Matrix | Roteirista esclarece que novo projeto não será um reboot

Matrix | Roteirista esclarece que novo projeto não será um reboot

Depois da informação que a Warner Bros. Pictures estaria desenvolvendo um novo filme da franquia Matrix, o roteirista Zak Penn comentou sobre o projeto. A notícia, revelada pelo “Hollywood Reporter” deixou os fãs preocupados com o risco de alguém resolver refilmar a clássica obra das irmãs Wachowski. Mas Penn, numa série de tuítes, garante que esses não são os planos.

“Tudo o que posso dizer nesse momento é que ninguém poderia ou deveria REFILMAR ‘Matrix’. Quem conhece ‘Animatrix’ e os quadrinhos entende”, disse ele se referindo à série de curtas de animação inspirados no universo Matrix lançados em 2003.

“Não posso comentar a não ser para dizer que a palavra “refilmagem” apareceram em um artigo. Vamos parar de reverberar notícias imprecisas”, continua. “Que tal relançar ‘Matrix’?Não refilme, não dá para fazer melhor.”

Em entrevista recente, o ator Keanu Reeves mostrou interesse em voltar ao seu papel de Neo, se os produtores originais estivessem envolvidos. “Eles teriam que escrever e dirigir”, disse o ator a um portal. “Aí veríamos como seria a história. Seria estranho, mas por que não?”, completou.

O filme Matrix se tornou um sucesso enorme quando lançado, em 1999, graças às suas técnicas revolucionárias de efeitos especiais. O filme ganhou quatro prêmios Oscar e duas sequências, menos bem recebidas, mas com grande sucesso de bilheteria. Além disso, ganhou também produtos diversos como a série de curtas Animatrix e alguns jogos e colecionáveis.

O Rei Leão: Sucesso da Disney pode ganhar versão live-action após ‘A Bela e a Fera’

O Rei Leão: Sucesso da Disney pode ganhar versão live-action após ‘A Bela e a Fera’

Após lançar ‘A Bela e a Fera’ na última quinta-feira (16), a Disney já pensa em seu próximo live-action inspirado em uma animação de sucesso. De acordo com o site Omega Underground, a próxima produção a ter sua versão com atores será ‘O Rei Leão’, com filmagens previstas para o início de maio, em Los Angeles.

Parte do elenco já está definido. Simba será interpretado por Donald Glover (Atlanta, Han Solo: A Star Wars Story), já James Earl Jones (voz de Darth Vader, da franquia Star Wars) dará vida à Mufasa, mesmo personagem que interpretou na animação de 1994.

Jon Favreau será o diretor da nova versão de ‘O Rei Leão’. O cineasta dirigiu o remake de ‘Mogli: O Menino Lobo’ e será responsável por sua continuação.

A animação ‘The Lion King’, lançada em 1994, foi um dos maiores sucessos da Disney, com arrecadação global de US$ 968 milhões. O filme foi indicado quatro vezes ao Oscar e levou dois prêmios: de Melhor Canção Original (“Can You Feel The Love Tonight”) e Melhor Trilha Sonora.

A estreia do live-action ‘O Rei Leão’ está prevista para 2018.

Por: Cesar Augusto Mota

Top 5 Filmes Baseados em HQs que Você Não Conhece

Top 5 Filmes Baseados em HQs que Você Não Conhece

Salve galera.

Hoje está na moda os filmes baseados em HQs. Vários personagens estão saindo das páginas das revistas e pulando para as telas de cinema: Dr. Estranho, Vingadores, Batman, Homem de Ferro, Superman entre outros.

Mas existem diversos filmes que são baseados em revistas que talvez você não conheça, seja porque os personagens não fazem sucesso nas bancas ou são baseados em uma graphic novel especifica.

Então vamos ao Top 5 filmes baseados em HQs que você não conhece.

 

5 – Do Inferno (From Hell)

Data de publicação da HQ: 1989

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Data de lançamento do filme: 2001

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Apesar de ser totalmente contra as adaptações de suas obras, Alan Moore é uma grande fonte inspiradora para o cinema.

A revista Do Inferno é baseada na teoria sobre a possível identidade de Jack, o Estripador, enquanto o filme estrelado por Johnny Depp e Heather Graham é focado em um policial com poderes mediúnicos que investiga uma série de assassinatos em Londres.

Qual é melhor: disparado a HQ.

 

4 – Estrada para a Perdição (Road to Perdition)

Data de publicação da HQ:  1998

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Data de lançamento do filme: 2002

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A história de Estrada para Perdição não foi alterada na adaptação para as telas, levando o leitor / espectador para a Grande Depressão que atingiu os EUA no final da década de 20.

Tanto a HQ quanto o filme são focados em um homem que para sobreviver, recorre a única oportunidade que aparece: o crime. Michael Sullivan (Tom Hanks), um assassino da máfia que acaba se desentendo com o chefe do submundo de Chicago e decide enfrentar o crime organizado para proteger seu filho.

O elenco do filme deu um brilho extra para a história: Tom Hanks, Paul Newman, Jude Law, Jennifer Jason Leigh, Stanley Tucci e Daniel Craig. E a direção de Sam Mendes está intocável. Vale destacar que o filme foi indicado para 6 Oscars: melhor ator coadjuvante (Paul Newman), melhor direção de arte (Dennis Gassner e Nancy Haigh), melhor fotografia (Conrad Hall, que acabou ganhando), melhor trilha sonora original (Thomas Newman), melhor som (Scott Millan, Bob Beemer e John Pritchett) e melhor edição de som (Scott Hecker).

Qual é melhor: o páreo é duro, mas o filme é levemente melhor por causa do elenco.

 

3 – Marcas da Violência (A History of Violence)

Data de publicação da HQ: 1997

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Data de lançamento do filme: 2005

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Uma história pesada e que brilha tanto nas HQs quanto no cinema.

Tom Stall (Viggo Mortensen) é um pai de família e dono de uma lanchonete, que acaba ganhando as manchetes dos jornais depois que ele mata 2 adolescentes que tentam assaltar seu estabelecimento.

E após este incidente, sua família acaba descobrindo um passado de violência e crimes que Stall tentava esquecer e esconder da sua família.

Novamente o elenco é composto somente de nomes de primeira linha: Viggo Mortensen, Maria Bello, Ed Harris e William Hurt. E a direção ficou por conta de David Cronenberg.

Qual é melhor: o filme, mas novamente o vencedor foi escolhido por pouco.

 

2 – Anti-Herói Americano (American Splendor)

Data de publicação da HQ: 1976

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Data de lançamento do filme: 2003

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A HQ conta a história de Harvey Pekar (Paul Giamatti), um homem desiludido, que se encontra sem sentido na vida e acaba usando suas frustrações como fonte de inspiração para a revista American Splendor. O foco das histórias é seu dia a dia, em situações corriqueiras para as pessoas, mas sempre com um toque de humor e tragédia.

Vale destacar que ele é amigo de Robert Crumb (James Urbaniak), uma das maiores lendas das HQs do mundo. E o próprio Crumb foi uma das fontes de inspiração de Pekar, chegando inclusive a ajudá-lo a criar a série e desenhando as primeiras edições.

Qual é melhor: excelente filme, mas a HQ com os traços de Crumb ainda é insuperável.

 

1 – Azul é a Cor Mais Quente (Le Bleu est une Couleur Chaude – nome original da HQ / La Vie d’Adèle – Chapitres 1 & 2 – nome original do filme)

Data de publicação da HQ: 2010

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Data de lançamento do filme: 2013

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Um filme que ganhou muito destaque, sendo considerado uma das melhores produções francesas no ano do seu lançamento.

Tanto HQ quanto filme contam a história de Adèle (Adèle Exarchopoulos), uma estudante de segundo grau, que acaba descobrindo sua sexualidade ao se apaixonar pela pintora Emma (Léa Seydoux). E ambos acompanham Adèle e como este romance se estende durante sua vida, desde adolescente até se tornar adulta.

Um filme ousado e forte, como outras produções francesas. Imperdível.

Qual é melhor: empate.

@guimaraesedu

Esportes na Poltrona/ Eternos Campeões/ Vitor Arouca

Esportes na Poltrona/ Eternos Campeões/ Vitor Arouca

bd3c846c35aa8f0232969cfcd7885a65f4b0462d.jpgDizem que a terceira idade é a melhor época da vida, mas muitos senhores e senhoras lamentam o fato da idade avançada estar ligada as dores e ao uso de remédios.

O documentário “Eternos Campeões”mostra o lado bom de ser idoso. Nele vemos a quantidade de atletas com mais de 65 anos que treinam para a Olimpíada Sênior e a felicidade por serem ativos.

“Eternos Campeões” da Netflix destaca o senhor, Roger, de 100 anos que joga tênis, um time de basquete feminino, irmãos de 88 anos que são nadadores e idosos que disputavam provas de atletismo, como corrida e salto com varas.

Vale à pena assistir o documentário que mostra o verdadeiro espírito esportivo e que não existe idade para competir e realizar atividades físicas.

Nota: 10/10

Octavia Spencer e Alice Braga comentam participações no filme ‘A Cabana’

Octavia Spencer e Alice Braga comentam participações no filme ‘A Cabana’

Em comemoração ao Dia Internacional da Mulher, a Paris Filmes revela um vídeo inédito com as atrizes Octavia Spencer e Alice Braga comentando suas participações no longa-metragem “A Cabana” (The Shack), produção baseada no best-seller homônimo do escritor canadense William P. Young, com estreia agendada para 6 de abril.

 

No longa, Octavia Spencer dá vida à personagem “Papai”, uma mulher afro-americana com atributos divinos que contribuirão para as mudanças experimentadas pelo protagonista Sam Worthington [Mack Phillips]. Alice Braga vive a “Sabedoria”.

Dirigido por Stuart Hazeldine, roteirista de “Exame”, o filme apresenta a história de Mack Phillips [Sam Worthington], um homem que viveu um drama pessoal com o desaparecimento de sua filha Missy, de seis anos.

Enquanto o ferido Mack Phillips ainda se vê sem motivos para viver, diante da fatalidade que abalou sua família, ele recebe uma misteriosa carta divina, que o convida a voltar para a cabana onde sua filha foi encontrada morta. Nesta missão, Phillips se encontra com Papai [Octavia Spencer], e é surpreendido por revelações e ensinamentos, que irão ajudá-lo a superar esse trauma.

Além de Octavia Spencer, Alice Braga e Sam Worthington, o longa conta ainda com Radha Mitchell e Graham Greene no elenco. Publicado em 2008 no país, ‘A Cabana’ vendeu cerca de quatro milhões e meio de cópias. No mundo todo, foram mais de 25 milhões de cópias.

Sinopse – A Cabana

Baseado no best-seller homônimo, “A Cabana” apresenta a jornada espiritual de um pai. Depois de sofrer uma tragédia familiar, Mack Phillips [Sam Worthington] entra em uma profunda depressão, que o faz questionar suas crenças mais íntimas. Diante de uma crise de fé, ele recebe uma carta misteriosa que o convida para ir a uma cabana abandonada no deserto de Oregon. Apesar das suas dúvidas, Mack vai à cabana e encontra um enigmático grupo de estranhos liderados por uma mulher chamada Papai [Octavia Spencer]. Por meio deste encontro, Mack encontra verdades significativas que irão transformar o seu entendimento sobre a tragédia que abalou sua família e sua vida mudará para sempre.

Ficha técnica

Direção: Stuart Hazeldine

Elenco: Sam Worthington, Oscar Octavia Spencer, Alice Braga, Radha Mitchell, Graham Greene

Classificação: 12 anos

Paris Filmes

 

Megapix apresenta o “Especial #GirlPower”

Megapix apresenta o “Especial #GirlPower”

No Dia Internacional da Mulher, 8 de março, o Megapix apresenta o “Especial #GirlPower”, com quatro filmes que têm protagonistas que lutam por sua carreira, família, cidade ou por um grande amor. A partir das 17h25, vão ao ar A Proposta, Os Incríveis, Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1 e De Repente 30.

A produção que abre a sessão, às 17h25, é A Proposta. Para não ser deportada, a canadense Margaret (Sandra Bullock) pede seu assistente, Andrew (Ryan Reynolds), em casamento. Ele concorda com a farsa em troca de uma promoção, mas, para a história ser consistente, ele precisa apresentá-la à família, no Alaska, e é aí que todo o plano corre o risco de ir por água abaixo.

Na sequência, às 19h35, tem Os Incríveis. Vencedor das estatuetas de Filme de Animação e Edição de Som no Oscar 2005, a produção conta a história do casal de super-heróis Roberto, o Sr. Incrível, e Helen, a Mulher-Elástica. Eles já foram muito famosos, mas agora vivem no anonimato e sem utilizar seus poderes. O surgimento de um vilão poderoso faz com que eles voltem à ativa, contando também com a ajuda de seus três filhos.

Em seguida, às 21h45, vai ao ar Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1. Depois de fugir do Massacre Quaternário, Katniss Everdeen (Jennifer Lawrence) voltar ao agora decadente 13º Distrito, onde passa a viver ao lado da mãe (Paula Malcomson) e da irmã Prim (Willow Shields). Por lá, ela se torna a única esperança para unir os outros distritos na revolução rebelde contra a Capital.
Para fechar, à 0h, tem De Repente 30. Jenna Rink (Christa B. Allen/ Jennifer Garner) é uma adolescente descontente com sua idade, popularidade e vida amorosa. Depois do desastre de seu 13º aniversário, ela faz um pedido que milagrosamente se realiza. Ao acordar, está com 30 anos, o emprego dos sonhos e namora um jogador de hóquei.

Especial #GirlPower”. Quarta-feira, 8 de março, no Megapix.

Às 17h25: A Proposta. The Proposal. De Anne Fletcher (EUA, 2009). Comédia. Com Sandra Bullock, Mary Steenburgen e Ryan Reynolds. 107 min. 12 anos.

Às 19h35: Os Incríveis. The Incredibles. De Brad Bird (EUA, 2004). Animação. Com Samuel L. Jackson, Craig Nelson e Holly Hunter. 115 min. Livre.

Às 21h45: Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1. The Hunger Games: Mockingjay – Part 1. De Francis Lawrence (EUA, 2014). Aventura. Com Josh Hutcherson, Jennifer Lawrence e Liam Hemsworth. 113 min. 14 anos.

À 0h: De Repente 30. 13 Going on 30. De Gary Winick (EUA, 2004). Comédia. Com Mark Ruffalo, Jennifer Garner e Judy Greer. 95 min. Livre.

Poltrona Séries: Sherlock/ 4ª temporada

Poltrona Séries: Sherlock/ 4ª temporada

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Após três anos de espera, está chegando a quarta temporada de “Sherlock”, a série que traz histórias ambientadas em Londres durante o século XXI do famoso detetive Sherlock Holmes, das obras de Arthur Conan Doyle. A produção estreou em 2010 e é exibida desde então pelo canal britânico BBC.

Estrelada por Bennedict Cumberbatch (Doutor Estranho) e Martin Freeman (O Hobbit), a trama se desenvolve em cenários muito bem explorados e com famosos pontos turísticos da capital britânica, como o Big Ben e a Estação de Metrô de Westminster, entre outros. Dentre os ambientes retratados por Conan Doyle em seus livros, não poderia deixar de aparecer em “Sherlock” o apartamento onde Holmes e Watson vivem, situado em Baker Street, 221B.

A série se trata de um drama policial que consiste na resolução de crimes e em desmascarar criminosos. Veremos isso e muito mais, como a difícil relação de Holmes com seus colegas de trabalho, muito por conta da personalidade fria e excêntrica do protagonista, capaz de desvendar mistérios graças à sua habilidade de observar detalhes e o uso da intuição., além de reviravoltas na história.

A produção se destaca por seu formato, pela fiel adaptação dos livros para as telas, bem como a modernidade. Diferente de outras atrações, “Sherlock” dispõe de temporadas curtas e com 3 episódios longos, o que nos remete à sensação de vermos um filme seguido de continuação. Além disso, todas as manias, gestos e neuroses de Sherlock Holmes retratadas nos livros são perfeitamente bem representadas por Bennedict Cumberbatch e existe ótimo entrosamento entre todo o elenco.

A atual temporada também é dotada de brilho como as demais, mas veremos personagens mais maduros, um contexto mais sombrio e um Sherlock Holmes com lado emocional mais explorado. Se víamos cenas bem humoradas e Holmes às turras com Watson e Mary Morstan, agora teremos um detetive mais envolvido emocionalmente e valorizando os círculos de amizade, tão importante nos dias de hoje.

E o vilão? A sombra de Jim Moriarty, grande inimigo de Sherlock Holmes, voltará a assombrar a todos, e a carga de terror psicológico será ainda maior, um ingrediente a mais para essa premiada série. E os parabéns também para Andrew Scott, que soube dar vida a um personagem tão emblemático e que consegue fazer o espectador sentir admiração, ao contrário de muitos anti-heróis.

Ao assistir aos três episódios da quarta temporada, a sensação é de surpresa e também de dúvida. Teremos mais uma sequência de uma produção que teve a brilhante sacada de retratar a história de um dos mais populares detetives em meio a modernidade? A série é caracterizada pela imprevisibilidade de seus personagens e também de seus produtores, portanto, podemos esperar tudo.

Quem é fã de dramas policiais e se fascina por histórias que envolvem enigmas, ação e concentração, “Sherlock” é a série ideal. “Elementar, caro leitor.”

Por: Cesar Augusto Mota