Poltrona Resenha: Carros 3/ Cesar Augusto Mota

Poltrona Resenha: Carros 3/ Cesar Augusto Mota

Mais um filme da franquia ‘Carros’, da Disney Pixar, acaba de chegar ao circuito nacional. O CEO do estúdio de animação, John Lasseter, aposta em uma produção que explora um lado mais saudosista e humano, tendo em vista o fracasso de bilheteria dos filmes anteriores. Será que ‘Carros 3’ vale a pena?

O corredor Relâmpago McQueen, carro vermelho de número 95 e com carreira vitoriosa na Copa Pistão, acaba sofrendo um grave acidente e se deparando com carros mais avançados e ágeis, o que o faz pensar seriamente em se aposentar. Mas o competidor reluta contra a ideia e pensando em prolongar um pouco mais sua carreira, acaba contratando uma nova treinadora, Cruz Ramirez, que vai ajudá-lo com atividades que envolvem simuladores ultramodernos e corridas de destruição em espaços rurais.

O lado nostálgico também pesa na trama, com cenas do mentor Doc Hudson, maior inspirador e incentivador de McQueen, um dos principais personagens que evita que o carro 95 desista de vez da carreira no automobilismo e o mobiliza a correr nas 500 milhas da Califórnia, que pode dar uma sobrevida a ele ou significar o fim de uma brilhante carreira em caso de fracasso. Foi uma grande jogada incluir Doc Hudson, suas inserções são precisas e corretas na história.

Seu maior rival, Jackson Storm, com sua arrogância e autoconfiança que lhe são peculiares, dá sua vitória nas 500 milhas como certa, mas não contava com um preparo especial de McQueen e o apoio incondicional da equipe dele. A batalha entre ambos promete ser um duelo de titãs, com muita estratégia, habilidade e altas doses de adrenalina, além de algumas surpresas e uma grande reviravolta que ocorre durante a prova.

Somos também brindados com uma excelente qualidade gráfica e um perfeito jogo de cores, pensamos em alguns momentos se tratar de um filme em live action, além do design da pista onde a corrida ocorre, lembra muito a que recebe provas da Fórmula Indy e até mesmo da Nascar, um show de qualidade e grafismo.

‘Carros 3’ traz mensagens importantes, sobre lembranças, superação e humildade. Devemos reconhecer nossas qualidades, defeitos, novos limites, saber o que corrigir, encontrar motivação e o principal, o momento certo de parar. O filme proporciona momentos divertidos, tensos, emocionantes e importantes reflexões. Se está longe de ser inesquecível, promove boas experiências, vale o ingresso.

 

 

Por: Cesar Augusto Mota

Poltrona Cabine: Piratas do Caribe-A Vingança de Salazar/ Cesar Augusto Mota

Poltrona Cabine: Piratas do Caribe-A Vingança de Salazar/ Cesar Augusto Mota

Jack Sparrow, personagem clássico da franquia ‘Piratas do Caribe’ e vivido por Johnny Depp, está de volta em uma nova aventura que promete deixar o espectador ainda mais frenético e ansioso por novas trapalhadas do excêntrico pirata capitão do navio Pérola Negra. Trata-se de ‘Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar’, a nova produção da Disney Studios que chega aos cinemas brasileiros em 25 de maio.

Se os ventos já sopravam contra Sparrow, agora ele terá que encarar um desafio ainda maior: o Capitão Salazar (Javier Bardem), um poderoso capitão da marinha espanhola, morto em batalha contra Sparrow, consegue escapar do Triângulo do Diabo junto de um grupo mortal de marinheiros fantasmas dispostos a se vingar e matar todos os piratas do mar, incluindo Jack Sparrow. O protagonista da história, se quiser sair vivo dessa batalha que promete ser sangrenta e fatal, terá que encontrar o Tridente de Poseidon, objeto importante que dá ao possuidor o controle sobre todos os sete mares, mas lógico, a busca pelo artefato não será fácil.

A narrativa apresenta inicialmente duas histórias que se entrelaçam e que serão importantes e decisivas para as pretensões de Jack Sparrow, como a de Henry Turner (Brenton Thwaites) e de Carina Smyth (Kaya Scodelario). O primeiro é um jovem pirata que tenta se reconectar com seu pai, mas o perde e precisa quebrar uma maldição para que possa se unir novamente a ele, já a segunda é uma astrônoma, mas é acusada injustamente de ser uma feiticeira e é perseguida para que seja aprisionada e morta. Os dois parecem no início ser água e óleo, não se misturam de jeito nenhum, mas com a evolução da história e o aumento de tensão na medida e que o exército do Capitão Salazar se aproxima faz com que ambos fiquem mais unidos e juntem suas forças para salvarem suas peles e de Jack Sparrow, principal alvo de Salazar.

A história traz um roteiro bem estruturado, com uma evolução harmônica e que contribui para a sequência de ações que desencadeiam as batalhas entre o grupo de Jack Sparrow e os marinheiros fantasmas. O clímax, momento que mostra o confronto épico entre o personagem principal e o vilão na luta pelo Tridente, é de tirar o fôlego. O trabalho dos diretores Joachim Rønning, Espen Sandberg é excepcional, ambos souberam aliar ação e adrenalina , além dos dois terem conseguido extrair o melhor de cada ator.

Não poderia deixar de destacar também o uso de efeitos especiais, trata-se de um CGI de grande resolução e que trouxe mais dinamismo às cenas, além do grau de excelência de atuação do elenco. Impressionante o entrosamento entre todos e como a atuação de cada um funciona na trama. Johnny Depp continua ótimo como Sparrow, Javier Bardem impressiona como vilão e transmite veracidade em todas as cenas, um personagem que não foi fácil de interpretar, e Bardem aliou competência e experiência para interpretá-lo. O casal da história, composto por Brenton Thwaites e Kaya Scodelario, também brilha, ambos interpretam personagens que são peças-chave não só para ajudar Sparrow na busca pelo Tridente, como também ajudam a desvendar segredos que surgem no início da narrativa. Não falarei mais para não entregar e estragar as surpresas, certo?

Ansioso para a estreia? Não perca “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”, e não saia da sala ao fim, há uma cena pós-créditos, não vá perder, ok? Nota 10 para essa superprodução da Disney, e que sejam lançadas futuramente mais produções com grandes e emocionantes aventuras quanto esta.

 

 

Por: Cesar Augusto Mota

Poltrona Cabine: O Bom Gigante Amigo/Cesar Augusto Mota

Poltrona Cabine: O Bom Gigante Amigo/Cesar Augusto Mota

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Quem está ansioso para ver a nova aventura produzida pelos estúdios Disney, pode se preparar: “O Bom Gigante Amigo” vem com uma história recheada de ação, ótima fotografia e um roteiro que promete cativar os espectadores.

A pequena Sophie, carente e que vive num orfanato, é levada de repente para a Terra dos Gigantes por uma criatura de aparência assustadora e pouco mais de 7 metros de altura, mas lá nasce uma linda amizade entre eles. BGA ou BFG (Bom Gigante Amigo, em inglês) tem como diferencial o fato de se recusar a devorar crianças, além de possuir uma alma pura e bondosa e armazenar sonhos em diversos frascos de vidro.

Aos poucos, o espectador vai descobrindo os segredos do personagem, bem como os de Sophie, que revela ser uma criança infeliz no orfanato, que já contou diversas mentiras e fugiu várias vezes. Mas não ser um devorador de crianças se torna um problema para BGA, tendo em vista que os demais gigantes procuram por ele após sentirem cheiro  humano e acharem um cobertor na Terra dos Gigantes. Esconder Sophie e protegê-la desse iminente perigo não será tarefa fácil para BGA.

Como não conseguem capturar Sophie e devorá-la, os gigantes mudam de estratégia e fazem desaparecer outras crianças, o que provoca mudança de planos de BGA e Sophie, que antes pensavam em se livrar deles e permanecerem escondidos, e depois passam a pensar em procurar a Rainha da Inglaterra e pedir ajuda ao seu exército para barrar essas criaturas maléficas.

O encontro entre eles foi confuso no início, mas com o jeito simpático e irreverente de BGA, bem como o carisma e olhar cativante de Sophie mobilizam a todos e surge uma batalha intensa para livrar a cidade de todo o mal que a aflige.

A história, ambientada na Inglaterra e na Terra dos Gigantes, mostra belíssimos efeitos visuais, bem como o bom aproveitamento do CGI(computação gráfica), o que encaixa bem e contribui para a boa interação entre os personagens, além do emprego dos focos de luz num ambiente escuro e sombrio e um show de luzes que simbolizam os sonhos que são libertados dos vidros guardados por BGA. Os ditos sonhos se inserem no interior dos personagens e esses passam a ter uma nova sensação, de um mundo mágico e cheio de felicidade.

Como todo filme tem seus prós e contras, vamos a eles: Mark Rylance, agraciado com o Oscar este ano por “Ponte dos Espiões” passou por uma espetacular transformação para viver o protagonista de “O Bom Gigante Amigo”, além de uma atuação de destaque e ótima química demonstrada entre seu personagem e o da jovem e estreante Ruby Barnhill, na pele de Sophie.

A história mostra um roteiro conciso e bem amarrado em sua maior parte, além do ótimo aproveitamento dos recursos de CGI e uma ótima fotografia, com tons escuros e sombrios e o contraste de luzes com  ambiente, permitindo ao espectador se inserir na história e imaginar que está num sonho, mas não há uma ilustração mais detalhada de como era a vida de Sophie no orfanato, nem dos habitantes da Terra de Gigantes, além de a Rainha da Inglaterra ter demorado a surgir na trama e de uma forma um pouco solta. Um saldo positivo para essa produção da Disney, mesmo com algumas imprecisões.

“O Bom Gigante Amigo” conta com a produção e direção de Steven Spielberg e roteiro de Melissa Mathison, a mesma roteirista que escreveu “E.T.-O Extraterrestre”, também com  direção de Spielberg. A história é baseada no conto infantil escrito pelo escritor britânico Roald Dahl, que também possui livros que inspiraram as produções deMatilda” eA Fantástica Fábrica de Chocolate”. A previsão de estreia nos cinemas brasileiros é em 28 de julho de 2016.

Poltrona Geek #20: Insurgente e Cinderela

Poltrona Geek #20: Insurgente e Cinderela

Ô da Poltrona,

Crédito da foto: Reprodução da Internet.
Crédito da foto: Reprodução da Internet.

Assisti no mês anterior esses dois filmes que tiveram melhor bilheteria e declaro que o mês de março foi meio morto. Vamos para as descobertas.

Insurgente

Depois do filme razoável do Divergente, a expectativa era de melhora nesta segunda etapa, pois no anterior tivemos um roteiro fraco, mas um mundo distópico muito interessante. Já percebemos desde o início que a produção melhorou o orçamento. Outra coisa que podemos apontar é a melhora do roteiro, mas não podemos dizer da atuação da Shailene Woodley, que fica muito aquém do perfil da personagem. O tema dessa vez é o troco aos Eruditos e passaremos o filme todo nessa preparação. Enquanto isso, temos uma tentativa de dar foco a historinhas secundárias medíocres. Temos uma grata surpresa com os sem facção. Depois de falar isso tudo, este filme garantiu a minha presença na sua continuação.

Cinderela

Não me demorarei muito neste filme. A história é clássica da Disney e não era o que estava na minha lista para assistir, mas eu fui. Temos um filme com um cenário lindo e sem muitas novidades na história. A atuação mediocre da Lily James, como Ella, é que deixou a desejar. Esse filme tem um grande elenco, inclusive a Cate Blanchett, ganhadora do Oscar de Melhor Atriz 2014 por Blue Jasmine. Mas vale ressaltar que a melhor atuação de longe é da nossa saudosa Belatrix, Helena Bonham Carter. Depois dela, o filme ficou melhor. Vale ressaltar que no final o coração começou a bater forte e deu uma nostalgia, mas deu para entender porque a Disney em suas produções de Live estão se afundando cada vez mais.

Feliz Páscoa!!!

Poltrona Geek #13 – Guardiões da Galáxia // Guardians Of The Galaxy

Poltrona Geek #13 – Guardiões da Galáxia // Guardians Of The Galaxy

guardioes-da-galaxia

Caros Poltroneiros,

Sentiram a minha falta?

Eu também senti a de vocês!!!

Vamos para o que interessa.

Sinopse

O aventureiro Peter Quill se vê como objeto de uma caçada implacável após roubar uma misteriosa esfera cobiçada por Ronan, um vilão poderoso com ambição que ameaça todo o universo. Para fugir do determinado Ronan, Quill é forçado a fazer uma complicada aliança com um quarteto de desajustados — Rocket, um guaxinim atirador, Groot, uma árvore mutante humanoide, a mortal e enigmática Gamora e o vingador Drax, o Destruidor. Mas quando Quill descobre o verdadeiro poder da esfera e o perigo que ela representa para o cosmo, ele deve fazer seu melhor para reunir seu grupo desorganizado para uma última e desesperada resistência — com o destino da galáxia em jogo.

Análise

O fim de julho tráz para nós a estreia desse filme, que vem mostrar que a Marvel acertou a receita de bolo e nesta sua 2ª fase de filmes trás um filme melhor que o outro.

Dirigido por James Gunn (Madrugada dos Mortos), trás um grupo de atores já conhecidos que não são SuperStars: Zoe Saldana (Avatar/Star Trek), Lee Pace (Hobbit/Todos), Glenn Close (Os 101 Dálmatas), John C. Reilly (O Ditador/Zumbilândia), entre outros.

Quero ressaltar que fiquei impressionado com o cenário e crio grandes expectativas para Star Wars da Disney/Lucas Arts/Marvel, não deixando de fora a trilha sonora que é muito bem alocada e a cada momento que ela fica em evidência dá todo um charme ao filme.

De longe vem ser o filme mais divertido da Marvel e também o mais violento.

O Roteiro é simples e corre a passos largos, contudo dá um tom perfeito para um filme tão galhofa.

Para finalizar, por incrível que pareça, a Marvel fez um filme decente em 3D!

Avante para os Vingadores!!!

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Nota

Bonequinho nota 8

“I’m Groot…”