‘Meu Malvado Favorito’ bate recorde e se torna animação mais lucrativa do cinema

‘Meu Malvado Favorito’ bate recorde e se torna animação mais lucrativa do cinema

‘Meu Malvado Favorito 3’, animação da Illumination Entertainment, acaba de atingir uma importante marca. No último fim de semana, o filme arrecadou mundialmente incríveis US$ 880 milhões, sem falar do sucesso dos dois filmes anteriores.

Somando-se os três filmes e ‘Os Minions’, personagens marcantes da saga e que já tiveram filme solo, o valor de arrecadação passa a ser de US$ 3,528 bilhões, o que torna a franquia a de animação mais lucrativa da indústria cinematográfica.

O filme detentor do recorde era ‘Shrek’, que tinha arrecadado US$ 3.51 bilhões com quatro produções mais o  derivado ‘O Gato de Botas’.

A produção ‘Meu Malvado Favorito 3’ conta com a direção de Pierre Coffin e Kyle Balda e nos traz novamente Gru, Agnes, Margo, Edith, Dr. Nefario, além de personagens como como o vilão Balthazar Bratt e Gru, irmão gêmeo de Dru, que vai se envolver com ele em uma aventura eletrizante e cheia de trapalhadas. A crítica do filme você confere aqui.

Por: Cesar Augusto Mota

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Poltrona Resenha: Carros 3/ Cesar Augusto Mota

Poltrona Resenha: Carros 3/ Cesar Augusto Mota

Mais um filme da franquia ‘Carros’, da Disney Pixar, acaba de chegar ao circuito nacional. O CEO do estúdio de animação, John Lasseter, aposta em uma produção que explora um lado mais saudosista e humano, tendo em vista o fracasso de bilheteria dos filmes anteriores. Será que ‘Carros 3’ vale a pena?

O corredor Relâmpago McQueen, carro vermelho de número 95 e com carreira vitoriosa na Copa Pistão, acaba sofrendo um grave acidente e se deparando com carros mais avançados e ágeis, o que o faz pensar seriamente em se aposentar. Mas o competidor reluta contra a ideia e pensando em prolongar um pouco mais sua carreira, acaba contratando uma nova treinadora, Cruz Ramirez, que vai ajudá-lo com atividades que envolvem simuladores ultramodernos e corridas de destruição em espaços rurais.

O lado nostálgico também pesa na trama, com cenas do mentor Doc Hudson, maior inspirador e incentivador de McQueen, um dos principais personagens que evita que o carro 95 desista de vez da carreira no automobilismo e o mobiliza a correr nas 500 milhas da Califórnia, que pode dar uma sobrevida a ele ou significar o fim de uma brilhante carreira em caso de fracasso. Foi uma grande jogada incluir Doc Hudson, suas inserções são precisas e corretas na história.

Seu maior rival, Jackson Storm, com sua arrogância e autoconfiança que lhe são peculiares, dá sua vitória nas 500 milhas como certa, mas não contava com um preparo especial de McQueen e o apoio incondicional da equipe dele. A batalha entre ambos promete ser um duelo de titãs, com muita estratégia, habilidade e altas doses de adrenalina, além de algumas surpresas e uma grande reviravolta que ocorre durante a prova.

Somos também brindados com uma excelente qualidade gráfica e um perfeito jogo de cores, pensamos em alguns momentos se tratar de um filme em live action, além do design da pista onde a corrida ocorre, lembra muito a que recebe provas da Fórmula Indy e até mesmo da Nascar, um show de qualidade e grafismo.

‘Carros 3’ traz mensagens importantes, sobre lembranças, superação e humildade. Devemos reconhecer nossas qualidades, defeitos, novos limites, saber o que corrigir, encontrar motivação e o principal, o momento certo de parar. O filme proporciona momentos divertidos, tensos, emocionantes e importantes reflexões. Se está longe de ser inesquecível, promove boas experiências, vale o ingresso.

 

 

Por: Cesar Augusto Mota

Poltrona Geek #17 – Os Cavaleiros do Zodíaco: A Lenda do Santuário // Saint Seiya: Legend of Sanctuary

Poltrona Geek #17 – Os Cavaleiros do Zodíaco: A Lenda do Santuário // Saint Seiya: Legend of Sanctuary

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Poltroneiros de Plantão,

Elevem seus comos ao máximo e degustem comigo do primeiro longa dos Cavaleiros e, CG!

Me dê sua força, Pegasus!!!!

Sinopse

Em uma remota era mitológica, havia os defensores de Atena. Quando as forças do mal ameaçavam o mundo, eles apareciam. Atualmente, após um longo período de guerra, uma mulher, preocupada devido aos misteriosos poderes que possui, é inesperadamente atacada e salva pelo Cavaleiro de Bronze Seiya.

Análise

Em homenagem aos 40 anos de Masami Kurumada como Mangaká é lançado no Japão no dia 21 de junho de 2014, aquele que  vem a ser o primeiro filme em CG (Computação Gráfica) da série Cavaleiros do Zodíaco – CDZ (Saint Seya no Japão) e o sexto no total.

Aqui no Brasil foi lançado no dia 11 de setembro e calhou de ser no aniversário de lançamento pela extinta TV Manchete (Podcast), que completa 20 anos de seu lançamento. Vale ressaltar que mais de  500 mil pessoas assistiram até o momento no Brasil.

Em primeiro momento, gostaria de pontuar as sensações iniciais, juntamente com os pontos positivos e depois, os pontos negativos.

Nostalgia: Yes!!! Pela primeira vez fui ao cinema assistir uma referência a aquilo que passei em minha infância curtindo e admirando.

Visual: Caramba! Que filme lindo, cenários maravilhosos, personagens lindos, cenas fortes e bem feitas, a armadura estava estupenda.

Dublagem: Emocionante! Ouvir aqueles que tentei imitar várias vezes com meus “amiguinhos” nas brincadeiras da escola foi muito forte.

Armadura: Maravilhosas! Com um formato mais medieval trouxe um ar realmente de cavaleiro e no rosto ganha uma proteção que deu um charme e veracidade. A discussão que houve no CDZ Ômega sobre colocar as armaduras no pingente de alguma forma trouxe um resultado, que para mim, ficou muito interessante.

Trilha Sonora: Vibrante! Japonês tem facilidade para introduzir uma trilha em seus projetos e fazer dela, o coração do filme. Bato palmas por se arriscar colocando uma trilha totalmente nova e lograr êxito.

Remodulação de Personagens: Raaa! Alguns personagens foram mudados e outros ganharam características diferentes. Não acho que influenciou muito, mas algumas incomodaram.

Lutas: Mais ou menos! Não tenho que reclamar dos efeitos das lutas, que, apesar de serem compactas, dão o recado que tem que dar. Agora, as escolhas para lutar e como desencadeou o resultado foi meio decepcionante algumas vezes.

Roteiro: Hummm! De longe foi a parte mais criticada pela grande maioria,com o roteiro mal elaborado e corrido, o que gerou um efeito que não dá atenção às necessidades de explicação de alguns fatos e nem respeitando a história original.

A colocação feita pelo criador, em defesa, foi que, além de ser um reboot, e não um remake, é que o filme foi feito para angariar novos telespectadores. Contudo, vale ressaltar que o ar cômico foi bem introduzido.

Dicionário

1 – Mangaká: Artista de quadrinhos japonês, ou também podemos chamar de cartunista. (Thiago Simão)

2 – Reboot: relançamento de uma história com uma inflexão da série, não necessariamente seguir a continuidade anterior, mas mantendo apenas os elementos mais importantes, que são considerados o melhor ou mais funcional para começar tudo novamente, desde o inicio. (Thomas R. Willits – 2009)

3 – Remake: Refilmagem é o termo em português equivalente ao inglês remake (tradução literal: “refazer”) e é a designação usada para novas produções e regravações de filmes, telenovelas, jogos, seriados ou outras produções do gênero de ficção. (Tio Wikipédia)

Link

Podcast: RapaduraCast / Spheracast

 Paródia Vai Seya

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Nota

Bonequinho nota 7

“Você deve ser a Atena..”

Poltrona Geek #15 – Capitão Harlock // Harlock: Space Pirate

Poltrona Geek #15 – Capitão Harlock // Harlock: Space Pirate

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Poltroneiros de Plantão,

He Yôkoso, navegaremos hoje pelo espaço e seguiremos com os nossos corações buscando sempre o que é nosso.

Sinopse

2977, em um futuro que a humanidade foi expulsa da Terra, após anos de batalha. O planeta se tornou um dos recursos mais valiosos do universo, mas é controlado pela coorporação Gaia Coalition. Os humanos exilados tentam voltar à Terra para descobrirem os segredos que lá estão escondidos. A bordo da espaçonave Arcadia, o pirata exilado, Capitão Harlock luta, junto com sua fiel tripulação, pela liberdade dos exilados e pelo retorno à Terra. Em um futuro onde a desesperança toma conta das pessoas, Harlock encontra um menino e o abriga em sua nave. No entanto, esse menino foi mandado para assassiná-lo.

Análise

A Toei Animation, uma das maiores empresas de animação do Japão, abriu o cofre e lançou no dia 7 de setembro de 2013 a animação mais cara da empresa: 30 milhões de dólares. Essa adaptação comemorativa é do mangá  Captain Harlock (Década de 70) de Leiji Matsumoto (Patrulha Estelar),  foi feita pelo diretor Shinji Aramaki (Halo Legends). Para aqueles que nunca assistiram nada oriundo da cultura japonesa podem até tomar um susto, pois é um filme onde o roteiro corre, do nada fica lento e novamente rápido, sem contar que as coisas vão sendo jogadas na sua cara e muito pouco é explicado durante a animação. A computação gráfica está linda e a parte sonora nos envolve. Vale ressaltar que esse conteúdo é um material introdutório a algo que já existe há mais de 40 anos e que vem gerando de tempo e tempos novos materiais e detém uma continuação. Logo abaixo falaremos sobre isso. Oficialmente no Brasil não foi lançado a adaptação, contudo já está na Netflix. Aproveitem!!! 13351 

Cronologia e Continuação Fazem parte da cronologia Space Pirate Captain Harlock (Mangá/1977 e o Anime/1978), Captain Harlock – Mistério da Arcadia(1978), Arcadia of My Youth(1982), Harlock Saga(1990), Interminável Odyssey (2002) e está animação (2013). Nesse link temos uma explanação melhor sobre está cronologia. Queen Emeraldas ou Pirate Queen Emeraldas: lançada em 1998 e finalizada em 1999, é a continuação da franquia em 4 OVA’s , onde se tem como principal a nave pirata Queen Emeraldas, capitaneada pela Emerlda. 

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Poltrona Geek #11 – Vidas ao Vento / Kaze Tachinu

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Poltroneiros,

He Yôkoso, iremos hoje falar nada mais nada menos do que a ultima animação do fantástico diretor Hayao Miyazaki, que anunciou sua aposentadoria e sagrou este como sua ultima obra de arte.

Vamos para o que interessa!!!

Sinopse

Jiro Horikoshi, vive em uma cidade do interior do Japão. Um dia, ele tem o sonho de estar voando em um avião com formato de pássaro. A partir desse sonho, ele decide que construir um avião e colocá-lo no ar é a meta da sua vida dentro do período da 2ª guerra mundial.

https://www.youtube.com/watch?v=XD4k_T8ThWs&feature=youtu.be

Análise

Começo aqui lamentado que esta bela animação tenha perdido o Oscar 2014, para a animação da Disney Frozen.

Pulando isso vamos  começar pelo roteiro que está bem elaborado, que lentamente vai se encorpando e mostrando o seu recado.

Os personagens são bem definidos e mostrados naquilo que seja necessário e a fantasia e a realidade são sutilmente separadas, tendo como base o concreto.

A trilha sonora se encaixa perfeitamente e nos leva a adentrar no mundo oferecido.

É baseado em fatos reais, na vida do Jiro Horikoshi, e com isso temos uma viagem sobre os problemas e frustrações que o Japão passou no antes e durante 2ª Guerra Mundial e seu final surpreende.

O traço continua maravilhoso, não dando saudades das animações ultrarrealistas.

Romance, sonhos e uma dose de realidade, a receita mais que perfeita!

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Nota Geral

Bonequinho nota 8

“Eu to voando…!!!”