Poltrona Séries: Suits/ 7ª temporada/ Cesar Augusto Mota

Poltrona Séries: Suits/ 7ª temporada/ Cesar Augusto Mota

A famosa série jurídica, cheia de embates e muitas diferenças, está de volta. ‘Suits’, série da Netflix e ambientada no escritório Pearson Specter Litt, promete ainda mais sarcasmos, dinamismo e o crescimento de alguns personagens, principalmente de Donna (Sarah Rafferty) e Mike Ross (Patrick J. Adams).

Após exercer a advocacia sem possuir licença e trabalhando arduamente ao lado de Harvey Specter (Gabriel Macht), Mike consegue a tão suada licença, mas antes passa por provas de fogo e é confrontado por outro profissional, que faz questão de lembrar seu passado conturbado. E não para por aí, os parceiros Harvey e Mike vão participar de um caso em lados opostos e depois vão se unir novamente em outro, relembrando situações de temporadas anteriores, o que pode ser bom para alguns fãs da série e ruim para outros, que anseiam por novidade.

Na atual temporada, o arco de Louis (Rick Hoffman) dá um grande salto, de antes odiado para um personagem extremamente admirável. Antes centralizador e turrão com seus associados, ele mostra um lado frágil e muita força para superar o fim de seu noivado. Além disso, Louis aos poucos passa não só a ter a confiança de todos, como também consegue se reaproximar de Harvey e administrar melhor a empresa. Uma reviravolta impressionante e que vai fazer você ficar surpreso de forma positiva.

E não se pode deixar de falar do núcleo feminino da série, que conta com personagens que demonstram coragem, empoderamento e muito mais intensidade. Donna mostra que é muito mais que uma eficiente secretária e encara com muita serenidade o desafio de ser sócia da Pearson Specter Litt, mas não conseguirá inicialmente se desvencilhar da inveja e discriminação dos colegas e terá que bater de frente com Harvey e os associados. Com pouco espaço e sem tanto brilho na temporada passada, Rachel Zane (Meghan Markle) ganha mais espaço na trama e mostra que não está para brincadeira.

Mas não é só de intrigas que é feita a série. Há muitos momentos românticos, dores ainda não cicatrizadas, como o fim do noivado de Louis e o desfecho triste do relacionamento de Harvey e Donna, além de belíssimas demonstrações de amor e cenas românticas clássicas da literatura presentes na produção. Você passeia por momentos belos e dramáticos, uma série com ingredientes diversos.

Se você curte produções com romance, drama e é fã do universo jurídico, certamente vai gostar de ‘Suits’, que demonstra ainda ter muita bala na agulha e muito o que mostrar, uma produção dinâmica e aberta a novos conflitos e situações cada vez mais complexas em um mundo cada vez mais globalizado e interativo, vale a pena.

Avaliação: 4/5 poltronas.

 

 

Por: Cesar Augusto Mota

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O Senhor dos Anéis virará série na Amazon

O Senhor dos Anéis virará série na Amazon

O universo de “Senhor dos Anéis”, baseado nos livros do escritor J.R.R. Tolkien, vai ganhar uma série da Amazon, anunciou a empresa nesta segunda-feira. O acordo garante ainda a produção de seriados derivados da obra do autor.
Com uma história na Terra Média, a adaptação para o serviço de streaming explorará novas histórias anteriores à trama de “Sociedade do Anel”. Não há ainda previsão de estreia ou elenco confirmado.

A Warner, o estúdio que levou para o cinema com grande sucesso a trilogia de “O Senhor dos Anéis”, e os herdeiros de Tolkien negociaram com diferentes empresas.

Franquia foi sucesso no cinema

Composta pelos filmes “A Sociedade do Anel” (2001), “As Duas Torres” (2002) e “O Retorno do Rei” (2003), a trilogia de “O Senhor dos Anéis”, dirigida por Peter Jackson, foi sucesso de crítica e público.
A franquia arrecadou US$ 2.912 bilhões, segundo o site Box Office Mojo.
Além disso, “O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei” ganhou 11 prêmios no Oscar, igualando com “Ben-Hur” (1959) e “Titanic” (1997) como recordista da Academia.

 

Por Anna Barros

Poltrona Séries: Stranger Things-2ª temporada/ Cesar Augusto Mota

Poltrona Séries: Stranger Things-2ª temporada/ Cesar Augusto Mota

Uma série sobre o universo sobrenatural, com teorias mirabolantes e uma ode aos anos 80. ‘Stranger Things’, sucesso de audiência na Netflix, está de volta com 9 novos episódios e promete não só divertir como também mexer com a cabeça dos espectadores. Portanto, vá se reparando.

Criada pelos irmãos Matt e Ross Duffer, ‘Stranger Things’ trouxe uma primeira temporada eletrizante e com um desfecho surpreendente, como o resgate do garoto Will (Noah Schnapp) do Mundo Invertido, mas com um comportamento um tanto perturbado, vomitando uma estranha criatura e tendo uma breve visão do universo em que esteve enquanto sumido. Além dele, a garota Eleven (Millie Bobby Brown), alvo constante de diversos experimentos do governo, some repentinamente após uma forte explosão. Sua aparência, trejeitos e o dom demonstrado, de mostrar força com sua mente, nos deixaram muitas dúvidas, ela é ou não humana? Essas duas conclusões deram gancho para que uma nova temporada se desenvolvesse e deixasse os espectadores ainda mais desconfiados e ansiosos, e é o que realmente acontece.

A nova sequência começa no dia 28 de outubro de 1984, 352 após o desaparecimento de Eleven. As crianças estão crescendo e aprontando bastante na cidade de Hawkins, mas uma série de coisas estranhas começam a acontecer, como o apodrecimento misterioso de diversas plantações, além das constantes ameaças do Monstro das Sombras, que exerce forte controle sobre Will e criaturas ligadas ao Mundo Invertido. Para se livrarem desses seres pertencentes a uma realidade alternativa e conseguirem salvar Will, o grupo formado por Dustin (Gaten Matarazzo), Lucas (Caleb McLaughlin), Mike (Finn Wolfhard) vai precisar não só de agilidade e estratégia, como também de muita ousadia, não será fácil aniquilar criaturas com velocidade e força colossais, além de terem que encontrar as melhores técnicas de sobrevivência.

A série traz uma boa divisão de episódios, não só as crianças se destacam, como também os novos atores escalados. David Harbour, o xerife Hopper, constrói uma importante ligação entre as histórias paralelas, além de mostrar uma forte afeição por Eleven. Sadie Sink, a Max, é inicialmente rejeitada pelos garotos, mas sua personalidade forte e seu jeito descolado chamam a atenção, principalmente de Lucas, e aos poucos vai ganhando confiança de todos, bem como do público. Dacre Montgomery, o irmão bad boy de Max, traz um pouco mais de conflito à história, mas de maneira superficial e o personagem não é tão explorado. Sean Astin, famoso pelo filme ‘Os Goonies’, de Steven Spielberg, apesar de fazer um papel abobalhado de namorado de Joyce Byers (Winona Ryder), é um dos cérebros da história, com importantes intervenções e a peça-chave para a resolução do mistério que gira em torno de como encontrar e derrotar as criaturas do Mundo Invertido.

Os cenários apresentados são uma construção fiel dos anos 80. As músicas executadas, os objetos que estavam na moda, como vitrolas, fones de ouvido gigantes, além das roupas e penteados, tudo isso faz você viajar no tempo e se sentir nostálgico, fora as referências a filmes famosos, como ‘Caça-Fantasmas’, ‘Os Goonies’ e ‘Halloween’. Além da direção de arte, o roteiro também é um ponto forte, por apresentar histórias paralelas e saber depois amarrá-las, sem deixar buracos e apresentar coisas soltas. As cenas são desenvolvidas com um perfeito timing, e as personalidades dos personagens são devidamente trabalhadas, todos esses ingredientes funcionam e contribuem para o perfeito funcionamento da história e da série num todo. Até quem não é fã de histórias que envolvam mistérios, mundos sombrios e assombrações vai se impressionar e se interessar por Stranger Things.

No quesito atuação, Millie Bobby Brown é o maior destaque, ela retorna com uma personagem ainda mais forte e madura, além de ter uma importância abissal para a trama. Não só há um episódio solo que ajuda a desvendar os mistérios de seu passado, como nos deparamos também com um desfecho expressivo e impactante para Eleven, quem é fã da personagem não vai querer perder um minuto e não vai sair da cadeira para saber o que acontece com ela e com a cidade de Hawkins, praticamente entregue aos Demogorgons.

Uma produção que oferece sustos, diversão e muitos segredos a serem desvendados. ‘Stranger Things’ oferece muitas possibilidades e com chance de mais uma temporada, é cruzar os dedos e ver o que vem por aí.

Avaliação: 4,5/5 poltronas.

 

 

Por: Cesar Augusto Mota

Netflix suspende gravações de House of Cards depois de escândalo envolvendo protagonista

Netflix suspende gravações de House of Cards depois de escândalo envolvendo protagonista

House of Cards

A Netflix decidiu suspender as gravações da temporada final de “House of Cards” após o surgimento de uma denúncia de abuso sexual contra o veterano Kevin Spacey. Nesta terça-feira (31), o serviço de streaming confirmou através de sua conta oficial no Twitter que as filmagens da produção estão paralisadas e que essa será sim a última temporada.

A produção na temporada final de ‘House of Cards’ está suspensa até segunda ordem. Isso nos dará tempo para analisar a situação atual com os nossos parceiros de produção da MRC. Os executivos estão no set esta semana para discutir com nosso elenco e equipe. Mais detalhes estão por vir“, informou a Netflix.

 

Essa é a primeira vez que o serviço de streaming se pronuncia sobre o caso desde que a alegação de abuso sexual envolvendo Kevin Spacey veio à tona. Numa entrevista ao Buzzfeed, o também ator Anthony Rapp revelou que em 1986, quando tinha 14 anos, foi assediado sexualmente por Kevin. No relato, Rapp disse que ele e Spacey eram amigos e trabalhavam na Broadway. Kevin, na época com 26 anos, convidou o rapaz para uma festa em seu apartamento, no entanto ao chegar lá, o jovem percebeu era o único adolescente no local e então passou a maior parte da noite em um quarto assistindo à televisão.

Ele disse que não sabia que a festa terminara e que estava sozinho no apartamento com Spacey até o ator mais velho aparecer na entrada do quarto. “Ele me pegou como um noivo pega a noiva na noite de núpcias. Mas eu não cheguei a me afastar inicialmente porque fiquei em choque, pensando “O que está acontecendo?”. E então ele tentou subir em cima de mim. Ele estava tentando me seduzir, tentando ficar comigo sexualmente“, recordou Anthony, acrescentando ter conseguido se desvencilhar e fugir do local em seguida.

Por AnnaBarros

Poltrona Séries: Scorpion/Luis Fernando Salles

Poltrona Séries: Scorpion/Luis Fernando Salles

Scorpion é uma série de televisão norte-americana criada em 22 de setembro de 2014 e transmitida pela CBS. No Brasil, o seriado pode ser assistido no canal AXN.

Inspirada em uma história real, conta as aventuras do excêntrico gênio, Walter O’Brien, e de sua equipe composta por um comportamentalista (Behaviorismo), Toby, uma calculadora humana, Sylvester, e uma prodígio da mecânica, Happy. Ambos são pessoas ótimas de espírito, mas que não conseguem se socializar com a maioria das pessoas e por isso recebem a ajuda de uma ex-atendente de lanchonete chamada Paige que tem um filho gênio, Ralph.

Quando um problema sério surge no espaço aéreo americano, o agente Cabe Gallo resolve recrutar a equipe de gênios, já que nenhuma outra pessoa é capaz de resolver o problema. A partir daí, e agora com o apoio do governo, eles se tornam oficialmente a equipe Scorpion e tornam-se a última linha de defesa contra ameaças complexas ao redor do mundo.

A série se encontra na 4º temporada, porém corre risco de não ser renovada pelo baixo desempenho na TV americana.

Poltrona Séries: Fuller House-3ª temporada/ Cesar Augusto Mota

Poltrona Séries: Fuller House-3ª temporada/ Cesar Augusto Mota

Parece que foi ontem, a série Full House (Três é Demais, no Brasil), completou 30 anos de existência esse ano, para a felicidade dos fãs. Para celebrar a data, a Netflix liberou há poucas semanas os episódios da terceira temporada de Fuller House, série derivada da original, trazendo de volta os personagens do grande sucesso veiculado na TV por assinatura e na aberta, pelo SBT. O que era para ser nostálgico e de muito sucesso, acabou com uma pontinha de decepção.

Nos 9 episódios disponibilizados pelo serviço de streaming, os personagens Danny Tanner, Joey e Jesse, interpretados respectivamente por Bob Saget, Dave Coulier e John Stamos aparecem esporadicamente, um episódio para cada um. Os três atores tiveram grande importância no sucesso de 8 anos em que Full House ficou no ar, mas colocar Coulier, Stamos e Saget com participação reduzida deu um gostinho de quero mais, afinal, todos eles brilharam em cena e em dados momentos bastava uma simples aparição para o público sorrir e aplaudir.

Tirando a participação abreviada dos três atores, a terceira temporada está ótima, com uma excelente química entre o elenco consagrado e os novos atores recrutados. Vamos constatar temáticas muito interessantes na medida em que os episódios forem passando, como família, responsabilidade no trabalho, fertilidade, dramas amorosos e dilemas na adolescência. Tudo é muito bem conduzido pelas atrizes Candace Cameron, a DJ, Jodie Sweetin, a Sthephanie e Andrea Barber, a Kimmy. As três retornam e com uma irmandade ainda mais forte, mas as personagens terão que mostrar mais força e jogo de cintura, tendo em vista que DJ e Kimmy já são mães e tem maiores responsabilidades com os filhos, e Steph vive dilemas, como dificuldade em arranjar trabalho e tem o desejo de ser mãe e tenta todos os tipos de tratamento. Tudo é devidamente contornado e as três amigas tiram de letra todas as pedras colocadas no caminho, e com direito a vários micos.

Outro ponto forte é o desempenho do núcleo infantojuvenil, com ótimas tiradas de Elias Harger, o Max Tanner, segundo filho de DJ. Ele nos brinda com uma linda cena no começo do primeiro episódio, com a canção ‘Best Summer Ever’, na qual todo o elenco participa. Apesar da pouca idade, o garoto mostra que a vida não está às mil maravilhas e nos dá importantes lições. Michael Champion, o Jackson, filho mais velho de DJ, é o típico adolescente que enfrenta os problemas mais comuns, como dificuldades com os estudos e a descoberta do primeiro amor. Jackson nos diverte muito nas cenas em que divide o quarto com Max, os dois só faltam se matar. E a jovem Ramona (Soni Nicole Bringas) não fica atrás, ela demonstra muita cumplicidade na relação que tem com a mãe, Kimmy, além de passar por perrengues que todo adolescente enfrenta.

Se você ainda não viu, corra para ver Fuller House, a série é muito divertida, para toda a família, com muita diversão, risos e muitas mensagens importantes. Vale a pena!

 

 

Por: Cesar Augusto Mota

Heco Produções lança série sobre História da Alimentação no Brasil

Heco Produções lança série sobre História da Alimentação no Brasil

Dia 06 de novembro estréia a série História da Alimentação no Brasil, produzida pela Heco Produções e dirigida por Eugenio Puppo, baseada no livro homônimo de Luís da Câmara Cascudo, lançado em 1967. Com 13 episódios de 30 minutos, a série vai ser exibida no canal pago Cinebrasil TV. O livro, um vigoroso tratado de 900 páginas, comemora 50 anos de lançamento em 2017 e é até hoje o maior registro histórico e sociológico sobre a culinária brasileira. Dividida em duas partes, a obra faz um minucioso levantamento das tradições alimentares brasileiras, fruto da miscigenação entre povos originários do Brasil, da população africana escravizada e dos portugueses.

Cascudo viajou pelo Brasil de 1943 a 1962, debruçou-se sobre vasta bibliografia e foi à África conhecer as origens de vários dos nossos pratos para escrever a obra. Desta forma, as locações incluem cidades brasileiras – Bahia, Pará, Maranhão, Rio Grande do Norte, Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Goiás e Pernambuco -, e 11 cidades portuguesas, dentre elas Lisboa, Porto, Évora e Mirandela, retratando desde a doçaria conventual (como os pastéis de Tentúgal), às Tripas à moda do Porto e os Cuscos transmontanos.

A série História da Alimentação no Brasil traz depoimentos de diversos personagens brasileiros, chefs, artistas, estudiosos e personagens anônimos de diversas regiões do Brasil e de Portugal. A seleção de entrevistados inclui Carlos Alberto Dória (sociólogo), Mara Salles (chef), Ana Luiza Trajano (chef), Alberto da Costa e Silva (historiador), Chico César (cantor), José Avillez (chef). Além do material original, a série utiliza material de arquivo, com longas e curtas-metragens de Humberto Mauro, Heinz Forthmann, Caravana Farkas, e obras do acervo do Instituto Câmara Cascudo, CTAV, Museu do Índio, Cinemateca Portuguesa, Câmara Municipal de Lisboa e acervos particulares.

A estreia do episódio 1,  A Rainha do Brasil, mostra a mandioca, um dos primeiros alimentos citados nos registros portugueses, como um ingrediente essencial. Um narrador pontua os episódios com informações históricas na forma de trechos breves do livro e as cenas são entremeadas por imagens de feiras brasileiras icônicas, preparação de pratos, reproduções de livros, pinturas, trabalhos artísticos e fotos antigas. A trilha sonora, original, incorpora uma multiplicidade enorme de ritmos africanos, brasileiros e portugueses, misturando referências tradicionais e contemporâneas.

 

Episódio 01 – A Rainha do Brasil

Nativa do Brasil e ingrediente básico da culinária indígena, a mandioca foi descrita pelos cronistas portugueses já nos primeiros registros sobre a flora brasileira. Muito consumida em todas as partes do país até os dias de hoje, é um dos produtos-chave para entender nossa alimentação. Não à toa, recebeu de Câmara Cascudo o título de realeza.

O primeiro episódio de História da Alimentação no Brasil nos leva até o Pará para acompanhar a fabricação artesanal da farinha de mandioca, mostra-nos a riqueza de adaptações e derivações proporcionadas pela planta e revela o resgate da tradição que cozinheiros brasileiros têm feito ao oferecer pratos com mandioca em seus restaurantes.

Personagens: Seu Bené (professor da farinha); Carlos Alberto Dória (sociólogo); Rivandro França (cozinheiro – Cozinhando Escondidinho); Maria Antónia Góes (pesquisadora e escritora); Thiago Castanho (cozinheiro – Remanso do Bosque); Mara Salles (cozinheira – Tordesilhas); Anna Maria Cascudo (filha de Luís da Câmara Cascudo); Daliana Cascudo (neta de Luís da Câmara Cascudo); Chico César (cantor e compositor); Telma Machado (pesquisadora e empresária); Cláudio Lobato (comerciante); Letícia Massula (pesquisadora e cozinheira – Cozinha da Matilde); Priscila Lourenço (comerciante); Trabalhadores da casa de farinha da Tabua; Moradores da aldeia indígena TekoaPyau.

 

Locais: Bragança – Pará; São Paulo – São Paulo; Recife – Pernambuco; Alvito – Portugal; Belém – Pará; Natal – Rio Grande do Norte; Pirenópolis – Goiás; Rio de Janeiro – Rio de Janeiro; São Miguel do Gostoso – Rio Grande do Norte.