Cinemark exibe clássicos aterrorizantes no Festival Halloween

Cinemark exibe clássicos aterrorizantes no Festival Halloween

DE 28 A 31 DE OUTUBRO, A REDE EXIBE ‘O EXORCISTA’, ‘O ILUMINADO’, ‘DRÁCULA DE BRAM STOKER’ E ‘SEXTA-FEIRA 13’. INGRESSOS JÁ ESTÃO À VENDA NO SITE E NA BILHETERIA DOS CINEMAS PARTICIPANTES

A Cinemark preparou uma programação especial para o dia das bruxas.  A partir do dia 28 de outubro, a rede realiza o “Festival Halloween”, com a exibição de clássicos do terror. Fazem parte da programação os filmes “O Exorcista”, “Drácula de Bram Stoker”, “O Iluminado” e “Sexta-feira 13”.

Os ingressos podem ser adquiridos por meio do site da Rede (www.cinemark.com.br) ou na bilheteria dos complexos participantes. Os clientes que possuem o cartão Cinemark Mania ganham 50% de desconto na compra de um ingresso.

Sobre os filmes:

“O Exorcista” – (1973)
Diretor:  William Friedkin – 122 minutos

Em Georgetown, Washington, uma atriz vai gradativamente tomando consciência de que a sua filha de 12 anos tem um comportamento cada vez mais assustador. Ela pede ajuda a um padre, que também é psiquiatra, e ele chega à conclusão de que a garota está possuída pelo demônio. Ele então solicita a ajuda de um segundo sacerdote, especialista em exorcismo, para tentar livrar a menina dessa terrível possessão.

“Drácula de Bram Stoker” (1992)
Diretor:  Francis Ford Coppola – 128 minutos

No século XV, um líder e guerreiro dos Cárpatos renega a Igreja quando esta se recusa a enterrar em solo sagrado a mulher que amava, pois ela se matou. Por isso, ele perambula através dos séculos como um morto-vivo e, ao contratar um advogado, descobre que a noiva dele é a reencarnação de sua amada. Drácula o aprisiona e viaja para a Londres vitoriana, no intuito de encontrar a mulher que sempre amou.

“O Iluminado” – (1980)
Diretor:  Stanley Kubrick – 146 minutos

Durante o inverno, um homem (Jack Nicholson) é contratado para trabalhar como vigia em um hotel no Colorado, viajando para lá com a mulher (Shelley Duvall) e seu filho (Danny Lloyd). Porém, o contínuo isolamento começa a lhe causar problemas mentais sérios e ele vai se tornado cada vez mais agressivo e perigoso, ao mesmo tempo que seu filho passa a ter visões de acontecimentos ocorridos no passado.

“Sexta-feira 13”- (1980)
Diretor:  Sean S. Cunningham – 95 minutos

Em 1958, um casal de adolescentes foge de um acampamento para passar uma noite romântica, mas os dois são perseguidos por um assassino e mortos a facadas. Em 1979, os dirigentes do acampamento Crystal Lake decidem reabrir o local, apesar do trauma que ainda marca a cidade. Quando novos monitores são contratados, eles começam a desaparecer mais uma vez, assassinados brutalmente, um a um.

Serviços Cinemark:

Festival Halloween

Datas e horários:

28/10 (Sábado) – “O Exorcista” (1973) – às 23h00

29/10 (Domingo) – “Drácula de Bram Stoker” – às 21h00

30/10 (Segunda – feira) – “O Iluminado (1980)” – às 21h00

31/10 (Terça – feira) “Sexta – feira 13” – às 21h00

Preço: variam de R$ 4 a R$ 16. Confira no site da Cinemark os valores em cada complexo.
Niterói (RJ) 
Plaza Niterói Niterói – Rua XV de Novembro, 8

Rio de Janeiro (RJ
Botafogo Praia Shopping – Praia de Botafogo, 400
Downtown – Av. das Américas,500

São Paulo (SP
Eldorado – Av. Rebouças, 3.970
Market Place – Av. Dr. Chucri Zaidan, 920
Metrô Santa Cruz – Rua Domingos de Morais, 2.564
Mooca Plaza – Rua Cap. Pacheco E Chaves, 313
Pátio Higienópolis – Av. Higienópolis, 646
Pátio Paulista – Rua Treze de Maio, 1947
Boulevard Tatuapé – Rua Gonçalves Crespo, s/nº
Central Plaza – Av. Dr. Francisco Mesquita, 1000

Aracaju (SE) 
Shopping Jardins – Av. Ministro Geraldo Barreto Sobral, 215

Belo Horizonte (MG) 
Pátio Savassi – Av. do Contorno, 6.061

Brasília (DF) 
Pier 21 – S.C.E. Sul, Trecho 2

Campinas (SP) 
Iguatemi Campinas – Av. Iguatemi, 777

Campo Grande (MS) 
Shopping Campo Grande – Av. Afonso Pena, 4.909

Curitiba (PR) 
Shopping Mueller – Av. Candido de Abreu, 127

Florianópolis (SC) 
Floripa Shopping – Rodovia Virgilio Várzea, 587

Goiânia (GO) 
Flamboyant – Av. Jamel Cecilio, 3.300

Londrina (PR) 
Boulevard Londrina Shopping – Av. Theodoro Victorelli, 150

Natal (RN)
Midway Mall Natal – Av. Bernardo Vieira, 3.775

Porto Alegre (RS) 
Barra Shopping Sul – Av. Diário de Notícias, 300

Recife (PE) 
RioMar – Av. República do Líbano, s/nº

Ribeirão Preto (SP)
Novo Shopping – Av. Presidente Kennedy, 1500

Salvador (BA)
Salvador Shopping – Av. Tancredo Neves, 2.915

Santo André (SP)
Atrium Shopping – Rua Giovanni Battista Pirelli, 155

Santos (SP)
Praiamar Shopping – Rua Alexandre Martins, 80

São Caetano do Sul (SP
ParkShopping São Caetano – Alameda Terracota, 545

São José dos Campos (SP)
Colinas Shopping – Av. São João, 2.200

Uberlândia (MG)
Shopping Uberlândia – Av. Paulo Gracindo, 15

Vitória (ES) 
Shopping Vitória Av. Américo Buaiz, 200

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Silvio Tendler apresenta poesia em episódio inédito de Caçadores da Alma

Silvio Tendler apresenta poesia em episódio inédito de Caçadores da Alma

PAULINHO DA VIOLA E TERESA CRISTINA ESTÃO NA ‘SEGUNDA DA MÚSICA’ DO CURTA!

A rua, as pessoas, o transporte público e os protestos que compõem o centro urbano também despertam o olhar de fotógrafos atentos ao que as cidades têm a dizer. Em “Urbanidades”, episódio inédito da série exclusiva “Caçadores da Alma”, na Terça das Artes, 24, às 23h30, o diretor Silvio Tendler apresenta os registros de quem captura momentos e particularidades das cidades e transforma a vida cotidiana em poesia visual. O grafite é um dos destaques no episódio.

 

Também na Terça das Artes, mas um pouco mais cedo, às 22h, é a vez do documentário “Domingos”. Um dos mais importantes diretores de cinema e de teatro do país, Domingos de Oliveira é investigado pelo olhar da atriz, diretora e amiga do artista, Maria Ribeiro. No longa-metragem, o público poderá conferir as motivações, as inquietações, as produções e o cotidiano do diretor. Parceiros de peso, como Paulo José, que atuou nos primeiros filmes de Domingos, e a grande dama do teatro e da televisão brasileira Fernanda Montenegro participam da produção aclamada pela crítica.

 

O samba dá o ritmo da Segunda da Música, 23. Às 21h30, o Curta! exibe “Paulinho da Viola – Meu Tempo É Hoje”, documentário com roteiro de Zuenir Ventura que traça um perfil do cantor, compositor e instrumentista. Com direção de Izabel Jaguaribe, o filme mostra os amigos, a rotina e as influências musicais de Paulinho da Viola. Marina Lima, Elton Medeiros, Zeca Pagodinho, Marisa Monte e a Velha Guarda da Portela compõem o retrato audiovisual afetivo do sambista. Na sequência da Segunda da Música, às 23h, é a vez do público conhecer mais sobre a cantora e compositora Teresa Cristina. O Curta! apresenta o episódio com a artista na série exclusiva “As Canções da Minha Vida”Teresa Cristina revela sua primeira paixão musical, a canção “Travessia”, de Milton Nascimento e Fernando Brant, e relembra de onde veio a inspiração para compor letra e melodia da música autoral “Cantar”. “Eu compus essa música como uma resposta a uma comunidade que existia no extinto Orkut, na qual falavam mal de umas pessoas, inclusive de mim. Hoje em dia, eu me divirto com essa história e gosto tanto da letra quanto da melodia”, conta.

 

Na Quarta de Cinema, 25, a partir das 20h, a faixa “A Vida é Curta” apresenta uma seleção de filmes sobre o universo dos quadrinhos. Abrindo a faixa, estreia no Curta! “Dossiê Rê Bordosa”, de Cesar Cabral. O documentário em animação stop motion investiga os motivos reais que levaram o icônico cartunista Angeli a matar sua mais famosa criação, Rê Bordosa. Na sequência, é a vez de “J.Carlos”, de Norma Bengell e Silvio Tendler. O curta-metragem apresenta a vida do chargista, ilustrador e designer que dá título ao filme, considerado um dos maiores representantes do estiloart déco no design gráfico brasileiro. Encerrando a faixa, é a vez do primeiro documentário em curta-metragem do cineasta Rogério Sganzerla,“HQ – Histórias em Quadrinhos”. Ao mesmo tempo em que a câmera de Sganzerla passeia pelos traços de artistas como Will Eisner, Milton Cannif, Alex Raymond e Al Capp, Álvaro de Moya revela o universo dos quadrinhos.

 

Ainda na Quarta de Cinema, às 23h, o episódio inédito da série “Luz & Sombra: Fotógrafos do Cinema Brasileiro” traz José Roberto Eliezer, fotógrafo que é considerado um legítimo representante do neon realismo paulista que marcou os anos 80 com filmes como: “Cidade Oculta” (1986), “Anjos da Noite” (1987), “A Dama do Cine Shangai” (1987). Na série exclusiva do Curta!, Betse de Paula e Jacques Cheuiche apresentam a trajetória de Eliezer e trechos de alguns dos principais filmes em que trabalhou: “Demência” (1987), “A Dona da História” (2004), “O Cheiro do Ralo” (2007), “Cafundó” (2005), “Caixa Dois” (2007), “O Coronel e o Lobisomem” (2005), “Nina” (2004), “Se eu fosse você” (2006), “O menino no Espelho” (2014), “Hotel Atlântico” (2009) e muitos outros.

 

 

Também na Quinta do Pensamento, 26, às 23h30, o episódio inédito da série exclusiva “Imortais da Academia” fala sobre alguns dos principais nomes que já ocuparam a cadeira de número 6 da Academia Brasileira de Letras e como cada um deles reformou a realidade por meio da palavra. Três imortais ganham destaque: Cicero Sandroni, atual ocupante da cadeira,e seus antecessores Barbosa Lima Sobrinho e Casimiro de Abreu. Patrono da cadeira, o carioca Casimiro de Abreu, que consagrou o espírito de uma época em seus poemas ultrarromânticos, também é destacado no programa. Produzida pela Giros e dirigida por Belisario Franca, “Imortais da Academia” conduz o público em um passeio pelo presente e pelo passado da ABL e é uma série financiada pelo Fundo Setorial Audiovisual, o FSA.

 

 

Na Sexta da Sociedade, 27, às 22h30, o Curta! apresenta episódio da série exclusiva “Arqueologias, em busca dos primeiros brasileiros”. Em“Caçadores Coletores”, o diretor Ricardo Azoury de Aguiar mostra como a pedra lascada foi fundamental para o kit de sobrevivência do povo neolítico. As diferenças, os costumes e as características dos primeiros habitantes do Brasil entram em cena na série dirigida por Ricardo Azoury e produzida pela “Escrevendo & Filmes” com financiamento do Fundo Setorial do Audiovisual.

 

 

SEGUNDA DA MÚSICA

Paulinho da Viola – O Tempo é Hoje (Série)
“Paulinho da Viola – Meu Tempo é Hoje”, documentário dirigido por Izabel Jaguaribe com roteiro do jornalista Zuenir Ventura, é um perfil afetivo do cantor, instrumentista e compositor. O filme mostra seus mestres e amigos, suas influências musicais e percorre sua rotina discreta e muito peculiar, em suas atividades e hábitos desconhecidos do grande público. Mas a grande revelação vem das reflexões do músico sobre um único tema – o tempo. Há ainda encontros musicais com Marina Lima, Elton Medeiros, Zeca Pagodinho, Marisa Monte e a Velha Guarda da Portela.

 

 

Diretora: Izabel Jaguaribe

Duração: 83 min.

Exibição: 23 de outubro, segunda-feira, às 21h30.

Classificação: Livre

Horários alternativos:

Dia 24 de outubro, terça-feira, às 1h30 e às 15h30;

Dia 25 de outubro, quarta-feira, às 15h30;

Dia 28 de outubro, sábado, 10h35.

Poltrona Vintage: Top 5 Séries Médicas/Anna Barros

Poltrona Vintage: Top 5 Séries Médicas/Anna Barros

Hoje, dia 18 de outubro, é o Dia de São Lucas, e por isso comemora-se o Dia do Médico. Profissionais que abrem mão da própria vida para cuidar da vida de seus pacientes.

Vamos relembrar no Poltrona Vintage, séries médicas que fizeram e ainda fazem bastante sucesso com esse tema.

 

NIP/TUCK: SEASON 6: L-R: Julian McMahon, Dylan Walsh. Photo credit: Mark Seliger/FX

5- Nip Tuck

Série de cirurgiões plásticos que mostra todas as faces da especialidade.

A série gira em torno dos cirurgiões plásticos Sean McNamara (Dylan Walsh) e Christian Troy (Julian McMahon), amigos e sócios de uma importante clínica de cirurgia plástica que mudam para o outro lado do país, deixando a ensolarada Miami para viver em meio ao glamour de Hollywood.\n\nSean e Christian, cuja tarefa é contribuir para que seus pacientes encontrem paz de espírito através de procedimentos estéticos, conhecem bem de perto os louros da fama. Ambos vivem a crise dos 40 e embora seus pacientes tentem mascarar seus problemas realizando cirurgias plásticas, são eles que na verdade escondem uma vida repleta de angústia, infelicidade e desilusão. Sean e Christian questionam ter muito pouco diante de uma prosperidade que parecia ter oferecido tudo.

4- Grey”s Anatomy

Meredith Grey (Ellen Pompeo) começa a trabalhar no Seattle Grace Hospital e logo descobre que passou a noite com um dos seus chefes, Dr. Derek Shepherd (Patrick Dempsey). Enquanto enfrenta os desafios da vida profissional, ela se aproxima dos outros internos liderados pela residente Dra. Bailey (Chandra Wilson): Cristina Yang (Sandra Oh), Izzie Stevens (Katherine Heigl), George O’Malley (T.R. Knight) e Alex Karev (Justin Chambers). As temporadas com Katherine Heigl e Cristina Yang são as melhores.

 

3- House

Uma das melhores séries médicas onde se vê o lado mal humorado de um médico genail que desvenda os casos mais complicados da Medicina.

O cientista House (Hugh Laurie) é especializado em infectologia e nefrologia, realiza excelentes diagnósticos mantendo uma postura cética, distanciada e até mesmo mau humorada com os pacientes do fictício hospital de Princeton-Plainsboro. Ele trabalha com uma equipe de médicos selecionada de acordo com critérios duvidosos na busca de soluções para os piores males relacionados à saúde.

2- Sob Pressão

A série brasileira é baseada no livro de Marcio Maranhão e uma das melhores já produzidas não só com o tema médico. Com certeza, a melhor série de 2017 mostrando a realidade de um cirurgião de tórax num hospital público de parcos recursos que se vire como pode. Além disso, tramas pessoais paralelas agitam a rotina hospitalar. Destaque para Julio Andrade como Dr Evandro, Marjorie Estiano como Dra Carolina e grande elenco. O roteiro é do cineasta Jorge Furtado e a direção coube a Andrucha Washington. Fim da primeira temporada e todos aguardam ansiosamente a segunda.

 

Season 1

1- ER

A melhor de todas. Tenho até duas temporadas em DVD. Meu preferido sempre foi o clínico geral Dr Mark Green, mas quem fazia sucesso com a mulherada era o Dr  Doug, vivido pelo galã George Clooney.

A série acompanha a rotina da Unidade de Emergência do fictício “Country General Hospital”. Cada episódio narra um dia diferente, com os desafios que enfrenta um hospital lotado, o impacto das decisões de vida ou morte e a montanha russa emocional que toma conta de médicos e enfermeiros.

 

Poltrona Vintage: Top 5 de Julia Roberts/Anna Barros

Poltrona Vintage: Top 5 de Julia Roberts/Anna Barros

Julia Roberts tem 50 anos e foi eleita pela Revista People como uma das mulheres mais sexies. Eu confesso que tenho medo dos 50, como não tive dos 30, nem dos 40. Ainda não vejo os 50 no horizonte, mas confesso que eles estão mais perto do que já estiveram. Vamos relembrar no Poltrona Vintage de hoje, filmes memoráveis de Julia Roberts. O que ela ganhou o Oscar, Erin Brockovic, eu não gosto. Acho que a Academia deu uma forçada porque queria dar um Oscar à ela.

5-  Onze homens e um segredo

Acho uma bela participação de Julia, no filme que é capitaneado por seu amigo George Clooney. Ela também participa de Doze Homens e Um Segredo. É um bom divertimento.

 

4- Noiva Em Fuga

Vemos uma Julia menos glamurosa, mas gente como a gente. E ela reedita a parceria com Richard Gere. Eu shippo esse casal, um dos mais belos da história do cinema. Amo esse filme porque ele é leve, despretensioso e leva a altos questionamentos.

 

3- Dormindo com o Inimigo

Um dos primeiros filmes onde é abordado o tema da violência contra a mulher. É um filme mega tenso, adranalina pura, mas tem Julia em um de seus grandes momentos.

 

 

 

2- Uma Linda Mulher

Um dos melhores filmes de Julia. Foi indicada ao Oscar de Melhor Atriz em 1990 e deveria ter levado. Audrey Hepburn não levou na sua primeira indicação? Então… Cenas lindas, primeira vez que faz parceria com Ricard Gere onde rola solta a química, enfim um filme com padrão Julia Roberts de graça e beleza. Ela arrebenta. Atua melhor do que o filme que lhe rendeu o Oscar: Erin Brockovich.

 

1- Um Lugar Chamado Notting Hill

Além de se chamar Anna( e adoro personagens com meu nome), há uma inversão de papéis nesse filme em relação a homens e mulheres. Ela toma a iniciativa, ela se estressa com ele dando uma de estrela, ela dá o primeiro beijo, ela corre atrás dele e toma um toco.  Enfim, o filme é delicioso onde tudo funciona: da trilha sonora à química com o insosso Hugh Grant. E ainda tem como cenário, Londres. Qual é o filme que não fica bonito com Londres em todas as estações. Fora a parte glamurosa pelo fato de ela ser uma atriz de Hollywood com papparazzi e tudo o mais e a participação luxuosa de Alec Baldwin. É o melhor filme de Julia. Um adendo: não gosto de sua participação em O Casamento do Meu Melhor Amigo.

 

 

Festival do Rio 2017: Conheça a relação de todos os vencedores da 19ª edição do evento

Festival do Rio 2017: Conheça a relação de todos os vencedores da 19ª edição do evento

A 19ª edição do Festival do Rio chegou ao fim neste domingo(15), com a cerimônia de premiação realizada no Cine Odeon, na Cinelândia, Centro do Rio. O longa de terror “As Boas maneiras”, com direção de Juliana Rojas e Marco Dutra, foi o grande vencedor, tendo vencido cinco categorias da mostra – Melhor longa metragem de ficção pelo júri oficial, Melhor atriz coadjuvante, Prêmio da Federação Internacional de Críticos de Cinema, Melhor fotografia, Melhor longa de ficção do Prêmio Félix.

O filme foi acompanhado de perto por “Aos Teus olhos”, de Carolina Jabor, que faturou quatro premiações – Melhor ator coadjuvante, Melhor roteiro, Melhor longa de ficção pelo voto popular, Melhor ator.

Confira abaixo a relação completa com todos os premiados do evento.

VENCEDORES DA PREMIÈRE BRASIL, OUTROS PRÊMIOS e Público

Première Brasil – ficção e documentário / longa e curta

JÚRI
presidido por Antônio Saura e composto por Caio Gullane, Heloísa Passos, Leandra Leal e Paz Encina

MELHOR LONGA-METRAGEM DE FICÇÃO – As Boas Maneiras, de Juliana Rojas, Marco Dutra. produzidopor Sara Silveira, Maria Ionescu, Clément Duboin e Frédéric Corvez

MELHOR LONGA-METRAGEM DE DOC – Piripkura, de Mariana Oliva, Renata Terra, Bruno Jorge. produzido por Mariana Oliva

MELHOR CURTA-METRAGEM – Borá, de Angelo Defanti. produzido por Sara Silveira, Bárbara Defanti e Cristina Alves

Menção Honrosa curta-metragem Roberta Gretchen Coppola, por Vaca Profana

MELHOR DIREÇÃO DE FICÇÃO – Lúcia Murat, por Praça Paris

MELHOR DIREÇÃO DE DOC – Tatiana Lohmann e Roberta Estrela D’Alva, por Slam: Voz de Levante

MELHOR ATRIZ – Grasse Passô, por Praça Paris

MELHOR ATOR – Daniel de Oliveira, por Aos Teus Olhos e Murilo Benício por O Animal Cordial

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE – Marjorie Estiano, por As Boas Maneiras

MELHOR ATOR COADJUVANTE – Marco Rica, por Aos Teus Olhos

MELHOR FOTOGRAFIA – Rui Poças, por As Boas Maneiras

MELHOR MONTAGEM – Caroline Leone, por Alguma Coisa Assim

MELHOR ROTEIRO – Lucas Paraizo, por Aos Teus Olhos

PRÊMIO ESPECIAL DO JÚRI – Slam: Voz de Levante

NOVOS RUMOS
Júri composto por Allan Ribeiro, Bruna Linzmeyer e Bruno Safadi

MELHOR FILME – A parte do mundo que me pertence de Marcos Pimentel. produzido por Luana Melgaço

MELHOR CURTA – Atrito, de Diego Lima

PRÊMIO ESPECIAL DO JÚRI – Vende-se Esta Moto, de Marcus Faustini

VOTO POPULAR:

MELHOR LONGA FICÇÃO: Aos Teus Olhos, de Carolina Jabor. produzido por Carolina Jabor e Leonardo Monteiro de Barros


MELHOR LONGA DOCUMENTÁRIO: Dedo na Ferida, de Silvio Tendler. Produzido por SILVIO TENDLER

MELHOR CURTA: Vaca Profana, de René Guerra. produzido por Juliana Vicente

PRÊMIO DA CRÍTICA FIPRESCI

Júri composto por – Ana Rodrigues, Chico Fireman, Francisco Russo

Para : As Boas Maneiras, de Juliana Rojas e Marco Dutra

PRÊMIO FELIX

Júri composto por – Eduardo Graça, Isabel Penoni, João do Corujão

Melhor Longa Ficção: As Boas Maneiras, de Juliana Rojas e Marco Dutra. , produzido por Sara Silveira, Maria Ionescu, Clément Duboin e Frédéric Corvez

Melhor Longa Doc: Queercore: How to Punk a Revolution, de Yony Leyser. produzido por Thomas Janze

Melhor Curta: Sandra Chamando, de João Cândido Zacharias. produzido por Tatiana Leite

Por: Cesar Augusto Mota

Poltrona Resenha: Roda Gigante/ Cesar Augusto Mota

Poltrona Resenha: Roda Gigante/ Cesar Augusto Mota

Quem não se lembra de ‘Blue Jasmine’, filme de Woody Allen que rendeu para Cate Blanchett o Oscar de melhor atriz, em 2014? Após tropeços nos últimos anos, o aclamado cineasta resolve voltar a investir em um filme que possui uma mulher mais velha no centro da narrativa e cheia de conflitos para resolver. ‘Roda Gigante’, exibido recentemente no Festival de Nova York e na sessão de gala do último sábado (14/10) do Festival do Rio, chega para voltar a cativar os fãs de Allen e conquistar novos públicos.

A história se passa em Coney Island, Nova York, nos anos 1950, e somos apresentados inicialmente a Ginny (Kate Winslet), uma ex-atriz que é abandonada pelo primeiro marido após este ter descoberto sua infidelidade. Para manter a casa e o filho Richie (Jack Gore), um garoto de comportamento doentio e com mania de atear fogo nas coisas, Ginny passa a trabalhar como garçonete e posteriormente conhece Humpty (Jim Belushi), um mecânico de roda gigantes. Um apoia o outro nas adversidades e Ginny se casa com Humpty, mais por gratidão do que por amor. Infeliz no casamento, ela conhece Mickey(Justin Timberlake), salva-vidas do posto 7 da praia de Coney Island e universitário apaixonado por artes cênicas e literatura, com quem passa a ter um romance. Mas a vida de Ginny começa a mudar quando Carolina (Juno Temple), filha de Humpty, chega para pedir socorro e abrigo após seu casamento com um gângster chegar ao fim e ser jurada de morte pelos comparsas dele.

Dá para notar a presença de uma série de subtramas e vários abacaxis a serem descascados, e a expectativa que há é que Woody Allen tenha cartas na manga e vai trazer soluções mirabolantes para todas elas, mas será que ele realmente faz isso? O que é possível notar é a presença de diálogos sem profundidade, que se repetem em boa parte da história e sem tanto alarde, o uso da quebra da quarta parede, ou seja, o popular diálogo de um intérprete com a plateia e olhando para a câmera, feita pelo personagem de Timberlake, e o popular alter-ego do diretor, representado pelo personagem principal da história, caso de Winslet. Todos esses elementos já vimos antes, nada de inovador, e alguns desses entreveros não ganham grandes contornos durante a história, caso do comportamento controverso de Richie, e outros sem um desfecho claro. Muita coisa fica confusa aos olhos de quem acompanha e fica um gosto de quero mais. Há a presença de uma leve reviravolta na história, mas que não invalida a qualidade da obra.

A fotografia, assinada por Vittorio Storaro, três vezes vencedor do Oscar, traz uma belíssima reconstrução da cidade de Nova York dos anos 1950, com cores vivas, vibrantes, bonitas paisagens, mas também com tons de melancolia. Além disso, o jogo de luzes utilizado retrata o estado de espírito dos personagens. A iluminação muda na medida em que os diálogos se aprofundam, e nota-se nas cenas quem que Ginny conversa com Mickey abaixo de um píer na praia e quando Ginny e Carolina dialogam no quarto, no dia do aniversário de 40 anos da personagem de Kate Winslet. O humor desta se altera a ponto de vermos a cena com um tom mais acinzentado, visto que ela pensa que há algum relacionamento entre Carolina e Mickey, tamanho era o seu ciúme.

A escolha dos atores foi acertada e as atuações são grandiosas. Justin Timberlake não decepciona como Mickey, e também não é tão exigido, Juno Temple ilustra uma jovem inicialmente empolgada, mas que apresenta posteriormente um grande amadurecimento, o jovem Jack Gore rouba a cena em vários momentos e demonstra um personagem que outras crianças interpretariam. Jim Belushi agarra seu papel com unhas e dentes e demonstra muita força para voltar a fazer grandes trabalhos e Kate Winslet é a alma do filme, ela consegue ilustrar uma personagem carregada de culpa e situações mal resolvidas no passado, passa muita coragem, segurança e transparece uma verdadeira transformação para atingir o patamar que conseguiu na história. De encher os olhos.

Apesar dos altos e baixos, ‘Roda Gigante’ mostra a força ainda existente de Woody Allen, na capacidade de construir histórias com grandes arcos dramáticos, escalação de atores eficientes e a possibilidade de nos apresentar belos planos estéticos. Marcas registradas de um nova iorquino vencedor de quatro Oscars e ainda com muita lenha para queimar, longevidade ao mestre!

Avaliação: 4/5 poltronas.

 

 

Por: Cesar Augusto Mota

Poltrona Séries: Scorpion/Luis Fernando Salles

Poltrona Séries: Scorpion/Luis Fernando Salles

Scorpion é uma série de televisão norte-americana criada em 22 de setembro de 2014 e transmitida pela CBS. No Brasil, o seriado pode ser assistido no canal AXN.

Inspirada em uma história real, conta as aventuras do excêntrico gênio, Walter O’Brien, e de sua equipe composta por um comportamentalista (Behaviorismo), Toby, uma calculadora humana, Sylvester, e uma prodígio da mecânica, Happy. Ambos são pessoas ótimas de espírito, mas que não conseguem se socializar com a maioria das pessoas e por isso recebem a ajuda de uma ex-atendente de lanchonete chamada Paige que tem um filho gênio, Ralph.

Quando um problema sério surge no espaço aéreo americano, o agente Cabe Gallo resolve recrutar a equipe de gênios, já que nenhuma outra pessoa é capaz de resolver o problema. A partir daí, e agora com o apoio do governo, eles se tornam oficialmente a equipe Scorpion e tornam-se a última linha de defesa contra ameaças complexas ao redor do mundo.

A série se encontra na 4º temporada, porém corre risco de não ser renovada pelo baixo desempenho na TV americana.