum, que se desdobra numa sucessão de episódios sinistros. Quando Ellen, a matriarca da família Graham, morre, sua filha e seus descendentes começam a descobrir segredos sobre ela. Quanto mais se aprofundam, mais tentam escapar do destino sinistro que parecem ter herdado.

 

 
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Tungstênio:  Drama de Heitor Dhalia.
Sinopse: Um sargento do exército aposentado, um policial e sua esposa e um traficante aparentemente não possuem nada em comum, mas eles vão se unir em prol de um bem maior. Quando pessoas começam a utilizar explosivos para pescar na orla de Salvador, na Bahia, esse grupo fará de tudo para acabar com esse crime ambiental. Mas, na busca dos caminhos que lhes pareçam mais corretos, cada um deles vai passar por mais conflitos pessoais e morais.
Por: Vitor Arouca
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Na véspera da estreia, Heitor Dhalia fala sobre Tungstênio

Na véspera da estreia, Heitor Dhalia fala sobre Tungstênio

Nesta quinta-feira, 21 de junho, o filme Tungstênio chega a 60 salas de cinema espalhadas pelo país, sob a direção de Heitor Dhalia. O longa é baseado no quadrinho homônimo de Marcello Quintanilha, em que a narrativa, ambientada em Salvador, traz quatro personagens centrais. Adaptada para o cinema, a trama “trata de questões atuais, de temas explosivos, mas faz isso de maneira dinâmica e com uma estrutura de linguagem bem inovadora”, explica Dhalia.

Tungstênio aborda um universo suburbano, periférico e violento. É um forte retrato da exclusão e das tensões sociais que vive o Brasil atual. “A violência urbana é um subproduto dessa desigualdade”, diz o diretor.

 

Preocupado em traduzir a essência do material de Quintanilha nessa adaptação, Tungstênio teve desafios extras: “Existem muitas cenas de ação, briga, cenas no mar, que é dificílimo. Um ponto de atenção era traduzir aquela prosódia do personagem para a boca dos atores. Tungstênio foi uma adaptação bem complexa de ser realizada”, conta Heitor Dhalia.

O longa, protagonizado por Fabrício BoliveiraZé DumontSamira Carvalho e Wesley Guimarães, passou por um processo de escolha de elenco mágico, segundo o cineasta. Foram realizadas diversas oficinas com atores de Salvador, até serem encontradas as personalidades certas para dar corpo e voz para cada um dos personagens. “O longa tem muitos personagens negros, o que tornou a procura por atores nos grupos de teatros locais maravilhosa. Foi um processo muito rico de troca e aprendizados”, completa. Além disso, uma grande característica dos filmes de Heitor Dhalia é a revelação de novos talentos. Samira Carvalho e Wesley Guimarães fazem a vez em Tungstênio: “Adoro encontrar atores novos. Acho importante trazer caras novas para o cinema e, mais que isso, achar o ator certo para cada personagem”, justifica o cineasta.

Mergulhar no universo de Quintanilha, que ganha cores agora nas mãos de Dhalia, é dar de cara com uma narrativa que trata de relações humanas esgarçadas pelo entorno. A pobreza, a corrupção e a violência social pressionam os personagens em todos os momentos. Um Brasil cheio de ódio, de relações esgarçadas e conflituosas. Tungstênio traz à tona o tempo do abuso de gênero, do racismo estrutural e vários outros temas importantes a serem debatidos. “Acho que o filme provoca um olhar crítico para o país de hoje”, diz Dhalia. O cineasta ainda conta que o filme capturou o ponto de tensão máxima que o Brasil chegou. “Estamos à beira de uma explosão de caos. Um momento em que o fascismo nos rondeia, em que as redes sociais criam bolhas de ódio que se chocam. Tungstênio mostra isso na vida real, na rua, no cotidiano e revela como a aparente tranquilidade pode ser rompida a qualquer momento. De uma maneira involuntária produzimos um retrato duro do país. Um Brasil onde a ideia romântica que tínhamos de nós mesmo foi deixada de lado”, finaliza.


Confira a entrevista na íntegra com Heitor Dhalia:

Como surgiu a ideia de filmar TungstênioO quadrinho foi me apresentado por um produtor e amigo que tinha interesse em adaptar a grafic novel de Marcello Quintanilha. Ele acabou desistindo e segui com o projeto. Entrei em contato com o Marcello e fizemos o primeiro tratamento. Por coincidência o Marçal Aquino, amigo e parceiro de longa data – fizemos o Nina e O Cheiro do Ralo juntos -, também estava interessado em adaptar a obra. Retomamos nossa parceria e levamos a ideia até Guel Arraes, que deu sinal verde para tocarmos o projeto.

O que te chamou mais atenção nos quadrinhos que despertou a vontade de adaptar a obra para o cinema? Tungstênio é um quadrinho que aborda um universo suburbano, periférico e violento. É um forte retrato da exclusão e das tensões sociais que vivemos no Brasil. A violência urbana é um subproduto dessa desigualdade e isso me interessou no quadrinho. Tungstênio trata de questões atuais, de temas explosivos, mas faz isso de maneira dinâmica e com uma estrutura de linguagem bem inovadora. Isso tudo combinado, me fez querer levar essa história para as telas.

Quais foram as maiores preocupações e desafios dessa adaptação? Minhas preocupações foram tentar traduzir a essência do material adaptado para a tela do cinema e como traduzir a narrativa de uma linguagem para outra. Tungstênio tem desafios extras, existem muitas cenas de ação, briga, cenas no mar que é dificílimo. Um ponto de atenção era traduzir aquela prosódia do personagem para a boca dos atores. Tungstêniofoi uma adaptação bem complexa de ser realizada.

Como foi o processo de escolha do elenco? O processo de escolha do elenco é sempre mágico. Fizemos muitas oficinas com atores de Salvador até encontrarmos as pessoas certas para dar corpo e voz para aqueles personagens. O longa tem muitos personagens negros, o que tornou a procura por atores nos grupos de teatros locais maravilhosa. Foi um processo muito rico de troca e aprendizados. Tive a sorte de trabalhar com o Fabrício Boliveira e com Zé Dumont, e de achar a Samira Carvalho e o Wesley Guimarães.

Ainda sobre o elenco, especificamente sobre Samira Carvalho e Wesley Guimarães, não é a primeira vez que atores estreantes se destacam com importantes papeis em seus filmes. Você procura dar oportunidade para esses profissionais em todos os seus projetos? Especificamente em Tungstênio, como foi o processo para encontrá-los? Adoro encontrar atores novos, e trabalho com dois produtores de elenco geniais, Chico Aciolly e Ana Luiza. Os dois têm muito bom gosto para atores e adoram fazer escolhas ousadas. Eu também gosto. Acho importante trazer caras novas para o cinema e mais que isso, achar o ator certo para cada personagem.

Como se deu a preparação do elenco e qual foi seu método de trabalho com os atores no set? Você trabalhou com cada ator individualmente? Temos um método de preparação em grupo e individual. Por meio de várias técnicas, vamos achando o tom e aproximando os atores dos personagens, mas o mais importante nesse processo é estabelecer uma ponte de confiança entre ator e diretor. Um canal de comunicação permanente para os riscos e desafios do processo de produção de um filme, onde entra o restante da equipe. O processo de entendimento da dramaturgia e de como cada ator funciona é muito importante.

Do elenco à equipe de produção, você formou um time majoritariamente baiano. Foi proposital? Como se de essa escolha?   Foi uma escolha natural, pois a Bahia tem equipes e atores maravilhosos. Tivemos a sorte de encontrar pessoas para defender este filme.

O longa levanta discussões muito presentes em nossa sociedade, como: as relações de poder, relacionamentos tóxicos, saudosismo militar, marginalização e até mesmo crime ambiental, entre outros. Juntos, esses temas provocam uma explosão e tensão social. Esse é o tema central da obra? Tungstênio é um filme que trata de relações humanas esgarçadas pelo entorno. A pobreza, a corrupção e a violência social pressionam os personagens em todos os momentos. O filme se passa numa região violenta e periférica. Um dos protagonistas é policial, o outro um pequeno traficante e por fim, temos um ex-militar saudosista da ditatura. Esses personagens são tragados para uma situação de conflito, a partir de um evento aleatório, um crime ambiental. De alguma maneira, Tungstênio captura muitos temas do Brasil atual. O Seu Ney, por exemplo, é um ex-militar, uma sátira, um retrato do Brasil atual. Nunca imaginei que teríamos uma possibilidade real de uma volta de um regime militar que pode se dar inclusive pelo voto. Tungstênio mostra um Brasil cheio de ódio, de relações esgarçadas e conflituosas. Traz o tempo do abuso de gênero, do racismo estrutural e vários outros temas importantes de serem debatidos. Acho um filme que provoca um olhar crítico para o País de hoje.

Os personagens são intensos e compartilham a violência (seja física ou verbal) como reação às suas fraquezas, gerando uma explosão de caos e sentimentos. Visivelmente, são personagens contemporâneos. Como você enxerga a relação Tungstênio x sociedade atual?Acho que Tungstênio capturou o ponto de tensão máxima que o Brasil chegou. Estamos a beira de um explosão de caos. Um momento em que o fascismo nos rondeia, em que as redes sociais criam bolhas de ódio que se chocam. Tungstênio mostra isso na vida real, na rua, no cotidiano e revela como a aparente tranquilidade pode ser rompida a qualquer momento. De uma maneira involuntário produzimos um retrato duro do País. Um Brasil onde a ideia romântica que tínhamos de nós mesmo foi deixada de lado.

Tungstênio aposta na força de um retrato social da Bahia que se reflete por todo o País. Cada história contada tem como personagem uma figura que vive às margens da sociedade e é tratada com descaso na vida real. Pensando no cenário atual do Brasil, como você acha que as pessoas reagirão ao assistir ao longa? Qual sua expectativa? Tungstênio é um retrato do Brasil real, do Brasil dos excluídos e pressionados por tensões sociais agudas, com a violência, o tráfico de drogas, as relações desiguais de gênero e o racismo estrutural e escravocrata que marginaliza uma parte importante da nossa população. O filme mostra isso de uma maneira forte e contundente e, ao mesmo tempo, é uma história dinâmica e efervescente que traz a linguagem dos quadrinhos para a discussão social. O filme vai ser visto com muito prazer em todas as regiões, e por todos os públicos. É um filme com linguagem sofisticada que traz um tema e uma narrativa forte, com personagens simples e populares. São bons os elementos no caldeirão e o caldeirão vai explodir. Tudo isso vai chamar a atenção e conquistar os corações do público que assistir. Não faltam razões para a identificação do público com o filme e com o País que ele retrata.

Por Anna Barros

Poltrona Estreia/ Estreias da Semana

Poltrona Estreia/ Estreias da Semana

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Jurassic World: O Reino Ameaçado – Ação e Aventura de Bayona.

Sinopse: Quatro anos após o fechamento do Jurassic Park, um vulcão prestes a entrar em erupção põe em risco a vida na ilha Nublar. No local não há mais qualquer presença humana, com os dinossauros vivendo livremente. Diante da situação, é preciso tomar uma decisão: deve-se retornar à ilha para salvar os animais ou abandoná-los para uma nova extinção? Decidida a resgatá-los, Claire (Bryce Dallas Howard) convoca Owen (Chris Pratt) a retornar à ilha com ela.

 

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Do Jeito Que Elas Querem: Comédia de Bill Holderman.

Sinopse: Nos arredores da Califórnia, quatro amigas de longa data estão na casa dos 60 anos e decidem ler no clube do livro mensal o romance Cinquenta Tons de Cinza. Esse não é o tipo de livro que elas leem normalmente, o que faz com que a vida dessas mulheres bem-sucedidas e inteligentes mude completamente.

 

talvez-uma-historia-de-amor.jpgTalvez Uma História De Amor: Romance de Rodrigo Bernardo.

Sinopse: Quando chega em casa, depois de mais um dia corriqueiro no trabalho, Virgílio liga a secretária eletrônica e ouve um recado perturbador. É uma mensagem de Clara, comunicando o término do relacionamento dos dois. Virgílio, contudo, não faz a menor ideia de quem é Clara. Perturbado devido ao seu jeito metódico e controlador, ele não se lembra de ter se relacionado com ninguém, mas todos ao seu redor pareciam saber do relacionamento dos dois, perguntando como ele está se sentindo com o término. Agora, ele precisa encontrar essa mulher misteriosa.

 

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Sol Da Meia Noite: Drama de Scott Speer.

Sinopse: Katie é uma jovem de 17 anos que vive protegida dentro de sua casa desde a sua infância. Confinada no local durante os dias, ela possui uma rara doença que faz com que a menor quantidade de luz solar seja mortal. Sua situação muda quando seu destino se cruza com o de Charlie e eles iniciam um romance de verão.

 

 

Por: Vitor Arouca

 

 

 

 

 

Poltrona Estreia/ Estreias da Semana/ Parte 2

Poltrona Estreia/ Estreias da Semana/ Parte 2

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Um Dia Para Viver: Ação de Brian Smrz.

Sinopse: Um assassino ganha uma segunda chance quando seu empregador o traz de volta à vida temporariamente, logo após ter sido morto no trabalho. Ele tem 24 horas para realizar sua missão e se redimir.

 

 

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Vingança: Suspense e Ação de Coralie Fargeat.

Sinopse: Três homens casados e ricos fazem anualmente uma espécie de caçada no deserto. Desta vez, um dos empresários decide trazer sua amante. Quando ela é abandonada para morrer devido a uma série de acontecimentos, eles terão que lidar consequências de uma mulher que busca vingança.

 

 

 

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Os Estranhos: Caçada Noturna – Terror de Eleanor Coppola.

Sinopse: Seguindo os acontecimentos do primeiro filme, uma nova família receberá a terrível visita de três psicopatas – que têm como único objetivo transformar suas vidas em um inferno na Terra.

 

Por: Vitor Arouca

 

 

 

 

Poltrona Estreia/ Estreias da Semana/ Parte 1

Poltrona Estreia/ Estreias da Semana/ Parte 1

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A Morte de Stalin: Comédia e Drama de Armando Iannucci.

Sinopse: União Soviética, 1953. Após a morte de Josef Stalin, o alto escalão do comitê do Partido Comunista se vê em momentos caóticos para decidir quem será o sucessor do líder soviético.

 

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Oito Mulheres E Um Segredo: Ação de Gary Ross.

Sinopse: Recém-saída da prisão, Debbie Ocean planeja executar o assalto do século em pleno Met Gala, em Nova York, com o apoio de Lou, Nine Ball, Amita, Constance, Rose, Daphne Kluger e Tammy.

 

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No Olho do Furacão: Ação de Rob Cohen.

Sinopse: Um grupo de criminosos planeja roubar 600 milhões de dólares do tesouro americano durante a passagem de um furacão. No entanto, seus planos são interrompidos quando o fenômeno meteorológico atinge o nível 5, considerado o mais grave de todos, e eles precisam do código de segurança que apenas uma funcionária do banco tem conhecimento.

 

Por: Vitor Arouca

Poltrona Estreia/ Estreias da Semana

Poltrona Estreia/ Estreias da Semana

nao-se-aceitam-devolucoesNão Se Aceitam Devoluções: Comédia de André Moraes.

Sinopse: Juca Valente é dono de um quiosque no litoral de São Paulo e só quer saber de diversão. Eterno namorador, ele detesta grandes responsabilidades e não pensa em ter nada sério com ninguém. Mas sua vida toma um rumo totalmente diferente quando uma ex-namorada americana larga um bebê com ele e desaparece. Juca então parte para os Estados Unidos na intenção de devolver a criança, sem nem imaginar que começaria a gostar da ideia de ser pai.

 

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Eu Só Posso Imaginar: Drama de Alex Cramer.

Sinopse: Bart Millard é o vocalista da banda cristã MercyMe, e tem o relacionamento conturbado com seu pai, que sempre o tratou de maneira dura e nunca entendeu seu amor pela música. Conseguindo forças através de Deus, Bart resolve então eternizar sua relação em uma canção, “I Can Only Imagine”.

https://poltronadecinema.wordpress.com/2018/05/25/poltrona-cabine-eu-so-posso-imaginar-cesar-augusto-mota/

 

joao-de-deus-o-silencio-e-uma-preceJoão de Deus – O Silêncio É UmaPrece: Documentário com direção de Cande Salles.

Sinopse: A história do famoso médium João de Deus desde sua infância paupérrima no interior de Goiás até o presente momento, onde ele incorpora médicos e parece ter adquirido poderes curativos. Ademais, o documentário também relata a descoberta do dom paranormal e narra o bullying que o médium sofreu daqueles que duvidavam de sua sensibilidade.

 

gnomeu-e-julieta-o-misterio-do-jardim.jpgGnomeu e Julieta: O Mistério do Jardim –  Animação de John Stevenson.

Sinopse: Gnomeu e Julieta chegam à Inglaterra, preocupados em preparar o jardim para a primavera e rever os amigos britânicos. No entanto, a dupla começa a perceber que os gnomos estão sendo sequestrados em toda a cidade. Eles recorrem ao gênio da investigação Sherlock Gnomes que, junto de seu fiel companheiro Watson, embarca numa aventura para solucionar o mistério.

 

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Paraíso Perdido: Ficção de Monique Gardenberg.

Sinopse: José tem três filhos, sendo um deles adotivo, e é avô de um casal de jovens. Sua família, marcada por perdas e desencontros, tenta ser feliz numa antiga boate chamada Paraíso Perdido, onde cantam músicas populares e românticas.

Por: Vitor Arouca

 

Poltrona Estreia/ Estreias da Semana

Poltrona Estreia/ Estreias da Semana

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Han Solo: Uma História Star Wars – Ficção Científica com direção de Ron Howard.

Sinopse: As aventuras do emblemático mercenário Han Solo e seu fiel escudeiro Chewbacca antes dos eventos retratados em Star Wars: Uma Nova Esperança, inclusive encontrando com Lando Calrissian.

 

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Antes Que Eu Me Esqueça: Comédia e Drama de Tiago Arakilian.

Sinopse: Aos 80 anos de idade, Polidoro é um soberbo juiz aposentado que vive sozinho e mal tem contato com o filho Paulo, pianista fracassado. Quando sua filha mais próxima, Bia, entra com uma ação para interditá-lo, ele decide investir seus fundos numa boate de strip-tease em Copacabana.

 

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Alguém Como Eu: Comédia e Romance de Leonel Vieira.

Sinopse: Helena e Alex são um casal que, como todos os outros, vivem diferentes fases em seu relacionamento. Depois de alguns meses de dúvidas sobre o seu namoro, Helena passa a imaginar como seria se Alex fosse uma mulher, mas sua obsessão pelo assunto vai transformar seus devaneios em algo que a atrapalha.

 

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Tully: Comédia e Drama de Jason Reitman.

Sinopse: Marlo, mãe de três filhos, sendo um deles um recém-nascido, vive uma vida muito atarefada, e, certo dia, ganha de presente de seu irmão uma babá para cuidar das crianças durante a noite. Antes um pouco hesitante, Marlo acaba se surpreendendo com Tully.

 

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Colheita Amarga: Drama de George Mendeluk.

Sinopse: Ucrânia, 1930. Yuri, artista nascido numa família de guerreiros cossacos, se esforça para conseguir uma aprovação dos parentes e tem a vida transformada quando o Exército Vermelho invade seu país e sua família é perseguida pelo regime stalinista.

Por: Vitor Arouca