Curta Brasília anuncia os vencedores de sua 6ª Edição

Curta Brasília anuncia os vencedores de sua 6ª Edição

O Festival Internacional de Curta-Metragem – Curta Brasília anuncia os vencedores de sua 6ª Edição

O 6º Curta Brasília – Festival de Curta-Metragem de Brasília foi realizado entre 14 e 17 de dezembro de 2017, no Cine Brasília, com uma programação – gratuita – formada por duas mostras competitivas (curtas-metragens e videoclipes) e diversas mostras temáticas, entre outras atividades.

6º Curta Brasília – LISTA DE PREMIADOS

Mostra competitiva de curtas-metragens – Júri oficial:

“Capitão Brasil” (SP), direção de Felipe Poroger

Mostra competitiva de curtas-metragens – Júri popular:

“Luiza” (PR), direção de Caio Baú

Troféu Curta Brasília (Júri oficial)

Melhor direção:

João Paulo Miranda, por “Meninas formicida” (SP)

Melhor roteiro:

Laís Melo, por “Tentei” (PR)

Melhor fotografia:

Anderson Capuano, por “Boca de fogo” (RJ)

Melhor atuação:

Nash Laila, por “O delírio é a redenção dos aflitos” (PE)

Melhor montagem:

Allan Ribeiro, por “O quebra-cabeça de Sara” (RJ)

Melhor som:

Ricardo Reis, por “Quando os dias eram eternos” (SP)

Menção honrosa:

“Carneiro de ouro” (DF), direção de Dácia Ibiapina

“O porteiro do dia” (PE), direção de Fábio Leal

Mostra competitiva de videoclipes – Decibéis (Júri oficial):

“Elevação Mental” (SP), videoclipe dirigido César Gananian para música da rapper Triz

Menção Honrosa de Melhor Interpretação em Videoclipe:

Lino Ribeiro e Paula Passos, do clipe da música “Lambida” (DF), de Joe Silhueta, direção de André Miranda

Mostra competitiva de videoclipes – Decibéis (Júri popular):

“Lalá” (SP) videoclipe dirigido por Vera Egito e Camila Cornelsen para música da rapper Karol Conká

Prêmio Provocações:

“Diamante, o bailarina” (SP), direção de Pedro Jorge

Prêmio Calanguinho:

“O menino leão e a menina coruja” (DF) direção de Renan Montenegro

Prêmio Cine França Brasil:

“Divina Luz”, (ES) direção de Ricardo Sá

Menção honrosa: “Luiza” (PR), direção de Caio Baú

Prêmio Espanha em Curtas:

“Alike”, direção de Daniel Martínez Lara e Rafa Cano Méndez

Mostra IESB – Júri popular:

Videoclipe: “Asé Omanõmo”, direção de Matheus Ronchi

Curta-metragem: “O que vão dizer de nós?” (DF), direção de Nabia Lima

Mostra IESB – Júri oficial:

Videoclipe: “Frio” – San Lunes (DF), direção Marina Lima

Curta-metragem: “O que vão dizer de nós?” (DF), direção de Nabia Lima

Prêmio Brazucah:

“Nimbus, o caçador de nuvens” (MG), direção de Marco Nick

Troféu Cinememória:

“Carneiro de ouro” (DF), direção de Dácia Ibiapina

Troféu UCDF:

“Nada” (MG), direção de Gabriel Martins

Menção honrosa: “Carneiro de Ouro” (DF), direção de Dácia Ibiapina

Menção honrosa: “Ferroada” (SP), direção de Adriana Barbosa e Bruno Mello Castanho

Prêmio ABCV – Athos Bulcão:

“Carneiro de ouro” (DF), direção Dácia Ibiapina

Prêmio Cult:

“Tekoha – Som da Terra” (DF), direção de Rodrigo Arajeju e Valdelice Veron (Xamiri Nhupoty)

 

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Poltrona Cabine: Fala Sério, Mãe!/ Cesar Augusto Mota

Poltrona Cabine: Fala Sério, Mãe!/ Cesar Augusto Mota

Mais um livro da escritora Thalita Rebouças virou filme. ‘Uma Fada veio me Visitar’, de 2007, foi adaptado e chegou às telonas em 2016 com o título ‘É Fada’, sucesso de público e não tão bem recepcionado pela crítica, agora é vez de ‘Fala sério, Mãe!’, com filme de mesmo título e que promete tocar nos corações do público, principalmente de mães e filhos. Será que ele fará sucesso?

Somos apresentados à Ângela Cristina (Ingrid Guimarães), mãe superprotetora e conservadora, e que tem uma difícil missão, de guiar a filha Malu (Larissa Manoela) em uma fase complicada e de descobertas na vida, a adolescência. Ângela enfrenta diversas frustrações, medos, enfrenta uma avalanche de emoções, mas sem perder a pose e seu jeito peculiar, de criar filhos à moda antiga. Já Malu vai ter que pagar diversos micos por conta do jeitão estranho e despojado da mãe, além de encarar os dilemas e problemas das jovens de sua idade, bem como descobrir o amor e ter mais responsabilidades na vida.

O roteiro apresenta uma história com uma evolução bem sincronizada, retratando todas as fases da vida de Malu, desde seu nascimento até a atual, e diversas situações hilárias envolvendo a garota e sua mãe, sem se esquecer do pai, Armando (Marcelo Laham), que fica um tanto deslocado em diversas ocasiões. Já passamos a ter ideia no início de como a personalidade de Ângela vai ser influente na criação de Malu e como isso vai refletir na vida da jovem ao chegar na adolescência. Ela passa a ser rebelde e a fazer diversas coisas sem contar para a mãe, não com medo d elevar bronca, mas de pagar outro mico. Um grande trunfo do enredo é ilustrar ao espectador a evolução e o quanto Malu amadureceu e também a aproximação dela com a mãe, cuja relação andava bastante estremecida.

Outros trunfos do filme foi não só ficar no universo mãe e filha, mas também abordar questões como namoro, sexo, a independência e amizade, algumas não muito bem administradas pelos jovens e que mereceram atenção durante os 80 minutos de projeção. A dosagem de humor entre as situações envolvendo Ângela e Malu é feita de forma equilibrada, não há somente piadas e humor trash, há espaço para mensagens mais sérias e elas chegam de forma oportuna, sem ser piegas.

Não se deve esquecer também da ótima química entre Larissa Manoela e Ingrid Guimarães, as duas muito à vontade em cena, e ambas souberam equilibrar os momentos hilários com os mais tensos, elas transmitiram verdade em suas atuações, além de serem dotadas de carisma e da capacidade de prender o público com suas expressões, de alegria, de tristeza, de medo e de histeria, desafio e tanto para grandes atrizes.

Humor, drama, risadas, emoções, temos um mix em um filme que promete não só divertimento, mas também reflexão e aprendizado. ‘Fala Sério, Mãe!’ não é um longa voltado só para o público infanto-juvenil, ele pode ser visto por toda a família, entretenimento e diversão são garantidas!

Avaliação: 4/5 poltronas.

 

 

Por: Cesar Augusto Mota

Diretor de Aniquilação se diz decepcionado com venda de filme para Netflix

Diretor de Aniquilação se diz decepcionado com venda de filme para Netflix

Numa das decisões mais inesperadas do ano, Aniquilação, novo filme do diretor de Ex_Machina, Alex Garland, foi vendido pela Paramount para a Netflix e não será lançado nos cinemas fora dos Estados Unidos, Canadá e China.

Adaptação do primeiro volume da Trilogia Comando Sul, escrita por Jeff Vandermeer, o longa tinha estreia marcada para fevereiro no Brasil, cercado de expectativas pela intrigante trama de ficção científica e pelo elenco composto por Natalie Portman, Oscar Isaac, Tessa Thompson, Gina Rodriguez e Jennifer Jason Leigh.

Collider perguntou ao diretor como ele recebeu a notícia da entrada da Netflix no negócio – não anunciado oficialmente, mas dado como certo – e ele não escondeu seu descontentamento:

 

“Fiquei decepcionado. Fizemos o filme para o cinema. Veja, não tenho nenhum problema com a tela pequena. A melhor coisa que vi recentemente foi The Handmaid’s Tale, então acho que há um potencial incrível em tal contexto, mas se você está fazendo isso você faz exatamente para essa mídia e pensa dentro desses termos. Ao menos o filme será lançado nos cinemas no Estados Unidos, o que muito me agrada. Uma das grandes vantagens da Netflix é que atingirá muita gente e você não precisa ter aquela preocupação se as pessoas vão aparecer no fim de semana de estreia, pois se não aparecerem o filme sai em duas semanas. Tem lados positivos e negativos, mas do meu ponto de vista e dos envolvidos na produção, foi feito para ser visto na telona.”

 

Segundo fontes da imprensa especializada de Hollywood, o acordo com o serviço de streaming foi feito após um racha entre os produtores David Ellisone Scott Rudin. O público não reagiu bem nas sessões-teste do filme e David, avaliando-o como “muito intelectual” e complicado, teria exigido mudanças no tom e no fim para deixá-lo mais comercial. Rudin, dono da palavra final, ficou do lado do diretor e Aniquilação não foi alterado. Amargando uma sequência de insucessos com Vida, Baywatch e Tempestade: Planeta em Fúria, Ellison não quis esperar para ver mais um fracasso e encontrou como saída o envolvimento da Netflix na jogada.

 

Fonte: Adoro Cinema

 

Por Anna Barros

‘Bingo-O Rei das Manhãs’ fica de fora do Oscar 2018

‘Bingo-O Rei das Manhãs’ fica de fora do Oscar 2018

Após as inscrições de 92 filmes na corrida pela indicação ao Oscar de melhor filme estrangeiro, chegamos aos 09 pré-selecionados que seguem na disputa. O anúncio foi feito pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, na última quinta-feira (14), em Los Angeles.

‘Bingo-O Rei das Manhãs’, do cineasta Daniel Rezende, era o representante brasileiro na briga por uma vaga, mas ficou de fora da disputa. O longa foi inspirado na vida de Arlindo Barreto, ex-intérprete de Bozo, famoso palhaço norte-americano e de muito sucesso no Brasil durante a década de 1980 e 90. O filme estreou em 24 de agosto e contou com Vladimir Brichta como o protagonista.

A lista final com os cinco finalistas ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro será conhecida em 24 de janeiro, e a cerimônia de premiação em 04 de março de 2018, em Los Angeles. Confira abaixo os nomes dos nove filmes que permanecem vivos na disputa por uma vaga.

“A Fantastic Woman”, de Sebastián Lelio (Chile)

“In the Fade”, de Fatih Akin, (Alemanha)

“On body and soul”, de Ildikó Enyedi (Hungria)

“Foxtrot”, de Samuel Maoz (Israel)

“The insult”, de Ziad Doueiri (Líbano)

“Loveless”, de Andrey Zvyagintsev (Rússia)

“Felicité”, de Alain Gomis (Senegal)

“The Wound”, de John Trengove (África do Sul)

“The Square”, de Ruben Óstlund (Suécia)

Por: Cesar Augusto Mota

 

Com duas indicações ao Globo de Ouro, Trama Fantasma ganha cartaz oficial

Com duas indicações ao Globo de Ouro, Trama Fantasma ganha cartaz oficial

Universal Pictures acaba de divulgar o cartaz oficial de “Trama Fantasma” (Phantom Thread), nova parceria entre o diretor Paul Thomas Anderson e o atorDaniel Day-Lewis, ganhador do Oscar por suas atuações em “Sangue Negro” e “Lincoln”. 

Com duas indicações ao Globo de Ouro – melhor ator de drama (Daniel Day-Lewis) e melhor trilha sonora (composições de Jonny Greenwood) -, a produção é ambientada na Londres dos anos 1950 e resgata o glamour e a alta costura da época.

Daniel Day-Lewis dá vida à Reynolds Woodcock, um estilista confiante e focado que tira inspiração das mulheres que, constantemente, entram e saem de sua vida. Acostumado a vestir a realeza, estrelas de cinema, socialites e damas, Woodcock vê sua trama perder o rumo quando se envolve com Alma (Vicky Krieps), uma jovem forte que logo se torna um acessório necessário para sua vida e carreira, como musa e amante.

Além de Day-Lewis, que encerra sua premiada carreira com “Trama Fantasma”, o filme ainda conta com a participação de Lesley Manville, de “Malévola”, Camilla Rutherford e Vicky Krieps. O filme estreia em 22 de fevereiro de 2018.

15h17 Trem para Paris lança trailer

15h17 Trem para Paris lança trailer

O drama 15h17 – Trem para Paris, de Clint Eastwood sobre verdadeiros heróis que combatem um ataque terrorista durante uma viagem de trem em alta velocidade, ganhou o primeiro trailer legendado (links abaixo). O filme será lançado no Brasil em 22 de fevereiro.

 

No início da noite do dia 21 de agosto de 2015, o mundo assistiu em silêncio às notícias de um ataque terrorista frustrado no trem Thalys #9364 com destino a Paris – que foi impedido por três corajosos jovens homens em viagem pela Europa. O filme 15h17 – Trem para Paris acompanha a vida dos três amigos desde as dificuldades que enfrentaram na infância até a série de fatos incomuns que os levaram ao dia do ataque. Ao longo do inesperado desafio e da angustiante ameaça, a amizade entre eles os fortalece e se torna a sua maior arma, permitindo-lhes salvar a vida dos mais de 500 passageiros a bordo do trem.

O heroico trio é formado por Anthony Sadler, Alek Skarlatos, da Guarda Nacional do Oregon, e Spencer Stone, piloto de primeira classe da Força Aérea Americana – que interpretam a si mesmos no filme. No elenco do filme estão ainda Jenna Fischer (“Passe Livre”, série de TV “The Office”); Judy Greer (“Planeta dos Macacos: A Guerra”); e Ray Corasani (série de TV ainda inédita “The Long Road Home”). Paul-Mikél Williams interpreta o jovem Anthony; Bryce Gheisar faz o jovem Alek; e William Jennings assume o papel do jovem Spencer.

Eastwood (“Sully: O Herói do Rio Hudson”, “Sniper Americano”) dirige o longa a partir do roteiro de Dorothy Blyskal, baseado no livro “The 15:17 to Paris: The True Story of a Terrorist, a Train, and Three American Heroes, escrito por Anthony Sadler, Alek Skarlatos, Spencer Stone e Jeffrey E. Stern. Eastwood também é produtor do filme, com Tim Moore, Kristina Rivera e Jessica Meier. A produção executiva é de Bruce Berman.

Na equipe de produção de 15h17 – Trem para Paris estão frequentes colaboradores de Clint Eastwood como Tom Stern, que assinou a direção de fotografia de 13 filmes anteriores do diretor; Deborah Hopper, figurinista em 17 trabalhos em parceria com Eastwood; e Blu Murray, que mais recentemente fez a edição de “Sully: O Herói do Rio Hudson”. O veterano diretor de arte Kevin Ishioka, que também participou de “Sully: O Herói do Rio Hudson” e de “Dunkirk”, é o designer de produção.

15h17 – Trem para Paris terá distribuição internacional da Warner Bros. Pictures, uma empresa da Warner Bros. Entertainment Company, e em territórios selecionados pela Village Roadshow Pictures.

 

Por Anna Barros

 

Poltrona Estreia/ Estreias da Semana

Poltrona Estreia/ Estreias da Semana

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Star Wars: Os últimos Jedi – Ação, Ficção Científica, Fantasia e Aventura de Rian Johnson.

Sinopse: Após encontrar o mítico e recluso Luke Skywalker em uma ilha isolada, a jovem Rey busca entender o balanço da Força a partir dos ensinamentos do mestre Jedi. Paralelamente, o Primeiro Império de Kylo Ren se reorganiza para enfrentar a Aliança Rebelde.

 

o-poder-e-o-impossivel.jpgO poder e o impossível: Drama de Scott Waugh.

Sinopse: Eric é um jovem rebelde à procura de respostas. Durante um fim de semana ele resolve se hospedar em uma estação de esqui. Tudo que quer é a tranquilidade da natureza e praticar seu esporte favorito. Depois de algum tempo explorando a área ele é pego inesperadamente por uma gigantesca tempestade de neve. Perdido, e sem conseguir contato com ninguém, somente algo extraordinário poderá salva-lo. Baseado em uma história real e no livro de grande sucesso.

 

2855_capa.jpgProfessor Marston e as Mulheres – Maravilhas: Drama e Biografia com direção de Ângela Robinson.

Sinopse: A não-convencional vida de Wiliam Marston, psicólogo e inventor de Harvard que ajudou a tornar real o Detector de Mentiras e que também criou a Mulher-Maravilha, personagem dos quadrinhos, em 1941. Marston mantinha uma relação polígama envolvendo sua esposa Elizabeth Marston, psicóloga e inventora, e Olive Byrne, uma ex-aluna que virou acadêmica. Essa relação e os ideais feministas das duas mulheres foram essenciais para a criação da personagem.

Por: Vitor Arouca