Poltrona Resenha: Contrastes humanos (1941)

Poltrona Resenha: Contrastes humanos (1941)

O diretor John L. Sullivan quer fazer um filme sobre problemas sociais. Quando seus produtores apontam que não entende nada do assunto, ele decide ir para as ruas, ao lado de uma atriz desempregada para enfrentar de cara a pobreza e ver os problemas do povo, o que o levará a outros tipos de problemas.

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O filme faz uma forte crítica à sociedade e como a mesma fecha dos olhos para a miséria. No elenco, o galã Joel McCrea e a belíssima Veronica Lake como o par aventureiro.

Creio que o mérito do filme está em trazer à tona a importante discussão sobre o engajamento do cinema nas questão sociais, particularmente no que se refere à condição existencial dos pobres e miseráveis, para que não seja visto tão-somente como mero entretenimento.

Contrastes humanos é realmente uma pérola na carreira de todos os envolvidos. Hoje, permanece como um clássico, mas merecia um reconhecimento melhor.

Joel McCrea e Veronica Lake arrasam, mas quem realmente impressiona é Preston Sturges, que além de dirigir, ainda elabora um roteiro fascinante que dispõe-se de ampla metalinguagem e nada mais é do que uma singela homenagem à sétima arte. Uma verdadeira obra-prima.

Por Tom Machado

 

 

 

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Poltrona Desafio: Thor e Liga da Justiça/Amanda Machado

Poltrona Desafio: Thor e Liga da Justiça/Amanda Machado

Hoje estreia a minha coluna, Poltrona Desafio aqui no Poltrona de Cinema. O objetivo é sempre confrontar filmes ou fazer o leitor ou cinéfilo ser desafiado a assistir à um filme que o intrigue.
Aos amantes de histórias em quadrinhos, temos dois grandes clássicos no cinema HQ, com Thor -Ragnarok,  dos Estúdios Marvel,onde nosso famoso herói, tem grandes descobertas; o exílio de seu pai; o domínio das terras pelo seu irmão e a verdade sobre ter uma primogênita. Este filme gera muitos mundos envolvidos e faz uma abordagem sobre uma grande equipe que tem como objetivo proteger seu mundo.
Por falar em formar uma equipe temos do outro lado do ringue dos quadrinhos a DC, com a Liga da Justiça, recém- chegada às telonas. Batman começa a formar uma equipe de peso, para mais uma vez proteger a Terra, com  uma promessa feita ao Superman de que sempre manteria a segurança do planeta, ao perceber, seres invadindo as cidades, à procura do medo das pessoas e que as anotações secretas  do grande inimigo do Superman vão ser divulgadas e esse inimigo se vê amplamente envolvido.. Nosso grande herói de Gotham City busca respostas, com as antigas civilizações. A película se revela uma grande aventura, formando grandes uniões, com o  filme Liga da Justiça prometendo grandes surpresas e diversões.
‘A Noite do Jogo’ ganha primeiro trailer legendado

‘A Noite do Jogo’ ganha primeiro trailer legendado

A Warner Bros. Pictures divulgou o primeiro trailer da comédia de ação A Noite do Jogo, produção da New Line Cinema estrelada por Jason Bateman e Rachel McAdams, atriz indicada ao Oscar. O vídeo apresenta alguns dos jogadores e situações pelas quais eles vão passar. Seriam parte do jogo? Ou seriam de verdade?

Confira o trailer:

Jason Bateman (filmes “Quero Matar Meu Chefe”, série de TV “Arrested Development”) e a indicada ao Oscar Rachel McAdams (“Spotlight – Segredos Revelados”, “Doutor Estranho”) se unem na comédia de ação da New Line Cinema A Noite do Jogo. John Francis Daley & Jonathan Goldstein dirigem o filme, marcando seu segundo longa-metragem como codiretores, após “Férias Frustradas”.

Além de Bateman e McAdams, o elenco também conta com Billy Magnussen (“Ponte dos Espiões”, série de TV “American Crime Story”), Sharon Horgan (série da Amazon “Catastrophe”), Lamorne Morris (série de TV “New Girl”), Kylie Bunbury (séries de TV “Pitch” e “Under the Dome”), Jesse Plemons (“Aliança Do Crime”, série de TV “Fargo”), Chelsea Pereti (série de TV “Brooklyn Nine-Nine”), Danny Huston (“Mulher-Maravilha”, “X-Men Origens: Wolverine”), Michael C. Hall (séries de TV “Dexter” e “Six Feet Under”) e Kyle Chandler (“Manchester à Beira-Mar”, série TV “Bloodline”).

Bateman e McAdams estrelam como Max e Annie, cujas noites de jogos entre casais ficam um pouco mais interessantes quando o carismático irmão de Max, Brooks (Chandler), organiza uma festa de assassinato e mistério, com direito a bandidos e agentes federais falsos. Então, quando Brooks é sequestrado, tudo faz parte do jogo… certo? Quando os seis jogadores extremamente competitivos se propõem a resolver o caso e vencer o jogo, eles descobrem que nem o “jogo” nem Brooks eram o que aparentavam. No decorrer de uma noite caótica, os amigos ficam cada vez mais envolvidos, à medida que cada reviravolta leva a um rumo inesperado. Sem regras, pontos e sem saber quem são todos os jogadores, este pode se tornar o jogo mais divertido de suas vidas… ou fim de jogo.

O filme tem previsão de lançamento no Brasil para 10 de maio de 2018.

 

Amor e amizade adolescente estão em Bye Bye Jaqueline

Amor e amizade adolescente estão em Bye Bye Jaqueline

Com uma história leve e divertida que fala sobre a beleza e as dificuldades de ser jovem, “Bye Bye Jaqueline” chega aos cinemas no próximo dia 28 de dezembro. Primeiro longa-metragem de Anderson Simão, da produtora curitibana O Quadro, a comédia romântica faz um recorte na vida de sua protagonista, Jaqueline, uma jovem de 16 anos, bolsista em uma escola particular. O filme mostra o dia a dia de seu cotidiano: a amizade com sua melhor amiga, Amanda, a paixão pelo menino mais bonito do colégio, os encontros e desencontros que acontecem no pátio da escola.

A jovem atriz Poliana Oliveira dá vida à Jaqueline, que entre as aulas, os treinos de vôlei e as tarefas domésticas, se interessa por Fernando (Victor Carlim), sobre quem projeta seus sonhos românticos. Novata na escola, conta com a experiência de Amanda (Gabrielle Pizzato Santana), a melhor amiga descolada, que empresta uma boa dose de humor à trama. Marchesi (Leonardo Vieira) completa o quarteto adolescente. Ele também se apaixona por Jaqueline e por vezes acaba atrapalhando a vida do casal.

 

Com estreia marcada para as férias escolares, “Bye Bye Jaqueline” retrata com fidelidade a atual geração adolescente, muito mais tranquila e cabeça aberta ao lidar com as tradicionais questões da idade do que as anteriores. A primeira relação sexual, a amizade, a pressão da escola ou as diferenças sociais são temas com os quais os jovens do longa vão lidar, tendo ao fundo as belas ruas de Curitiba e uma trilha sonora representativa da cena roqueira da cidade.

Para os pais que forem ao cinema, o filme traz uma boa dose de nostalgia. Com exceção dos celulares, tudo, enfim, continua igual, levando o espectador a lembrar de sua própria época de escola. Como diz Fernando para Jaqueline: “Gosto de colecionar boas lembranças”. “Bye, bye Jaqueline” desperta o gosto de uma boa recordação.

Sinopse

Ter 16 anos é fácil. O difícil é ter 16 anos, ser obrigada a ir à escola todo dia e acabar se apaixonando pelo menino mais popular do grupo. Isso acontece com Jaqueline, uma menina forte e determinada. Seus maiores problemas circulam entre as dificuldades de ir à escola todo o dia, o treino de vôlei e sua paixão não correspondida por Fernando. A melhor parte do seu dia acaba sendo ficar ao lado de sua melhor amiga, Amanda, mas uma confidência entre elas pode acabar com essa amizade. Para complicar ainda mais o dia a dia, Marchesi, amigo de Fernando, parece estar apaixonado por Jaque e fará de tudo para conquista-la. A vida segue seu curso, à medida que segredos são revelados, sentimentos magoados e relações abaladas.

Elenco

Poliana Oliveira

Gabrielle Pizzato Santana

Victor Carlim                        

Leonardo Oliveira

Wellington Sari

Evandro Scorsin

Flávia Cassias

Iza Kürten

 

Ficha Técnica

Diretor: Anderson Simão
Roteiro: Wellington Sari
Produção: Wellington Sari e Evandro Scorsin
Produção Executiva: Christopher Faust e Anderson Simão
Direção de fotografia: Daniel Florencio
Montagem: Christopher Faust

 

Top 5 Filmes com ideias boas mas que são ruins

Top 5 Filmes com ideias boas mas que são ruins

Salve galera.

 

Existem filmes que quando são anunciados chamam muita a atenção, principalmente porque a ideia dele é excelente.

Mas quando é lançado, o filme se mostra uma tremenda decepção.

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Por isso, vamos ao nosso Top 5 filmes com ideias boas, mas que são horríveis.

 

5 – Transcendence: A Revolução (Transcendence / 2014 / dir. Wally Pfister)

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A ideia do filme é excelente: o Dr. Will Caster (Johnny Deep), que trabalha com pesquisas radicais sobre inteligência artificial, sofre um atentado de um grupo extremista contra a tecnologia. A beira da morte, ele convence sua esposa Evelyn (Rebecca Hall) e seu amigo Max Waters (Paul Bettany) a realizar uma experiência: transferir sua mente para o computador.

O processo dá certo e Caster começa a evoluir de forma exponencial. E ele começa a acreditar que o melhor que pode ser feito é evoluir a humanidade, controlando-a.

O filme é longo e seu roteiro começa a se perder no meio. Isso sem contar que a atuação de Johnny Depp está horrível.

 

4 – O Círculo (The Circle / 2017 / dir. James Ponsoldt)

 

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O filme foca na história de Mae Holland (Emma Watson), que foi contratada pela empresa de tecnologia O Círculo, que é de propriedade de Eamon Bailey (Tom Hanks).

Porém Mae acaba descobrindo um projeto secreto da empresa, que está monitorando pessoas por todo o Estados Unidos, sem que eles saibam.

Como conceito, o da perda total de privacidade por uma grande companhia, o filme tinha tudo para ser excelente. Mas a história não convence. Vale lembrar que o filme ainda tem no elenco John Boyega, Karen Gillan e Bill Paxton.

 

3 – Lucy (2014 / Luc Besson)

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Após ser obrigada a aceitar um trabalho como mula para a máfia coreana, Lucy (Scarlett Johansson) tem implantado em seu corpo um saco de uma droga sintética chamada CPH4, que ela deveria levar para Europa. Mas o saco se rasga e ela começa a absorver a droga, o que faz que seu cérebro comece a trabalhar áreas que normalmente não são usadas pelo homem: o mito que usamos somente 10% da nossa capacidade cerebral.

E como ela começa a utilizar mais, chegando até 100% da capacidade cerebral, ela começa a desenvolver poderes como telepatia, telecinese, eletrocinese, absorção instantânea de conhecimento e capacidade de viagem no tempo.

O mito que não usamos nosso potencial cerebral existe faz anos, apesar de ser duramente contestado por cientistas e médicos. E o filme poderia mostrar isso de forma mais inteligente, mesmo que com a personagem ganhando superpoderes. Mas a história acaba se perdendo e o final é bem decepcionante.

 

2 – Looper: Assassinos do Futuro (Looper / 2012 / dir. Rian Johnson)

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Estrelado por Bruce Willis, Joseph Gordon-Levitt e Emily Blunt, o filme mostra a história de Joseph “Joe” Simmons (Gordon-Levitt), um assassino do ano de 2044, que trabalha para a máfia de 2074. Os mafiosos do futuro mandam para o passado quem deve morrer e cabe ao looper matar e se livrar do corpo. Porém Joe acaba descobrindo que sua próxima vitima é ele mesmo, só que do futuro (Willis). Ele não consegue matar o seu eu do futuro e acaba se tornando alvo da máfia.

O filme tinha tudo para ser interessante, pois mostra um conflito entre personagens que aparentemente são iguais. Mas na verdade se torna um monte de tiroteio sem graça.

 

1 – 2019 – O Ano da Extinção (Daybreakers / 2010 / dir. Michael Spierig e Peter Spierig)

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Em 2019, um vírus se alastra pelo mundo, tornando quase toda a humanidade em vampiros. Porém, os vampiros correm o risco de extinção, pois não existem mais muitos humanos capazes de fornecer um suprimento de sangue para toda a população humana.

O pesquisador Edward Dalton (Ethan Hawke) trabalha em busca de um alimento alternativo ao sangue, para que a raça de vampiros possa sobreviver. Seu chefe é Charles Bromley (Sam Neill), que busca desesperadamente por humanos. E enquanto pesquisa novos alimentos, Edward é contatado por Alison Bromley (Isabel Lucas) e por Elvis (Willem Dafoe), um vampiro curado. E juntos, eles tentam curar a raça vampira para trazer de volta a humanidade.

Apesar de o filme passar a mensagem do homem destruindo os recursos naturais, ele não agrada muito, porque além do visual gótico, a história é fraca mesmo.

 

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“Abe”, novo filme do diretor brasileiro Fernando Grostein, terá Noah Schnapp, de “Stranger Things”

“Abe”, novo filme do diretor brasileiro Fernando Grostein, terá Noah Schnapp, de “Stranger Things”

O diretor Fernando Grostein Andrade iniciou as filmagens do seu novo filme “Abe” no Brooklyn, em Nova Iorque. O filme idealizado pelo diretor brasileiro e roteirizado pelos dramaturgos palestinos-americanos Lameece Issaq e Jacob Kader, conta a história de Abe, um garoto de 12 anos, que ama cozinhar e nunca teve um jantar de família sem brigas. O filme já ganhou um perfil no Instagram “@Abe”, para quem quiser acompanhar mais detalhes da produção.

Filho de um casamento misto entre uma mãe judia de origem israelense e um pai de origem muçulmana e palestino, Abe sonha em unir a família cozinhando um jantar tão bom, mas tão bom, que seja capaz de fazer a família parar de brigar ao menos por uma noite.  Ele aprende a cozinhar com Chico Catuaba, chef de cozinha brasileiro, que cozinha acarajé nas feiras gastronômicas multiculturais do Brooklyn.

Entre os nomes já confirmados estão o protagonista Noah Schnapp (“Stranger Things” e “Ponte dos Espiões”), Seu Jorge (“Cidade de Deus” e “A Vida Marinha de Steve Zisso”) e Mark Margolis (“Breaking Bad”, “Scarface” e “Réquiem para um Sonho”) e participações especiais dos atores Gero Camilo, Ildi Silva e Victor Mendes. A direção de fotografia é do fotógrafo italiano Blasco Giurato (“Cinema Paradiso”), com a câmera sendo operada por Renato Falcão (“Era do Gelo” e “Rio”).

Fernando dirigiu os filmes “Coração Vagabundo” (2009); “Quebrando Tabu” (2011), adaptado para inglês na voz do ator Morgan Freeman e que virou o canal de mídia “Quebrando Tabu” com 7,9 milhões de seguidores no Facebook. Recentemente, Fernando dirigiu cinco episódios da premiada Série “Carcereiros”, vencedora do MIPTV2017, em Cannes. Uma coprodução Gullane e Spray Filmes para Grupo Globo.

“Abe” é uma produção da Spray Filmes, da qual Fernando é sócio e da Gullane, responsável por filmes como “Bingo”,  “Como Nossos Pais”, “Que Horas Ela volta”, “O Ano em Que Meus Pais Saíram de Férias” e “Carandiru”. A produtora parceira nos EUA é a F.J.Productions, de Los Angeles.

Top 5 Atores que Fazem Sempre o Mesmo Papel

Top 5 Atores que Fazem Sempre o Mesmo Papel

Salve galera.

 

Existem alguns atores que ficam marcados por sempre fazerem o mesmo papel em diversos filmes. Não digo o mesmo personagem, mas sim o mesmo estereótipo.

E por isso resolvi fazer este Top 5 Atores que Fazem Sempre o Mesmo Papel.

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Então logicamente estão fora desta lista atores como Daniel Radcliffe, que interpretou Harry Potter em 8 filmes, Harrison Ford que fez Indiana Jones em 4 ou Roger Moore que fez James Bond em 7.

 

5 – Danny Trejo

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Danny Trejo é sem escalada para fazer o papel de vilão mexicano no cinema, principalmente devido sua aparência: Trejo e alto, forte, tatuado e tem uma cara de sempre estar bravo.

Podemos ver este personagem nos filmes Con Air: A Rota da Fuga (1997), Triplo X (2002) e Um Drink no Inferno (1996).

 

4 – Jason Statham

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Nascido na Inglaterra, Statham além de ator é lutador profissional de artes marciais. E por seu estilo mais refinado, acaba sempre fazendo o papel de assassino profissional durão, que sabe de tudo: como dirigir em alta velocidade e atirar ao mesmo tempo enquanto beija a mocinha.

Destaque para suas atuações em Carga Explosiva (2002), Parker (2013) e Assassino a Preço Fixo (2011).

 

3 – Tommy Lee Jones

 

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O ganhador do Oscar de Melhor Ator Coadjuvante em 1994 acabou reprisando diversas vezes o papel que lhe rendeu o prêmio: de policial durão mas justo.

O papel em O Fugitivo (1993) pode ser visto também em Onde os Fracos Não tem Vez (2007) e Risco Duplo (1999).

 

2 – Adam Sandler

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Por mais que tente, Sandler nunca faz outro papel que não seja do homem irresponsável, tonto e amável. Muitas vezes parece que seus filmes são uma eterna continuação.

É só assistir A Herança de Mr. Deeds (2002), Happy Gilmore: Um Maluco no Golfe (1996), e O Rei da Água (1998).

 

1 – Johnny Deep

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Deep sempre fez sucesso por seus personagens mais excêntricos. E digo isso não apenas na maneira de se vestir, mas com trejeitos e ideias malucas. Porém parece que ele não consegue mais se livrar deles.

Basta assistir os filmes da série Piratas do Caribe, Cavaleiro Solitário (2013) e Alice no País das Maravilhas (2010).

 

Menção Honrosa: Tom Cruise

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Não importa o filme, seja ação, ficção, drama ou romance: Tom Cruise sempre faz uma cena correndo.

É só assistir a série Missão Impossível, Jerry Maguire: A Grande Virada (1996), Vanilla Sky (2001) e Colateral (2004).

 

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