Setenta anos do clássico “Narciso Negro”

Setenta anos do clássico “Narciso Negro”

Black Narcissus, 1947

Há exatos setenta anos, Deborah Kerr nos presenteava com uma atuação memorável e única em sua carreira: o papel da Irmã Clodagh, freira anglicana enviada à uma região do Himalaia, com seu grupo de freiras pelo qual é responsável. Clodagh passa então a enfrentar problemas: o clima inóspito, os desejos ocultos das outras e de si mesma, perdendo seu foco e questionando seus propósitos.

O filme conta com uma trama envolvente, personagens inesquecíveis e uma fotografia de tirar o fôlego! Deborah dá uma verdadeira aula de interpretação, em conjunto com sua beleza angelical, caindo como uma luva para o papel.

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Foto: reprodução Google Imagens

O que me surpreendeu nessa história foi justamente o fato de a princípio parecer só mais um filme dramático, e na verdade ser uma conversão do inocente para o pecado. Da castidade para o desejo. Do espírito para a carne.

A parceria do brilhante Michael Powell com o também diretor Emeric Pressburguer só poderia resultar numa obra de arte atemporal e imperdível. Ganhador de dois prêmios Oscar (Melhor Fotografia e Melhor direção de arte) Black Narcissus é um clássico obrigatório para os amantes da sétima arte, e para quem quer saber um pouco mais sobre como é a (difícil) vida na castidade.

 

IMG_1090Deborah Kerr como a Irmã Clodagh/ Reprodução Google Imagens

Por Tom Machado

“Pai em Dose Dupla 2” ganha o primeiro trailer

“Pai em Dose Dupla 2” ganha o primeiro trailer

Brad (Will Ferrell) é um pacífico executivo e padrasto dos dois filhos de Sarah (Linda Cardellini). Após enfrentar uma verdadeira batalha pelo carinho das crianças com o pai biológico delas, Dusty (Mark Wahlberg), em “Pai em Dose Dupla” (2016), ele precisará lidar com outro problema na sequência “Pai em Dose Dupla 2” (“Daddy’s Home 2”): a rivalidade entre seu pai (John Lithgow) e o avô paterno dos enteados (Mel Gibson). Como mostra o primeiro trailer do filme que acaba de ser lançado, Brad e Dusty têm a quem puxar.

Com estreia prevista para dezembro de 2017, a produção da Paramount Pictures é dirigida por Sean Anders e traz também no elenco os atores John Cena, Scarlett Estevez, Owen Vaccaro, Didi Costine, Yamilah Saravong e a supermodelo brasileira Alessandra Ambrosio, que está de volta como Karen, a namorada de Dusty.

A magia do cinema clássico

A magia do cinema clássico

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Jean Harlow / Foto: Reprodução Google Imagens

 

Nos dias de hoje, assistimos por aí produções maravilhosas repletas de efeitos especiais ou altas definições, deslumbrando qualquer par de olhos e mostrando que a tecnologia de fato também tomou conta da sétima arte. Porém, é inegável que os filmes de décadas atrás continuam sendo insubstituíveis e atemporais!

A minha história com o cinema clássico começou quando eu era um garotinho. Aos sete anos, assisti pela primeira vez “E o vento levou” de 1939 e fiquei encantado. Tudo aquilo parecia muito diferente das coisas que eu estava acostumado a ver na televisão, e mesmo não compreendendo a história por completo, sabia que tinha gostado. Naquele momento o meu amor começaria a despertar.

gwGone with the wind, 1939 / Foto: Reprodução Google Imagens

 

Com o passar dos anos, segui conferindo algumas obras cultuadas e cheguei a uma conclusão: Os filmes antigos tem sua luz própria. São especiais. Quando se assiste a um romance como ”Casablanca” de 1942, por exemplo, nota-se que tem algo nostálgico ali, uma atmosfera completamente emocionante e oposta de um outro mais atual, como “Titanic” de 1997. É como a diferença entre pipoca de panela e de microondas. A primeira sempre vai ter seu charme, não importa quantos sabores apareçam, o clássico nunca sai de moda!

Por fim, as telas coloridas e super produções só existem graças ao nosso amado cinema vintage. E não estou só falando dos romances! Mesmo gêneros como o horror e suspense, tem suas raízes lá no famoso Noir. Não tenho palavras para expressar a importância dos filmes clássicos na minha vida, mas espero encontrá-las na minha trajetória aqui no Poltrona de Cinema.         

Imagem1                                          Foto: Reprodução Google Imagens

 

Por Tom Machado

Universal divulga cartaz de “Feito na América” com Tom Cruise

Universal divulga cartaz de “Feito na América” com Tom Cruise

Um único homem foi capaz de enganar a CIA, Pablo Escobar e a Casa Branca: o traficante e piloto Barry Seal, interpretado por Tom Cruise, em “Feito na América” (American Made). Com cartaz nacional divulgado hoje, e que destaca a frase “baseado em uma verdadeira mentira”, o longa apresenta uma história de aventura baseada nas façanhas reais de Seal.

Com estreia marcada para 31 de agosto em circuito nacional, o filme mescla suspense, aventura e ação, sob direção de Doug Liman, parceiro de Tom Cruise em “No Limite do Amanhã”. O filme apresenta a história do piloto, que recrutado pela CIA, participou da execução de uma das maiores operações secretas dos EUA. O elenco ainda traz Domhnall Glesson, Sarah Wright, Jesse Plemons e Lola Kirke.

A produção fica a cargo de grandes nomes do cinema como o ganhador do Oscar Brian Grazer, de “Uma Mente Brilhante”; Brian Oliver, de “Cisne Negro”; Tyler Thompson, de “Evereste”; Doug Davison, de “Os Infiltrados”, e Kim Roth, de “O Plano Perfeito”.

Charlize Theron está mais furiosa do que nunca no cartaz de Atômica

Charlize Theron está mais furiosa do que nunca no cartaz de Atômica

A Universal Pictures acaba de divulgar o cartaz oficial de “Atômica” (Atomic Blonde), produção dirigida por David Leitch, de “John Wick” e o ainda em produção “Deadpool 2”. Veja imagem acima.

Baseado no graphic novel “The Coldest City”, assinado por Antony Johnston e ilustrado por Sam Hart, o filme combina ação e suspense em uma trama repleta de sensualidade, brutalidade e espionagem. Após a queda do muro de Berlim, a agente Lorraine Broughton (Charlize Theron) – a mais assassina e brutal do MI6 – é enviada à cidade para recuperar um dossiê de valor inestimável. Ela se une ao chefe da estação local, David Percival (James McAvoy) e se envolve em um jogo letal de espiões.                                               

Com distribuição da Universal Pictures, a produção ainda conta com James Mcavoy, John Goodman, Til Schweiger, Eddie Marsan, Sofia Boutella e Toby Jones. A estreia está marcada para 3 de agosto de 2017.

Top 5 Cenas de Musicas

Top 5 Cenas de Musicas

Salve galera.

Um dos meus últimos posts, falei sobre cenas de dança marcantes no cinema.

Então resolvi aproveitar o embalo e fazer esta semana um Top 5 Cenas Musicais.

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Vale a mesma regra do post anterior: o filme não pode ser um musical, mas tem que ter uma cena marcante com os personagens cantando ou dublando.

 

5 As Branquelas (White Chicks, 2004)

Particularmente acho esta comédia bem fraca. Mas a participação de Terry Crews salva um pouco o filme.

Inclusive a cena dele dublando Vanessa Carlton cantando A Thousand Miles é fantástica.

 

4 Quanto Mais Idiota Melhor (Wayne’s World, 1992)

A comédia estrelada por Mike Myers e Dana Carvey nos papéis de Wayne Campbell e Garth Algar, é baseada nos personagens que os comediantes interpretavam no Saturday Night Live.

E logo no começo do filme, temos eles cantando Bohemian Rhapsody do Queen. Não poderia existir maneira melhor de ser começar um filme.

 

3 10 Coisas que Odeio em Você (10 Thing I Hate About You, 1999)

Estrelada por Julia Stiles, Heath Ledger e Joseph Gordon- Levitt, esta comédia adolescente americana é cheia de estereótipos e final previsível.

Mas Heart Ledge cantando Can’t Take My Eyes off of You é inesquecível.

 

2 O Casamento do meu Melhor Amigo (My Best Friend’s Wedding, 1997)

Estrelado por Julia Roberts e Cameron Diaz, é uma das poucas comédias românticas em que o final não é previsível.

Com uma história simples e divertida, acompanhada por uma excelente trilha sonora, vale destaque para a cena onde todo o elenco canta I Say a Little Prayer.

 

1 Curtindo a Vida Adoidado (Ferris Bueller’s Day Off, 1986)

Uma das maiores comédias da década de 80, conta com uma das melhores cenas de música do cinema.

Ferris Bueller (Matthew Broderick) sobe em um carro de uma parada para cantar Twist & Shout, um clássico dos The Beatles.

@guimaraesedu

Filmes para assistir no Dia das Mães na Netflix

Filmes para assistir no Dia das Mães na Netflix

Que tal aproveitar o Dia das Mães para assistir alguns filmes na Netflix que mostram personagens que são mães fortes e amorosas?

Prepare a pipoca e confira as dicas que estão na lista do serviço streaming:

 

O Maior Amor do Mundo (2016)

Julia Roberts, Jennifer Aniston, Kate Hudson e Britt Robertson são as protagonistas dessa comédia romântica que narra as aventuras dessas mulheres tentando lidar com a maternidade em meio aos problemas da vida cotidiana. Temos a mãe solteira, a mãe que esconde ter tido um filho da própria mãe, a mãe jovem de primeira viagem que não conheceu a própria mãe e até um viúvo que precisa ser pai e mãe para as duas filhas

 

Minhas Mães e Meu Pai (2010)

Indicado ao Oscar de Melhor Filme, essa comédia dramática mostra a rotina de duas mães lésbicas (Annette Bening e Juliana Moore) e os seus dois filhos adolescentes, que decidem procurar escondidos pelo pai biológico (Mark Ruffalo) que doou o esperma para que uma delas pudesse conceber. A partir daí o longa discute sem preconceitos a dinâmica de uma família que foge da estrutura “tradicional”.

 

Uma Prova de Amor (2009)

Nesse dramalhão feito para chorar, Cameron Diaz é a mãe de uma adolescente que sofre de câncer e ainda tem que lutar na justiça contra a caçula, que foi concebida com o objetivo de salvar a irmã mais velha doando órgãos. O longa mostra o conflito entre a personagem de Diaz, que abdicou de tudo para cuidar da filha doente, e da caçula, focando também no quão difícil é para uma mãe a ideia de perder um filho.

 

Os Garotos da Minha Vida (2001)

Baseado na autobiografia homônima de Beverly Ann Donofrio, o filme mostra como a vida dela muda quando ela engravida ainda jovem e se vê obrigada a casar-se e adiar todos os planos que havia feito para sua vida, incluindo o maior deles: mudar-se para Nova York e ser escritora. O longa se passa na década de 1960, uma época em que a sociedade não via com bons olhos a gravidez precoce. Drew Barrymore interpreta Beverly.

 

Minha Mãe e Eu (2016)

O filme narra a história de uma fotógrafa deseja produzir um ensaio sobre o papel da Mãe em diferentes famílias. Buscando modelos, ela conhece diferentes histórias que a ajudaram a enxergar suas relações com sua família de uma nova maneira. As mães que protagonizam o longa são interpretadas por Sharon Stone, Susan Sarandon, Courtney Cox, Christina Ricci e outras.

 

Fonte: Catraca Livre