Poltrona Estreia: Estreias da Semana

Poltrona Estreia: Estreias da Semana

 

A Maldição da Chorona

Terror, direção de Michael Chaves

Sinopse: Na Los Angeles da década de 1970, uma assistente social criando seus dois filhos sozinha depois de ser deixada viúva começa a ver semelhanças entre um caso que está investigando e a entidade sobrenatural La Llorona. A lenda conta que, em vida, La Llorona afogou seus filhos e depois se jogou no rio, se debulhando em lágrimas. Agora ela chora eternamente, capturando outras crianças para substituir os filhos.

 

Amor até às Cinzas

Romance, direção de Jia Zhangke

Sinopse: Datong, China, 2001. Uma bela e jovem dançarina chamada Qiao (Zhao Tao) está apaixonada por Bin (Fan Liao), um mafioso local. Durante uma briga entre gangues rivais, ela dispara uma arma para proteger seu namorado. Mas isso lhe dá cinco anos de prisão. Após sua liberação, ela vai procurar Bin para tentar começar tudo de novo.

 

Chuva é Cantoria na Aldeia dos Mortos

Drama, direção de João Salaviza e Renée Nader Messora

Sinopse: Ihjãc é um jovem do povo Krahô, aldeia indígena localizada em Pedra Branca, no interior do Brasil. Depois de ser surpreendido pela visita do espírito de seu falecido pai, ele se sente na obrigação de organizar uma festa de fim de luto, comemoração tradicional da comunidade.

 

Cópias- De Volta à Vida

Ficção Científica, direção de Jeffrey Nachmanoff

Sinopse: Depois de um grave acidente de trânsito que matou toda a sua família, um neurocientista (Keanu Reeves) sente que perdeu o sentido da vida. Utilizando seu meio de trabalho, ele se torna obcecado em trazê-los de volta, mesmo que isso signifique desafiar boa parte do governo e, principalmente, as leis da física.

 

Jesus de Nazaré – O Filho de Deus

Drama, direção de Rafa Lara

Sinopse: Desde o celebrado momento do seu nascimento até a sua chegada em Jerusalém para ir de encontro com a crucificação, a história de Jesus de Nazaré foi um marco que perdura até hoje na forma como nos moldamos como sociedade. Pouco antes de cumprir seu destino na Terra, Jesus passa por um longo retiro de 40 dias pelo deserto da Judeia, atravessando diversos tipos de obstáculos, provações e tentações.

Drama, direção de Luis Ortega

Sinopse: Carlos Robledo Puch está preso há 45 anos, o período mais longo de detenção já registrado na história da Argentina. Durante a adolescência, ele confessou ter cometido onze assassinatos, executado mais de quarenta roubos e uma série de sequestros. Alguns de seus atos criminosos configuraravam-se como uma forma de impressionar Carlos, um amigo íntimo. Quando sua identidade foi revelada para o público, ele ganhou o apelido de “Anjo da Morte”, graças aos seus cachos e rosto angelical, tornando-se uma celebridade instantânea no país.

 

O Filho do Homem

Drama, direção de Alexandre Machafer

Sinopse: Maria recebe a visita do Anjo Gabriel de que está grávida do Espírito Santo. Mesmo relutante, José casa-se com ela e assume a criança para criar como sua. Em um humilde estábulo de Belém, nasce Jesus, que passa os próximos 33 anos pregando, até ser perseguido pelas autoridades do Império Romano que dominam a Judéia e ser condenado à cruz.

O Gênio e o Louco

Drama, direção de Farhad Safinia

O filme conta a história real de dois homens ambiciosos que tentam concluir um dos maiores projetos do mundo: a criação do Dicionário Oxford. Um deles é o Professor James Murray (Mel Gibson), que tomou a decisão de iniciar o compilado, em 1857, e o outro é Doutor W.C. Minor (Sean Penn), que contribuiu com mais de 10.000 verbetes para o dicionário estando internado em um hospício para criminosos. Os dois têm suas vidas ligadas pela loucura, genialidade e obsessão.

 

O Mau Exemplo de Cameron Post

Drama, direção de Desiree Akhavan

Sinopse: Flagrada pelo namorado transando com a melhor amiga em pleno baile de formatura, Cameron Post (Chloe Grace Moretz) é enviada pela tia para um centro religioso que afirma curar jovens atraídos pelo mesmo sexo, mas para se submeter ou não ao suposto tratamento, a adolescente precisa antes descobrir quem é de fato.

Veja aqui nossa crítica sobre o filme.

 

 

 

Vidas Duplas

Comédia, direção de Olivier Assayas

Sinopse: Um editor (Guillaume Canet) e um autor (Vincent Macaigne) enfrentam ao mesmo tempo a crise da meia idade, a revolução digital que abala o mercado editorial e imprevistas dificuldades em seus respectivos relacionamentos amorosos.

Veja aqui nossa crítica sobre o filme.

Poltrona Cabine: O Último Lance/ Cesar Augusto Mota

Poltrona Cabine: O Último Lance/ Cesar Augusto Mota

 

O que a pintura poderia representar na vida de uma pessoa? Grandes lembranças do passado? Sua percepção de mundo e um legado a ser deixado para a posteridade? Mas na vida de um homem, um quadro pode representar mais do que tudo isso, como também uma forma de se redimir de seu passado do qual não se orgulha. ‘O Último Lance’ (Tuntematon Mestari), filme finlandês de Klaus Härö, investe não culto à arte e um pouco no drama familiar.

Olavi (Heikki Nousiainen) é um negociante de arte focado e altamente obcecado com seu trabalho, porém este que vem se tornando obsoleto com a modernização da indústria, que favorece ainda mais os grandes conglomerados. Quando a obra de um renomado pintor russo cai em suas mãos, ele recebe a ajuda surpreendente de seu neto para recuperar suas finanças, o reaproximando de sua filha. Mas ele iria arriscar tudo por um grande negócio?

A história apresenta tópicos importantes, como a importância da arte na vida das pessoas, bem como a responsabilidade, zelo com a família, e um assunto mais delicado e não tão fácil de se tratar abertamente, a morte. Olavi é um homem de caráter, trabalhador, mas que tinha uma relação conturbada com a filha e um tanto distante dela. O que mais espanta é que ele não só deu apoio quando precisou, mas demonstrou não saber nada da vida dela, apesar de ser filha única. Já a relação com o neto Otto (Amos Brotherus) é um pouco mais aberta, e ele vê a chance de recuperar as finanças e amenizar o prejuízo à família deixando o garoto fazer uma espécie de estágio em sua loja.

Um aspecto positivo da história é como as obras de arte são apresentadas, com a câmera caminhando e os efeitos de sombra empregados. O quadro de Cristo, objeto do filme e que pode render um alto preço em leilão, mas que não está assinado, é ilustrado com esmero e sua importância aumenta ainda mais quando outro avaliador entra em cena e Olavi sente-se mais pressionado e a necessidade de mostrar que se trata de uma obra legítima, segundo suas pesquisas. E a morte, um assunto mais sério, também tem sua abordagem cuidadosa, e a cena com um objeto girando representa muito bem a ideia de morte, a vida passando como um filme, o fim de um ciclo. Esse simbolismo também torna o filme interessante, além do drama que gira em torno da família de Olavi, como a falta de apoio financeiro e moral que a filha e o neto precisavam e não receberam pela distância e o trabalho à exaustão de Olavi.

Se o roteiro não entra em profundidade no conflito entre Olavi e os mercadores que contestam a autenticidade do quadro de Cristo, a fotografia e os problemas de família conseguem segurar a trama até o fim. O desfecho não é o mais eficiente, mas ilustra como a pintura pode representar a memória, o cotidiano, o presente e o futuro. Uma produção que é um primor em estética e montagem, mas peca na profundidade da história. Um filme assistível e bom para entreter.

Cotação: 3,5/5 poltronas.

Por: Cesar Augusto Mota

Poltrona Cabine: Rocketman/ Cesar Augusto Mota

Poltrona Cabine: Rocketman/ Cesar Augusto Mota

As cinebiografias estão cada vez mais em evidência, ainda mais de artistas que tenham deixado legado na música e também os que estão há muito tempo na estrada e nunca perdem a majestade. Essa segunda situação se aplica muito bem ao astro Elton John, em um filme que conta com um copilado de lembranças do músico e não propriamente uma biografia oficial.

‘Rocketman’ é dirigido por Dexter Fletcher, o mesmo que esteve à frente de Bohemian Rapshody, vencedor de dois Globos de Ouro e Quatro Oscars. Quem teve a missão de interpretar a estrela britânica foi o ator Taron Egerton (Kingsman), apoiado por outras grandes estrelas, como Dexter Fletcher, Jamie Bell e Bryce Dallas Howard. Grandes momentos do cantor e belas canções estão presentes, e certamente vão agradar ao público.

Nos pouco mais de 15 minutos que puderam ser apreciados, é possível notar inovação e um pouco de ousadia na produção, não só investindo na imagem alegre e extravagante de Elton, como também brincar um pouco com a memória e a fantasia. Um dos momentos mais marcantes está durante seu primeiro show nos Estados Unidos, no Troubadour, ao interpretar “Crocodile Rock, com o artista e boa parte da plateia literalmente flutuando.

Taron Egerton tem uma atuação segura e mostra que é capaz de segurar bem o filme e manter o interesse do espectador, seja nas grandes apresentações de Elton ou em discussões mais acaloradas, como a que ele tem com o letrista Bernie Taupin (Jamie Bell), por meio da canção “Goodbye Yellow Brick Road”. Uma produção que certamente vai apresentar novidades e fazer o público se entreter e delirar com os grandes sucessos de um dos maiores astros do showbiz.

Por: Cesar Augusto Mota

Poltrona Cabine: O Mau Exemplo de Cameron Post/ Cesar Augusto Mota

Poltrona Cabine: O Mau Exemplo de Cameron Post/ Cesar Augusto Mota

A empatia, o respeito e a aceitação são essenciais no convívio social, seja quais forem as raças, crenças e opções sexuais das pessoas. Mas, infelizmente, não vemos isso como gostaríamos e somos testemunhas de casos de discriminação, violência física e emocional. Baseado no livro homônimo da escritora Emily M. Danforth e vencedor do Grande Prêmio do Júri no Festival de Sundance, ‘O Mau Exemplo de Cameron Post’ (The Miseducation of Cameron Post), de Desiree Akhavan, faz uma ab ordagem necessária e ao mesmo atual de uma situação ainda não aceita pela sociedade e que há tempos vem sendo combatida.

Em 1993, a jovem Cameron Post (Chloë Grace Moretz) é pega em flagrante em uma relação homossexual. Para que ela seja tratada, sua família resolve levá-la para uma escola cristã que tem o objetivo de converter jovens gays ou que tenham se rendido a outros tipos de pecado. Lá ela conhece outras pessoas com sua mesma opção sexual e aos poucos consegue se enturmar, mas vai encarar métodos um tanto cruéis, intolerantes e insanos aplicados pelos responsáveis da God’s Promise, o centro religioso voltado para a “cura” de homossexuais.

O roteiro aborda temas de tamanha importância na atualidade e que já levantavam polêmica na época em que se passa a narrativa, como o fanatismo religioso, a questão da homossexualidade e a aceitação por parte da própria pessoa e do meio social em que está inserido. Os habitantes do local onde ocorre a trama demonstravam ser ultraconservadores e não tolerantes com costumes que consideravam díspares. A abordagem de denúncia se mostrou evidente e importante, além dos métodos anacrônicos e preconceituosos que poderiam ajudar os jovens tratados como discípulos do referido centro religioso. Contexto pesado e exagerado? Sem dúvida, e em dados momentos há certas ironias, como algumas doutrinações que são feitas e os diálogos entre os personagens questionando os ditos “ensinamentos” que recebiam.

O título do filme em português traz uma certa polêmica: Mau exemplo? O que ocorre com a protagonista não é uma questão de mau exemplo, mas de descoberta da sexualidade durante a adolescência e aceitação de identidade, que é reprimida pelos líderes da God´s Promise, que chega a ensinar aos internos para odiarem a si mesmos. Algo assustador e reprovável, e a forma como os adolescentes reagem aos métodos não só chama a atenção como enche os olhos de quem acompanha a jornada de cada um dos jovens, mesmo pressionados não estão dispostos a dar o braço a torcer, a preferência sexual é algo que s e atrela à identidade de cada um deles e que deve ser respeitada.

A proposta do filme não é apontar o que é certo ou errado e tampouco impor premissas religiosas, mas o de mostrar o quão é importante ter empatia e que a tolerância e respeito devem prevalecer nas relações humanas. No quesito narrativa, vários pontos ficaram em aberto, como os conflitos das famílias com os demais discípulos e o clímax, quase que inexiste. Apesar de pequenas falhas, a abordagem é mais do que válida, com atuações que transmitiram veracidade e sinceridade de todos, com cenas altamente dramáticas e a sexualidade explorada de forma moderada, mas com algumas cenas quentes.< br />
A sexualidade é uma questão ainda complexa, não precisa ser explicada, mas compreendida. E isso é feito de forma didática e sensível, apesar de alguns buracos na narrativa. O resultado é satisfatório e agrada a quem acompanha. A denúncia contra discriminação se faz necessária, mas a conscientização e a educação também.

Cotação: 4/5 poltronas.

Por: Cesar Augusto Mota

Gentleman Jack chega à HBO com oito episódios

Gentleman Jack chega à HBO com oito episódios

Baseada em fatos históricos, GENTLEMAN JACK, a nova série coproduzida pela HBO e pela BBC, retrata a vida de Anne Lister (1791-1840), uma mulher única e empoderada que enfrenta o status quo de 1800 na Inglaterra. Com oito episódios, a produção estreia em 26 de abril, às 22h, no canal HBO e na HBO GO.

O drama, criado, escrito e codirigido por Sally Wainwright (Happy Valley) apresenta Anne Lister (Suranne Jones) como uma mulher revolucionária que pensava no casamento homoafetivo, tinha cabeça para os negócios e se opunha às expectativas da sociedade do século 19. A história é contada por meio dos diários de Anne, escritos em um código segredo que foram decodificados, revelando detalhes íntimos de sua vida.

Ambientada em 1832, época vitoriana em Halifax, West Yorkshire, GENTLEMAN JACK exibe a intimidade do relacionamento de Anne com a família e os amigos, e, principalmente, seu perfil como uma esposa diferente.

GENTLEMAN JACK é coprotagonizada por Sophie Rundle no papel de Ann Walker, a rica herdeira e noiva de Anne Lister; Gemma Whelan (Yara Greyjoy de GAME OF THRONES) como Marian, a irmã de Anne Lister; Timothy West como Jeremy Lister, o pai das duas irmãs; e Gemma Jones como a tia delas.

A série é dirigida por Sally Wainwright, Sarah Harding e Jennifer Perrott, e produzida pela Lookout Point para a HBO e a BBC One. Os produtores executivos são Sally Wainwright, Faith Penhale e Laura Lankesterpela Lookout Point; e Ben Irving pela BBC One. O produtor é Phil Collinson.

Poltrona Séries: Coisa Mais Linda-1ª Temporada/ Cesar Augusto Mota

Poltrona Séries: Coisa Mais Linda-1ª Temporada/ Cesar Augusto Mota

É possível notar que as produções brasileiras estão ganhando mais espaço e visibilidade na Netflix, tanto no Brasil, como no exterior. Após a boa recepção de 3% e da polêmica envolvendo mecanismo acerca dos personagens envolvidos e de semelhanças com a Operação Lava-Jato, chega ao serviço de streaming uma obra que busca revisitar a romântica cidade do Rio de Janeiro dos anos 50 e um gênero musical de sucesso, a Bossa Nova, com quatro histórias paralelas de mulheres que tentam se descolar de suas realidades com seus próprios estilos. ‘Coisa Mais Linda’ é assim, uma série brasileira de sete episódios, produção brasileira com roupagem americana, vale a pena?

A primeira temporada mostra de início a trajetória de Maria Luiza (Maria Casadevall), uma jovem paulistana que vive em meio ao luxo, mas sofre após ser abandonada pelo marido, que foge com uma amante e a cheia de dívidas no Rio de Janeiro.  Enfeitiçada pela capital fluminense, ela tenta engrenar um clube de música ao vivo que toca Bossa Nova todas as noites. Lígia (Fernanda Vasconcellos), melhor amiga de Maria Luiza, vive uma vida aparentemente, é casada, rica, mas vive apanhando do marido. Seu sonho sempre foi cantar e se apresentar para grandes platéias, mas seu cônjuge não aceita que ela trabalhe fora de casa, situação que era considerada comum naquela época. Theresa (Mel Lisboa) trabalha como editora e acabou de voltar de Paris, onde aprendeu acerca da revolução feminista na Europa. Para fechar o quarteto, Adélia (Pathy DeJesus) é é uma mulher negra que vive no morro em uma casinha modesta e trabalha como emprega doméstica para sustentar a filha.

As histórias são bem acessíveis, as personagens-centrais são cativantes e suas trajetórias mobilizam o público, afinal, o foco está no dia a dia e na luta dessas mulheres, e não na Bossa Nova e a cultura carioca, que são apenas pano de fundo na obra. Os desafios e os preconceitos enfrentados por elas, o machismo e o racismo exacerbado, que perduram até hoje em menor escala, e a cumplicidade entre elas é o segredo do bom resultado da série em sua primeira temporada. As atuações não são grandiosas, mas a sinceridade e a disposição de todas em cena chamam a atenção, não é fácil mesclar o bom humor e o entusiasmo das noites de Bossa Nova e saber separar dos dramas pessoais que elas vivem, a série acerta em cheio nesses pontos.

A fotografia é um perfeito retrato do Rio de Janeiro doa anos 50, os figurinos são fiéis às roupas da época, e a montagem, aliada à trilha sonora com grandes sucessos da época remetem a um Brasil em ascensão, época de JK, dos 50 anos em 5. Os costumes apresentados também estão alinhados, porém sofrem leves críticas e impulsionam as personagens- centrais, o empoderamento e os ideais feministas passam a ter espaço. Uma produção de época, mas com características que existem na atualidade, outro atrativo da série.

Porém, há pontos negativos na produção, como o aspecto americano que a série apresenta de início, com diálogos forçados e plásticos, além da canção ‘Garota de Ipanema’ cantada em inglês. Esses detalhes podem não fazer diferença, mas para os brasileiros sim, não fica a imagem de ‘produção brasileira’, mas uma série para estrangeiro ver. Além disso, o ritmo na reta final é prejudicado, o último episódio parece ter sido feito às pressas, faltou aprofundamento, e o espírito de brasilidade foi deixado um pouco de lado. O drama de novela ganhou muito espaço, estilo ‘Sessão da Tarde’, e a série se perde em sua proposta, em dados momentos os dramas das protagonistas ficam para escanteio, o que não poderia acontecer. Mas o saldo acaba por ser positivo, com novas propostas, uma série de época e um elenco que se mantém coeso boa parte do tempo.

‘Coisa Mais Linda’ é uma série que apresenta coisas grandiosas, mas que perdeu a mão ao longo dos episódios. Vamos torcer para que uma nova temporada seja lançada e uma história mais aprofundada e ousada seja oferecida aos espectadores. A produção brasileira tem vocação e força para isso, agora é aguardar e torcer.

Cotação: 3/5 poltronas.

Por: Cesar Augusto Mota

A nova temporada de Juacas estreia dia 22 de abril no Disney Channel

A nova temporada de Juacas estreia dia 22 de abril no Disney Channel

Um novo verão começa em ItacarÉ, Bahia, e o CAOSS (Campeonato Anual de Onda Super Surfe) encontra a equipe de Juacas desfeita. Na primeira temporada, Rafa (André Lamoglia), Jojó (Marino Canguçu) e Billy (Bruno Astufi) não tiveram um final feliz. Após a derrota no Campeonato Nacional, a equipe Juacas os meninos seguiram caminhos diferentes. Quase um ano após a realização da 35ª edição do CAOSS (Campeonato Anual de Onda Super Surfe), Rafa e Billy estão de volta a Itacaré, na Bahia, enquanto Jojó (Marino Canguçu) está em Minas Gerais, ajudando a família na fazenda. Os dois pretendem retomar a equipe, mas precisam do amigo que está longe, condição imposta pelo Professor Juaca (Nuno Leal Maia) para treiná-los novamente. Na segunda temporada de JUACAS, o trio terá que lidar com os próprios dilemas enquanto enfrenta antigos “rivais” do surfe, as equipes Sirenas e Red Sharks, e um novo time: Carpe Diem.

 

Com 25 episódios de 30 minutos, a nova temporada de JUACAS  terá novas emoções, música, romance e muito surfe para a tela do Disney Channel.